Posts

Cooperativa de energia verde ganha programa inovação social da Schneider Electric

O projeto Coopérnico foi o projeto português vencedor desta edição, cuja missão é envolver os cidadãos e empresas na criação do novo paradigma energético – renovável e descentralizado – em benefício da sociedade e do meio ambiente juntando-se a 4 projetos de outros países.

O programa “Inovação Social para combater a pobreza energética” é uma iniciativa da Ashoka e da Fundação Schneider Electric, que conta com o apoio da Foundation de France em parceria com a Enel, cuja última edição foi lançada em meados de 2017 com o objetivo de identificar as 15 organizações mais inovadoras com projetos e soluções criativas para lidar com a pobreza energética e promover a sustentabilidade na Europa. No passado mês de maio, os vencedores da edição 2017-2018 reuniram-se em Roma para a Cimeira Final Europeia, na qual foram nomeados os 5 projetos com o maior impacto social, de 5 países diferentes, entre os quais se encontra o projeto português Coopérnico que tem como missão envolver os cidadãos e empresas na criação do novo paradigma energético – renovável e descentralizado – em benefício da sociedade e do meio ambiente.

Os 15 vencedores do programa são uma amostra, muito diversa, de inovadores sociais da Alemanha, Grécia, Itália, Portugal e Espanha, todos eles comprometidos numa luta contra a pobreza energética e a promoção da sustentabilidade nos seus países e na Europa. Os 15 vencedores participaram num processo intensivo de consultoria, de 12 semanas, que os ajudou a projetar uma estratégia efetiva para aumentar o seu impacto. Cada empreendedor social contou com o apoio de uma equipa de assessores e consultores qualificados, com um total de aproximadamente 300 horas de sessões de tutoria.

Durante o encontro em Roma, os empreendedores sociais apresentaram os seus projetos e os desenvolvimentos realizados durante as 12 semanas de acompanhamento e, posteriormente, tiveram a oportunidade de participar em quatro reuniões, individuais, com parceiros estratégicos que lhes forneceram feedbacks e sugestões sobre as suas estratégias.

Rita Marouço da Coopérnico, afirma que “Portugal tem o segundo preço mais caro da Europa, na compra de energia. Como cooperativa de energias renováveis, que alia à sua natureza social, o apoio a projetos de solidariedade, educacionais ou de proteção ambiental, é um orgulho para a Coopérnico estar no lote de vencedores dos melhores projetos a nível europeu para a Ashoka e para a Fundação Schneider Electric. Tentamos ter um papel na produção de energia nacional, através do desenvolvimento de projetos relacionais com energias renováveis, bem como, tentamos integrar mais energia renovável na rede elétrica portuguesa. Queremos continuar a construir um modelo energético renovável, justo e responsável que possa contribuir para um futuro social, ambiental e energeticamente sustentável.”

Durante o evento, a Fundação Schneider Electric e a Ashoka apresentaram, numa mesa redonda, as ações realizadas para promover a sustentabilidade e abordar a pobreza energética na Europa e onde se debateram as melhores práticas atuais, tendo como oradores: Gilles Vermot Desroches (Chief Sustainability Officer e General Delegate da Fundação Schneider Electric), Arnaud Mourot (Codirector da Ashoka Europa), Alessandro Valera (Director da Ashoka Italia), Bettina Mirabile (Enel, Sustainability Projects and Practice Sharing) e Marylin Smith (The Energy Action Project).

Os vencedores beneficiaram de incentivos financeiros e investimentos, competências técnicas e outras formas de apoio, em espécie, até um valor de 10.000 euros.

Os inovadores sociais vencedores foram:

  • De Portugal, Rita Marouço, da Coopérnico, uma cooperativa de energia verde que combina sustentabilidade, investimento ético e apoio social. Os seus membros investem, coletivamente, em projetos de energia solar que são propriedade da cooperativa e instalados nos telhados de organizações de apoio social, que muitas vezes lutam para conseguir cobrir os seus próprios custos energéticos.
  • De Espanha, Cecilia Foronda, Responsável de mudanças climáticas e energia da ECODES, uma organização que dirige o projeto “Nenhuma casa sem energia” que oferece uma solução tecnológica para superar a pobreza energética. Na sua página web, através de um questionário que permite avaliar a realidade social, de habitação e de controlo energético dos grupos mais desfavorecidos, é emitido um relatório, personalizado, com indicadores sobre como reduzir o seu consumo e custos energéticos. Também oferece um mapa interativo que permite a qualquer pessoa encontrar iniciativas e subsídios para lidar com a pobreza energética da sua zona.
  • Da Alemanha, Marlene Potthoff, Coordenadora do projeto Stromspar-Check” da Cáritas Alemã, uma iniciativa com a colaboração da Federação Alemã de Agências de Energia e Proteção Climática (eaD), que proporciona aconselhamento gratuito a agregados com baixos rendimentos na Alemanha, sobre como poupar água e energia. Ao sensibilizar para a poupança de energia a Stromspar-Check ajuda a prevenir cortes elétricos.
  • Da Grécia, Argyro Stavroulaki, Diretor adjunto da EKPIZO, uma associação de clientes, com o projeto “A qualidade de vida” para proteger os direitos dos consumidores e melhorar a sua qualidade de vida. O objetivo é estimular o governo e a Autoridade Reguladora de Energia a implementar a legislação nacional e da EU.
  • De Itália, Alberto Gastaldo, CEO da Energia Positiva, uma cooperativa que permite aos cidadãos converterem-se em prosumidores (produtores e consumidores) de diferentes sistemas de produção de energia limpa (por exemplo: fotovoltaica, eólica e hidroelétrica) e, portanto, diminuir os custos energéticos. O seu objetivo é proporcionar uma mudança na mentalidade dos consumidores, para adotarem um comportamento mais ecológico e alcançar uma massa crítica para a transição para as energias renováveis em Itália.

O segundo dia da Cimeira centrou-se, por completo nos inovadores sociais com o objetivo de criar e fomentar uma comunidade europeia de pessoas comprometidas numa luta contra a pobreza energética. Os representantes da Schneider Electric apresentaram o seu Programa de combate da pobreza energética e as diferentes ferramentas de suporte que estão à disposição dos inovadores sociais. De seguida, Marylin Smith da Energy Action Project (EnAct) apresentou o Observatório da pobreza energética da União Europeia e mostrou como criar uma comunidade europeia de empreendedores sociais focados nesta temática através das redes sociais. Por último, os vencedores da última edição mostraram os seus projetos e o apoio que receberam depois de terem sido selecionados. Por fim, Giulia Sergi da Ashoka Globalizer realizou um workshop sobre Smart Networking.

FONTE – bit.pt

Fronius lança máquina de soldagem de pequeno porte e mais resistente

A multinacional austríaca Fronius apresenta sua nova geração de máquinas de soldas Transpocket 150 e Transpocket 180

Elas possuem um design mais moderno e ergonômico, quando comparada a anterior, além de serem mais eficientes e fáceis na operação.

Por ter uma construção elétrica do tipo inversora tem um aproveitamento de mais de 90% em relação ao extraído da tomada e entregue durante a soldagem. Por este motivo também pode ser ligada em qualquer tomada doméstica, industrial ou até mesmo de um pequeno gerador sem causar sobrecarga na rede.

Dentre inúmeros benefícios, por se tratar de um inversor, ela garante as características perfeitas de soldagem para diversos tipos de eletrodos, propiciando regulagem mais rápida e precisa. Como resultado, a máquina oferece maior facilidade na abertura de arco, menos respingos além um arco voltaico extremamente estável.

O equipamento possui grau de proteção IP 23, isso significa que está protegido contra água aspergida a um ângulo de até 45 graus e contra objetos sólidos com Ø maior que 12mm. Ainda tem proteção reforçada nos cantos contra abrasão e pequenos impactos. Por serem resistentes são indicadas para canteiros de obras; construções; oficinas; depósitos e etc.

Segundo o gerente da Unidade de Negócio de Soldagem da Fronius, Cláudio Sá, estas ferramentas são ideais para aplicações que requerem mais praticidade, mobilidade e precisão.

“ Ela é leve, portátil, robusta e única disponível no mercado que solda eletrodo celulósico. Pode ser usada com TIG também e possui tecnologia Arc Force (recurso para facilitar abertura do arco em eletrodo no qual somente máquinas grandes possuem esta função no mercado), ” explica.

Sobre a Fronius

A Fronius do Brasil está de casa nova e totalmente tecnológica. Sua nova sede está localizada em São Bernardo do Campo (SP), próximo à rodovia dos Imigrantes e ao rodoanel, garantindo agilidade em seu atendimento aos clientes nos serviços de suporte técnico local, peças de reposição e treinamentos. Com mais de 20 anos no Brasil, a Fronius é composta de três unidades de negócios que estão de vento em popa: Energia Solar; Tecnologia de Soldagem e Carregadores de Baterias para todos os tipos de veículos e para centros de distribuição e por uma equipe de 70 profissionais extremamente competentes para atender em todo o país, através de mais 30 representantes e filiais por todo o país.

FONTE – segs.com.br

5 tendências em energia renovável para você ficar de olho

A queda nos custos de baterias para armazenamento de energia e seu uso proliferado devem pavimentar o caminho para um futuro de geração mais limpa, segundo relatório anual da Bloomberg New Energy Finance divulgado nesta semana, o New Energy Outlook (NEO).

Para atender às mudanças na demanda e no suprimento, o estudo prevê que o investimento global no aumento da capacidade de baterias chegará a US$ 548 bilhões até 2050.

O relatório mostra ainda que as fontes eólica e solar devem representar 50% da geração mundial até meados do século. Ao mesmo tempo, o poluente carvão deve encolher para apenas 11% da geração global de eletricidade no mesmo período.

Confira a seguir as tendências que prometem sacudir o tabuleiro energético mundial nos próximos anos, segundo o estudo da BNEF.
Baterias
A BNEF prevê que os preços da bateria de íon-lítio, que já caíram cerca de 80% por megawatt-hora desde 2010, continuarão a cair à medida que a produção de veículos elétricos aumente ao longo dos anos 2020.

O estudo estima que US$ 548 bilhões sejam investidos em baterias até 2050, dois terços disso conectados à rede e um terço instalado em residências e empresas.

Geração de baixo carbono
O mix de eólica e solar deverá representar quase 50% da geração de energia mundial até 2050 devido à redução drástica de custos dessas tecnologias e ao advento de baterias mais baratas, o que permitirá que a eletricidade seja armazenada e descarregada conforme a demanda.

Energia Eolica Aerogerador

Nas próximas três décadas, US$ 11,5 trilhões deverão ser investidos em nova capacidade de geração de energia, com US$ 8,4 trilhões deste total em eólica e solar, e outros US$ 1,5 trilhão em outras tecnologias de carbono zero, como hidrelétrica e nuclear.

Esse investimento produzirá um aumento de 17 vezes na capacidade solar fotovoltaica em todo o mundo e um aumento de seis vezes na capacidade de energia eólica.

Indústria do carvão
As perspectivas para a indústria do carvão não são nada animadoras. O estudo estima que a queima de carvão nas usinas cairá 56% entre 2017 e 2050.

Para os analistas da BNEF, essa queda oferece uma projeção mais otimista para as emissões de carbono do que o relatório do ano passado. O estudo prevê um aumento das emissões globais do setor elétrico de 2% em 2017 para um pico em 2027 e depois uma diminuição de 38% em 2050.

No entanto, isso ainda significaria que o setor energético global não cumpriria sua parte do esforço de manter os níveis globais de CO₂ abaixo de 450 partes por milhão, considerado suficiente para limitar o aumento da temperatura média global a dois graus centígrados e evitar as piores previsões das mudanças climáticas.

Gás
Já para o gás, o futuro é mais reconfortante. O papel do gás no mix de geração evoluirá, com aumento na construção e utilização de usinas elétricas para proporcionar suporte para as energias renováveis, em vez de produzir a chamada eletricidade de carga base ou contínua.

A BNEF estima que a geração a gás terá um aumento de 15%, entre 2017 e 2050, embora sua participação na eletricidade global caia de 21% para 15%.

Transporte eletrificado
O crescimento do setor de transportes elétricos também influenciará o tabuleiro energético mundial, representando 9% da demanda total até 2050.

Com base em outro estudo da BNEF, o Electric Vehicle Outlook, os veículos elétricos representariam 28% das vendas globais de carros novos até 2030 e 55% até 2040. Os ônibus elétricos devem dominar seu nicho, alcançando 84% de participação global até 2030.

Fonte: Exame

Matéria retirada do site – ambienteenergia.com.br

Governo assina protocolo de intenções que deve gerar 200 empregos na Paraíba

O governador Ricardo Coutinho assinou na tarde de ontem (3) um protocolo de intenções com a Empresa Angico Energias Renováveis para a construção de uma usina de energia solar, no município de Condado, com capacidade instalada de produção de 27 MW (megawatts).

A empresa deve gerar cerca de 200 empregos e tem expectativa de faturamento de mais de R$ 1,4 milhão no primeiro ano de operação na Paraíba.

Foto: Secom/PBFoto: Secom/PB

Participaram da audiência realizada na Granja Santana, na Capital, o secretário de Estado da Receita, Marconi Frazão; a presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), Tatiana Domiciano; o diretor da Angico Energias Renováveis, Rodrigo Alves Lima e outros representantes da empresa.

Durante a reunião, Ricardo enfatizou que a Paraíba tem um grande potencial para a energia eólica e solar, desta forma, as empresas que se instalam no estado têm uma possibilidade enorme de conquistarem êxito nos negócios.

“De nossa parte, estamos dando os incentivos necessários para que a empresa se instale aqui e possa crescer, gerando cada vez mais emprego e renda”, comentou.

De acordo com o diretor da Angico Energias Renováveis, Rodrigo Alves Lima, a reunião serviu para a formalização do compromisso  que a empresa tem com o Governo do Estado.

“Nosso empreendimento já está em fase avançada de instalação, devendo ficar concluído até setembro deste ano. A Paraíba é muito bem dotada de radiação e por isso está seguindo na vanguarda da atração de investimentos de energia renovável”, observou.

Segundo informações da Cinep, o Estado da Paraíba possui no total 31 empreendimentos em operação, gerando 776.679 kW de potência.

Está prevista para os próximos anos uma adição de 416.400 kW na capacidade de geração do estado, proveniente de quatro empreendimentos atualmente em construção e mais 10 com obras ainda não iniciadas.

FONTE – paraibaonline.com.br

Ceará terá condições diferenciadas em estrutura de energia

As perspectivas do Ceará na área de energia são promissoras. Com o resultado do Leilão Nacional de Transmissão de Energia, no dia 28 de junho, que envolve investimentos estimados de R$ 6 bilhões (dos quais R$ 1,3 bilhão no Ceará e no Rio Grande do Norte), um novo ambiente está sendo desenvolvido.

O coordenador do Núcleo de Energia da Fiec, Joaquim Rolim, acredita que o Ceará passará a ser um dos estados com melhores condições estruturais. Os projetos contratados, segundo ele, permitem a concretização de novos empreendimentos eólicos e solares em várias regiões (Aracati, Icapuí, Jaguaruna, Quixeré, Russas e Região Metropolitana de Fortaleza).

Conforme havia sido dito na coluna do último dia 30, existem várias ações em curso pelo governo do Estado, como os incentivos fiscais, a modernização do licenciamento ambiental e a realização de um Atlas Eólico e Solar.

Esse trabalho, somado a projetos de alto impacto das Rotas Estratégicas da Fiec, na visão de Rolim, permitirão aos empreendedores participarem dos leilões federais de energia com mais possibilidades de sucesso.

Diante disso, se desenha um novo mapa de produção de energia no estado.

Novo mapa do Estado

POTENCIAIS DE ENERGIA

A Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), juntamente com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Sindienergia e outras entidades, traça o potencial do Mapa Eletro-Geográfico do Ceará.

A expectativa é de que os novos projetos eólicos e solares possam ter as condições adequadas para serem executados em prazos inferiores aos contratados.

Joaquim Rolim ressalta que foi encaminhada pela Empresa de Pesquisa Energética do Ministério de Minas e Energia (EPE) a solução para a ampliação do atendimento à região Sul do estado. Nessa área, a Subestação Milagres requer ampliação de capacidade para novos projetos de energias renováveis.

“Existe uma proposta de ampliar as possibilidades de desenvolvimento para a região de Tauá, com a disponibilização de linhas de transmissão para aproveitamento do enorme potencial de geração de energia solar no eixo Tauá-Sobral”, acrescenta.

Placas

PORTO DO PECÉM DOBRA A MOVIMENTAÇÃO

Dobrou a movimentação de placas de aço através do Porto do Pecém no mês de junho. O volume embarcado superou em 110% a média apresentada no mesmo período em 2017. Foram exportadas 215.282 toneladas do produto.

Enel X

EFICIÊNCIA E MODERNIZAÇÃO NA OI

A Enel X (companhia do Grupo Enel da área de soluções em energia) concluiu pacote de eficiência e modernização de 57 prédios da Oi no Rio de Janeiro e no Ceará. Foram substituídos 62 mil pontos de iluminação por lâmpadas de LED. É calculada uma redução de 56,5% no consumo de energia nos prédios.

Clínica SIM

AMPLIAÇÃO: 15 UNIDADES NO NORDESTE

O time de investidores da Clínica SIM comemora o aporte de recursos da Monashees e Temasek, fundos de capital de risco internacionais, com um projeto de ampliação no Nordeste. A meta é chegar a 15 unidades na região, com expansões em Pernambuco e no Ceará. O grupo já abriu seleção para os setores administrativo e de saúde.

Air France-KLM

PROGRAMA DE FIDELIDADE

A Air France-KLM renovou seu programa de fidelidade. No Brasil haverá uma versão em português para os brasileiros. O novo modelo inclui uma conta em euros gastos nos bilhetes para o acúmulo de milhas.

Sertão Central

CONSTRUÇÃO DE CINCO GALPÕES INDUSTRIAIS

Empresas do setor calçadista serão beneficiadas pelo governo do Estado com a liberação de galpões com mil metros quadrados para a instalação de projetos. Prefeitos e representantes de Madalena, Banabuiú, Pedra Branca, Boa Viagem e Piquet Carneiro assinaram um memorando com a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) para viabilizar os contratos.

FONTE – opovo.com.br

Mobilidade elétrica e energia solar fotovoltaica

Rodrigo Sauaia, presidente Executivo da Absolar; Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar; e Adalberto Maluf, diretor da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) e Diretor de Marketing, Sustentabilidade e Novos Negócios da BYD Brasil

A mobilidade elétrica se tornou a maior tendência mundial da indústria automotiva e governos lideram essa agenda, ao promoverem projetos com veículos elétricos no transporte público, com o objetivo de reduzir custos, ruídos, poluentes e de contribuir para a melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos.

São muitas as vantagens para os consumidores. A energia elétrica é significativamente mais econômica e competitiva que os combustíveis fósseis. Enquanto a eficiência energética de um carro elétrico supera os 80%, carros a combustão não ultrapassam os 20%. Assim, a maior parte da energia é diretamente convertida em movimento, reduzindo perdas. Outra vantagem importante: carros elétricos possuem menos peças e têm menores custos de manutenção que veículos a combustão.

Não por acaso, as vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in saltaram de cerca de 22 mil (2009) para cerca de 750 mil (2016), um aumento de 133% ao ano. Somente em 2017, foram vendidos mais de 1 milhão de carros elétricos no mundo. O gráfico abaixo mostra este robusto crescimento em diferentes países e regiões do planeta.

Na China, maior mercado global de veículos a combustão, os veículos elétricos já representam 3% do mercado. Para 2018, o governo quer atingir 8% de elétricos no mercado do país.

Em países escandinavos, já nos primeiros meses de 2018, os elétricos detêm uma fatia superior a 30% de market share. A Agência Internacional de Energia (AIE) estima que, em 2030, cerca de 30% de todos os veículos vendidos no mundo serão elétricos. O forte aumento da demanda acelerará a queda dos preços destes veículos, tornando-os mais atrativos do que os tradicionais veículos a combustão.

As cidades chinesas começam a liderar essa agenda. Shenzhen, a capital das novas tecnologias da China, com 12 milhões de habitantes, surpreendeu o mundo ao anunciar que, ao final de 2017, havia transformado 100% da frota de ônibus da cidade em ônibus elétricos, com um total de 16.359 unidades. Além dos ônibus, toda a frota de veículos da polícia e dos correios da cidade, além de 12.518 táxis, são elétricos, um exemplo para o país e o mundo.

Na Europa, o processo se intensificou após o recente anúncio de medidas coordenadas de diferentes governos, para reduzir impostos e taxas, promover a infraestrutura de recarga, disponibilizar incentivos financeiros e proibir a venda de veículos a diesel num horizonte de médio prazo, entre outras.

Durante a COP21, Paris liderou a assinatura de medidas para promover energias renováveis e mobilidade elétrica em conjunto com 1.000 cidades do mundo. Paris, Milão, Oslo e Londres são exemplos: criaram zonas de baixa emissão nas cidades; estipularam metas de penetração entre 80% e 100% para frotas elétricas no transporte público até 2030; anunciaram incentivos financeiros para fomentar o setor, como a redução ou isenção das taxas de propriedade (IPVA), de circulação (pedágios), de estacionamentos; estabeleceram redução de impostos e subsídios diretos; entre outras medidas.

Alinhadas com esta tendência, as montadoras trabalham para liderar a transição: as principais fabricantes globais definiram data limite para que seus lançamentos sejam elétricos ou híbridos plug-in.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) acompanha de perto este avanço, acreditando na sinergia positiva entre a geração de energia limpa e renovável e a mobilidade elétrica sustentável. Em consonância com esta tendência global e nacional, o aumento da frota de veículos elétricos contribuirá, também, para a ampliação do uso da energia solar fotovoltaica, fonte renovável, limpa e sustentável que pode ser utilizada para recarregar os veículos elétricos diretamente em coberturas, telhados e fachadas de estacionamentos, garagens, residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e propriedades rurais.

De forma ainda tímida, o Brasil começa a se inserir neste cenário global e algumas cidades e estados brasileiros estão tomando a dianteira para acelerar o desenvolvimento dos veículos elétricos sustentáveis. São Paulo, por exemplo, deverá lançar, em breve, sua primeira frota de ônibus elétricos, abastecidos por energia elétrica produzida pela fonte solar fotovoltaica. Boa notícia para os paulistanos, mas e o restante do País?

Desse modo, para que o Brasil avance de forma mais robusta e estruturada rumo ao futuro, cada vez mais próximo, da mobilidade elétrica competitiva e sustentável, movida a energia solar fotovoltaica, é preciso que o Governo Federal assuma o seu papel de planejador e desenvolvedor deste setor e não deixe esta oportunidade única escapar.

A exemplo da China e dos países e cidades europeias, que já demonstraram seu compromisso com esta transformação positiva da mobilidade, o Brasil precisa construir uma estratégia robusta para promover um ambiente de negócios favorável ao crescimento dos veículos elétricos. Precisamos de políticas, programas, metas e incentivos que estimulem e catalisem o mercado, em linha com os interesses e anseios da população brasileira, cada vez mais preocupada com economia, praticidade e sustentabilidade.

FONTE – portogente.com.br

Empresários franceses debatem uso da energia solar fotovoltaica no Brasil

Nesta terça (03), Ricardo Barros, da ABSOLAR, se reúne em SP com representantes da Câmara Francesa de Comércio

O encontro vai reunir empresários franceses e brasileiros e também contará com as presenças de Fernanda de Assis e Márcia Andrade, presidente e vice-presidente da Comissão de Infraestrutura da CCIFB-SP.O encontro vai reunir empresários franceses e brasileiros e também contará com as presenças de Fernanda de Assis e Márcia Andrade, presidente e vice-presidente da Comissão de Infraestrutura da CCIFB-SP. – (Foto: Divulgação)

A Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP) vai debater amanhã, terça-feira (03/07), o panorama e os desafios da energia solar fotovoltaica no Brasil e no Mundo. O palestrante será Ricardo Barros, Vice-Presidente de Energia Centralizada, no conselho consultivo da ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar.

O encontro vai reunir empresários franceses e brasileiros e também contará com as presenças de Fernanda de Assis e Márcia Andrade, presidente e vice-presidente da Comissão de Infraestrutura da CCIFB-SP.

Executivos chineses visitam área e elaboram projeto de geração de energia solar no Nortão

O grupo de investidores chineses já esteve em Peixoto de Azevedo (197 quilômetros de Sinop) e analisou a área onde será implantado o projeto de geração inicial de um megawatts de energia através de placas solares. De acordo com o prefeito Maurício Ferreira de Souza (PSDB), os custos ainda não foram divulgados, mas a previsão inicial era de investir cerca de R$ 1 milhão pelos executivos.

“Eles fizeram o levantamento dos dados da área e na próxima semana devemos estar em Cuiabá pessoal do Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso (MT FOMENTO), que é quem trouxe esses investidores para o Estado. Sabemos que o orçamento está pronto, mas ainda não tivemos acesso”, disse.

A usina solar será montada em parceria da prefeitura com Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) e os garimpeiros consumirão boa parte da produção energética e outra parte será disponibilizada na rede da concessionária e, com isso, ocorre uma compensação.

Conforme Só Notícias já informou, a intenção da prefeitura é aplicar as placas solares para gerar energia no hospital regional que gasta em média R$ 30 mil por mês. “Eles vão desenvolver um projeto para colocar essas placas na cobertura do hospital também. Poderá gerar até 500 Kva. Isso iria zerar praticamente o consumo da unidade”, declarou o prefeito.

FONTE – sonoticias.com.br

Com energia solar, Parque Infantil Sustentável é inaugurado na orla da Ponta Verde

Por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds), o Prefeito Rui Palmeira entregou, nesta terça-feira (3), o terceiro Parque Infantil Sustentável de Maceió, que foi instalado na orla da Ponta Verde. A população já conta com outros dois parques, um também na Ponta Verde e outro na Pajuçara.

A estruturação do espaço, que servirá de lazer para as crianças, também foi viabilizada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Maceió com o Hotel Ponta Verde e Maceió Mar Hotel, que também financiaram a iniciativa. O parque conta com brinquedos de madeira de eucalipto, que, segundo especialistas, possuem durabilidade de cerca de 10 anos, se bem cuidadas.

O prefeito Rui Palmeira destacou a parceria público-privada como um dos pontos fundamentais para a existência do parque. “A prefeitura apenas cedeu o espaço, sem custos, e é um empreendimento público que queremos levar para outras partes da cidade, e para isso queremos o apoio do empresariado maceioense para que possamos ter mais espaços como esse em outros pontos de Maceió”, pontuou. “Minhas filhas mesmo, já estiveram aqui e agora estão chorando em casa querendo vir”, brincou o prefeito.

Como de costume, Palmeira fez apelo para que a população também cuide do parque para garantir a durabilidade do local. “Infelizmente ainda sofremos muito com o vandalismo que acontece em diversos pontos, como praças e outras áreas públicas da cidade. Nós pedimos para que a população, além de cuidar, denuncie as ações de depredação que forem presenciadas”, concluiu.

A empresária Ely Simone elogiou a iniciativa e contou que já frequentava o parque com os netos mesmo durante o período de instalação. “Eu moro um pouco distante e lá não tem esse espaço. Faz muita falta ter um local e nosso prédio não oferece isso para a gente. É um lugar onde a gente vem para esse momento deles, para que eles não fiquem apenas dentro do apartamento”, vibrou.

Foto: Victor Leahy/Alagoas 24 Horas

Energia Solar

Apesar de ser o terceiro Parque Infantil Sustentável, esta é a primeira iniciativa que conta com uma placa de energia solar, localizada no topo de um dos brinquedos. A placa, junto a uma bateria, garantirá que as pessoas possam carregar os telefones móveis no espaço público, tanto de dia, quanto à noite. A manutenção de todo o espaço fica sob responsabilidade da Prefeitura de Maceió.

FONTE – alagoas24horas.com.br

Benefícios de utilizar energia solar no Brasil

Benefícios de utilizar energia solar no Brasil

A geração de energia solar vem crescendo muito no mundo, e no Brasil não é diferente. Apesar de ainda estar muito aquém da sua capacidade, o Brasil já alcançou 1 gigawatt em capacidade instalada.

O governo brasileiro pretende investir mais um pouco nesse tipo de energia, mas sua meta não passa de 2 gigawatts de capacidade até 2023. Mesmo assim, o mercado é otimista e aposta na tendência da geração da energia solar renovável.

O Brasil é um dos maiores potenciais de produção de energia solar do mundo, pois recebe todos os anos altos índices de radiação solar. E a tendência é que essa vantagem seja melhor aproveitada futuramente.

A utilização da energia solar fotovoltaica pode oferecer diversos benefícios para os brasileiros. Regiões do país que sofrem com secas têm despesas com energia elétrica muito onerosas para o consumidor.

Isso se deve ao fato de, durante períodos de estiagem, os níveis das hidrelétricas ficam menores. E as hidrelétricas são a principal matriz energética brasileira atualmente. Quando isso acontece, o governo recorre a termelétricas, que utiliza combustíveis mais caros. E uma forma de contornar isso é investir em energia solar, o que pode beneficiar o país inteiro.

Outro motivo para investir em energia solar é o fato de o Brasil ter uma das maiores jazidas de quartzo do mundo, de onde se extrai o silício usado nas placas solares.

Hoje são cerca de 20.000 mil sistemas fotovoltaicos operando no Brasil e a tendência é crescer, devido ao grande investimento de empresas privadas.

FONTE – segs.com.br