Energia solar cativa brasileiros e cresce 400%

Energia solar cativa brasileiros e cresce 400%

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No link abaixo podemos ver uma notícia no jornal da record, falando que a energia solar esta cativando cada vez mais os brasileiros e que cresce 400%. Podemos ver no vídeo como a conta de energia tem uma economia muito grande.

Assista e veja como a energia solar é uma ótima escolha.

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Microgeração cresce 156% em sete meses

Microgeração cresce 156% em sete meses

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Entre janeiro e julho deste ano 2.703 pessoas começaram a gerar a própria energia por placas solares, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica. Esse número representa um crescimento de 156,3% em sete meses. Antes disso, até dezembro de 2015, o número total de microgeradores de energia solar fotovoltaica no Brasil era de 1.729.

Especialistas do mercado afirmam que o preço dos equipamentos, instalação e geração vêm caindo na última década, mas ainda faltam mecanismos para democratizar o acesso aos consumidores residenciais.

Desde 2015, o governo federal isenta de PIS e Cofins a energia gerada por placas solares que é injetada na rede. Outra política pública de incentivo comum no país é a isenção do ICMS, adotada por 20 estados (Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e o Distrito Federal.

Apenas Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina não oferecem isenção de ICMS.
Até julho deste ano, o Brasil tinha 4.432 pontos de microgeração de energia solar fotovoltaica. No ranking da geração por estados, Minas Gerais está na liderança, com 973 pontos de microgeração. Em seguida, aparecem São Paulo, com 611, Rio Grande do Sul, com 477, e Rio de Janeiro, com 435.

A consciência ambiental está entre os principais motivos que levam à instalação de placas solares. No entanto, a economia na conta de luz e o medo de ficar sem energia elétrica em caso de apagão ainda são pontos fortes para os consumidores.

Fonte – Ambiente Energia

Mais de 5 mil conexões de micro e minigeradoes há no Brasil

BRASIL ULTRAPASSA 5 MIL CONEXÕES DE MICRO E MINIGERAÇÃO

Em um ano, o número de conexões de micro e minigeração de energia teve um rápido crescimento. São 5.040 conexões em agosto, contra as 1.148 ligações registradas na ANEEL em setembro de 2015, o que representa uma potência instalada de 47.934 kW.

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A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores é a solar com 4955 adesões, seguida da eólica com 39 instalações. Veja abaixo o gráfico com o número de conexões por fonte.  O estado com o maior número de micro e minigeradores é Minas Gerais (1.226 conexões), seguido de São Paulo (711) e Rio Grande do Sul (564).
A geração de energia pelos próprios consumidores tornou-se possível a partir da Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012. A norma estabelece as condições gerais para o acesso de micro e minigeração aos sistemas de distribuição de energia elétrica e cria o sistema de compensação de energia elétrica, que permite ao consumidor instalar pequenos painéis solares em sua casa ou empresa e trocar energia com a distribuidora local. A resolução 482 foi revista em novembro de 2015 e, na época, estimou-se que em 2024 mais de 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.
De acordo com o diretor-geral da ANEEL, Romeu Rufino, “além das vantagens para o consumidor, também são relevantes os benefícios que a Geração Distribuída traz ao sistema elétrico: redução de perdas e o custo evitado de ampliação do sistema, pois você gera junto à unidade de consumo; o aumento na segurança do abastecimento; e o ganho sob o aspecto ambiental, pois são projetos totalmente sustentáveis”, afirmou.

Sustentabilidade e economia atraem consumidores para a energia solar

Redução na conta de energia pode chegar a 95% por mês para o consumidor.

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Investimento inicial se paga em torno de seis anos, diz especialista

O sol é uma fonte com potencial para produzir energia elétrica de forma econômica e sustentável e o Brasil tem um grande potencial fotovoltaico. De acordo com Luís Guilherme Campos de Oliveira, sócio proprietário de uma empresa de energia solar em São Roque (SP), a economia pode chegar a até 95% na conta de energia por mês.

“O painel solar produz mais ou menos energia de acordo com a radiação do local, mas todas as casas e empresas podem ter energia solar”, explica Oliveira. “A Alemanha foi uma das pioneiras nesse ramo e no local com menos sol no Brasil tem 30% a mais de potencial fotovoltaico do que no lugar com mais sol na Alemanha”, afirma.

O governo brasileiro vem estudando formas de impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, conforme afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, na abertura de um evento relacionado ao tema. O Brasil deve integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar em 2018, segundo o boletim “Energia Solar no Brasil e no Mundo – Ano de Referência – 2015”, publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). China, Estados Unidos e Alemanha são os países que têm mais potência instalada atualmente, segundo o Portal Brasil, do Governo Federal.

 

Fonte – G1

A melhor forma de gerar energia limpa

A melhor forma de gerar energia limpa é a energia solar fotovoltaica

A energia solar é a melhor forma de gerar energia sem agredir o meio ambiente e gerando muita economia para o seu negócio!

Não muito populares ainda no Brasil, os sistemas de energia solar são a solução ideal para gerar energia limpa economizando ao máximo as despesas energéticas de uma empresa ou residência.

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Segundo o Portal Solar, site referência em Energia Solar no Brasil, uma empresa que investe em energia solar, ao longo de 15 anos, gera uma economia de R$2.000.000,00 em suas despesas com contas de eletricidade. Embora 15 anos possam parecer um longo período, deve-se levar em consideração que um painel de energia solar fotovoltaica possui uma garantia média de 25 anos, dependendo do fabricante e modelo escolhido. Esse mesmo sistema de energia solar usado no cálculo acima (sistema fotovoltaico de 120kWp no estado de Minas Gerais), começa a gerar lucro para a empresa em aproximadamente 5 anos e meio após o investimento.

Outro fator que deve ser levado em conta é a manutenção de um painel solar. Sabe-se que essa manutenção é praticamente nula, visto que o desgaste das peças de um painel solar é praticamente nulo. Além disso, devido a garantia das empresas e fabricantes, seu negócio possui uma margem de aproximadamente 25 anos sem se preocupar com quebras e prejuízos com o equipamento.

É interessante levar a energia solar em consideração devido à crise energética que vivemos atualmente. De 2010 a 2014, a conta de luz brasileira subiu mais de 30%. Países da Europa, América do Norte e da Ásia já investem em energia solar há mais de uma década, onde vêm conseguindo boas economias e evoluções com o meio ambiente. Mais informações sobre energia solar podem ser encontradas no Portal Solar.

Fonte: Terra Notícias

ESenergy

Comunidade ribeirinha do AP vai receber sistema de energia solar

Comunidade ribeirinha do AP vai receber sistema de energia solar

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Um sistema fotovoltaico, que produz energia solar, deve começar a ser instalado na comunidade ribeirinha do Franquinho, no Arquipélago do Bailique, em Macapá, nos próximos 3 meses. Um projeto planeja implementar o sistema na comunidade que atualmente recebe energia elétrica por somente 4 horas por dia.

O projeto é de professores da Universidade Estadual do Amapá (Ueap) e foi contemplado em um edital organizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap).

Chamado de “Energias renováveis: Promovendo ideias”, o projeto deve acontecer em três etapas: aprofundar o conhecimento sobre a comunidade, identificando potenciais econômicos; construção e implantação do protótipo em 12 meses; oferta de cursos para a comunidade e avaliação do projeto.

Na comunidade ribeirinha vivem 64 pessoas em 16 casas, com grande vulnerabilidade socioambiental, segundo os pesquisadores.

“A gente espera não só implantar esse projeto no Franquinho, mas multiplicar em outras comunidades. Esse projeto vai dar possibilidade de levar energia através de placas fotovoltaicas para a comunidade. Essa energia gerada vai ser utilizada no bombeamento de água para uma estação de tratamento da água, passando a ter uma qualidade da água”, explicou o coordenador de projetos da Fapeap, Edilson Pereira.

Um convênio foi assinado entre o governo do estado e a empresa Total EeP no Brasil, que vai explorar petróleo na costa do Amapá. A compensação pelo serviço, no valor de R$ 1 milhão, será repassada para a implantação do sistema na comunidade, conforme acordo firmado na tarde desta quinta-feira (16) entre a Ueap e a empresa.

“É investimento para o futuro. A ideia é ter piloto de energia renovável que pode beneficiar famílias, mas é um piloto, caso a nossa relação com o Amapá continue a longo prazo, que é o que nós queremos, desenvolver [o projeto]”, disse o presidente da empresa Total, Maxime Rabilloud.

A petroleira, especializada em energia e petróleo, ganhou uma licitação pública organizada pelo estado, junto com as empresas BP e Queiroz Galvão, para concessão de pesquisa e exploração de petróleo a cerca de 120 quilômetros da foz do rio Amazonas, na costa do Amapá.

Fonte – G1

Estudo diz que energia solar e vento passam hidrelétricas em 25 anos no país. 

 

Avanço tecnológico possibilitará o barateamento de equipamentos para gerar energia solar e eólica.

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Hoje dependente das hidrelétricas, o Brasil vai ter um salto na geração de energia solar e de ventos (eólica) em 25 anos.

Em 2040, o país deverá ter 43% de sua energia gerada a partir de placas solares ou dos ventos, contra menos de 6% em 2015. Por outro lado, as hidrelétricas, que representaram 64% da capacidade instalada no ano passado, terão sua participação diminuída para 29%.

A previsão faz parte do relatório New Energy Outlook 2016, feito pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). O estudo faz uma projeção da evolução das fontes de energia renováveis nas principais economias do mundo.

De acordo com o relatório, o avanço tecnológico possibilitará o barateamento de equipamentos para gerar energia solar e eólica. Além disso, prevê maiores investimentos nessas fontes de energia.

Até 2040, as fontes de energia renováveis, incluindo biomassa, vão atrair US$ 237 bilhões em investimentos no Brasil.

No mesmo período, as hidrelétricas atrairão US$ 27 bilhões, enquanto a energia gerada por combustíveis fósseis, como carvão e gás, terão investimentos de R$ 24 bilhões, segundo o estudo.

“Instalar uma planta [usina] eólica ou solar é mais barato e mais rápido do que implantar uma hidrelétrica, considerando a mesma capacidade de gerar energia”, afirma a analista da BNEF Lilian Alves. “Por isso, prevemos que atrairão mais investimentos.”

Revolução da energia solar

O estudo também prevê que o Brasil viverá uma revolução da energia solar a partir de 2020. O número de imóveis com placas solares no telhado deve saltar de 3.500 atualmente para 9,5 milhões em 2040.

Além do barateamento dos equipamentos, a conscientização também deverá ter influência na decisão de instalar placas solares no telhado das casas. “As pessoas vão perceber que é mais barato gerar a própria energia”, diz a analista da BNEF.

Com isso, ela prevê o crescimento do mercado de geração distribuída no Brasil, ou seja, quando uma pessoa produz a própria energia e vende o excesso para o sistema elétrico em troca de créditos.

“Hoje, dois fatores dificultam a expansão da energia solar: os juros altos, que encarecem os financiamentos, e o dólar valorizado, que encarece a maior parte dos componentes importados”, afirma Alves.

Fonte – UOL

Microgeração evita a emissão de mais de uma tonelada de CO² por ano

Microgeração evita a emissão de mais de uma tonelada de CO² por ano

Industrial photovoltaic installation during a sunny day

O crescente volume de emissão de gases de efeito estufa (GEE) é motivo de debate e preocupação no Brasil e no mundo. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) alerta sobre a importância da mini e microgeração de energia residencial como uma das formas para alcançar as metas de redução de CO2 acordadas na COP21. Estudo desenvolvido pela Abesco revela que uma residência equipada com um sistema fotovoltaico capaz de gerar 180 kWh/mês pode reduzir cerca de 1,3 toneladas de CO2 na atmosfera em um ano. Em 25 anos, tempo de garantia dos módulos fotovoltaicos, esse volume pode alcançar cerca de 32 toneladas.

“A verdade é que o setor elétrico brasileiro tem sido um dos grandes emissores de CO2 nos últimos anos. Em 2014, auge da crise energética, 26% do nosso sistema elétrico foi abastecido por termelétricas, uma das fontes mais poluentes. Tanto que no mesmo período a emissão de CO2 derivada das termelétricas, em alguns períodos, ultrapassou a emissão causada pelo desmatamento. Por isso a mini ou microgeração fotovoltaica entra como opção de sustentabilidade”, explica o autor do estudo e especialista em eficiência energética associado da Abesco, Rodrigo Dalmonico.

Segundo Dalmonico, se 20 mil residências ou unidades consumidoras produzissem cerca de 180kWh/mês (o consumo médio mensal por residência no Brasil é de 166 kWh) seria possível reduzir a emissão de 26 mil toneladas de CO2 na atmosfera anualmente, além de gerar uma economia de até R$22 milhões por ano.

Fonte – Ambiente Energia

Chile tem tanta energia solar que agora é de graça

Chile tem tanta energia solar que agora é de graça

Flag of Chile

A indústria solar do Chile se expandiu tão rapidamente que está gerando eletricidade gratuitamente.

Os preços à vista chegaram a zero em algumas regiões do país durante 113 dias até abril, número que está a caminho de superar o total do ano passado, de 192 dias, segundo a operadora da rede central do Chile.

Embora isto pode ser bom para os consumidores, é uma má notícia para as usinas de energia, em dificuldades para gerar receita, e para as empresas que buscam financiar novos parques.

A pior situação acontece na região norte do país, no deserto do Atacama. A crescente demanda por eletricidade do Chile, impulsionada pela expansão da produção mineira e pelo crescimento econômico, ajudou a estimular o desenvolvimento de 29 parques solares, e outros 15 estão nos planos para a rede central de energia do país.

Agora, o Chile enfrenta a queda da demanda por energia devido à desaceleração da produção de cobre em meio a um excedente global, o que provoca um excesso de energia gerada em uma região que não possui linhas de transmissão para distribuir a eletricidade a outras partes.

“Os investidores estão perdendo dinheiro”, disse Rafael Mateo, CEO da unidade de energia da Acciona, que está investindo US$ 343 milhões em um projeto de 247 megawatts na região, que será um dos maiores da América Latina. “O crescimento foi desordenado. Não se pode ter tantas empresas no mesmo lugar”.

Um dos principais problemas é que o Chile possui duas redes de energia principais, a central e a do norte, sem conexão entre si. Existem também áreas dentro das redes que não possuem uma capacidade de transmissão adequada.

Com isso, uma região pode ter muita energia, o que derruba os preços, porque o excedente não pode ser entregue a outras partes do país, segundo Carlos Barría, ex-chefe da divisão de energia renovável do governo e professor da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago.

Infraestrutura inadequada

O governo está trabalhando para corrigir este problema, com planos de construir uma linha de transmissão de 3.000 quilômetros para ligar as duas redes até 2017. Além disso, está desenvolvendo uma linha de 753 quilômetros para resolver o congestionamento nas partes norte da rede central, a região na qual os excedentes de energia estão levando os preços a zero.

“O Chile tem pelo menos sete ou oito pontos nas linhas de transmissão que estão em colapso e bloqueados e tem o enorme desafio de driblar os pontos de estrangulamento”, disse o ministro de Energia, Máximo Pacheco, em entrevista, em Santiago. “Quando você embarca em um caminho de crescimento e desenvolvimento como o que temos tido, obviamente surgem problemas”.

Fonte – Revista Exame

Portugal consome apenas energia renovável durante quatro dias

Portugal consome apenas energia renovável durante quatro dias

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Em Portugal a energia eólica ajudou o país a consumir durante quatro dias apenas energia renovável. Durante esse período, 58% do consumo de eletricidade no país foram assegurados pela energia eólica.

A Associação Sistema Terrestre Sustentável (Zero) e a Apren analisaram os dados das Redes Energéticas Nacionais (REN) e concluíram que, durante 107 horas, entre as 6h45 do dia 7 de maio e as 17h45 do dia 11 de maio, todo o consumo de eletricidade em Portugal foi assegurado integralmente por fontes renováveis.

O país, que era considerado o 27º lugar entre os 30 mais poluentes da Europa, segundo o site Energia em Portugal, agora quer ajudar o seu setor elétrico, ainda dependente do carvão e do gás natural, a migrar para a energia limpa e renovável.

A meta proposta pelo país é a de atingir 31% da produção com energia renovável. Trata-se de um objetivo amplo, que abriga os setores dos transportes, sistemas de aquecimento e arrefecimento e produção de eletricidade.

Apesar do sucesso nesse caso, Portugal ainda tem um longo caminho em direção a produção de energia sustentável. Os transportes do país estão na casa dos 5% em percentual de renovável, com os biocombustíveis. Na parte elétrica chega a 52% de renovável com o objetivo de chegar aos 60%.

Atualmente, a produção de energia hídrica cobre entre 25% e 28% do consumo final de energia elétrica, e a média anual da eólica fica em cerca de 25%. A energia solar ainda está dando os primeiros passos no país.

 

Fonte – Ambiente Energia