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Energia solar gerada por residências e comércios atinge marca histórica no Brasil

De acodo com a ABSOLAR, as usinas de micro e minigeração de energia distribuída a partir de sistemas solares fotovoltaicos já geram 250 MW de potência no Brasil

Painéis solares residenciais. | Creative Commons/Pixabay

O Brasil atingiu uma nova marca histórica na microgeração e minigeração de energia elétrica a partir de sistemas solares fotovoltaicos. De acordo com mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o país alcançou 250 megawatts (MW) de potência, um aumento de 36,6% em relação a 2017.

As usinas de microgeração e minigeração distribuída se caracterizam pela instalação próxima ou no próprio local do consumo, como comércios, iluminação pública, pequenas indústrias e, principalmente, residências — onde estão os “prosumidores”, consumidores que também produz energia elétrica. Elas se diferenciam das de geração centralizada, grandes fazendas solares que distribuem energia em longas distâncias.

Ao todo, segundo a Absolar, o Brasil tem 27.803 sistemas de microgeração e minigeração distribuída conectados à rede, um crescimento de quase 70% em menos de um ano. A maioria, 77,4% deles, são sistemas de consumidores residenciais. Em segundo lugar aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços, com 16%, seguidas dos consumidores rurais (3,2%), indústrias (2,4%), poder público (0,8%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,03%).

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No que fiz respeito à potência gerada, as primeiras posições do ranking se invertem: empresas de comércio e serviços geram 42,8% da potência instalada no Brasil e os consumidores domésticos, 39,1%.

O estado com a maior potência instalada é Minas Gerais, com 22,9%. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (13,9%) e São Paulo (13,5%).

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, três fatores têm impulsionado o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica: 1) uma forte redução, de mais de 75%, no preço da energia solar fotovoltaica na última década; 2) o aumento do custo da energia elétrica para o consumidor, de cerca de 500% desde 2012; e 3) a consciência e responsabilidade socioambiental do consumidor, que, além de economizar no longo prazo, ao mesmo tempo ajuda na preservação do meio ambiente.

Em janeiro, o Brasil entrou para o seleto grupo dos países que geram mais de 1 GW de energia solar fotovoltaica — somando as usinas centralizadas às de microgeração e minigeração. São cerca de 30 em todo mundo. De acordo com o último relatório do setor da Agência Internacional de Energia (IAE, na sigla em inglês), referente a dados de 2016, os líderes são a China (78 GW), Japão (42,7 GW) e Alemanha (41,2 GW).

FONTE – gazetadopovo.com.br

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Aluno do AP cria projeto que tira sal da água com energia solar e participa de feira tecnológica nos EUA

Com a orientação do professor, Caio Vinícius criou protótipo sustentável. Somente 9 propostas de todo o Brasil foram selecionadas.

Professor Aldenir e o aluno Caio viajam na próxima semana para os Estados Unidos (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)Professor Aldenir e o aluno Caio viajam na próxima semana para os Estados Unidos
(Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)

Um estudante e um professor vão representar o Amapá, nos Estados Unidos, na maior feira tecnológica do mundo para estudantes que ainda não chegaram ao nível superior. Eles desenvolveram uma proposta ambiental sustentável para dessalinizar a água, usando apenas a energia solar. Somente 9 projetos do Brasil foram aprovados e os amapaenses conquistaram o 6º lugar.

Caio Vinícius, de 16 anos, e o professor de ciências Aldenir Melo partem em viagem na quarta-feira (9). Primeiro vão para São Paulo, onde passarão por um treinamento para aprimorar a apresentação. Depois a dupla segue em direção a América do Norte, rumo a “Intel Isef”, a Feira Internacional de Ciências e Engenharia. Participam do evento projetos de 70 nações e territórios diferentes de todo o mundo.

A ideia começou a ser elaborada em 2016, na Escola Estadual Santina Rioli. Caio conta que tudo iniciou quando se deparou com a realidade das famílias que moram na Vila de Sucuriju, distrito do município de Amapá, ao extremo Leste do estado.

“Encontrei uma reportagem sobre o distrito do Sucuriju. Que lá eles não tem água doce porque é banhado pelo oceano [Atlântico] e nem energia elétrica, por ser muito isolado. Utilizei essa problemática para desenvolver o projeto”, falou.

Competindo na categoria “questões ambientais”, aluno e professor criaram protótipo capaz de retirar o sal da água salgada, a partir da evaporação.

“No início, o protótipo era em formato de pirâmide em vidro. Depois passamos para forma de casa e conseguimos um volume maior de água sem sal. Acoplamos a ela uma placa solar, que passou a produzir energia também. Quanto maior o protótipo, maio a produção e água”, explicou o professor.

Projeto do Amapá foi selecionado em uma feira de tecnologia no Rio Grande do Sul (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)Projeto do Amapá foi selecionado em uma feira de tecnologia no Rio Grande do Sul
(Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)

O projeto foi selecionado em uma feira de tecnologia que eles participaram no Rio Grande do Sul, em outubro do ano passado. Foi lá que eles conseguiram a vaga para disputar com outros 400 projetos às 9 vagas para a feira de tecnologia nos EUA.

Nessa feira no Sul, o projeto de Caio ganhou o 1º lugar geral, e ele foi premiado com uma bolsa de Iniciação Científica Júnior para o Ensino Médio, concedidas pelo Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq). O adolescente sonha em ver a criação em funcionamento e ajudando quem precisa, mas diz saber das limitações em investimento em pesquisa científica no Brasil.

“Faltam políticas públicas e investimento no nosso país. O projeto já foi testado e sei que é possível se aplicar na região de Sucuriju. Em uma casa de tamanho real seriam necessários 5 protótipos instalados. Em um dia dessalinizaria cerca de 7 litros de água sem uso do consumo de energia, apenas através da energia solar”, argumentou.

Para o professor Aldenir, o reconhecimento já é uma grande conquista.

“Fiquei muito feliz, sem acreditar que era possível. Quando ele ganhou a viagem para os EUA com tudo pago, entre os 9 melhores, eu fiquei em choque, por ser também o reflexo da minha caminhada profissional. Nunca pensei em chegar na maior feira do mundo”, disse.

Por vez, Caio conta como se prepara para sua apresentação e o que almeja para o futuro.

“Quero representar bem o Amapá e o Brasil. Estou estudando inglês e aprendendo alguns termos técnicos necessários. Eu quero me formar em física e fazer doutorado em astrofísica. A vontade surgiu da admiração que tenho por uma cientista do Rio Grande do Sul, a Márcia Barbosa, que estuda uma forma de dessalinizar a água através de nanotecnologia”, ressaltou.

Ideia foi premiada em vários estados do Brasil (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)Ideia foi premiada em vários estados do Brasil (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)

Premiações com o projeto

Esta não é a primeira vez que Caio e Aldenir viajam para mostrar o equipamento em feira científica. A inovadora ideia já levou os dois a muitos lugares, e com conquistas importantes para o currículo.

Em 2016, no início do projeto, eles participaram da Feira Nacional de Matemática na Bahia; da Feira de Tecnologia do Amapá, com a conquista do 1º lugar; e da Feira se Iniciação Científica, também no estado, onde ganhou bolsa e credencial para ir para uma feira no México. Nesse mesmo ano ele também foi para Recife, onde expôs no Ciência Jovem.

Já em 2017, novamente ele foi 1º lugar na Feira de Tecnologia do Amapá; de depois veio a MostraTec, no Rio Grande do Sul, com o 1º lugar na categoria ciências ambientais, bolsa e credencial para participar da Intel, e o 6º lugar geral de todo o Brasil.

A dupla não pensa em parar. Ao contrário, o objetivo é incrementar cada vez mais o protótipo. Atualmente ele faz a dessalinização e gera energia. Agora, os dois estudam formas de aplicar filtro nas saídas de água para purificação, automatizar a entrada e saída de água, usar a energia solar para dessalinizar água à noite e fazer testes com água suja.

Caio considera que a preocupação em reduzir o impacto ambiental e projetar algo para famílias ribeirinhas de baixa renda, foram fatores que fizeram a diferença na seleção.

“Acho que o diferencial foi o impacto ambiental e social. Porque é uma proposta para ajudar localidades e, quem sabe, até países de baixa renda, como é o Brasil e a África. De acordo com a Unesco, menos da metade da população mundial tem acesso à água potável ou segura. E nós temos centenas de pessoas sofrendo com a falta de água potável bem perto da gente, que é o caso dos que moram em Sucuriju”, pontuou o jovem pesquisador.

Primeiro protótipo criado pelo aluno do Amapá era em formato de pirâmide. O segundo, mais elaborado, ganhou forma de casa (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)Primeiro protótipo criado pelo aluno do Amapá era em formato de pirâmide. O segundo, mais elaborado, ganhou forma de casa (Foto: Aldenir Melo/Arquivo Pessoal)

Funcionamento do protótipo

Para quecer a água foi utilizado um recipiente inox, onde foi colocada a casa de vidro. As placas com espelhos aumentam a temperatura dentro da casa, de 31º para 81º graus, fazendo com que a água passe do estado líquido para o gasoso. Nesse estado, a água passa por duas mangueiras laterais e descem até o balde, já sem o sal.

Dessa forma, a substância estará pronta para receber tratamento de purificação e poderá ser usada para o consumo e para outros serviços, como lavar roupa.

“É claro que a quantidade ainda é pequena, mas quanto maior o protótipo, maior a quantidade de água conseguida. Além disso, volto a dizer, é questão de investimento”, finalizou Caio.

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Energia solar ajuda comunidades a navegar sem gasolina na Amazônia

A canoa solar que ajuda comunidades a navegar sem gasolina na Amazônia. Mito ou história genuína? O certo é que essa visão se transformou recentemente em uma realidade para um grupo de comunidades achuar.

Desde abril de 2017, uma canoa alimentada por energia solar percorre 67 km pelos rios Capahuari e Pastaza e liga cerca de mil pessoas divididas em nove assentamentos isolados que vivem em suas margens.

Viajar de canoa à escola

Para os mais pequenos, viajar na canoa é um acontecimento especial. “Meus pais, meus avós sonharam com isso. O sonho é uma mensagem. Os achuar conhecem pelos sonhos. O sonho não é mentira, é a verdade”, diz Hilario Saant, um ancião de Kapawi.

A canoa se chama Tapiatpia em homenagem a um lendário peixe-elétrico da área, e é o primeiro sistema fluvial comunitário solar da Amazônia.

Esse modelo de transporte sustentável que percorre o território por suas rotas ancestrais, os rios, não só materializa um antigo sonho: também responde ao desejo profundo dessa cultura de viver em harmonia com o meio ambiente.

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O projeto ainda está em sua etapa inicial. Mas se for bem-sucedido, tem o potencial de ser implementado em outros rios da bacia amazônica, um ecossistema ameaçado pelo desmatamento e pela exploração petroleira e de cujo futuro o clima do planeta depende.

“A canoa solar é uma solução ideal para esse lugar porque aqui não há rede de rios navegáveis, interconectados e há uma grande necessidade de transporte alternativo”, explica à BBC Mundo Oliver Utne, o americano que deu vida ao projeto Kara Solar (Kara significa “sonho” em achuar), depois de conviver com a comunidade durante anos. “Como a gasolina só pode chegar aqui por avião, custa cinco vezes mais que no resto do país”, explica.

É um luxo que não se podem dar. “Por outro lado, a ameaça de chegada de estradas a esse território, um dos lugares com maior biodiversidade do mundo, está muito presente”.

“Trazê-las até aqui significaria a destruição dessa biodiversidade e produziria um impacto muito forte nessas culturas”, argumenta o jovem de pouco mais de 30 anos, cabelos loiros e olhos azuis que os achuar tratam como mais um da família.

Por causa da canoa, as crianças podem ir ao centro de saúde quando estão doentesCom um teto de 32 painéis solares sobre uma canoa tradicional de 16 metros de comprimento e dois de largura, Tapiatpia encarna a fusão da tecnologia moderna com o conhecimento ancestral.

Feita com fibra de vidro em vez de madeira para estender sua vida útil, a canoa tomou emprestado o desenho de embarcação típica dos indígenas cofanes do norte do Equador. Depois de vários estudos de navegabilidade, foi o modelo que melhor se adaptou às condições amazônicas.

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Mais alunos nas classes

Os jovens Achuar querem aproveitar novas tecnologias, mas sem destruir seu território.

“Estamos ajudando a comunidade quando há crianças doentes. Me chamam por rádio e levamos as crianças ao centro de saúde. Tapiaptia ajuda a salvar vidas”, me diz, emocionado.

É que sua relação com o barco se remonta aos dias em que era só uma ideia. Além disso, ele foi um dos quatro tripulantes que fizeram a viagem épica de 1,8 km durante 25 dias para trazer a canoa do longínquo porto de Iquitos, no Peru, até o território achuar.

Sem deixar de olhar para frente, indica com sinais a rota ao capitão sentado na parte traseira da embarcação.
As pistas de aterrizagem são as únicas lisas da selva. “Agora as crianças podem fazer passeios escolares”, continua.

“E, se moram longe, podem ir à escola e voltar no fim de semana e ajudar seus pais.” Mateo Tseremp é testemunha disso. Professor da única escola secundária para 15 comunidades da área, viu um incremento no número de alunos.

Da canoa, Hilário Saant pode ver os animais que se escondem na selva” nos ajuda a trazer mais estudantes à unidade educativa Tuna. É muito mais econômico”, me diz durante uma pausa depois da aula. A canoa também ajuda os jovens a praticar esporte. Além disso, diz Sant, “na canoa podemos conversar”.

O ruído de um motor elétrico é quase um sussurro comparado com o ensurdecedor ruído do barco típico da Amazônia que funciona a gasolina. Outro ponto a favor: como o barco é silencioso, não espanta os animais – em um das viagens, a reportagem viu um boto-cor-de-rosa a poucos metros do barco.

Contra as estradas

Mais além das vantagens econômicas de um transporte de custo baixo para essas comunidades que vivem principalmente da caça, a agricultura de subsistência e a pesca, um benefício que eles consideram crucial é que não destrói nem polui o meio ambiente.

“Queremos que as crianças conheçam a mesma selva que eu conheço”, diz Saant com firmeza. A ameaça dos caminhos que vêm da indústria petroleira e madeireira, contudo, está cada vez mais próxima.

Canelos quer desenvolvimento, mas sem estradas em seu território. Em janeiro desse ano, por exemplo, o governo começou a perfurar a primeira de uma centena de poços petroleiros dentro do Parque Nacional Yasuní, no nordeste do país, em plena Amazônia equatoriana. Essa área abriga nacionalidades indígenas que vivem em isolamento voluntário.

Impacto
Mas que impacto pode ter um projeto tão pequeno como esse na luta global contra a mudança climática?

Na Amazônia, uma região que perdeu cerca de 17% de seus bosques nos últimos 50 anos, segundo o Fundo Mundial para a Natureza, e em que o desmatamento continua crescendo a um ritmo alarmente, o que pode fazer uma pequena canoa?

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funciona para uma economia amazônica”. “E, se não, ao menos pode ter impacto na vida das pessoas daqui”, diz, com humildade.

*Kara Solar é um projeto conjunto dos achuar, a Fundação ALDEA (sigla em espanhol para Associação Latino-americana para o Desenvolvimento Alternativo) e Plan Junto.

Fonte: BBC
Matéria retirada: ambienteenergia.com.br

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Dubai adiciona 200 MW de energia solar, aumentando a fatia de energia limpa para 4% da capacidade instalada

Sua Alteza Xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos (EAU), e governante de Dubai, entregou oficialmente o primeiro estágio de 200 megawatts (MW) da terceira fase de 800 MW do Parque Solar Mohammed bin Rashid Al Maktoum. A Autoridade de Água e Eletricidade de Dubai (Dubai Electricity & Water Authority, DEWA) está implementando a terceira fase com o uso do modelo de produção de energia independente (Independent Power Producer, IPP) ao custo nivelado de 2,99 centavos de dólar por quilowatt-hora com o uso de painéis solares fotovoltaicos. A terceira fase está sendo implementada em parceria com um consórcio liderado pela Abu Dhabi Future Energy Company (Masdar) e Grupo Électricité de France (EDF). Os segundo e terceiro estágios dessa fase, que terão capacidade de 300 MW cada, serão concluídos em 2019 e 2020, respectivamente.

Dubai Adds 200MW Solar Energy, Increasing Clean Energy Share To 4% of Installed Capacity (Photo: AET ... Dubai Adds 200MW Solar Energy, Increasing Clean Energy Share To 4% of Installed Capacity (Photo: AETOSWire)

Sua Excelência Saeed Mohammed Al Tayer, MD e diretor executivo da DEWA, observou que a usina é a primeira do Oriente Médio e Norte da África (Middle East and North Africa, MENA) a usar um sistema de rastreamento solar de eixo único, que aumenta a eficiência de energia em 20% a 30%. Ela utiliza mais de 800 mil células solares autolimpantes que mantêm um nível de alto desempenho. O projeto atende mais de 60 mil residências com energia limpa, reduzindo anualmente mais de 270 mil toneladas de emissões de carbono. Ele foi implantado com uma taxa de 2,4 milhões de horas sem acidentes humanos.

Al Tayer mencionou que o projeto aumentou a fatia de energia limpa para 4% do total da capacidade instalada de Dubai. A capacidade de projetos com base no modelo IPP de energia solar concentrada (Concentrated Solar Power, CSP) e fotovoltaica atualmente em construção é de 1.500 MW.

“Masdar e DEWA tiveram um papel ativo no aumento da eficiência econômica e produtividade da energia renovável ao implantar os últimos avanços na tecnologia. A energia solar complementa a energia convencional em um relacionamento que torna perfeito o sentido econômico nesta região, dado o número de dias claros e ensolarados no ano, ao ajudar a diminuir os custos da energia no horário de pico”, explicou Sua Excelência Dr. Sultão Ahmed Al Jaber, ministro de Estado dos EAU e presidente da Masdar.

“É uma grande honra para o Grupo EDF contribuir com a transição de energia do Emirado de Dubai. Estou encantado com o relacionamento de confiança que construímos com nossos parceiros DEWA e Masdar para desenvolver energia livre de carbono na região e além”, disse Sua Excelência Jean-Bernard Levy, presidente do conselho e diretor executivo do Grupo EDF.

*Fonte: AETOSWire

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Ver a versão original em businesswire.com

Contato: 

Dubai Electricity and Water Authority 
Mosaad Abdelrahman
+971508057573, +97145151784
Mosaad.abdelrahman@dewa.gov.ae

FONTE – Fonte: BUSINESS WIRE 
Matéria retirada do site – terra.com.br

 

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Energia Renovável gerou 10 milhões de empregos em 2017 em todo o mundo, aponta relatório

O setor de energia renovável criou mais de 500.000 novos empregos em todo o mundo em 2017, um aumento de 5,3% em relação a 2016, segundo os últimos dados divulgados pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA).

De acordo com a quinta edição do relatório Renewable Energy and Jobs – Annual Review, lançado hoje na 15º Reunião do Conselho da IRENA em Abu Dhabi, o número total de pessoas empregadas no setor (incluindo grandes hidrelétricas) está atualmente em 10,3 milhões, superando a marca dos 10 milhões pela primeira vez.

China, Brasil, Estados Unidos, Índia, Alemanha e Japão continuam a ser os maiores empregadores do mercado de energia renovável no mundo, representando mais de 70% de todos os empregos no setor globalmente.

Embora um número crescente de países esteja colhendo os benefícios socioeconômicos das energias renováveis, a maior parte da produção ocorre em relativamente poucos países e os mercados domésticos variam enormemente em tamanho.

“A energia renovável tornou-se um pilar do crescimento econômico de baixo carbono para governos em todo o mundo, um fato refletido pelo crescente número de empregos criados no setor”, declarou Adnan Z. Amin, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável.

“Os dados também ressaltam um quadro cada vez mais regionalizado, destacando que os benefícios econômicos, sociais e ambientais das energias renováveis ​​são mais evidentes nos países onde existem políticas atraentes para o setor”, continuou o Sr. Amin. “Fundamentalmente, esses dados apóiam nossa análise de que a descarbonização do sistema energético global pode fazer a economia global crescer e criar até 28 milhões de empregos no setor até 2050”.

O segmento de energia solar fotovoltaica continua sendo o maior empregador de todas as tecnologias de energia renovável, respondendo por cerca de 3,4 milhões de empregos, quase 9% a partir de 2016, após um recorde de 94 gigawatts (GW) de instalações em 2017.

Estima-se que a China responda por dois terços dos empregos fotovoltaicos – equivalente a 2,2 milhões – o que representa uma expansão de 13% em relação ao ano anterior.

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Apesar de uma ligeira queda no Japão e nos Estados Unidos, os dois países seguiram a China como os maiores mercados de empregos em energia solar fotovoltaica no mundo.

Índia e Bangladesh completam a lista dos cinco principais empregadores globais neste segmento, que juntos respondem por cerca de 90% dos empregos em energia solar fotovoltaica em todo o mundo.

A indústria eólica retraiu-se ligeiramente no ano passado para 1,15 milhão de empregos em todo o mundo. Embora os empregos desse segmento sejam encontrados em um número relativamente pequeno de países, o grau de concentração é menor do que no setor fotovoltaico solar.

A China responde por 44% dos empregos em energia eólica em todo o mundo, seguida pela Europa e América do Norte, com 30% e 10%, respectivamente.

Metade dos dez principais países com a maior capacidade instalada de energia eólica do mundo são europeus.

“A transformação do setor energético é uma das oportunidades de melhorar a economia e aumentar o bem-estar social à medida que os países implementam políticas de apoio e estruturas regulatórias atraentes para impulsionar o crescimento industrial e a criação de empregos sustentáveis”, disse o Dr. Rabia Ferroukhi, chefe da Unidade de Políticas da IRENA e Diretor de Conhecimento, Política e Finanças da agência.

“Ao fornecer aos formuladores de políticas esse nível de detalhe sobre a composição dos requisitos de emprego e habilidades em energia renovável, os países podem tomar decisões informadas sobre vários objetivos nacionais importantes, desde educação e treinamento até políticas industriais e regulamentações do mercado de trabalho”, continuou Dr. Ferroukhi.

“Tais considerações apoiarão uma transição justa e equitativa para um sistema energético baseado em energias renováveis.”

Brasil

No Brasil, a maior parte do emprego de energias renováveis ​​está no setor de biocombustíveis líquidos e hidrelétricas de grande porte.

O emprego total em biocombustíveis aumentou 1% em 2017 no Brasil, totalizando 593 400 postos de trabalho. Os empregos em etanol diminuíram devido à constante automação e ao declínio da produção de etanol.

Mas a queda no número de empregos relacionados ao etanol foi mais do que compensada pelos ganhos em empregos com biodiesel. A IRENA estima que o Brasil empregou 202 mil pessoas em biodiesel em 2017, 30 mil a mais em relação ao ano anterior.

A indústria eólica do Brasil adicionou cerca de 2 GW em 2017, aproximadamente o mesmo que no ano anterior, atingindo 12,8 GW acumulados.

Com base nesse volume, a IRENA estima uma força de trabalho em energia eólica de cerca de 33.700 pessoas na fabricação, construção, instalação, operação e manutenção.

Novas instalações no mercado de aquecimento solar no Brasil caíram 3% em 2017. O emprego total em 2017 foi estimado em cerca de 42 000 postos de trabalho, com cerca de 27 500 na indústria transformadora e 14 500 na instalação.

Ao final do press-release estão os dados de contato com a área de comunicação da IRENA.

Tenha acesso ao relatório completo aqui

FONTE – ambienteenergia.com.br

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Hotel reduz custos instalando energia solar

Hotel reduz custos instalando energia solarO Hotel MM, está localizado em São Gabriel do Oeste, há 137 Km de Campo Grande, MS (Crédito: divulgação)

Modelo preserva recursos do planeta, produzindo energia de forma limpa e de fonte renovável

Reduzir os altos custos de energia elétrica e adquirir consciência em relação à produção de energia – de forma sustentável e sem comprometer o meio ambiente – foram os motivos que levaram os proprietários do Hotel MM, localizado em São Gabriel do Oeste, há 137 Km de Campo Grande, MS, a instalar em sua sede o sistema de energia solar fotovoltaica. 

Projetado e instalado pela NeoSolar Energia, o sistema é composto por 34 painéis solares de 260Wp, que totalizam 8,84 kWp de capacidade, gerando aproximadamente 1.000 kWh/mês. “O objetivo era atender apenas parte do consumo do hotel, o que foi alcançado imediatamente”, indica o diretor da NeoSolar  no Mato Grosso do Sul, Hugo Brandão. Antes da instalação, a despesa com eletricidade do hotel chegava a R$ 3 mil mensal.

Mais usado

As placas captam a radiação e, a partir dela, a energia elétrica é produzida para o consumo, seja residencial, industrial, hoteleiro, entre outros. “O sistema tem sido cada vez mais usado pelos consumidores e empresas. Além de contribuir com a preservação dos recursos do planeta, produzindo energia de forma limpa e de fonte renovável, há a valorização dos imóveis, bem como a fidelização dos clientes mais envolvidos com práticas sustentáveis e de consumo consciente”, afirma Brandão.

A NeoSolar Energia atua há mais de oito anos no mercado energético, por meio de consultoria, comercialização e instalação de produtos que viabilizam a produção e o consumo de energia solar fotovoltaica. Pioneira em instalação de sistema de energia solar conectado à rede elétrica no Estado de São Paulo, já capacitou mais de 1.500 profissionais em cursos ministrados em sua sede na capital paulista.

FONTE – diariodoturismo.com.br

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Famílias de Morro do Chapéu recebem lampiões movidos à energia solar

Projeto vai beneficiar comunidades que vivem próximas ao Parque Eólico Morro do Chapéu Sul, que passarão a ter acesso à iluminação

“Quando me convidaram para ir a Morro do Chapéu eu aceitei na hora. É um sonho poder iluminar uma comunidade da mesma maneira que um dia iluminaram a minha”. A frase, carregada de emoção, é de Luis Conrado, 59 anos, um dos 20 voluntários do projeto Litro de Luz que desembarcaram na Bahia no dia 26 de abril, com a missão de ajudar a iluminar, por meio da energia do sol, as casas de 90 famílias do município baiano de Morro do Chapéu (localizado a 400 km de Salvador, na Chapada Diamantina).

Os lampiões, que são móveis, serão construídos em conjunto pelos voluntários do Litro de Luz e pelos moradores que, uma vez empoderados, vão aprender o processos que vai da montagem à manutenção dos equipamentos. O projeto Litro de Luz, de uma organização não-governamental internacional de mesmo nome (Litro de Luz) e criada em 2011, já impactou mais de 6 mil pessoas no Brasil ao levar luz até moradores de comunidades locais que não possuem acesso à energia elétrica.

“Utilizamos uma tecnologia simples, econômica e ecologicamente sustentável, composta por garrafas plásticas, painéis solares, lâmpadas LED, bateria e cano PVC”, explica o site da organização. Embora tenha âmbito global, a iniciativa criada nas Filipinas nasceu inspirada pela ideia do mecânico brasileiro Alfredo Moser, que em 2002 usou garrafas pet abastecidas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa.

“Não ter iluminação é algo que nos impede de jantar, de ler, de conversar com minha família e até de andar pela casa”, explica Marines Salles, moradora de Dominguinhos, comunidade ribeirinha da Amazônia, que recebeu, em 2017, lampiões semelhantes aos que Morro do Chapéu receberá. “Além da liberdade que a iluminação me trouxe, com o Litro de Luz percebi que sou capaz e consigo melhorar a vida da minha família. Quem construiu o lampião fui eu”, conta.

Bahia

Na Bahia, o projeto que conta tem como parceria a Enel – empresa do setor elétrico – vai beneficiar famílias que vivem próximas ao Parque Eólico Morro do Chapéu Sul. Elas passarão a ter acesso à iluminação por meio de fontes de energia renovável. As três comunidades que receberão os lampiões sustentáveis são Dorme Sujo, Barracão e Alecrim.

Segundo informações do site do projeto Litro de Luz na internet, a equipe responsável pela iniciativa passou seis dias visitando e mapeando as comunidades do município, percorrendo um total de 1.500 km na região. A equipe, ainda de acordo com o site, os moradores apresentaram as melhores receptividade e acolhida possíveis, o que mostra como eles estão empolgados e engajados com a iniciativa.

Gerente de Responsabilidade Social da companhia aérea Azul, que destinou sete voluntários da participar do projeto na Bahia, Carolina Constantino destaca a importância do projeto. “O trabalho da ONG é muito bonito e inspirador. É gratificante ver o resultado desse trabalho e tenho certeza que para os moradores é ainda mais significativo, pois traz benefícios reais ao cotidiano da comunidade”, diz.

Entre as premiações já conquistadas pelo projeto Litro de Luz estão o World Habitat Awards 2015, da ONU, e o Zayed Energy Prize, que é considerado o prêmio Nobel de Energia Sustentável.

FONTE – correio24horas.com.br

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A canoa solar na Amazônia que ajuda comunidades a navegar sem gasolina pela selva

Depois de fazer estudos de navegabilidade, decidiu-se que o desenho da canoa dos indígenas cofan, no norte da selva equatoriana, era o mais adequado para as águas amazônicas

Depois de fazer estudos de navegabilidade, decidiu-se que o desenho da canoa dos indígenas cofan, no norte da selva equatoriana, era o mais adequado para as águas amazônicas

Sob a pálida luz de uma lâmpada que pendura do teto de um abrigo de madeira, um círculo de homens bebe litros e litros de uma infusão de folhas preparada na noite anterior pelas mulheres da casa.

São quatro da manhã e ainda falta um par de horas para que amanheça em Kapawi, uma pequena comunidade indígena achuar em um canto remoto da Amazônia equatoriana.

Os homens bebem e bebem até que o corpo lhes diz que basta.

E, um a um, desaparecem na escuridão desta noite sem lua para esvaziar o conteúdo de seus estômagos com ruidosos vômitos.

Na volta, mais acordados e energizados pela limpeza, começam a relatar e interpretar os sonhos da véspera.

O mundo onírico tem um papel central na vida dos achuar: não só guia suas ações do dia, mas também seus planos a longo prazo, o futuro da comunidade.

E foi justamente em uma dessas cerimônias, um ritual ancestral conhecido como “guayusada”, que os anciãos compartilharam, há mais de meio século, um sonho que acabou sendo premonitório: pelas águas marrons do rio, viram descer “um barco de fogo”.

Mito ou história genuína, o certo é que essa visão se transformou recentemente em uma realidade para um grupo de comunidades achuar.

Desde abril de 2017, uma canoa alimentada por energia solar percorre 67 km pelos rios Capahuari e Pastaza e liga cerca de mil pessoas divididas em nove assentamentos isolados que vivem em suas margens.

Para os mais pequenos, viajar na canoa é um acontecimento especial

“Meus pais, meus avós sonharam com isso. O sonho é uma mensagem. Os achuar conhecem pelos sonhos. O sonho não é mentira, é a verdade”, diz Hilario Saant, um ancião de Kapawi.

A canoa se chama Tapiatpia em homenagem a um lendário peixe-elétrico da área, e é o primeiro sistema fluvial comunitário solar da Amazônia.

Esse modelo de transporte sustentável que percorre o território por suas rotas ancestrais, os rios, não só materializa um antigo sonho: também responde ao desejo profundo dessa cultura de viver em harmonia com o meio ambiente.

O projeto ainda está em sua etapa inicial. Mas se for bem-sucedido, tem o potencial de ser implementado em outros rios da bacia amazônica, um ecossistema ameaçado pelo desmatamento e pela exploração petroleira e de cujo futuro o clima do planeta depende.

Tecnologia de ponta, desenho ancestral

“A canoa solar é uma solução ideal para esse lugar porque aqui não há rede de rios navegáveis, interconectados e há uma grande necessidade de transporte alternativo”, explica à BBC Mundo Oliver Utne, o americano que deu vida ao projeto Kara Solar (Kara significa “sonho” em achuar), depois de conviver com a comunidade durante anos.

“Como a gasolina só pode chegar aqui por avião, custa cinco vezes mais que no resto do país”, explica. É um luxo que não se podem dar.

“Por outro lado, a ameaça de chegada de estradas a esse território, um dos lugares com maior biodiversidade do mundo, está muito presente”.

“Trazê-las até aqui significaria a destruição dessa biodiversidade e produziria um impacto muito forte nessas culturas”, argumenta o jovem de pouco mais de 30 anos, cabelos loiros e olhos azuis que os achuar tratam como mais um da família.

Com um teto de 32 painéis solares sobre uma canoa tradicional de 16 metros de comprimento e dois de largura, Tapiatpia encarna a fusão da tecnologia moderna com o conhecimento ancestral.

Feita com fibra de vidro em vez de madeira para estender sua vida útil, a canoa tomou emprestado o desenho de embarcação típica dos indígenas cofanes do norte do Equador.

Depois de vários estudos de navegabilidade, foi o modelo que melhor se adaptou às condições amazônicas.

Impacto

Mas que impacto pode ter um projeto tão pequeno como esse na luta global contra a mudança climática?

Na Amazônia, uma região que perdeu cerca de 17% de seus bosques nos últimos 50 anos, segundo o Fundo Mundial para a Natureza, e em que o desmatamento continua crescendo a um ritmo alarmente, o que pode fazer uma pequena canoa?

Na Amazônia, uma região que perdeu cerca de 17% de seus bosques nos últimos 50 anos, segundo o Fundo Mundial para a Natureza, e em que o desmatamento continua crescendo a um ritmo alarmente, o que pode fazer uma pequena canoa?

E mesmo se se multiplicarem, que impacto real podem ter duas, três, dez canoas solares diante do avanço incessante da mineração e da indústria madeireira e petroleira?

Para Utne, “a ideia fundamental é que se possa servir como exemplo de um projeto que funciona para uma economia amazônica”.

“E, se não, ao menos pode ter impacto na vida das pessoas daqui”, diz, com humildade.

*Kara Solar é um projeto conjunto dos achuar, a Fundação ALDEA (sigla em espanhol para Associação Latino-americana para o Desenvolvimento Alternativo) e Plan Junto.

FONTE – noticias.uol.com.br

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Empresa de Balneário Camboriú triplica uso de sistemas fotovoltaicos em SC

Mais de 100 paineis solares foram instalados em uma indústria localizada no Vale do Itajaí

Mais de 100 paineis solares foram instalados em uma indústria localizada no Vale do Itajaí

Localizada em Balneário Camboriú, a firma triplicou o número de projetos com geração de energia solar em 2017 e projeta crescimento para 2018

Dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) mostram que a produção e o uso da energia solar vem ampliando espaço no Brasil. Há dois anos havia sete mil unidades instaladas e hoje passam de 23 mil.

Em Santa Catarina estão 10% dos sistemas fotovoltaicos em funcionamento no país e empresas como a Tek Energy, de Balneário Camboriú, contribuem no desenvolvimento deste cenário: em 2017 a empresa triplicou o número de instalações no Vale do Itajaí, em comparação ao ano anterior. Até o final deste semestre espera um crescimento de 300% especialmente nas áreas relacionadas a indústrias, empresas, residências e veículos.

Recentemente a empresa trouxe uma tecnologia alemã inédita no Brasil, semelhante à pele de vidro, que vem chamando a atenção, especialmente da construção civil: os painéis solares de Telureto de Cádmio (CdTe) da Calyxo, usados para acabamento ou revestimento.

Segundo o diretor comercial da Tek Energy, Douglas Salgado, esse crescimento tem respaldo na credibilidade, porque a população está mais confiante e os empresários mais maduros em relação ao uso dos painéis fotovoltaicos.

Isenção do ICMS

Segundo o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, o cenário pode melhorar ainda mais, porque Santa Catarina vai isentar a cobrança do imposto do ICMS para autogeração de energia elétrica, o que permite que o excedente produzido seja compartilhado na rede pública de abastecimento.

“Santa Catarina é pioneira e protagonista nesse processo de geração de energia limpa. Acreditamos muito nisso. A própria isenção do ICMS irá contribuir para o desenvolvimento do setor. A tendência é a diminuição de preços e a evolução da utilização por parte dos consumidores.

A Tek Energy é uma joint venture entre a Tecc4 (Energia e Telecomunicações) e a Tek Trade (trading) voltada para a instalação de sistemas solares fotovoltaicos. Atua em parceria com escritórios de arquitetura e engenharia para oferecer soluções customizadas em energia solar para residências, condomínios, empresas e indústrias. É representante das marcas mais conceituadas no mercado internacional como o painel solar de tecnologia alemã Calyxo.

FONTE – pagina3.com.br

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Sebrae e BB fomentam financiamento em Energia Solar para pequenos negócios

Na próxima quinta-feira (26) o Sebrae Mato Grosso, o Banco do Brasil e a WEG, lançam, em parceria inovadora e estratégica que soma esforços no intuito de estimular a geração de energia fotovoltaica no âmbito da geração distribuída, o PLUZ, Programa de Financiamento de Energia Solar para pequenos negócios.

Serão consultorias especializadas, acesso à tecnologia de ponta e ao crédito por meio do FCO – Fundo Constitucional do Centro-Oeste, em que o objetivo é proporcionar o acesso à energia solar e seus benefícios e, assim, diminuir os custos e garantir maior segurança energética.

A parceria tem como intuito tornar as empresas e produtores rurais mato-grossenses mais competitivos, visto que o investimento tem 100% de retorno garantido com a economia na conta de luz e a energia solar é uma fonte renovável e sustentável.

Vale salientar que o Programa também busca estimular o desenvolvimento do mercado local, com a geração de emprego e renda, além de contribuir com o aumento do número de micro e mini usinas fotovoltaicas.

Por se tratar de um investimento de médio e grande porte, as empresas e produtores rurais necessitam de apoio de linhas de crédito com condições especiais para que seja possível a execução e a viabilidade do projeto.

Para o Banco do Brasil, a expectativa é que haja um incremento considerável na liberação de recursos durante a vigência do programa.

Existem linhas para financiamento, inclusive o FCO, que atualmente possui as taxas de juros mais atrativas do mercado, com carência e prazo de pagamento que se adequam a necessidade de todos os projetos.

Para o BB, é importante estimular esse mercado, pois a economia gerada com a conta de energia poderá aumentar a competitividade das empresas e dos produtores rurais de Mato Grosso.

Tomando como exemplo uma pequena empresa do setor comercial que consome em média 2.000 kWh por mês, seria necessário um investimento na ordem de R$ 86.800,00 com pay-back de 5 anos para o retorno do investimento e 95% de economia na conta de luz.

A WEG fará o fornecimento dos equipamentos e gerenciamento da instalação. A companhia entende a importância da popularização da geração de energia solar e busca sempre ser parceira em iniciativas como esta.

Para o Sebrae em Mato Grosso a intenção é dar oportunidade para que as empresas e produtores rurais sejam cada vez mais sustentáveis e mais competitivos, propiciando o acesso à tecnologia de ponta com condições mais favoráveis de mercado.

Com esta iniciativa, o Sebrae em Mato Grosso entende que está desenvolvendo o seu papel, estimulando o empreendedorismo de forma ética e justa.

Para acessar o Programa, a empresa e o produtor rural deverão acessar o Banco do Brasil, realizar o cadastro e fazer uma pré-análise de crédito.

Após aprovação, o Banco do Brasil encaminhará para o Sebrae/MT realizar o atendimento, que consiste em uma consultoria de avaliação técnica e financeira (opcional) do empreendimento e, posteriormente, elaboração dos projetos elétrico e de viabilidade econômico/financeiro(opcional) do sistema fotovoltaico pretendido.

FONTE – ambienteenergia.com.br