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Seconci implanta sistema fotovoltaico para gerar a própria energia elétrica, em Goiânia

Instituição recebeu 200 módulos fotovoltaicos que serão suficientes para o funcionamento da entidade; economia gerada deve pagar mini usina em três meses.

Insitituição implantou placas fotovoltaicas no teto do prédio, em Goiânia, Goiás — Foto: Seconci/Divulgação

Insitituição implantou placas fotovoltaicas no teto do prédio, em Goiânia, Goiás — Foto: Seconci/Divulgação

O Serviço Social da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Seconci Goiás) implantou um sistema fotovoltaico que será responsável por gerar toda a energia elétrica consumida na sede da instituição, em Goiânia. De acordo com a entidade, a economia gerada pela mini usina deve pagar o investimento em, no máximo, três meses.

O sistema fotovoltaico foi instalado na sede do Seconci Goiás, no Jardim América, na região sul da capital. A instalação demorou cerca de dois meses para ser concluída.

Foram colocados 200 módulos fotovoltaicos de silício policristalino, com o objetivo de contribuir com a preservação do meio ambiente. Além da instalação do sistema de energia solar, o Seconci promoveu a troca das lâmpadas antigas por de LED.

De acordo com informações divulgadas pelo Seconci Goiás, entre junho de 2017 e junho deste ano, o investimento em energia solar cresceu 1.300%, conforme dados do Ministério de Minas e Energia. Goiás possui um grande potencial, pois está dentro do chamado cinturão do sol.

Para presidência da instituição, o foco da ação da entidade é promover a sustentabilidade econômica e ambiental, proporcionando economia financeira e poupando recursos naturais do planeta.

Crédito com a Enel

Com o início do funcionamento das placas fotovoltaicas, ao fim de cada mês, a instituição vai pagar apenas a tarifa mínima para Enel, revertendo os recursos para atividades na área de medicina, segurança do trabalho e assistência social. Em meses em que a mini usina produzir energia excedente, ela será gerada para rede da Enel, que vai retornar como crédito na conta de luz da instituição.

Visão aérea da sede e das placas fotovoltaicas instaladas no teto, em Goiânia, Goiás — Foto: Seconci/DivulgaçãoVisão aérea da sede e das placas fotovoltaicas instaladas no teto, em Goiânia, Goiás — Foto: Seconci/Divulgação

FONTE – g1.globo.com

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Fim dos incentivos para os Painéis Solares Fotovoltaicos, o que vai acontecer agora?

Instalação Kit Autoconsumo Solar Fotovoltaico

Com a mudança da lei, mudou também os paradigmas da utilização doméstica da energia gerada por fontes fotovoltaicas.

No entanto, as associações do setor queixam-se que o modelo atual privilegia a população perante a possível receita obtida com os excessos produzidos!

verdade que cada vez mais vemos painéis solares fotovoltaicos instalados nas casas, mas ainda assim, o que até há cerca de dez anos teve um grande crescimento, atualmente tem-se assistido a um declínio, e isso deve-se ao decreto-lei 153/14!

Esta conclusão tem vindo a ser apontada pelas associações do setor. Este decreto lei está em vigor desde janeiro de 2015 (pelo Governo de Passos Coelho) e veio anular praticamente todas as práticas quanto aos benefícios do uso da energia solar introduzidas pelo executivo de José Sócrates.

Assim, o decreto-lei 153/14 veio desincentivar a venda da energia excedente produzida pelos clientes residenciais em casa à rede, incentivando apenas o autoconsumo, com custos praticamente nulos!

OU SEJA, UMA BOA DECISÃO PARA AS ELÉTRICAS, UMA MÁ DECISÃO PARA OS CONSUMIDORES/PRODUTORES.

É que antes de janeiro de 2015, o excedente do autoconsumo era negociado com as distribuidoras a um preço de 30 cêntimos por kW/hora, sendo que atualmente os valores ronda os 4 cêntimos por kW/hora, um valor irrisório e somente conseguido após autorização para o efeito, que inicialmente não era necessária requerer!

António Sá de Costa, Presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis(APREN), acusa “Estes valores são uma autêntica borla à rede”. E complementa “É um desincentivo para quem tenciona colocar painéis, porque apenas irá compensar quem, por exemplo, passa grande parte do dia em casa. De resto, é como ter uma horta e comprar produtos fora.

Compensa mesmo instalar painéis fotovoltaicos?

Ora, neste novo modelo de negócio talvez não.

Pois o atual autoconsumo apenas permite que os utilizadores não paguem, ou paguem seja um valor reduzido pela energia solar produzida.

Mas ainda assim o problema está na alternativa e não na possibilidade de gerar eletricidade… ou seja, está nos preços praticados pelas empresas que dominam o mercado da eletricidade, como a EDP!

O Presidente da Associação Portuguesa de Energia, Jorge Cruz Morais, defende que a energia “deveria continuar a ser permitida a venda de todo o excesso de energia a preços razoáveis”.

Logo o autoconsumo deveria ser mais incentivado, coisa que o Governo de António Costa ainda não mexeu…

Pode acontecer que haja tanta energia que a rede não responda nas devidas condições, mas essa é uma situação que é possível alterar com relativa facilidade. Além disso, a lei anterior implicava mais incentivos do Estado, logo mais custos, o que pode levar o Governo a não querer alterar as condições atuais”, concluiu.

Será que o autoconsumo é mesmo o futuro da Energia Solar?

Manuel Collares, Líder do Instituto Português da Energia Solar vai mais longe nas suas críticas, dizendo que é o governo que não lhe interessa o autoconsumo, pois o cidadão tem acesso a pouca informação por parte do Estado, demonstrando assim uma falta de interesse do mesmo para tornar viável esta situação!

O interesse pelas energias renováveis desapareceu, primeiro com Passos Coelho, agora com António Costa. Isto levou, inclusive, a que muitas empresas desaparecessem do mercado, levando, claramente, a uma contração forte do setor”, disse.

Vantagens de instalar painéis solares fotovoltaicos

Mesmo perante tantas contrariedades, especialmente do governo, ainda há quem prefira e defenda a energia solar perante a energia elétrica. Mesmo sem termos os estímulos de antes…

É verdade que não recebo qualquer verba pelo excedente de energia que produzo. Por outro lado, toda a que gasto não me é cobrada, afirma João Pereira, que recentemente instalou painéis fotovoltaicos em sua casa. E em pouco tempo notou diferenças…

Recomendamos: O que deve saber sobre o autoconsumo por painéis solares fotovoltaicos

Atualmente uma instalação de painéis fotovoltaicos pode rondar os 3000€, sem quaisquer incentivos fiscais, que desapareceram com o decreto lei 153/14.

A única vantagem é mesmo os resultados finais, em que toda a energia gerada pelo sol não tem custos, sendo o único custo os consumos de energia elétrica que não se consegue gerar por outro recurso!

Habitações portuguesas com painéis solares fotovoltaicos

Os últimos dados disponíveis quanto às habitações existentes em Portugal com painéis solares fotovoltaicos datam a 2017.

Na altura do estudo existiam em Portugal 3598691 habitações, das quais apenas 12572 estão instaladas com painéis solares fotovoltaicos para produção de energia. Relativamente às empresas esse numero baixa para 2166!

Ainda assim, acreditamos que estes números sejam superiores, pois outra coisa que deixou de ser obrigatória em janeiro de 2015, foi o registo de habitações com recurso a painéis fotovoltaicos… logo haverá consumidores que não constam nesta contagem oficial!

FONTE – portal-energia.com

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Estado licita áreas do Castanhão para geração de energia solar

Energia deve ser consumida pela Cogerh e Cagece

O canal adutor do Castanhão que percorre a Região Metropolitana de Fortaleza deve ter parte de suas margens cedidas à iniciativa privada para a geração de energia solar. Um edital foi lançado, em português e inglês, pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) para que uma empresa possa instalar o equipamento e gerir o sistema. Ao todo, o trecho possui 256 quilômetros (km) de extensão, sendo  sendo 201 km, do açude Castanhão até o açude Gavião, mais 55 km (Trecho 5) até as imediações do Porto do Pecém.

A energia gerada, prevista em até 45 megawatts (MW) pico de potência – na modalidade de geração distribuída em módulos de até 5 MW pico -, deverão ser consumidas pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh) e pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). A primeira deve contar com até 25 MW pico, enquanto a segunda terá até 20 MW pico.

De acordo com o edital, as propostas poderão ser apresentadas até o dia 30 de outubro de 2018 e a divulgação do resultado da seleção ocorrerá em 3 de dezembro de 2018.

Consumo

“A COGERH tem demandado cada vez mais energia elétrica, para utilizar principalmente em suas estações de bombeamento, de maneira a garantir o fornecimento ininterrupto de água à Região Metropolitana de Fortaleza – RMF, aos distritos industriais localizados nos municípios de Pacajus, Horizonte, Maracanaú e ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) e às atividades agropecuárias do sistema adutor denominado Eixão das Águas”, justifica o documento tornado público pela SRH no último dia 16.

A Cogerh deve consumir, segundo previsto no edital, 2.705 MWh por mês. “Vale ressaltar que estão destacados para este estudo as unidades da Cagece na modalidade de Baixa Tensão, visto que atualmente são as unidades que possuem o maior preço médio por MWh”, ressalta o texto.

Aproveitamento das áreas

Para tornar viável essa geração de energia, devem ser desapropriadas faixas laterais de 100 metros a partir do eixo do canal. “Vislumbra-se, portanto, como forma de aproveitamento produtivo, considerando a disponibilidade das faixas desapropriadas de 100 (cem) metros de cada margem do canal, a utilização de 70 (setenta) metros de cada margem para a geração de energia fotovoltaica, observando os princípios de sustentabilidade socioambiental”, detalha o edital, acrescetando ainda que “considerando ainda, que as áreas expropriadas sofrem frequentes ações invasivas, o uso dessas áreas possibilitaria, como benefício adicional, a segurança territorial do canal nos trechos em que o projeto for implementado”.

Critérios

As empresas ou consórcios interessados em disputar essa geração deverão corresponder aos seguintes critérios: experiência específica relacionada ao serviço, relevância das pesquisas ou avaliações realizadas, qualificação e competência da equipe chave para o serviço e qualificação da metodologia e plano de trabalho.

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Como o Pioneirismo e Qualidade Na Energia Solar Trouxe Crescimento Para Família Empreendedora

A confiança no potencial da tecnologia fotovoltaica como alternativa energética é o que define a história da Blue Sol Energia Solar, empresa fundada por Nelson Colaferro Jr. e que administra hoje com seus filhos, José Renato e Luis Otávio Colaferro.

Foi Nelson quem, após a venda de seu antigo negócio e atraído pelas fontes de energia renováveis, idealizou uma empresa para atuar nesse segmento praticamente inexplorado no Brasil, porém com alto potencial de negócios.

Por meio de viagens realizadas nos anos de 2008 e 2009, ele teve a oportunidade de conhecer o uso da tecnologia fotovoltaica em países como os EUA e China que, embora não tenham a mesma disponibilidade de luz solar que o Brasil, já faziam amplo uso do painel solar em suas casas e edifícios.

Essa abundância da fonte, juntamente com as vantagens e desvantagens da energia solar em comparação as demais tecnologias, foram as razões que levaram Nelson a investir nesse segmento no Brasil.

Foi então que, ao regressar para o país e compartilhar essas informações com José e Luis, eles fundaram a Blue Sol Energia Solar em 2009, iniciando as atividades no ano seguinte e apostando em um mercado ainda incipiente e sem regulamentação.

“Viajamos pelo mundo para conhecer as principais tendências do setor e visualizar o que estava ocorrendo no exterior. Concluímos, então, que aquele grande movimento ocorreria cedo ou tarde no Brasil e decidimos investir todo o nosso tempo e nossas carreiras no negócio”, afirma Nelson.

A empresa sempre atuou exclusivamente com energia solar fotovoltaica, porém, no início, o trabalho era voltado para a importação e venda de equipamentos para sistemas isolados da rede elétrica (off-grid).

“Vendíamos para locais onde não havia disponibilidade de energia elétrica, como fazendas e usinas de cana.”, conta José Renato, sócio e diretor de operações da empresa.

Em 2011 veio a primeira expansão das atividades da empresa que, ao perceber uma procura pelos conhecimentos sobre a tecnologia por parte de profissionais, deu início a sua área de treinamentos para a formação de parceiros integradores.

Hoje, a empresa é referência em cursos técnicos de capacitação, com mais de 12 mil alunos formados desde então.

“Com mais profissionais e empreendedores, a tecnologia se torna cada vez mais conhecida, aumentando, assim, a demanda por sistemas. Apesar de ser um mercado novo, a Blue Sol atua desde o começo e tem muita qualidade e expertise no que faz”, afirma Luis Otávio, sócio e diretor da área de treinamentos e marketing digital.

Entendendo que a falta de informação sobre como funciona a energia solar ainda é uma das barreiras para a disseminação da tecnologia, a empresa ainda oferece vários conteúdos gratuitos com tudo sobre a energia solar por meio de seus canais online.

Foi no final de 2012, quando a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a sua Resolução Normativa 482 e tornou possível à população instalar os sistemas e conectá-los a rede pública, através das regras de geração distribuída, que os negócios da Blue Sol deslancharam.

A empresa logo se adaptou a essa nova realidade do mercado e foi a responsável por instalar um dos primeiros sistemas conectados à rede do Brasil, em 2013.

Hoje, a empresa tem todos os seus esforços focados neste segmento, atuando com o projeto, venda e instalação dos sistemas de energia solar residencial, comercial e agro.

Em 2015, com as novas regras do segmento distribuído, o número de instalações cresceu vertiginosamente no Brasil, e assim também os negócios da Blue Sol.

No final de 2016, com o modelo de negócios bem definido, a empresa iniciou sua expansão através de franchising, abrindo sua primeira unidade na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Atualmente, a empresa oferece atendimento especializado em diversas cidades de São Paulo, além de unidades nos estados do Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Rio de Janeiro.

Com mais de 1.000 sistemas instalados, 17 unidades operacionais e milhares de parceiros em atuação, a Blue Sol segue trabalhando para a expansão da tecnologia fotovoltaica no país e com o propósito de tornar mais brasileiros movidos por energia solar.

FONTE – jornaldiadia.com.br

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Principais empresas de energia solar de Taiwan se unem para competir contra a concorrência da China

Antes da fusão de três dos principais fabricantes de painéis solares de Taiwan este mês, a sobrevivência de todos os três estava em questão. A Neo Solar Power Corp, a Gintech Energy Corp. e a Solartech Energy Corp. tornaram-se oficialmente uma empresa em 1º de outubro, após um ano de planejamento. Eles organizaram um acordo de troca de ações, para ouvir os analistas dizerem, porque eles perderam dinheiro para concorrentes de grande escala na China sem muita esperança de uma recuperação do contrário.

“Isso significa que o ambiente drástico da indústria forçou as empresas a mudar seu modelo tradicional de negócios que foca na fabricação de células”, disse Wang  Meng-chieh, pesquisador do Instituto de Pesquisa de Tecnologia Industrial de Taiwan.

A nova firma, que ficará sob a estrutura corporativa da New Solar Power, verá uma ex-empresa, a Gintech, fornecer  suprimentos a montante, enquanto os outros fazem diferentes tipos de painéis. Nomeada United Renewable Energy Co., ela pode competir com os pares chineses “aumentando a capacidade de fabricação” e acelerar a comercialização de novos produtos ao fundir a expertise tecnológica, diz Wang.

“Anteriormente, eles estavam pulando por aqui e ali”, diz Chiang Hao-hsien, secretário-geral da Associação da Indústria Fotovoltaica de Taiwan, com 110 membros. “Eles esperam que com essa fusão eles possam se tornar um quebra-cabeça completo”.

Separadamente, os três estavam competindo em uma indústria que perdeu dinheiro globalmente nos últimos cinco a seis anos, diz Chiang. As perdas em Taiwan decorrem do uso mais lento do que o esperado de energia solar  em alguns mercados – apesar do governo dos EUA prever que a fonte de energia aumentará de 50 bilhões de kilowatts em 2015 para 400 bilhões até 2040 – e da concorrência formidável da China.

FONTE – opetroleo.com.br

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Deputado defende investimento em energia solar no Amazonas

Para Serafim Corrêa, a questão do ICMS sobre energia deve ser discutida com urgência

O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) defendeu nesta terça, 16, no plenário da Assembleia Legislativa (ALE-AM), que o Governo do Estado precisa direcionar investimentos para explorar a energia solar no Amazonas.

Serafim abordava a importância da rediscussão da distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados sobre o consumo da força elétrica.

“O modelo energético brasileiro é, em sua grande parte, hidrelétrico, e precisa ser discutido, principalmente na Amazônia”, afirmou.

De acordo com o parlamentar, o tema é muito importante para região amazônica, considerando que em outras regiões há problema com a geração de força elétrica.

“No Sul e Sudeste não tem mais água, e a geração de energia elétrica oriunda da água terá de ser produzida na Amazônia”, disse.

O parlamentar ainda lembrou que, além do problema ambiental na Amazônia para produção de energia elétrica, também há a questão do ICMS.

Serafim disse que o consumo de energia elétrica no Amazonas ainda é baixo e que grande parte dessa energia vai para o Sudeste, onde abastece estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Contudo, segundo ele, pela regra do ICMS, os estados consumidores é que ficam com o imposto.

“Isso é um nó que precisa ser resolvido e discutido agora. Precisa ser solucionado de acordo com as discussões do primeiro ano de governo, seja quem for o próximo presidente da República”, afirmou.

Foto: Ney Xavier/ALE-AM

FONTE – bncamazonas.com.br

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MRV Engenharia lança portal que mostra toda energia limpa gerada em seus empreendimentos

MRV Engenharia lança portal que mostra toda energia limpa gerada em seus empreendimentosPara celebrar o dia do consumo consciente, a MRV Engenharia lança hoje, dia 15 de outubro, o Portal Solar, um site que conta com dados atualizados em tempo real sobre economias e benefícios sustentáveis que são proporcionados pela energia solar fotovoltaica nos empreendimentos da construtora.

O lançamento nesta data simbólica representa o avanço do investimento da companhia na tecnologia, que prevê totalidade de lançamentos de empreendimentos autossuficientes em energia elétrica nas áreas comuns até o final de 2022. A MRV está investindo cerca de R$ 800 milhões neste modelo como forma de promover a democratização da produção de energia limpa, que está se tornando mais acessível nos últimos anos.

Além de informações sobre o funcionamento das placas fotovoltaicas, dados, gráficos e infográficos com estatísticas sobre o uso e produção da energia solar, o Portal Solar conta com cinco medidores que informam ao internauta alguns benefícios da produção deste tipo de energia. O primeiro deles mede a quantidade de energia produzida em kWh (quilowatt/hora) pelas usinas instaladas nos empreendimentos da MRV Engenharia. Para exemplificar o caráter sustentável da tecnologia há outros dois medidores. Neles constam os valores estimados de toneladas de dióxido de carbono (CO2) que deixaram de ser emitidas para a atmosfera e a equivalência destes valores em quilômetros rodados por um carro popular.

Já para informar o impacto econômico da energia solar gerada há um quarto medidor que informa o valor economizado em reais pelos consumidores que utilizam a tecnologia, demonstrando os benefícios que estes clientes MRV terão na conta de luz.  E, por fim, o número médio de pessoas que poderão usufruir de forma direta da energia elétrica produzida por usinas solares nos empreendimentos já lançados pela construtora. Todos os dados são estimativas que cruzam dados reais dos empreendimentos MRV.

Para o gestor de suprimentos da MRV Engenharia, Luis Henrique Capanema, as informações contidas no Portal Solar trazem números interessantes que mostram o quanto a energia solar pode contribuir para o meio ambiente, para o desenvolvimento sustentável e para a economia na conta de luz do consumidor. “Os medidores nos mostram estimativas muito positivas do investimento na energia fotovoltaica. Usamos apenas alguns exemplos no site, mas poderíamos citar muitas outras vantagens desta tecnologia. Estamos investindo em soluções sustentáveis e a energia solar é uma excelente alternativa para aumentarmos a capacidade da matriz energética brasileira”, explicou.

FONTE – olhardireto.com.br

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EXCLUSIVO: São Paulo terá em até dois meses sistema de ônibus elétricos com geração própria de energia solar

Mais ônibus elétricos deste padrão vão receber as carrocerias no padrão da SPTrans

Dentro deste prazo, os 15 primeiros veículos devem estar em circulação na cidade. Eletricidade será gerada em fazenda de Araçatuba por meio de energia solar

ADAMO BAZANI

Em até dois meses, o sistema de ônibus da capital paulista terá ao menos 15 veículos movidos à eletricidade gerada a partir de energia solar.

Nesta terça-feira, 16 de outubro de 2018, o prefeito em exercício e presidente da Câmara Municipal, Milton Leite, e secretários da gestão do prefeito Bruno Covas estiveram na planta da empresa BYD, produtora de ônibus elétricos e de placas de energia fotovoltaicas, em Campinas, no Interior de São Paulo.

Entre as autoridades de transportes estavam o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, João Octaviano Machado Neto, e o presidente da SPTrans – São Paulo Transporte, Paulo Cézar Shingai.

Em entrevista exclusiva, por telefone, ao Diário do Transporte, Milton Leite diz que a empresa BYD já comprou em Araçatuba, no interior de São Paulo, uma fazenda onde vai gerar a energia elétrica necessária para os ônibus por meio de placas de captação de luz solar.

Esta energia será disponibilizada ao Operador Nacional do Sistema, o que vai gerar crédito para abater do consumo da cidade de São Paulo.

“É um grande avanço porque há um ciclo completo. A geração de eletricidade é totalmente limpa, por meio da energia solar. O sistema estará livre das oscilações de fornecimento e das bandeiras tarifárias que encarecem a energia. O custo será mais baixo para o transporte coletivo” – garante.

Entre esta e a outra semana, segundo Milton Leite, a Secretaria de Municipal de Mobilidade e Transportes e a SPTrans – São Paulo Transporte vão definir a garagem de uma das empresas do sistema que vão receber estes primeiros 15 ônibus.

Nas garagens, será necessária apenas a estrutura de recarga dos ônibus, que também será fornecida pela BYD.

Também será necessária uma subestação na garagem ligada ao Operador do Sistema, que vai consumir o crédito gerado em Araçatuba.

A subestação ligada ao Sistema Nacional de Energia vai evitar que a garagem fique desabastecida e sofra com oscilações e quedas de energia que possam vir a prejudicar o carregamento das baterias dos ônibus.

CUSTO IGUAL OU MENOR QUE DIESEL:

De acordo com Milton Leite, em contrato, será estipulado que os custos de operação de ônibus elétricos serão iguais ou inferiores ao do diesel.

“Fixamos um limitador. Os custos máximos da locação destas baterias [dos ônibus] que vão ser fornecidas junto com os chassis e as carrocerias não podem ser maiores do que a cidade já gasta com óleo diesel. Vai ser estipulado um teto de acordo com o que já pagamos com o diesel. Assim, os combustíveis fósseis estarão sendo gradativamente eliminados para que tenhamos um transporte sem emissões” – disse.

Em janeiro deste ano, o então prefeito João Doria sancionou a lei 16.802 que estipula novas metas de redução de poluição pelos ônibus municipais.

As reduções de emissões de poluição pelos ônibus de São Paulo devem ser de acordo com o tipo de poluente em prazos de 10 anos e 20 anos

Em 10 anos, as reduções de CO2 (gás carbônico) devem ser de 50% e de 100%, em 20 anos. Já as reduções de MP (materiais particulados) devem ser de 90%, em 10 anos, e de 95%, em 20 anos. As emissões de Óxidos de Nitrogênio devem ser de 80%, em 10 anos, e de 95%, em 20 anos.

As metas devem estar nos editais de licitação do sistema de ônibus da cidade, que estão barrados pelo TCM – Tribunal de Contas do Município.

FONTE – diariodotransporte.com.br

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O barco movido a energia solar que é também um coworking para aventureiros

O sucesso de diversos espaços de coworking se dá justamente pela iniciativa de transformar espaços de trabalho em locais mais agradáveis e humanos. E se os melhores locais de coworking trazem um pouco da natureza para nossa antiga noção de “escritório”, o mais novo projeto de local de trabalho colaborativo leva essa máxima a novos patamares: que tal trabalhar em pleno mar? É essa a proposta do Coboat, um barco oferecendo espaço não só de coworking, mas de coliving, para além de trabalhar à deriva, se aplicar em diversas atividades oferecidas pelo serviço.

Além de ser equipado com wi-fi, o Coboat oferece yoga, aulas diversas e mergulho monitorado em seu pacote. Segundo o cofundador Gerald Schömbs, o projeto é mais um “acampamento de coworking” e colaboração, e melhor: o Coboat é todo movido por energia solar. Há também um equipamento no barco que transforma a água do mar em água potável através da dessanilização. A capacidade do barco é de até 20 pessoas por vez.

O Coboat já saiu de diversos portos do mundo, como a Tailândia e as Maldivas, e em novembro percorrerá a Espanha, Sardinha e Grécia. O preço não é barato: uma semana no barco sai por cerca de 2.500 reais. A colaboração, o encontro com pessoas do mundo todo, e a experiência de trabalhar em cenários espetaculares, porém, vale ouro.

Para inovar e empreender, é preciso ter coragem, ousadia e acreditar na sua própria essência e potencial. Por isso, o Hypeness uniu forças com o programa Shark Tank Brasil, do Canal Sony, para contar histórias e dar dicas inspiradoras de quem conseguiu usar experiência de vida, muito trabalho e criatividade para ter sucesso com um negócio próprio. Para tentar convencer os investidores, que no programa procuram negócios originais e inovadores, os empreendedores precisam se superar e, fora dos estúdios, a realidade não é diferente.

FONTE – hypeness.com.br

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Curitiba terá fazenda urbana com plantio orgânico, composteiras e estufas

Os investimentos na estruturação da fazenda urbana são de recursos do Fundo de Abastecimento Alimentar do município.

O projeto da Fazenda Urbana de Curitiba foi apresentado ao prefeito Rafael Greca, na última terça-feira (9), no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Trata-se de uma versão atualizada do Centro de Referência em Agricultura Urbana e Economia Sustentável de Curitiba, que tem como vetor o plantio de hortifrútis nas mais diversas modalidades de cultivo.

“É o projeto para fazermos o primeiro Parque Agroalimentar do Brasil, a primeira Fazenda Urbana sustentável”, afirmou Greca. Na reunião de apresentação, estiveram o presidente do Ippuc, Luiz Fernando Jamur, e o secretário municipal do Abastecimento, Luiz Gusi, acompanhados das equipes técnicas, e a presidente da Agência Curitiba de Inovação, Cris Alessi.

Projetada para ocupar uma área de 4.435m² ao lado do Mercado Regional do bairro Cajuru, a fazenda urbana será mantida com o que há de mais moderno em modelos de plantio e uso de energias renováveis – eólica e solar e reaproveitamento de água de chuva para a irrigação – e bioenergia.

Orgânicos

“As pessoas vão poder conhecer como se planta sem veneno e comprar alimentos orgânicos direto da fonte”, disse o prefeito.

No complexo produtivo haverá composteiras, estufas e hortas comunitárias com as mais variadas técnicas de cultivo. Jardins de Mel, com abelhas nativas sem ferrão, e espaços para a criação de pequenos animais também farão parte do empreendimento, que contará ainda com restaurante escola e banco de alimentos, além de infraestrutura para eventos e treinamento.

Investimentos

A estimativa de investimentos na estruturação da fazenda urbana é de R$ 3 milhões, com recursos do Fundo de Abastecimento Alimentar do município. A estrutura será incorporada a um complexo que já tem o Centro de Distribuição do Armazém da Família, o Mercado Regional do Cajuru e a Rua da Cidadania. Fica numa área de transição onde será possível mostrar várias práticas de segurança alimentar.

“A fazenda se constitui em uma grande vitrine de práticas de agricultura urbana. É uma forma de a gente trabalhar a intersetorialidade da segurança alimentar através de práticas de plantio, educação, a socialização e a resiliência”, observou o secretário Gusi.

Criado a partir de uma proposta da Secretaria Municipal do Abastecimento, o projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Paulo França, do Ippuc, com o suporte de técnicos da Smab. A fazenda busca a difusão de práticas, técnicas e pesquisas em agricultura dentro do ambiente urbano e também a organização comunitária, a fim de educar social, alimentar e ambientalmente a população.

FONTE – ciclovivo.com.br