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Bandeira tarifária para agosto é vermelha patamar 1

A bandeira vermelha patamar 1 passa a valer a partir de 1º de agosto.

A bandeira tarifária em agosto de 2019 será vermelha, patamar 1, com custo de R$ 4,00 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Agosto é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Vermelha 1. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

FONTE – aneel.gov.br

Geração de energia tem maior impacto em nova tarifa da Elektro definida pela Aneel

A geração de energia é a principal responsável pelo reajuste tarifário médio de 24,42% definido, nesta terça-feira (21), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a área de concessão da Elektro. Na prática, os custos com a compra e a transmissão de energia, somados aos tributos e encargos do setor elétrico, respondem por quase a totalidade do índice. A parte que cabe à Elektro representa apenas 1,48% da variação. Os novos valores passam a vigorar a partir do próximo dia 27 de agosto nos 228 municípios atendidos pela distribuidora.
Para os clientes atendidos em baixa tensão, que incluem os consumidores residenciais, o reajuste médio será de 23,20%. Já para os grandes consumidores, como indústrias e comércios de maior porte, atendidos na alta tensão, o aumento será de 26,75%.

O índice final do reajuste tarifário está sendo impactado significativamente pelos itens não controlados pela distribuidora. A compra de energia variou 56,7%, impactando 21,24% na tarifa. Já os custos de transmissão variaram 18,05%, contribuindo com 2,60% no reajuste. Os custos da distribuidora sofreram variação de 5,85%., representando apenas 1,48 % do reajuste.

Exemplos práticos do reajuste 2018
Um consumidor residencial convencional que consome 100 kWh/mês, por exemplo, terá sua conta reajustada de R$ 58,79 para R$ 72,53.

Consumo (kWh)    Conta de energia antes do Reajuste (R$)           Conta de energia após o Reajuste (R$)       
       100 58,79 72,53
       300 209,12 257,99
       500 348,53 429,98

Além dos valores de tarifas fixados pela Aneel, são cobrados na conta de energia os impostos (ICMS, PIS e COFINS) e as Bandeiras Tarifárias. Conforme definido pela administração municipal, também é cobrada na conta de energia a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), tributo repassado pela Elektro diretamente para as prefeituras municipais, que são as responsáveis pelos serviços de projeto, implantação, expansão, operação e manutenção das instalações de iluminação pública.

Entenda o cálculo da tarifa
No modelo brasileiro, o reajuste tarifário anual é calculado com base em dois tipos de custos: os não controlados pelas distribuidoras (compra e transmissão de energia e encargos), chamado de Parcela A; e os custos referentes aos serviços de distribuição gerenciados pelas empresas, que integram a Parcela B. Enquanto distribuidora, a Elektro compra a energia produzida pelas empresas geradoras e repassa pelo mesmo valor aos clientes. O aumento nos custos da geração de energia elétrica é resultado, entre outros fatores, do baixo nível dos reservatórios de água das usinas hidrelétricas e, consequentemente, maior utilização da energia proveniente das termelétricas, mais cara.

Composição da conta
As despesas com a compra e transmissão de energia respondem 40,73%. Os encargos setoriais e impostos têm uma participação de 40,81% nos custos. Do valor cobrado na fatura, 18,46% ficam na Elektro para cobrir os custos de operação, manutenção, administração do serviço e investimentos. Isso significa que, para uma conta de R$ 100, por exemplo, cerca de R$ 18 são destinados efetivamente à Elektro para operar e expandir todo o sistema elétrico de distribuição de energia na área de concessão.

Investimentos da Elektro
Em 2017, a Elektro investiu R$ 372,44 milhões na aplicação de novas tecnologias, construção de subestações e redes, renovação de redes e equipamentos e ligação de novos consumidores. Entre os destaques, a distribuidora colocou em operação as subestações Franco da Rocha 02 e Itanhaém 03, melhorando a confiabilidade do sistema para 26.790 clientes. Em relação aos níveis de qualidade, a empresa investiu em sistemas automação de rede (self-healing), diminuindo o tempo de possíveis interrupções, e apresentou um dos melhores indicadores do país referente à duração e frequência por unidade consumidora. A Elektro foi eleita pela 9ª vez como a melhor Distribuidora de Energia Elétrica do País pela ABRADEE- Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica. Além dessa categoria, também se destacou em: Gestão Operacional, Qualidade da Gestão, Responsabilidade Social e Econômico Financeiro.

FONTE – elektro.com.br

Aneel aprova aumento médio entre 10% e 30% na conta de luz em 6 estados

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (21) aumento nas contas de luz para consumidores de seis estados: Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraíba, Paraná e Santa Catarina.

Para os consumidores do Paraná, os novos valores começarão a ser cobrados no próximo domingo (26); para os de São Paulo e Mato Grosso do Sul, na segunda-feira (27); para os do Maranhão e da Paraíba, na terça-feira (28); e para os de Santa Catarina, na quarta-feira (29).

PR: quase 30% de alta

Os consumidores que terão contas reajustadas domingos são os atendidos pela concessionária Força e Luz Coronel Vivida Ltda. (Forcel), no Paraná, com aumento médio de 29,86%. Para os consumidores residenciais, a alta será de 20,51%; para a baixa tensão, de 20,64%, e para a alta tensão, de 43,78%.

A empresa atende a 7.670 unidades consumidoras localizadas no município de Coronel Vivida no Paraná. Segundo a Aneel, impactaram no aumento fatores relacionados ao fato de a empresa ter deixado de ser suprida pela Copel Distribuição.

“Isso fez com que, entre 2017 e 2018, ela tivesse de arcar com custos relativos ao rateio das cotas de Itaipu –cuja energia é precificada em dólar– e ao risco hidrológico”, disse a agência.

SP e MS: aumento médio de 24,42%

A Aneel aprovou também o aumento na conta de luz, com efeito médio de 24,42%, para os consumidores atendidos pela empresa Elektro Eletricidade e Serviços S/A (Elektro). Para os consumidores residenciais, o aumento será de 23,12%; para os atendidos na baixa tensão, de 23,20%, e, para a alta tensão, de 26,75%.

A concessionária atende a 2,6 milhões de unidades consumidoras localizadas em 223 municípios de São Paulo e cinco de Mato Grosso do Sul. O reajuste entrará em vigor segunda-feira.

Segundo a Aneel, o que mais influenciou no reajuste da Elektro foram os chamados componentes financeiros, principalmente relacionados à aquisição de energia e ao risco hidrológico.

MA: reajuste médio será de 16,94%

Para os consumidores atendidos pela Companhia Energética do Maranhão (Cemar), os efeitos médio do reajuste tarifário será 16,94%, sendo 16,67% para os consumidores residenciais. Para os atendidos na baixa tensão, o reajuste médio será de 16,77% e, para a alta tensão, de 17,86%.

A concessionária atende a 2,4 milhões de unidades consumidoras localizadas em 217 municípios maranhenses. O reajuste entrará em vigor terça-feira.

PB: alta média de 15,73%

Os consumidores atendidos pela Energisa Paraíba Distribuidora de Energia (EPB) também terão as contas reajustadas na próxima terça-feira, com efeito médio de 15,73%. Os consumidores residenciais atendidos na baixa tensão terão aumento de 15,29%. Para os consumidores da alta tensão, o reajuste será de 16,75% e, para os de baixa tensão, de 15,41%.

A empresa atende a 1,4 milhão de unidades consumidoras em 216 municípios da Paraíba. Pesaram no reajuste fatores relacionados ao risco hidrológico e a aquisição de energia.

SC: conta subirá 14,38%, em média

A diretoria da Aneel aprovou, ainda, o reajuste tarifário da Cooperativa Aliança (Cooperaliança), que atende a 37,4 mil unidades consumidoras nos municípios de Içara, Jaguaruna, Araranguá e Sangão de Santa Catarina.

O efeito médio será de 14,38%, ficando em 12,47% para os consumidores residenciais; em 12,57% para os atendidos na baixa tensão e em 17,17%, para os da alta tensão. Os novos valores serão cobrados a partir do dia 29).

De acordo com a Aneel, pesaram no reajuste fatores ligados à prestação do serviço como aquisição de energia, transmissão de energia e pagamento de encargos setoriais.

“No caso da Cooperaliança, o maior impacto advém de componentes financeiros do processo tarifário anterior. É importante observar que, nos últimos 10 anos, as tarifas residenciais da Cooperaliança têm registrado variação menor do que a inflação calculada pelo IGP-M [Índice Geral de Preços de Mercado] e pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] no mesmo período”, explicou a Aneel.

FONTE – economia.uol.com.br

Aneel aprova reajuste médio de 24,42% para consumidores do interior de São Paulo

Reajuste pode ser aplicado nas tarifas da Elektro a partir do dia 27 de agosto. Empresa atende 223 cidades em São Paulo e 5 no Mato Grosso do Sul.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste tarifário médio de 24,42% para as tarifas da Elektro Eletricidade. A nova tarifa pode ser aplicada a partir do dia 27 de agosto.

Para os consumidores residenciais e comerciais atendidos em baixa tensão, o reajuste médio aprovado pela Aneel foi de 23,20%, já para os consumidores industriais o reajuste médio foi de 26,75%.

A Elektro atende 228 cidades: 223 em São Paulo e 5 no Mato Grosso do Sul. Ao todo, atende mais de 6 milhões de pessoas.

FONTE – g1.globo.com

Consumidores vão pagar R$ 1,4 bilhão a mais para cobrir déficit do setor elétrico – Solução: Energia Solar

Aneel abriu audiência pública para discutir a proposta. Valor servirá para cobrir orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e será cobrado na conta de luz.

Consumidores vão pagar R$ 1,4 bilhão a mais para cobrir déficit do setor elétrico

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs nesta terça-feira (7) uma revisão no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2018. A revisão vai significar um custo de R$ 1,446 bilhão para os consumidores, para abastecer o fundo do setor elétrico. O valor será repassado por meio da tarifa de energia, na conta de luz.

A proposta da Aneel ainda passará por audiência pública entre os dias 8 e 28 de agosto, mas o aumento da CDE já será repassado para as tarifas de energia que forem reajustadas a partir desta terça. A audiência servirá para que sejam discutidos detalhes do reajuste.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, afirmou que o reajuste impactará nos próximos processos tarifários. “Por exemplo, hoje nós já deliberamos dois processos. Ele [reajuste] já foi incorporado”, disse.

O fundo financia medidas como pagamento de indenizações a empresas; subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda; e compra de parte do combustível usado pelas termelétricas que geram energia para a região Norte do país e para programas como o Luz Para Todos.

O aumento foi proposto depois que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), responsável por administrar o fundo, verificou que o orçamento da CDE de 2018 seria insuficiente para pagar todas as despesas.

Reajustes

A nova despesa deve ser repassada para todas as tarifas que forem reajustadas ainda este ano. Para as empresas que já passaram por reajuste em 2018, o valor só será incluído na tarifa dos consumidores em 2019.

Um dos pontos que levou à previsão de déficit na CDE de 2018 foram os empréstimos dados às distribuidoras da Eletrobras que serão privatizadas.

Como a privatização das empresas atrasou – a única privatizada até o momento foi a do Piauí – o empréstimo dado às distribuidoras foi prorrogado, o que reduziu o repasse de recursos da Reserva Geral de Reversão (RGR) para a CDE, afetando o orçamento da conta.

Outro ponto de destaque foi o aumento na previsão de gastos com subsídios, como de consumidores de baixa renda e irrigantes. A previsão de gastos com esses descontos tarifários aumentou R$ 1,418 bilhão com relação ao orçamento original da CDE de 2018.

O custo total da Conta de Desenvolvimento Energético em 2018 atualmente é de R$ 18,8 bilhões, com a mudança o custo passará para R$ 19,6 bilhões, um aumento de R$ 783 milhões.

O valor que será pago pelos consumidores é maior do que o aumento da despesa total da CDE porque além de aumento das despesas, houve uma redução de algumas receitas, como os repasses da RGR.

Subsídios

Romeu Rufino afirmou que o aumento do gasto com descontos tarifários, os chamados subsídios, demonstra a necessidade de discutir esses benefícios que acabam pesando na conta de todos os brasileiros.

“Não é de hoje que estamos fazendo esse alerta. A questão do subsídio precisa ser repensada de uma forma mais ampla”, afirmou.

Nesta semana o Senado pode votar um projeto que facilita a privatização das distribuidoras de energia. Uma das emendas ao projeto, aprovada na Câmara, amplia, por exemplo, o alcance do desconto tarifário para os consumidores de baixa renda. O projeto garante gratuidade de tarifa de energia elétrica a famílias de baixa renda até o consumo mensal de 70 kilowatt/hora (kWh).

Essa gratuidade também será paga pela CDE, mas segundo Rufino, ainda é necessário a aprovação, sanção e regulamentação da mudança para que a Aneel avalie quando a medida terá impacto no fundo.

FONTE – g1.globo.com

Energia solar da ANEEL será inaugurada na próxima terça-feira (26/6)

Aquele ditado popular de que o exemplo tem que partir de dentro de casa se aplica ao projeto de eficiência energética que vem sendo implementado na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) desde 2014.

A partir de uma demanda da Diretoria, as áreas técnicas iniciaram um trabalho de melhoria da eficiência energética nas instalações da Agência. A primeira etapa desse projeto, a da usina fotovoltaica, será inaugurada na próxima terça-feira (26/6), às 11h, no prédio da ANEEL.

Trata-se da usina fotovoltaica de microgeração distribuída, que terá geração anual entre 650 MWh e 800 MWh, numa média de 710 MWh/ano. O objetivo é atender entre 18% e 20% do consumo anual da autarquia.

O investimento desta etapa é da ordem de R$ 1,8 milhão. As outras etapas do projeto, a de iluminação e a de climatização, ainda estão nas fases de implementação e licitação respectivamente.

A usina fotovoltaica conta com 1.760 painéis de 1,65m2, com potência instalada de 510,40 quilowatts-pico (kWp), que foram dispostos de forma a otimizar o aproveitamento do sol e evitar áreas sombreadas das edificações. A área total ocupada pelos módulos e pelos seus acessos será de 3.580 m2.

Cada conjunto de 96 módulos foi conectado em um inversor, e todos os inversores serão monitorados numa central de operação, com dados unificados. A energia gerada compensará o consumo do prédio da Agência pelo mecanismo do Sistema de Compensação de Energia¹ , no qual até a geração nos fins de semana poderá ser injetada na rede e depois devolvida para a Agência.

Usina Fotovoltaica Aneel

A realização do projeto de eficiência energética com a instalação da usina foi possível graças a elaboração de um contrato de desempenho, desenvolvido de forma pioneira dentro do setor público. O contrato permitiu a inclusão da obra dentro do Projeto de Eficiência Energética (PEE)² da Companhia Energética de Brasília (CEB).

O contrato adota o seguinte ciclo: a CEB aplica o dinheiro do PEE na usina solar da ANEEL e, à medida que a usina gera energia, a fatura de energia da autarquia diminui.

A Agência continuará pagando o restante da fatura até amortizar todo o investimento e quando o dinheiro voltar para a CEB ele será aplicado em outros projetos de eficiência energética, com retorno para todos os consumidores atendidos pela distribuidora.

O Superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética, Ailson de Souza Barbosa, disse que a ANEEL deu um grande exemplo para o setor elétrico e o setor público com a instalação da usina.

“A Agência mostrou que é possível implementar uma iniciativa que gera lucratividade e benefícios por várias décadas mesmo após a amortização do investimento. Além disso, existe o fator de inserção da eficiência energética na cultura das instituições públicas. Precisamos considerar esse elemento no nosso dia-a-dia, aplicar os recursos de forma objetiva e garantir uma economia real de energia”, ressaltou.

O prédio, construído em 1984, é composto por três blocos (H, I e J). No bloco H, funciona a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e nos blocos I e J, a ANEEL.

A energia da usina solar já está sendo produzida no bloco H e a previsão é que os blocos I e J também produzam até o final de julho. A Especialista em Regulação, Sheyla Maria das Neves, disse que, apesar de antigo, o prédio foi pensado de forma eficiente.

“ A disposição dos blocos permite que um faça sombra no outro e assim haja diminuição de carga térmica, além disso, a instalação de brises proporcionou uma diminuição da incidência solar. Tudo isso causou uma surpresa positiva e ajudará bastante na etiquetagem das instalações”, afirmou.

A edificação concorrerá à etiquetagem pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE. O objetivo é obter a Etiqueta A de Eficiência Energética, o que coloca o prédio e seus respectivos blocos como um exemplo de eficiência energética para prédios públicos.

FONTE – ambienteenergia.com.br

Mais de 3.000 novas conexões de geração distribuída são registradas

Aneel registra mais de 3.000 novas conexões de geração distribuída.

De janeiro a maio deste ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) registrou 3.565 novas conexões de geração distribuída – quando a energia elétrica é gerada nos centros de consumo, muitas vezes pelo próprio consumidor.

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Até maio, foram feitas 1.781 novas conexões, valor 6,5 superior ao mesmo período de 2015, quando foram feitas 272 conexões novas. Com as novas instalações, o País já gera, de forma distribuída, 29,7 Megawatts (MW), computa a Aneel.

Entre as energias renováveis mais utilizadas, a solar fotovoltaica é a fonte que mais se destaca, com 3.494 conexões, seguida pela energia eólica, com 37 conexões. Em termos de capacidade total instalada, a energia gerada pelo sol também saí na frente com 24,1 MW (mais de 80% do total), seguida pela energia hidráulica, com 2,5 MW. Em terceiro, o biogás soma 1,6 MW instalados.

A grande maioria das conexões de geração distribuída está nas residências. Segundo a Aneel, 79% das conexões de geração distribuída atendem a essa classe de consumo. Os comércios são responsáveis por 14% das conexões de geração distribuída no País.

Por Estado, Minas Gerais reúne o maior número de geradores distribuídos (859); seguido por São Paulo (479); Rio de Janeiro (381); e Rio Grande do Sul (369).

Geração de energia elétrica

Para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, o Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). Com R$ 100 bilhões em investimentos do ProGD, a previsão é que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas.

O Banco do Nordeste também lançou uma linha de crédito que ampliará ações de estímulo à geração distribuída. O financiamento utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e tem prazo de pagamento de até 12 anos, com um ano de carência.

O crédito do Banco do Nordeste é destinado a empresas agroindustriais, industriais, comerciais e de prestação de serviços, além de produtores rurais, cooperativas e associações beneficiadas ou não com recursos do FNE.

Fonte – Ambiente Energia

Aneel disponibiliza cartilha “Por Dentro da Conta de Luz”

Aneel disponibiliza cartilha “Por Dentro da Conta de Luz”

Está disponível na página eletrônica da ANEEL a 7ª edição da cartilha Por Dentro da Conta de Luz. A publicação tem como objetivo explicar, de maneira clara e didática, a composição das tarifas de energia elétrica e sua importância para garantir padrões de fornecimento e o equilíbrio econômico-financeiro das concessões.

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Além de detalhar os três mecanismos de atualização tarifária – reajuste anual, revisão tarifária periódica e revisão tarifária extraordinária –, a nova edição traz como principais novidades explicações sobre o sistema de bandeiras tarifárias e os fatores que fizeram as tarifas oscilarem nos últimos anos.

Clique aqui e acesse a cartilha.

Fonte – Ambiente Energia

Reajustes tarifários de cinco empresas do Grupo CPFL são aprovadas

Reajustes tarifários de cinco empresas do Grupo CPFL são aprovadas.conta-energia-eletrica

 

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou hoje (22/3) em reunião pública os reajustes tarifários das empresas Companhia Jaguari de Energia (CPFL Jaguari), Companhia Luz e Força Mococa (CPFL Mococa), Companhia Leste Paulista de Energia (CPFL Leste Paulista), Companhia Luz e Força Santa Cruz (CPFL Santa Cruz) e Companhia Sul Paulista de Energia (CPFL Sul Paulista). As novas tarifas entrarão em vigor a partir de hoje (22/3) e valerão para consumidores de municípios do interior de São Paulo.

A revisão reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica, em intervalo médio de quatro anos. Na revisão também são estabelecidos os limites de *DEC e **FEC da distribuidora para o período 2017 a 2020.

Confira abaixo os índices que serão aplicados às contas de luz dos consumidores residenciais dessas distribuidoras:

Empresa Consumidores residenciais – B1
Jaguari 17,12%
Mococa 4,72%
Leste Paulista 14,53%
Santa Cruz 13,36%
Sul Paulista 17,03%

 

Confira abaixo as médias dos índices de baixa e alta tensão:

Empresa Classe de Consumo – Consumidores cativos
Baixa tensão em média Alta tensão
em média (indústrias)
Média (Baixa Tensão e Alta Tensão)
Jaguari 17,14% 11,42% 13,25%
Mococa 4,99% 20,29% 9,02%
Leste Paulista 14,54% 10,27% 13,32%
Santa Cruz 13,35% -4,13% (redução) 7,15%
Sul Paulista 17,05% 6,33% 12,82%

 

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Mais informações sobre revisões tarifárias podem ser consultadas no endereço eletrônico www.aneel.gov.br, no link entendendo a tarifa.

Seguem na tabela abaixo as áreas atendidas e o número de unidades consumidoras das empresas.

Empresa Nº de unidades consumidoras Área atendida
Jaguari 38 mil Municípios paulistas de Jaguariúna e Pedreira
Mococa 45 mil Um município em São Paulo (Mococa) e três municípios em Minas Gerais
Leste Paulista 56 mil Municípios paulistas de São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Divinolândia, Casa Branca, Itobi, Tapiratiba e Caconde
Santa Cruz 204 mil 24 municípios do interior de São Paulo e três do Paraná
Sul Paulista 82 mil Municípios paulistas de Itapetininga, São Miguel Arcanjo, Guareí, Sarapuí e Alambari (SP)

Fonte –  assessoria de imprensa WEG.

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