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Inaugurada usina de energia solar do TRE em Paranavaí

Com quase R$ 10 milhões de investimentos, a iniciativa moderna e benéfica para o meio ambiente e os cofres públicos já está funcionando.

A usina conta com 6.200 placas solares para produzir 263 mil quilowatts/mês (100% da energia dos tribunais).

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) inaugurou na última sexta-feira, dia 28, a Usina Fotovoltaica de Paranavaí que vai abastecer todos os tribunais. Com quase R$ 10 milhões de investimentos, a iniciativa moderna e benéfica para o meio ambiente e os cofres públicos já está funcionando.

A usina conta com 6.200 placas solares para produzir 263 mil quilowatts/mês (100% da energia dos tribunais). “Este volume de energia vai abastecer os 154 fóruns eleitorais do Estado e a sede do Tribunal, em Curitiba. É uma obra inovadora, um marco, tanto para o TRE como para Paranavaí. Hoje, o TRE gasta aproximadamente R$ 4 milhões por ano com energia. Vamos construir uma usina de R$ 10 milhões, que vai se pagar em no máximo 5 anos, mas terá durabilidade de 40 anos. É uma economia espetacular, além de ajudar o meio ambiente com energia limpa”, destacou o presidente do TRE-PR, Gilberto Ferreira.

Para a construção da usina, um terreno de 28 mil metros quadrados foi doado pela Prefeitura com aprovação da Câmara de Vereadores. Na avaliação do prefeito KIQ, “o poder público teve coragem de ultrapassar barreiras e acreditar nesse projeto, porque acreditamos que é uma excelente iniciativa. É um fato inédito, que pode fazer com que novas empresas explorem o ramo de energia solar e outros poderes do setor público queiram fazer a mesma coisa. Estamos nos tornando referência no assunto e isso pode alavancar ainda mais o nosso crescimento como cidade”.

“A construção da usina de energia solar é a união dos três poderes: executivo, legislativo e judiciário. Todos tiveram participação fundamental para que essa grande obra se concretizasse. Para o município, é uma obra que representa muito. Isso coloca Paranavaí em evidência, transformando-se em pólo do sul do Brasil em geração de energia renovável. Temos a expectativa de atrair outras empresas no ramo de energia solar, além de outros órgãos seguirem o mesmo caminho que o tribunal e construírem uma usina de energia. Tudo isso gera emprego, renda, movimentação do comércio e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Paranavaí, Carlos Emanuel.

FONTE – paranavai.portaldacidade.com

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Audiência Pública debaterá PPP das Miniusinas de Energia Solar

A Superintendência de Parcerias e Concessões do Estado (Suparc) promoverá, nesta terça-feira (02), uma audiência pública para tratar sobre o projeto de parceria público-privada (PPP) para a implantação das miniusinas de energia solar fotovoltaica. O encontro está marcado para as 09h no Auditório da Agência de Tecnologia da Informação (ATI), no Centro Administrativo, e é aberto a toda sociedade e empresas interessas em participar da licitação.

A proposta prevê a implantação de oito sistemas de minigeração de energia, com capacidade para 5Mw cada, para posterior injeção da produção na rede da concessionária de energia elétrica. O objetivo é incentivar a autossuficiência da Administração Pública estadual, a fim de que o Estado produza a sua própria energia e a lance na rede de distribuição para que seja compensada com o consumo pelos órgãos do governo, representando uma economia para a despesa pública.

“Vamos tornar a administração pública do estado autossustentável em relação à própria demanda de energia elétrica. O objetivo do projeto é gerar energia, jogar na rede e o equivalente monetário de energia gerada será compensado com o consumo de energia do estado. Estamos falando de mais economia, com desenvolvimento econômico e social do Piauí”, garante Viviane Moura, superintendente de parcerias e concessões.

FONTE – cidadeverde.com

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Furnas contrata energia solar distribuída para economizar 40% na conta de luz

Conhecida como a “caixa d’água” do Brasil, e já com um perna em energia eólica, Furnas acaba de dar os primeiros passos na energia solar distribuída, o que pode abrir as portas dessa nova tecnologia na empresa. A previsão é de que três usinas com 1 megawatt cada sejam instaladas em locais próximos à usina hidrelétrica Anta, localizada no Rio Paraíba do Sul, divisa entre os Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O custo do projeto é de R$ 11,1 milhões.

“Com o projeto, classificado como de Autoconsumo Remoto de Geração Distribuída, Furnas estima reduzir em cerca de 40% os gastos anuais com energia elétrica do Escritório Central da empresa, na zona sul do Rio de Janeiro”, disse a estatal em nota. A previsão é de que o parque fique pronto em nove meses e tenha a primeira geração comercial no primeiro trimestre de 2020.

A obra será feita pelo consórcio Kyo-Green, formado pelas empresas Kyoservice e Solergy, que venceu a licitação com um deságio de cerca de 20% em relação ao valor orçado para a licitação. A previsão é de que o investimento se pague em cerca de cinco anos, informou a empresa.

FONTE – terra.com.br

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Claro inaugura complexo fotovoltaico em Brasília

claroConstruído em parceria com a RZK, empreendimento possui 5 megawatts (MW) de potência e deve abastecer 340 estruturas operacionais

A Claro acaba de inaugurar a maior usina de energia solar de Brasília, chamada de Complexo Solar Jequitibá, localizado na Ceilândia, de 5 megawatts (MW) de potência. A energia limpa fornecida pelo empreendimento, cuja planta foi construída pela empresa parceira RZK, deve contribuir para o abastecimento de aproximadamente 340 estruturas operacionais, lojas e prédios da operadora na região.

Esta ação faz parte do programa “A Energia da Claro”, que pretende focar em energia limpa, com ações mais efetivas de proteção ao meio ambiente em todas as operações e instalações da empresa no Brasil. Não à toa, este é um dos maiores projetos de geração distribuída do País entre empresas privadas e o primeiro entre empresas de telecomunicações.

Vale lembrar que, por meio deste programa, a Claro já utiliza energia fornecida por diferentes fontes renováveis, como solar, eólica, hidrelétrica, biogás e cogeração qualificada. Este projeto engloba ainda ações de mobilidade elétrica, incentivando o uso de carros e bicicletas elétricas, bem como de eficiência energética.

Em declarações à imprensa, João Pedro Neves, diretor de Suporte Financeiro ao Negócio da Claro Brasil, afirmou que o investimento privado em energia renovável e eficiência energética é uma das maiores tendências em todos os setores da indústria no Brasil e no mundo. “Os benefícios sustentáveis ultrapassam a questão financeira. O lançamento desta nova usina solar é mais um passo em direção à consolidação da Claro em seu objetivo de ter energia sustentável, descentralizada e descarbonizada, dentro de um processo 100% digital”, destacou.

Sobre o licenciamento ambiental, a participação do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) para a construção do projeto foi considerada inovadora. Com o intuito de incentivar novos investimentos em energia limpa e renovável, o IBRAM concedeu a permissão ambiental ao projeto em apenas uma semana. Este modelo deve ser replicado pelo órgão a outros projetos de geração de energia renovável com características semelhantes.

FONTE – portalsolar.com.br

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Estação de tratamento de esgoto de Mogi Mirim terá abastecimento por energia solar

mogi mirim

Usina fotovoltaica deve ser inaugurada em julho deste ano e terá uma capacidade de geração de 606 MWh por ano

A estrutura de tratamento de esgoto do município de Mogi Mirim, interior de São Paulo, passará a ser abastecida em boa parte por um sistema inovador de geração de energia solar fotovoltaica.

A Sesamm, empresa de Serviços de Saneamento de Mogi Mirim, deve inaugurar em julho deste ano uma usina fotovoltaica com capacidade de 606 MWh por ano, o suficiente para fornecer 35% da energia elétrica necessária no tratamento de esgoto do município.

O projeto, que conta com a participação da GS Inima Brasil, controlada pela GS Inima Environment, empresa espanhola especializada na gestão integrada da água, foi apresentado durante o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), que aconteceu em junho deste ano na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

A apresentação foi feita pelo engenheiro e diretor de Operações da GS Inima Brasil, Carlos Roberto Ferreira, no painel sobre Energias Alternativas na Área do Saneamento. Segundo o executivo, a instalação da usina de energia renovável na ETE de Mogi Mirim, que trata 150 litros de efluentes domésticos por segundo, faz parte do plano de melhoria da eficiência e da sustentabilidade dos sistemas operados pela GS Inima Brasil.

“O futuro de setor é agora e está nas fontes alternativas de energia”, disse Carlos Roberto Ferreira durante o evento. A GS Inima Environment faz parte do Grupo GS, o quinto maior conglomerado empresarial da Coréia do Sul. No território nacional, a GS Inima Brasil atua desde 1995 e comanda hoje oito operações de serviços de saneamento básico em municípios do Estado de São Paulo e Alagoas.

FONTE – portalsolar.com.br

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Paraíba se destaca em mercado de energia solar

Projetos de Energia Renováveis serão apresentados na Construcon, maior evento de negócios da Construção Civil

Foto: Divulgação

O Brasil terá um aumento de 44% na capacidade instalada de energia solar e gerará investimentos totais de R$ 5,2 bilhões em 2019. A estimativa é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

A Paraíba e a região Nordeste apresentam os maiores e melhores níveis de radiação solar do Brasil. Com incentivo público adequado, crédito e condições facilitadas, o estado pode se tornar um grande case para o Nordeste e para todo o Brasil sobre como aproveitar as condições naturais para gerar energia limpa e de qualidade.

A procura por uso da energia solar não é restrita às cidades maiores, como João Pessoa e Campina Grande. “Existe um aumento de clientes no Sertão. A região possui uma maior quantidade de radiação solar, o que diminui o número de placas necessárias na instalação do sistema. Atualmente, o maior número de projetos são em empresas, que naturalmente têm uma demanda maior de energia”, detalha Jefferson Oliveira, diretor da Luminen Energia Solar.

A empresa paraibana é um exemplo de quem visualiza o potencial crescente desse mercado. “Hoje, um sistema de energia solar pode gerar uma economia de mais de 90% no valor da conta de energia. E os equipamentos têm uma vida útil bastante longa, com garantia de até 25 anos”, comenta Jefferson.

Outra vantagem econômica da energia solar é a redução nos custos de implantação, que caem ano a ano, além das facilidades de financiamento bancário. Hoje, bancos públicos e privados oferecem linhas de crédito especiais para aquisição dos equipamentos. O Banco do Nordeste, por exemplo, abriu uma linha de crédito no final do ano passado para financiamento de projetos de energia solar para pessoas físicas.

A instalação dos painéis de energia fotovoltaica em uma residência que consome 300 reais por mês, custa cerca de R$ 20 mil. “A diminuição do consumo de energia elétrica pode ser de até 90%. Em três anos, o consumidor já consegue ter um retorno do investimento”, acrescenta.

FONTE – paraibatotal.com.br

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Americana investe em usina de energia solar para melhorar eficiência energética no município

americana

Projeto conta com um total de 3.320 módulos fotovoltaicos e potência de 1,12 megawatts, suficientes para abastecer cerca de 738 residências

Com um investimento aproximado de R$ 4,6 milhões, Americana, cidade localizada no interior de São Paulo, acaba de anunciar a construção de uma usina de energia solar para colaborar com a diversificação da matriz energética utilizada no município.

O projeto conta com um total de 3.320 módulos fotovoltaicos e potência de 1,12 megawatts, capaz de gerar 1,771 MW/h por ano. Isto é suficiente para abastecer 738 residências com consumo médio de 200KWh/mês durante o período.

O anúncio oficial foi feito recentemente pelo prefeito da cidade, Omar Najar, e pelo secretário de Meio Ambiente, Odair Dias, que entregaram para a CPFL Soluções, empresa da CPFL Energia, a licença prévia e de instalação para a construção da chamada Usina Solar Fotovoltaica América.

As obras da usina, que será instalada na Avenida São Jerônimo, no bairro São Jerônimo, irão se iniciar ainda em julho deste ano, com previsão para entrega em dezembro de 2019. A ideia é reduzir em até 95% o valor da conta de consumo de energia dos clientes que estiverem conectados a esse tipo de geração.

Além disso, estimativas indicam que a energia gerada por esta usina deve evitar a emissão de 131 toneladas de CO2, o que equivale ao plantio de aproximadamente 900 árvores. “A energia solar vem crescendo no país. Com o desenvolvimento da tecnologia, as usinas fotovoltaicas se tornaram competitivas e colaboram para uma matriz energética mais limpa e sustentável”, declarou Flávio de Souza, diretor Comercial de Soluções Energéticas da CPFL Soluções, na imprensa local.

Para o prefeito de Americana, “trata-se de um setor de extrema relevância e que irá fazer toda a diferença na sustentabilidade da cidade”. Já o secretário de Meio Ambiente acredita que esta é uma nova opção para a sociedade, sobretudo para os empresários, que poderão sentir o impacto da economia gerada. “Com certeza, é mais um ponto positivo para o desenvolvimento de Americana”, finaliza.

FONTE – portalsolar.com.br

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GreenYellow investirá R$ 200 milhões em energia solar, as obras iniciarão em agosto

Foto: Pixabay

A empresa, de origem francesa, anunciou recentemente que vai construir duas usinas solares em São Paulo,  fazendo com que a empresa entre no mercado de energia brasileira de cabeça. De acordo com o presidente da GreenYellow no Brasil, Pierre-Yves Mourgue, a companhia vai investir ao menos R$ 200 milhões em energia solar neste ano e o interior de São Paulo é uma região estratégica neste planejamento. “A obra deve gerar mais de 70 empregos e as obras devem ser iniciadas em agosto”, revelou.

Somente nas duas novas unidades, serão investidos R$ 40 milhões. Mourgue ainda detalha que a expectativa é aumentar cerca de 6 vezes a potência instalada atual da empresa no Brasil até final do ano. O executivo ainda acrescenta que o país é um mercado muito representativo para o Grupo GreenYellow, não só em energia solar, mas também no setor de eficiência energética. “Com novos contratos fechados neste semestre, a previsão é atingir o marco de mais de 1200 projetos de eficiência energética”, disse.

A GreenYellow é especializada em gestão de energia, com o objetivo de gerar economia de energia a seus clientes. Com presença em 7 países, a GreenYellow possui mais de 1400 projetos de Eficiência Energética e 120 MWp de projetos de geração solar distribuída. No Brasil desde 2013, conta com um portfólio de mais de 900 projetos de eficiência energética e oito plantas solares construídas.

A empresa visa oferecer a cada um de seus clientes, através de uma relação mutuamente benéfica, soluções sustentáveis de eficiência energética, contribuindo para competitividade de seu negócio, e lhe permitindo atuar com total propriedade em sua especialidade.

O objetivo da empresa é liderar os mercados de eficiência energética e geração distribuída na América Latina, sendo reconhecida como referência, em termos de qualidade, na implantação de projetos de alto valor agregado para os clientes.

A GreenYellow é dedicada ao Energy Management e tem como objetivo reduzir o consumo de energia de seus clientes, utilizando um programa global e multisserviços com diferentes soluções energéticas.

FONTE – opetroleo.com.br

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Florianópolis ganha cinema abastecido por energia solar

cinema energia solar

Sistema conta com 500 geradores fotovoltaicos e uma capacidade de geração de 117,7 mil kWh/ano

Um cinema no Brasil abastecido totalmente por energia solar acaba de ser inaugurado na região sul do País. Implementado pela Engie, o projeto foi incorporado como uma nova alternativa sustentável no Paradigma Cine Arte, que faz parte do Centro Empresarial Corporate Park, localizado em Florianópolis, Santa Catarina.

A estimativa é que, com os 500 geradores fotovoltaicos instalados, a usina gere 117,7 mil kWh/ano e consiga atender, além do cinema, o escritório da construtora que administra o condomínio. “Estamos muitos satisfeitos e, no ano que vem, devemos ampliar o projeto para toda a área comum do Centro Empresarial”, declarou à imprensa Frederico Didoné, sócio da Rá Incorporações e gestor do Paradigma.

Com este projeto inicial, é esperada uma economia mensal com a conta de luz de aproximadamente R$ 8 mil. A estimativa é que retorno do investimento aconteça em cinco anos.

O Corporate Park abriga 60 empresas e segmentos em oito blocos de prédios horizontais. A expectativa de ampliar a área com energia sustentável para 6 mil m² deve abastecer garagens, elevadores, câmeras de segurança, iluminação noturna, estação de tratamento de esgotos e bombas hidráulicas.

FONTE – portalsolar.com.br

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Regras atuais da energia solar distribuída no Brasil podem gerar 672 mil empregos até 2035

energia solar

Por: Ruy Fontes – Redator

Depois de sete anos da sua criação, o segmento de geração distribuída atingiu certo nível no Brasil que, caso inalterado, pode continuar gerando ganhos ao país durante os próximos anos.

Foi o que apontou o estudo realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e enviado a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que regula e monitora o segmento de geração distribuída de energia no Brasil, conhecido também como GD.

Segundo a ABSOLAR, caso sejam mantidas as atuais regras da GD, que impulsionaram a expansão do segmento nos últimos anos, o país poderia arrecadar novos 25 bilhões de reais até o final de 2027.

Mas os ganhos seriam mais que financeiros. Com a mão de obra necessária para atender as milhares de instalações anuais, o estudo também projeta 672 mil oportunidades de empregos criadas pelo segmento até 2035.

As vagas se espalhariam por todas as formas de atuação presentes na GD, como vendedores, projetistas, até aos profissionais responsáveis pela instalação dos equipamentos, como as placas e inversor, este último responsável pela conversão da corrente alternada e contínua.

O estudo foi entregue pela ABSOLAR durante Audiência Pública nº 001/2019, da Aneel, na qual foram ouvidas as contribuições da sociedade sobre os impactos das possíveis alterações a serem feitas nas regras da micro e minigeração distribuída no Brasil.

Com a expansão inalterada da energia solar, a associação ainda aponta um ganho indireto de R$13,3 bilhões para todos os consumidores de energia elétrica do Brasil, gerados pelas economias que a tecnologia proporciona ao setor elétrico, como a construção e manutenção das linhas de transmissão.

Por fim, o estudo também reforça os ganhos nacionais em saúde e sustentabilidade, estimando uma quantidade de 75,38 milhões de toneladas de CO2 a menos lançadas na atmosfera com o crescimento do segmento até 2035.

FONTE – ecodebate.com.br