Desburocratização favorece instalação de usina de energia solar em Ceilândia

Em parceria com a CEB, maior geradora do modelo fotovoltaico no DF vai produzir mais de 11 mil MW ao ano

Governador Ibaneis Rocha inaugura, em Ceilândia, a maior usina de energia fotovoltaica do DF. Foto: Renato Alves/Agência Brasília

A agilidade na liberação de licenciamentos ambientais pelo Governo do Distrito Federal (GDF) colheu mais um fruto. Foi inaugurada nesta segunda-feira (20), com 100% de produção, em Ceilândia, a maior usina de energia fotovoltaica do DF. Obtida por meio da conversão de luz do sol em eletricidade, a produção alimentará a subestação da Companhia Energética de Brasília (CED) da região e será descontada do que for consumido pela empresa Claro. O empreendimento é uma parceria público privada(PPP) do Executivo com a RZK Energia e a operadora de telefonia.

O governador Ibaneis Rocha esteve no terreno de aproximadamente 12 hectares em Ceilândia Norte para a inauguração. Na área estão instalados 18 mil módulos fotovoltaicos. O licenciamento foi feito pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e é pioneiro nesse tipo de empreendimento. A celeridade com que foi emitido é inovadora no Distrito Federal e possibilitará que outras empresas de energia limpa e renovável possam se instalar com mais facilidade na região.

Até então, a licença ambiental para esse tipo de empreendimento levava alguns meses para ser emitida. No caso da usina de Ceilândia, o tempo da emissão foi de apenas uma semana. A expectativa é que projetos nos mesmos moldes que tramitarem no Ibram recebam o mesmo tratamento. “Tenho dito que onde tem agilidade não tem corrupção. Quanto mais o empresário ver que a liberação de licenças está andando, menos ele será assediado por corruptos que tentam criar dificuldades para vender facilidades”, ressaltou o governador Ibaneis.

Por ser fonte de geração renovável, a energia fotovoltaica contribui positivamente na redução de emissões de gases de efeito estufa com impacto positivo de aproximadamente milhares de toneladas de CO2 na atmosfera. Foram investidos aproximadamente R$ 26 milhões. Há a expectativa de que um novo empreendimento da RZK Energia seja instalado, também em Ceilândia.

FONTE – agenciabrasilia.df.gov.br

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