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UFRB debate potencial da energia solar em Feira de Santana na Semana Global de Empreendedorismo

O evento é gratuito e acontece hoje, 7, às 18h, no Auditório Espaço Cultural do Sesi.

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio do seu Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (Cetens), promove nesta quarta-feira, dia 07 de novembro,i em Feira de Santana, o II Seminário de Empreendedorismo Social e Sustentabilidade: Feira 2030-Cidade 4.0, com o tema Energia Solar-Fator de Desenvolvimento.

O evento é uma realização do Programa Feira Empreende, UFRB-Feira, Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico e Integração Inovação e Projetos e faz parte da programação da Semana Global de Empreendedorismo (SGE) 2018, que acontece de 05 a 11 de novembro, no Auditório Espaço Cultural do Sesi, localizado no Alto do Cruzeiro.

Nesta edição, será fomentado o tema “Energia Solar como Fator de Desenvolvimento”, considerado um dos pilares do Projeto Estratégico para a cidade de Feira até o ano 2030, com a expectativa de promover um ambiente de negócio para investimentos, capacitação de recursos humanos e popularização da tecnologia.

O evento vai debater, dentre outras questões, o potencial da região para a produção de energia proveniente do Sol, a chamada energia solar. A região de Feira de Santana, por estar localizada em ponto favorável de irradiação solar, é foco de pesquisas para o uso desse recurso natural.

A energia proveniente do Sol é utilizada pelo homem ao longo da história para aquecimento, iluminação e alimentação (via fotossíntese e cadeias alimentares). Mas o uso do Sol como fonte para a produção de eletricidade é relativamente recente, de meados do século 20.

Conforme explica o engenheiro químico Luciano Hocevar, professor da UFRB-Feira, a produção de energia solar é feita através de duas tecnologias. Uma delas é a fotovoltaica, que consiste na conversão direta da luz em eletricidade. A outra é a heliotérmica, que é uma forma de geração termelétrica, na qual um fluido é aquecido a partir da energia solar para produzir vapor.

As duas tecnologias combinadas representam ainda uma parcela pequena da matriz energética global, observa Hocevar, porém, com grande potencial de crescimento e destaque especial pelas perspectivas positivas. “A rápida expansão da capacidade instalada nos últimos anos, atrelada à forte redução de custos, o imenso potencial técnico de aproveitamento, e o fato de não emitirem poluentes durante sua operação, fez com que o mundo voltasse atenção para a energia solar como alternativa de suprimento elétrico”, salienta.

FONTE – acordacidade.com.br