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Energia eólica emprega 6% a mais que em 2016 e é destaque do setor nos EUA

Dois relatórios de empregos no setor de produção de energia foram divulgados e mostram o impacto das políticas adotadas no ano passado nos diferentes setores de energia: O Relatório de Energia e Emprego dos Estados Unidos (USEER), produzido pela Associação Nacional dos Funcionários Estaduais de Energia (NASEO) e o outro, elaborado pela Solar Foundation.

De acordo com o USEER, os EUA criaram 133.000 novos postos de trabalho em 2017. A produção de energia a partir de carvão, gás natural e petróleo emprega 1,1 milhão, enquanto a geração nuclear e de outras fontes renováveis, 800000.

O setor de energia eólica foi o grande destaque, pois empregou 107000 pessoas em 2017, um aumento de quase 6% em relação a 2016. A nascente indústria de armazenamento de baterias criou quase 6.000 novos postos de trabalho com uma taxa de crescimento de 12% em 2017. A geração a partir do gás natural abriu 19000 novas vagas, enquanto a de carvão, não criou nem perdeu, continuou com 92000. As empresas de energia solar empregaram, no todo ou em parte, 350.000 pessoas em 2017, com mais de 250.000 desses funcionários gastando a maior parte de seu tempo na atividade.

Os números acima não incluem o processo de extração, parte importante para o setor de combustível fóssil. A mineração de carvão perdeu 2000 vagas de 2016 para 2017, empregando 51000 pessoas. A extração de petróleo e gás natural obteve pequenos acréscimos e empregam 510.014 e 312.364 pessoas, respectivamente.

A Solar Foundation apresentou um número similar em seu relatório, 250.271 empregos em 2017, uma queda de 6% pelos padrões da NASEO e 3,8% pelos padrões da Solar Foundation em comparação com 2016. A Tesla comprou a SolarCity e encerrou as vendas de painéis solares porta a porta, enquanto a indústria passou a preocupar-se com o tipo de tarifas que seriam impostas aos painéis e células estrangeiros, justificando estes resultados.

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FONTE – tecmundo.com.br