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Trina Solar e Audax Renováveis assinam megacontrato de compra e venda de energia solar na Europa

Trina Solar e Audax RenováveisNovas usinas fotovoltaicas serão instaladas na Espanha e terão capacidade que soma 300 megawatts (MW), o suficiente para fornecer energia solar a mais de 200 mil famílias.

Um dos maiores contratos do mundo para compra e venda de energia solar (conhecido como PPA-Power Purchase Agreement) acaba de ser assinado entre a Trina Solar, líder mundial em soluções fotovoltaicas inteligentes, e a Audax Renováveis.

O acordo prevê a construção de usinas fotovoltaicas em território espanhol pela Trina, tendo a Audax Renováveis a comprado de energia elétrica por um período de 20 anos. O projeto coloca Espanha e Portugal como os países europeus com maior volume de energia renovável comercializada por contratos PPA.

As usinas fotovoltaicas serão instaladas em três locais na Espanha: Castela-Mancha, Levante e Andaluzia, escolhidas por serem regiões com alta incidência solar. A capacidade dos empreendimentos soma 300 megawatts (MW), o suficiente para fornecer energia solar a mais de 200 mil famílias.

Estimativas preliminares indicam que os investimentos podem ultrapassar mais de 200 milhões de euros e irão estimular a geração de emprego, renda e novas atividades econômicas. A construção da primeira de uma série de usinas tem início previsto no final deste ano e início de 2020. Os investimentos serão apoiados por um acordo PPA de fundo privado, sem qualquer subsídio ou por leilão.

“Sempre que a energia renovável entra no mercado, os preços de energia elétrica caem, empregos são criados e as emissões de gases de efeito estufa são reduzidas”, afirma José Elías, CEO e fundador da Audax Renováveis.

O contrato com a Trina Solar contribuirá para melhorar o preço de compra de energia da Audax Renováveis e para consolidar a liderança da companhia no mercado espanhol, onde é o quarto maior fornecedor para o segmento de pequenas e médias empresas em toda a Espanha.

Este PPA atende ao objetivo estratégico da Audax Renovables de fornecimento de energia a longo prazo para seus clientes espanhóis, a fim de fornecer 100% de energia renovável, totalmente livre de gases de efeito estufa, o que contribuirá para a proteção do ambiente natural.

FONTE – portalsolar.com.br

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Pesquisadores descobrem como captar energia solar mesmo com painel coberto de neve

Rua coberta de neve enquanto carro anda pela viaQuanto mais você se afasta da linha do Equador, menos efetivos se tornam os painéis solares na geração de energia durante um ano inteiro. Não são apenas os períodos menores de luz do sol durante os meses de inverno que impõem um problema; até mesmo uma pequena camada de neve pode tornar os painéis incapazes de gerar eletricidade.

E como resultado do aquecimento global, os invernos se tornarão cada vez mais severos. A boa notícia é que pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) descobriram uma maneira de gerar energia elétrica a partir de toda essa neve.

A tecnologia que eles desenvolveram chama-se nanogerador triboelétrico baseado na neve (TENG de neve) que gera energia a partir da troca de elétrons. Se você já tomou um choque ao encostar na maçaneta de uma porta, você já experimentou a ciência por trás desse projeto.

Conforme os flocos de neve caem sobre o solo, eles estão carregados positivamente e prontos para ceder elétrons. De uma certa maneira, é energia gratuita – então, após testar inúmeros materiais com carga oposta, os pesquisadores da UCLA (trabalhando com colaboradores da Universidade de Toronto, Universidade McMaster e Universidade de Connecticut) descobriram que a carga negativa do silicone era a mais efetiva para capturar elétrons ao entrar em contato com os flocos de neve.

Os detalhes sobre o dispositivo criado foram compartilhados em um artigo publicado no periódico Nano Energy. O aparelho pode ser impresso em 3D dado o preço acessível do silicone. Além do silicone, um eletrodo não-metal é utilizado, o que faz com que o TENG seja flexível, possa ser esticado, além de torná-lo extremamente durável.

Os criadores do projeto acreditam que o dispositivo possa ser integrado a conjuntos de painéis solares que, quando ficassem cobertos de neve nos meses de inverno, ainda seriam capazes de gerar energia.

Porém, o gerador triboelétrico tem outros usos em potencial: ele não exige baterias ou carregamento e, portanto, poderia ser usado para criar estações meteorológicas baratas e autoalimentadas para enviar relatórios sobre as condições do inverno e medir a quantidade de neve acumulada.

A tecnologia poderia ainda melhorar dispositivos de mapeamento de atividades físicas utilizados por atletas de esportes de inverno – um rastreador em um ski poderia permitir colher dados e oferecer informações importantes sobre a performance individual e dados para treinos.

FONTE – gizmodo.uol.com.br

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Financiamento para energia solar fotovoltaica: informação é ferramenta indispensável

Por Camila Ramos, Rodrigo Sauaia e Ronaldo Koloszuk* 

A energia solar fotovoltaica tem apresentado taxas de crescimento expressivas no Brasil, ultrapassando a marca 2,5 GW de capacidade instalada em fevereiro de 2019. Mais da metade dos novos projetos entraram em operação em 2018. Apesar de ainda ser a 7ª fonte em potência instalada na matriz elétrica do País, o setor movimentou impressionantes R$ 9 bilhões só em 2018, de acordo com levantamento da CELA. Este valor sinaliza a oportunidade que a tecnologia representa para a sociedade brasileira, especialmente aos consumidores e ao setor, mas também aponta um desafio em termos de financiamento para seu crescimento continuado.

Em 2018, os principais bancos de desenvolvimento do Brasil financiaram R$ 5,1 bilhões em projetos da fonte solar fotovoltaica. Outros R$ 485 milhões foram viabilizados por meio da emissão de debêntures, cada vez mais competitivas. O restante dos R$ 9 bilhões movimentados pelo setor naquele ano foi obtido por meio de capital do próprio investidor (equity), bem como das demais opções de financiamento disponíveis no mercado.

Em linha com o histórico de países com mercados mais maduros, como os Estados Unidos, onde há oferta de inúmeros produtos financeiros para a energia solar fotovoltaica, as instituições financeiras do Brasil estão ganhando mais experiência com projetos da fonte. Alinhadas às recomendações trazidas pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), muitas instituições financeiras atuantes no País têm desenvolvido novos produtos financeiros, bem como aprimorado produtos já existentes, uma excelente notícia para o mercado. Esta é uma das principais conclusões do recente mapeamento de linhas de financiamento para projetos solares fotovoltaicos no Brasil, realizado pela ABSOLAR em parceria com a Clean Energy Latin America (CELA), lançado em fevereiro de 2019.

O estudo foi elaborado para auxiliar o mercado na busca, análise e seleção de opções de financiamento (dívida) apropriadas para projetos de energia solar fotovoltaica. As informações, atualizadas periodicamente, já estão disponíveis gratuitamente por meio do website da Associação, disponível em: www.absolar.org.br/financiamento.

De acordo com o levantamento, as opções disponíveis são inúmeras e diversificadas, com 70 produtos de crédito de 26 instituições financeiras distintas, tanto públicas quanto privadas, confirmando a abrangência e o interesse dos agentes financeiros neste mercado promissor e com forte crescimento. Há linhas de financiamento disponíveis para empresas (PJ) e cidadãos (PF) que buscam reduzir seus gastos com energia elétrica por meio da energia solar fotovoltaica.

A maioria das linhas de financiamento são destinadas a projetos de pequeno e médio portes (até 5 MW). O motivo está no crescente número de projetos – já são mais de 60 mil sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica em operação no Brasil. Em termos de montantes financeiros disponíveis, no entanto, os maiores financiamentos são voltados a projetos de grande escala. Do total, 44% das linhas de financiamento podem ser acessadas por PJs e PFs, outros 44% estão disponíveis somente para PJs, e 12% são exclusivas para PFs.

A ampliação da oferta de crédito e a continuada redução no preço da energia solar fotovoltaica são fundamentais para democratizar o acesso à tecnologia aos consumidores públicos e privados. Com a geração distribuída solar fotovoltaica, os brasileiros ganham mais liberdade, poder de escolha e controle na gestão da sua conta de energia elétrica. Por sua vez, com a geração centralizada, o País conta com energia limpa, competitiva e previsível. Graças às linhas de financiamento, mesmo quem não tiver recursos próprios pode se tornar um gerador de energia renovável.

Apesar das diversas linhas disponíveis, ainda existem importantes barreiras a serem superadas: (i) o acesso à informação sobre financiamento; (ii) a curva de aprendizado das instituições financeiras sobre os baixos riscos da tecnologia; (iii) a agilidade na aprovação do crédito com base em critérios padronizados de projetos e contratos (inclusive no ACL); (iv) a dificuldade das empresas em escolher linhas mais adequadas a seus projetos; e (v) a necessidade de apresentação de garantias para a concessão do crédito são alguns dos desafios enfrentados.

Há diversas iniciativas possíveis para superar essas barreiras. Por meio de seu Grupo de Trabalho de Financiamento, a ABSOLAR, em conjunto com seus associados e instituições financeiras, tem atuado ativamente na superação desses obstáculos. A divulgação de informações sobre os instrumentos financeiros disponíveis para a energia solar fotovoltaica é exemplo deste empenho setorial. Com o amadurecimento do mercado, teremos um aumento cada vez maior na experiência das instituições financeiras na análise de crédito ao setor, contribuindo para acelerar o acesso à tecnologia. Assim, os consumidores brasileiros poderão aproveitar cada vez mais os benefícios provenientes da fonte solar fotovoltaica e aliviar seus orçamentos com o poder do sol.

FONTE – jornaldiadia.com.br

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Os nerds da energia solar derrotaram o sonho nuclear dos militares

Painéis solares ficaram mais baratos e eficientes, fazendo com que mais gente apostasse nessa fonte de energia. Foto: PixabayPainéis solares ficaram mais baratos e eficientes, fazendo com que mais gente apostasse nessa fonte de energia. Foto: Pixabay

Energia solar era coisa de nerds até bem pouco tempo atrás. Gente que comprava kits de células fotovoltaicas para instalar em casa, cientistas de universidades ou poucas empresas com centros de pesquisas na área, ou empresários que viam uma oportunidade de negócio mesmo com o enorme custo da tecnologia. Isso mudou radicalmente na última década e a energia solar entrou no jogo para ser uma das principais fontes no mundo. No Brasil, sua história é a antítese do que ocorreu com outra tecnologia, a nuclear.

O Estado brasileiro carrega desde os ano 70 um enorme programa de energia nuclear. Construiu com dinheiro público duas usinas caras e problemáticas, e tem uma terceira travada por uma combinação de custos inviáveis e corrupção. Foi uma aposta do modelo econômico implantado pela ditadura militar: centralizado e pesado, com uma imaginada importância estratégica para o país por causa do domínio da tecnologia nuclear.

No mês passado, os nerds puderam comemorar uma vitória em solo brasileiro: a capacidade instalada da energia solar fotovoltaica ultrapassou a nuclear, chegando a pouco mais de 2 GW de potência. Foi um fenômeno descentralizado, com milhares de instalações em residências, comércios, indústrias e usinas solares majoritariamente implantadas por empresas privadas. O mais importante é que a participação do Estado foi na dosagem certa: leilões feitos pela Aneel permitiram que a energia solar ganhasse escala no país como fonte de energia reserva, que conta com uma garantia de pagamento mais elevada do que a de outras fontes.

O avanço da energia solar no Brasil faz parte de uma onda global. A tecnologia melhorou muito nas últimas décadas, com pesquisas que aumentaram o rendimento dos painéis (mais energia por metro quadrado) e facilitaram a fabricação das células fotovoltaicas. Na outra ponta, entusiastas da tecnologia criaram uma primeira fase de demanda e foram acompanhados por governos e empresas preocupados com a busca de uma fonte energética menos poluente – motor que também levou à adoção em grande escala da energia eólica.

A primeira célula fotovoltaica foi criada na década de 50 nos Laboratórios Bell, onde também foi criado o transístor (que trouxe consigo a revolução digital). Ela produzia 1 watt de potência a um custo mais de 100 vezes maior do que em usinas a carvão. Foram décadas de custos em queda. Segundo a Irena (International Renewable Energy Agency), o preço por watt de potência oscilava entre US$ 2 e US$ 3, em 2010, e hoje já está entre US$ 0,50 e US$ 0,70 por watt, o que deixa a tecnologia competitiva até diante dos combustíveis fósseis. A capacidade instalada no mundo se multiplicou: foi de 8,7 GW, em 2007, para 387 GW, em 2017.

A evolução da energia solar contou com apoio de governos, é claro. Muitos subsidiaram suas indústrias e aceleraram a implantação de parques solares. O efeito, no entanto, foi em grande medida de descentralização de poder, já que a maior escala reduziu custos inclusive para quem instala um painel em sua casa economizar na conta de luz.

No Brasil, já são mais de 50 mil sistemas de microgeração solar. Eles se somam a grande parques geradores implantados por empresas que veem um potencial que pode ser enorme – são 73 usinas em funcionamento no país, segundo a Absolar, associação que representa o setor. Há, portanto, uma diluição de riscos entre pequenos e grandes investidores, o que torna o sistema de geração ainda mais robusto.

É claro que a energia solar é uma solução que precisa ser combinada a outras porque depende do sol para funcionar. Ela precisa que outras fontes entrem à noite em seu lugar, ou que sejam instaladas baterias em massa, algo que ainda está engatinhando no país. Como a tecnologia de armazenamento também tem ficado melhor e mais barata, a tendência é de que essa limitação seja cada vez menos problemática para pequenos usuários.

Enquanto isso, o custo projetado para Angra 3 já ultrapassa os R$ 23 bilhões. Um cálculo feito pelo Instituto Escolhas mostra que se Angra 3 fosse descomissionada no ponto em que está e fosse substituída por parques solares no Sudeste, haveria uma economia de R$ 12,5 bilhões em 35 anos. Mas isso não será feito, porque o sonho militar com a energia nuclear está mais vivo do que nunca.

FONTE – gazetadopovo.com.br

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BNB financia projeto solar de 4,5 MW

O Banco do Nordeste do Brasil, conhecido como Banco do Nordeste (BNB), anunciou nesta segunda-feira que está financiando um projeto de energia solar fotovoltaica (PV) de 4.5 MW para irrigação agrícola no estado da Bahia.

Mais especificamente, o banco desembolsará R $ 22,4 milhões (US $ 5,8 milhões / EUR 5,1 milhões) através de sua linha de crédito FNE Sol para o Distrito de Irrigação de Manicoba (DIM) localizado na cidade de Juazeiro. A instalação de energia fotovoltaica exigirá um total de R $ 24,9 milhões em investimentos.

Segundo o presidente do BNB, Romildo Rolim, o equipamento a ser adquirido tem uma vida útil estimada de mais de 20 anos, enquanto o financiamento deverá ser pago no prazo de cinco anos.

Uma vez operacional, estima-se que o projeto de Juazeiro beneficie 625 produtores rurais e aproximadamente 2.500 moradores da região no que diz respeito ao bombeamento de água do rio São Francisco.

FONTE – opetroleo.com.br

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Um dos maiores parques de energia solar será instalado no Sertão

parque-solar-fotovoltaico

A energia solar está a tornar-se numa das melhores alternativas para aumentar a capacidade mundial no aproveitamento das energias renováveis.

O oeste baiano vai seguir também esse caminho e prevê-se que Barreiras ganhe muito em breve um dos maiores parques de energia solar fofovoltaica do Brasil.

A gestão e estratégia de Barreiras aponta armas para se tornar numa cidade protagonista do cenário regional de forma a ser atrativa e apta a receber investimentos nos vários setores.

O projeto Sertão Solar Barreiras

No decurso deste cenário o perfeito Zito Barbosa e membros da Tetra+ e Motrice receberam os representantes da Atlas Renewable Energy de forma a se traçar o rumo e iniciar as diversas fases de implantação do projeto Sertão Solar Barreiras. Sendo que algumas obras já se encontram a decorrer no município de Barreiras

O diretor de desenvolvimento e negócio da Atlas afirmou:

“Desde a época dos primeiros estudos, nós temos sido bem acolhidos por nós passamos, quer seja na prefeitura ou em outras repartições, este fato nos empolga ainda mais para fazermos um bom trabalho.

Barreiras entrará na vanguarda da Sinergia renovável, que tem seu celeiro de produção aqui no Nordeste”.

O projeto Sertão Solar Barreiras iniciou já a fase de implantação nas proximidades da área do Aeroporto e vai ocupar uma área de aproximadamente 300 hectares. Em termos de empregabilidade, esperamos que este projeto solar consiga gerar 500 empregos diretos e em simultâneo mais de 2.000 empregos indiretos.

Este projeto tem recebido o apoio da Perfeitura de Barreiras através do Projeto Desenvolve Barreiras de forma a tornar possível a emissão de alvarás e todas as licenças necessárias para que a cidade seja beneficiada no prazo mais curto possível.

Quais as vantagens do parque solar fotovoltaico para a região de Barreiras?

A região de Barreiras é uma zona de produção agrícola, com cada vez mais projetos referentes à expansão das áreas de irrigação e industrialização, o projeto Sertão Solar Barreiras vai beneficiar e reforçar a oferta de energia na região.

O projeto Sertão Solar Barreiras vai aumentar o comércio local e gerar como é óbvio emprego em toda a região, o município ganhará um aumento de receitas de impostos como por exemplo o ICMS e royalties.

A equipa de representantes da Atlas Renewable Energy efetuaram uma apresentação da empresa à imprensa, funcionários e vereadores municipais. A Atlas investe e opera ativos relacionados com projetos de energias renováveis, nomeadamente na América Latina e no Brasil.

A Atlas opera por exemplo na Bahia as centrais solares fotovoltaicas de Juazeiro e Bom Jesus da Lapa.

O projeto Sertão Solar Barreiras terá uma capacidade instalada de mais de 116 MW, o que corresponderá a mais de 350000 painéis solares fotovoltaicos.

O impacto ambiental deste projeto é muito reduzido quando comparado com os projetos das Centrais Hidroelétricas e Termoelétricas já existentes na região.

FONTE – portal-energia.com

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Starbucks investe em energia solar para abastecer 360 lojas

Rede financia oito fazendas solares para reduzir impacto ambiental de sua operação nos Estados Unidos

Crédito: Shutterstock

Startbucks está investindo em energia renovável para abastecer suas lojas nos Estados Unidos. A rede de cafeterias se uniu à Cypress Creek Renewables, especialista em energia térmica, e ao US Bank para construir fazendas solares no Texas, estado norte-americano.

Duas fazendas solares desenvolvidas durante o projeto em conjunto fornecem energia suficiente para abastecer 360 lojas da Starbucks. Unidades em Houston, Dallas, Fort Worth, Plano e Arlington já recebem a energia produzida pela Cypress Creek. A varejista tem um acordo com a fornecedora de energia local para pagar um preço fixo pelo uso da energia.

A Starbucks está investindo em outras seis unidades que transformam a energia térmica em elétrica. A empresa afirma que a redução de gás carbônico causada pela iniciativa é o equivalente a plantar 2,5 milhõesde árvores. “Temos orgulho do nosso legado de 30 anos de liderança em sustentabilidade. Sabemos que o nosso parceiro mais importante é o planeta”, disse Rebecca Zimmer, diretora global de impacto ambiental da Starbucks.

Histórico

Esta não é a primeira vez que a Starbucks investe em energia solar para abastecer suas lojas. Em 2017, a rede se uniu ao US Bank para financiar um projeto de 47 megawatts que abastece 600 cafeterias.

Fazenda solar financiada pela Starbucks / Crédito: Divulgação

 

 

 

 

 

FONTE – portalnovarejo.com.br

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Afinal, o que é energia solar ?

A energia solar é o recurso energético mais abundante na Terra. Pode ser capturado e usado de várias maneiras, e como uma fonte de energia renovável, é uma parte importante do nosso futuro de energia limpa.

ENERGIA SOLAR: O QUE É E COMO FUNCIONA?

O sol faz mais do que para o nosso planeta do que apenas fornecer luz durante o dia – cada partícula de luz solar (chamada de fóton) que chega à Terra contém energia que alimenta nosso planeta. A energia solar é a fonte suprema responsável por todos os nossos sistemas meteorológicos e fontes de energia na Terra, e a radiação solar suficiente atinge a superfície do planeta a cada hora para, teoricamente, preencher nossas necessidades globais de energia por quase um ano inteiro.

De onde vem toda essa energia? Nosso sol, como qualquer estrela da galáxia, é como um enorme reator nuclear. Nas profundezas do núcleo do Sol, as reações de fusão nuclear produzem quantidades massivas de energia que se irradia da superfície do Sol para o espaço, sob a forma de luz e calor.

A energia solar pode ser aproveitada e convertida em energia utilizável usando energia fotovoltaica ou coletores solares térmicos. Embora a energia solar represente apenas uma pequena quantidade de uso global de energia, a queda no custo de instalação de painéis solares significa que mais e mais pessoas em mais lugares podem aproveitar a energia solar. O Solar é um recurso de energia limpa e renovável , e figura para desempenhar um papel importante no futuro da energia global.

APROVEITANDO A ENERGIA SOLAR PARA PODER UTILIZÁVEL

Existem muitas maneiras de usar energia do sol. As duas principais formas de usar a energia do sol são a  energia fotovoltaica e  a captura térmica solar . A energia fotovoltaica é muito mais comum em projetos de eletricidade de menor escala (como instalações residenciais de painéis solares), e a captura térmica solar é tipicamente usada apenas para produção de eletricidade em escalas massivas em instalações solares. Além de produzir eletricidade, variações mais baixas de temperatura de projetos solares térmicos podem ser usadas para aquecimento e resfriamento.

A Solar é uma das fontes de energia que mais cresce e é mais barata no mundo e continuará a se espalhar rapidamente nos próximos anos. Com a tecnologia de painel solar melhorando a cada ano, os benefícios econômicos da energia solar aumentam, aumentando as vantagens ambientais de escolher uma fonte de energia limpa e renovável.

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

Uma maneira comum para os proprietários aproveitarem a energia solar é com um sistema solar fotovoltaico (PV). Com um sistema de energia solar fotovoltaica, os painéis solares convertem a luz solar diretamente em eletricidade, que pode ser usada imediatamente, armazenada em uma bateria solar ou enviada para a rede elétrica para créditos em sua conta de luz .

Os painéis solares convertem energia solar em eletricidade utilizável por meio de um processo conhecido como efeito fotovoltaico . A luz do sol que entra recebe um material semicondutor (normalmente silício) e solta os elétrons, colocando-os em movimento e gerando uma corrente elétrica que pode ser capturada com a fiação. Esta corrente é conhecida como eletricidade de corrente contínua (CC) e deve ser convertida em eletricidade de corrente alternada (CA) usando um inversor solar . Essa conversão é necessária porque a rede elétrica dos EUA opera usando eletricidade CA, assim como a maioria dos eletrodomésticos.

A energia solar pode ser capturada em muitas escalas usando energia fotovoltaica, e a instalação de painéis solares é uma maneira inteligente de economizar dinheiro em sua conta de energia elétrica , reduzindo a sua dependência de combustíveis fósseis não renováveis. Grandes empresas e concessionárias de energia elétrica também podem se beneficiar da geração de energia solar fotovoltaica instalando grandes painéis solares que podem alimentar as operações da empresa ou fornecer energia à rede elétrica.

TÉRMICA SOLAR

Uma segunda maneira de usar a energia solar é capturar diretamente o calor da radiação solar e usar esse calor de várias maneiras. A energia solar térmica tem uma gama maior de usos do que um sistema fotovoltaico, mas o uso de energia solar térmica para geração de eletricidade em pequenas escalas não é tão prático quanto o uso de energia fotovoltaica.

Existem três tipos gerais de energia térmica solar usada: baixa temperatura , usada para aquecimento e resfriamento; temperatura média , usada para aquecer a água; e alta temperatura , usado para geração de energia elétrica.

Os sistemas de energia térmica solar de baixa temperatura envolvem aquecimento e resfriamento do ar como um meio de controle climático. Um exemplo desse tipo de uso de energia solar está no projeto de construção solar passiva . Em propriedades construídas para uso de energia solar passiva, os raios solares são permitidos em um espaço para aquecer uma área e bloqueados quando a área precisa ser resfriada.

Os sistemas de energia térmica solar de temperatura média incluem sistemas de aquecimento solar de água quente . Em uma instalação de água quente solar, o calor do sol é capturado por colecionadores em seu telhado. Esse calor é então transferido para a água que passa pela tubulação da sua casa, para que você não precise depender de métodos tradicionais de aquecimento de água, como aquecedores de água movidos a óleo ou gás.

Os sistemas de energia térmica solar de alta temperatura são usados ​​para gerar eletricidade em uma escala maior. Em uma usina solar térmica, os espelhos concentram os raios solares em tubos contendo um líquido que pode reter bem a energia térmica. Este fluido aquecido pode então ser usado para transformar água em vapor, que pode transformar uma turbina e gerar eletricidade. Esse tipo de tecnologia é freqüentemente chamado de energia solar concentrada .

APROVEITE A ENERGIA SOLAR EM SUA PROPRIEDADE

A melhor maneira de os proprietários individuais pouparem dinheiro com a energia solar é instalar um sistema solar fotovoltaico doméstico. Para encontrar o sistema certo pelo preço certo, você deve comprar no EnergySage Solar Marketplace . Depois de se inscrever, você receberá orçamentos solares gratuitos de instaladores solares qualificados e pré-selecionadosperto de você. Observar as cotações em nossa configuração de maçãs para maçãs é uma ótima maneira de entender as ofertas e comparar as principais métricas, como necessidades de energia atendidas e custo por watt.

FONTE – clickpetroleo.com.br

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Rio Grande do Sul triplica uso de energia solar em residências, comércios e indústrias

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O uso de energia solar no Rio Grande do Sul tem aumentado ano a ano. Somente em 2018, o número de consumidores com sistemas fotovoltaicos triplicou em comparação com o ano anterior. O Estado conta atualmente com 8.479 unidades consumidoras com geração distribuída, segundo dados atualizados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Desta forma, o Rio Grande do Sul ocupa a terceira posição no ranking nacional dos estados com maior volume de sistemas em operação em residências, comércios e indústrias.

Os primeiros lugares são ocupados por Minas Gerais (12.464) e São Paulo (10.728). Entretanto, quando se considera a potência instalada nas usinas, o território gaúcho passa São Paulo, ficando em segundo lugar. No ranking municipal, o destaque fica por conta da cidade de Santa Cruz do Sul, que está em 7º lugar no País em potência para geração de energia solar.

A redução no custo do equipamento e na mão de obra para a instalação, bem como os constantes reajustes nas tarifas de energia elétrica, são alguns dos fatores que contribuíram para o aumento da instalação de geradores solares na região.

Outro fator de sucesso são os financiamentos mais acessíveis para instalar os sistemas de geração de energia solar, possibilitando com que o cliente pague a parcela do empréstimo com o que economiza na conta de luz do mês.

Apesar dos números positivos, este crescimento deve enfrentar algumas mudanças. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu uma consulta pública para discutir alterações nas regras da mini e microgeração de energia solar.

Atualmente, o consumidor tem 60 meses para usar a energia solar excedente que produz e pode compensar, inclusive, na conta de luz de outro imóvel em seu nome. A proposta da Aneel prevê a manutenção do modelo atual até que a geração atinja determinado patamar nas áreas de concessão, reduzindo depois a compensação. De todo modo, diretores da agência reguladora têm afirmado que qualquer mudança na regra valerá somente para as novas conexões.

FONTE – portalsolar.com.br

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Universidade Positivo inaugura usina de energia solar

Já está em operação a usina de energia solar da Universidade Positivo, localizada em Curitiba (PR), construída pelo Grupo Alexandria – um dos principais players na área de projetos e operações financeiras estruturadas no setor de energia, que utiliza energia vinda de fontes renováveis. Com a operação da usina, a Universidade Positivo irá produzir energia suficiente para abastecer 45 residências e deixará de emitir, em um ano, o equivalente a 6 toneladas de CO2 no meio ambiente – o que corresponde ao plantio de aproximadamente 272 árvores.

 Foto: Grupo Alexandria / DINO
As usinas solares têm sido uma opção de economia e sustentabilidade para as empresas. Os ganhos vão desde a diminuição da conta de luz até a preservação do meio ambiente. No caso da Usina Positivo, em operação há um mês com 172 módulos fotovoltaicos, sua geração de energia anual corresponde a 80MWh/ano e potência instalada de 64kWp.

De acordo com o gerente de Operações da Divisão de Ensino do Grupo Positivo e Gestor do Projeto de Eficiência Energética, Jair Bordignon, a Universidade Positivo já buscava uma solução sustentável há algum tempo. “A usina solar é fundamental tanto do ponto de vista ecológico, quanto do acadêmico. Os estudantes de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Elétrica e Engenharia de Energia, por exemplo, poderão utilizar a usina para a prática pedagógica. Além disso, a usina vai integrar o Sistema de Gestão Ambiental da instituição, que já conta com o mercado livre de energia, uma torre de geração eólica, aquecimento da água da piscina olímpica por meio do calor da água do lago, entre outras soluções ambientais já instaladas na Universidade há anos”, explica Bordignon.

Para construir a usina, que levou cerca de 30 dias para ficar pronta e irá gerar energia para o almoxarifado e refeitório da Universidade, foram investidos R$ 600 mil.”A demanda pela produção própria de energia por parte dos consumidores tem crescido muito nos últimos tempos, temos duas grandes maneiras do cliente poder fazer parte disso, seja comprando ou alugando sua própria usina. Nas compras atuamos com preços extremamente agressivos para que o retorno desse investimento chegue a 2 ou 3 anos, já para as usinas locadas o cliente não investe nada e nos paga uma mensalidade em contratos de longo prazo”, explica Alexandre Brandão, CEO do Grupo Alexandria, que possui mais de 33km de usinas construídas e a projeção para este ano é que esse número seja multiplicado por cinco.

ENERGIA FOTOVOLTAICA EM EXPANSÃO
Dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) dão conta de que a capacidade instalada de usinas de geração de energia solar fotovoltaica no Brasil superou a marca de 2 mil megawatts (MW), ultrapassou a fonte nuclear no país e hoje representa 1,2% de todo o parque gerador brasileiro. O Paraná segue como quinto maior produtor de energia fotovoltaica do país sendo responsável 5,4% da energia solar produzida no Brasil.

Sobre o Grupo Alexandria:
O Grupo Alexandria é uma empresa que combina experiência e amplo conhecimento no mundo financeiro e de energia. Sua missão é trabalhar com um dos ativos mais antigos do mundo: o dinheiro. Com espírito inovador, absorvidos por toda a tecnologia ao redor, está estruturada por uma rede de pessoas com grande expertise em inovação e investimento.

Sobre a LexTokens:
LexTokens é o ativo digital do Grupo Alexandria, que comercializa projetos de usinas de energia renovável em todo o Brasil. Quanto mais a Alexandria cresce, mais os Tokens valorizam. Já são mais de 33 km de usinas construídas e, em 2019, a projeção é que esse número seja multiplicado por cinco.

Sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece mais de 50 cursos de Graduação presenciais, quatro cursos de Doutorado, sete cursos de Mestrado, mais de 190 programas de Especialização e MBA, sete cursos de idiomas e dezenas de programas de Extensão. A Universidade Positivo conta com três unidades em Curitiba, uma unidade em Londrina (PR), uma unidade em Joinville (SC), além de polos de Educação a Distância (EAD) em mais de 50 cidades espalhadas pelo Brasil. Em 2018, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric.

FONTE – terra.com.br