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Enel Brasil tem novo comando

A italiana Enel Brasil tem novo gestor. O topo do organograma agora é ocupado pelo italiano Nicola Cotugno, ex Country Manager da Enel Chile. Ele assume como Country Manager da Enel no Brasil a partir do dia 31. Sob seu comando está a Enel Distribuição Ceará, a antiga Coelce, cujos investimentos no Estado este ano chegam a R$ 102 milhões.

Nicola assume no lugar de Carlo Zorzoli,  à frente da Enel Brasil desde abril de 2016. Zorzoli voltará à Itália para assumir um novo cargo no Grupo, como Responsável Global de Desenvolvimento de Negócios na Enel Green Power.

Em tempo: após oito meses de impasse entre a Petrobras e a Enel, o Governo decidiu repassar aos consumidores o aumento do custo do gás para abastecer a usina Termofortaleza. Uma portaria publicada na edição desta segunda-feira, 1º, do Diário Oficial da União autoriza o acionamento da termelétrica por 90 dias em condições excepcionais, descritas no documento.

Quem é o novo CEO no Brasil

Antes de ir para a Enel Chile há cerca de dois anos, Nicola foi CEO da Slovenské elektrárne (Eslováquia), onde também atuou como Chefe de Operações e responsável pela área de Geração e Gestão de Energia.

Entre 2000 e 2007, ocupou vários cargos em Gestão de Energia e Geração na Enel na Itália e na Espanha. O executivo é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Sapienza de Roma (Itália) e tem especialização em Negócios pelo INSEAD (França).

O CEO que sai

Foi sob o capacete de Carlo Zorzoli que a Enel se tornou a maior empresa de energia do País, após a aquisição da Eletropaulo  este ano e da Enel Distribuição Goiás em 2017.

O número de clientes da Enel no país hoje chega a 17 milhões. Dez milhões a mais. A marca faz da companhia a maior empresa de distribuição no Brasil em número de clientes.

O comando da italiana destacou em nota o papel de Zorzoli no crescimento das energias renováveis. A Enel Green Power aumentou a capacidade hídrica com a conquista da concessão da usina hidrelétrica de Volta Grande (MG) e com o início da operação do complexo Apiacás (MT).

Em 2017, a Enel Green Power também se tornou a maior geradora de energia solar e eólica do Brasil em capacidade instalada e portfólio de projetos.

FONTE – blogs.opovo.com.br

Governo brasileiro destina cerca de 49 milhões para energias renováveis

O Governo brasileiro liderado por Michel Temer anunciou na quinta-feira um novo financiamento para a instalação de energias renováveis no valor de 228 milhões de reais (cerca de 49 milhões de euros).

Particulares e microempresas de todo o país poderão candidatar-se ao financiamento proveniente do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

A iniciativa foi anunciada pelo Presidente do Brasil, Michel Temer, pelos ministros Edson Duarte (Meio Ambiente), Esteves Colnago Junior (Planeamento) e Moreira Franco (Minas e Energia), e pelo presidente do Banco de Desenvolvimento, Económico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira.

O ministro do Ambiente brasileiro enfatizou que esta linha de crédito é a consolidação do compromisso do país no combate às mudanças climáticas.

“Ao apostar nas energias renováveis, o Brasil aposta numa economia de baixo carbono e antecipa-se ao futuro”, afirmou Edson Duarte.

Já o responsável pela pasta da Energia destacou a importância das fontes energéticas renováveis para o financiamento do setor elétrico brasileiro.

“Estamos a permitir que as pessoas tenham acesso a energia de qualidade, limpa e a um preço justo”, disse o ministro Moreira Franco.

A expectativa é que o mercado energético chegue até às 18 mil instalações de painéis solares em pequenas propriedades, principalmente nas zonas rurais, segundo o comunicado.

Além de integrar propriedades mais isoladas do sistema energético, o financiamento em causa tem o potencial de gerar receitas em serviços de instalação e manutenção dos equipamentos.

“Estudos mostram que a cadeia produtiva de energia solar pode ser até três vezes maior comparativamente com a de combustível fóssil”, afirmou o ministro do Meio Ambiente.

O Fundo Clima irá contar ainda com uma redução da taxa de juros para quem apostar em energias renováveis, sendo que esta será de 4% para quem tem uma renda anual de até 90 mil reais (cerca de 12 mil euros). Para rendimentos anuais superiores a 90 mil reais, a taxa será de 4,5%.

FONTE – dn.pt

Cresce a geração solar no Brasil e setor se movimenta para tratar da reciclagem de equipamentos

O setor brasileiro de energia solar fotovoltaica tem conquistado alguns importantes avanços, mas ainda espera condições mais favoráveis para um desenvolvimento pleno. Recentemente, o Brasil atingiu a nova marca de 350 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar. Apesar de considerar um feito importante, o CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, enxerga potencial para um crescimento ainda maior. “Nosso país tem pouco menos de 40 mil sistemas de pequeno porte. Enquanto isso, existem países que já passaram a barreira de 1 milhão e outros estão chegando a marca de 2 milhões”, afirmou. Ele também cita que o Brasil está começando a fabricar equipamentos fotovoltaicos, mas que as empresas precisam de maior incentivo. “Ainda existe uma carga tributária elevada e injusta sobre os insumos produtivos”, revela. Sauaia também falou sobre como o setor vai tratar a questão ambiental e a sustentabilidade. “O setor tem um programa internacional de reciclagem, que demonstra que é possível reciclar 96% dos componentes de um equipamento fotovoltaico”, respondeu ao ser questionado sobre o destino dos módulos após o fim da vida útil.

O que tem ajudado no crescimento da solar no Brasil?

São alguns os fatores principais que permitiram o Brasil atingir esta marca de 350 MW. O primeiro deles está relacionado ao preço da energia solar fotovoltaica. Na última década, a tecnologia se tornou 80% mais barata. Isso é um grande ganho de competitividade, o que fez que a fonte se tornasse mais acessível para a população, empresas e governos.

O segundo fator importante foi o aumento da tarifa de energia elétrica, que tem aumentado significativamente e pesado no bolso da população, a taxas bastantes superiores a inflação. Para se ter ideia, no ano passado, a inflação média foi de 2,95% ao ano, enquanto a energia elétrica aumentou 10% no ano. Em 2018, os especialistas projetam que o reajuste da energia elétrica vai ser entre 10% e 15%, em média. Em alguns estados, esse reajuste é ainda maior. Minas Gerais teve um acréscimo de 25% de reajuste neste ano. Tudo isso pressiona os consumidores a buscarem alternativas e formas de economizar.

Qual o papel dos consumidores domésticos na expansão da solar? Eles tem liderado esse crescimento?

Se pelo número de unidades consumidoras quem tem liderado é o segmento que chamamos de residencial, por outro lado, quando olhamos para o volume de investimento e potência instalada, o primeiro lugar é das empresas de comércio e prestação de serviços, que representam quase 44% de todos os investimentos e potência instalada. Esses dois segmentos [comercial e residencial] juntos, assim como o de micro e pequenas indústrias, são aqueles que pagam a energia elétrica mais cara do Brasil. E, portanto, devem continuar liderando o uso da energia solar fotovoltaica.

O pequeno produtor rural também aparece nessa lista, mas ele tem algumas características um pouco diferentes. Normalmente, a energia no meio rural tem um valor mais baixo. Outros fatores, além do econômico, levam o produtor a se preocupar bastante com a geração da sua própria energia. Muitas vezes, para levar energia a uma região onde não há acesso de eletricidade, eles podem usar a solar fotovoltaica para maior estabilidade no suprimento de energia.

Qual o tempo de vida útil dos sistemas fotovoltaicos?

A validade é indeterminada, na verdade. Não existe uma validade final do sistema. O que existe é uma garantia de performance dos equipamentos de 25 anos. Passado esse prazo, o sistema ainda vai gerar, aproximadamente, 80% da sua energia em relação ao primeiro ano de geração. O sistema não para de funcionar, ele continua operando, mas passa a gerar um pouco menos de energia. Isto é muito positivo e mostra que o sistema fotovoltaico é um bem durável de excelente vida útil, sem partes móveis, ausência de necessidade de graxa e com baixíssima manutenção.

O crescimento da energia solar é importante para a matriz energética brasileira. Mas como funciona o descarte destes módulos?

O setor solar fotovoltaico já nasceu com a preocupação com a sustentabilidade, desde sua estruturação. Por conta disso, o setor é baseado em elementos químicos e matérias-primas abundantes. Não existe risco de faltar material. O silício, por exemplo, que é o principal componente ativo de um sistema fotovoltaico tradicional, é o segundo elemento mais abundante da crosta terrestre. Ele é um elemento inerte, não gera prejuízo ao meio ambiente. O nosso setor também trabalha com uma visão de que, ao final da vida útil do sistema, ele continua tendo um valor muito importante. O setor tem um programa internacional de reciclagem, que demonstra que é possível reciclar 96% dos componentes de um equipamento fotovoltaico. Além disso, existem empresas no setor que já estão trabalhando com o conceito de produção circular. Já temos dois dos principais fabricantes mundiais de equipamentos fotovoltaicos que já estão fazendo isso, trabalhando com essa visão. Ao final da vida útil deste equipamento, ele é recolhido e volta ao processo produtivo para, a partir de então, ser desenvolvido um novo equipamento.

E quais os principais desafios que precisam ser superados para o desenvolvimento do mercado?

Nós comemoramos a marca dos 350 MW, é um dado importante. Mas, sendo bastante objetivo, o Brasil está atrasado no uso da energia solar fotovoltaica. Nosso país tem pouco menos de 40 mil sistemas de pequeno porte. Enquanto isso, existem países que já passaram a barreira de 1 milhão e outros estão chegando a marca de 2 milhões de sistemas fotovoltaicos operacionais.

Para que possamos acelerar esse processo, a Absolar tem recomendado que o governo federal desenvolva uma meta de Estado, entre 1 milhão e 2 milhões de telhados fotovoltaicos operacionais, ao longo dos próximos quatro anos de governo. A boa notícia é que temos vistos diferentes candidatos sinalizando que o tema está começando a entrar em seus radares. O Brasil está começando a acordar para este assunto.

Além disso, nós precisamos também de melhores condições de financiamento para a energia solar fotovoltaica, que ainda hoje tem poucas alternativas de crédito, especialmente para as pessoas físicas. Vimos que as residências já perderam sua liderança para comércio e serviços. Um dos fatores para isso é justamente porque as empresas conseguem acessar crédito em condições melhores do que as pessoas físicas. Isso acaba sendo um desincentivo para a pessoa física investir em energia solar. Isso precisa ser corrigido.

E quanto à questão de impostos?

Existe uma carga tributária muito elevada sobre a energia solar fotovoltaica, tanto sobre os equipamentos quanto sobre a energia. Ainda existem impostos sobre a energia para sistemas de porte um pouco maior. A Absolar tem trabalhado para mobilizar tanto os governos estaduais quanto o governo federal para racionalizar a carta tributária sobre a energia fotovoltaica.

O Brasil já está começando a fabricar equipamentos fotovoltaicos. Já são 30 fabricantes nacionais produzindo e gerando empregos na área industrial brasileira. Falta ainda um olhar do governo para que tenhamos mais competitividade na cadeia nacional. Ainda existe uma carga tributária elevada e injusta sobre os insumos produtivos (as matérias-primas). Então, o governo precisa corrigir esse desajuste, sob o risco de acabar desmotivando a produção de equipamentos no Brasil. Somos o único país da América do Sul que tem escala e condições de se tornar uma liderança regional na fabricação de equipamentos fotovoltaicos.

FONTE – opetroleo.com.br

Brasil deve ampliar capacidade de energia solar em 115% em 2018, diz associação

O impulso à fonte, que apesar de um enorme potencial representa 0,8% na capacidade do país, deve vir tanto da construção de grandes parques fotovoltaicos quanto de instalações menores.

A capacidade instalada em energia solar no Brasil deve fechar o ano perto de 2,5 gigawatts, um salto de cerca de 115% ante a marca de 1,15 gigawatt no final de 2017, projetou nesta quarta-feira (29) a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

O impulso à fonte, que apesar de um enorme potencial representa apenas 0,8% na capacidade do país, dominada por hidrelétricas e com crescente participação de térmicas e eólicas, deve vir tanto da construção de grandes parques fotovoltaicos quanto de instalações menores, em telhados.

Placas de energia solar podem ser instaladas em residências familiares (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Placas de energia solar podem ser instaladas em residências familiares (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Esses sistemas de pequeno porte, conhecidos como geração distribuída, inclusive, devem crescer em ritmo um pouco mais acelerado que a capacidade das grandes usinas em 2018, segundo a Absolar, que vê o país fechar o ano com 410 megawatts em energia solar distribuída, alta de 124% ante 2017.

Já as grandes plantas solares devem somar 2,06 gigawatts até o fim do ano, uma expansão de 114%, segundo a associação, que apresentou suas previsões atualizadas em uma conferência do setor em São Paulo.

Os principais fatores que têm puxado o acelerado crescimento das pequenas instalações de energia solar em residências, comércios e indústrias são a disparada das tarifas de energia nos últimos anos e a significativa queda nos preços dos equipamentos de geração, a maior parte importada da China.

O custo no Brasil de um sistema de até 5 kilowatts-pico caiu quase 30% entre 2013 e 2017, de acordo com levantamento do Instituto Ideal, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Segundo o diretor de estudos de energia da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amílcar Guerreiro, a expansão solar tem à sua disposição no país um universo de cerca de 50,7 milhões de residências –em uma projeção conservadora, sem contar edifícios – ou 3,9 bilhões de metros quadrados em telhados que podem ser cobertos por placas fotovoltaicas.

Isso seria suficiente para produzir energia equivalente a duas vezes o consumo residencial atual no país.

Ele estimou, no entanto, que a geração distribuída como um todo no Brasil, incluindo uma participação menor de outras fontes, deve alcançar cerca de 3% da geração total de energia em 2027.

Apesar da pequena parcela final, isso representaria um crescimento médio de 143% ao ano na tecnologia.

O potencial de crescimento da geração solar no Brasil tem atraído grandes fornecedores internacionais do segmento. A chinesa BYD e a canadense Canadian Solar abriram fábricas locais, enquanto fabricantes como as chinesas Trina Solar, JA Solar, Yingli Solar e outras abriram escritórios no país para importar equipamentos.

Demanta atrapalha

Um plano de longo prazo da EPE para o setor de energia a ser divulgado no próximo mês, o chamado Plano Decenal, apontará para uma perspectiva de que as usinas solares de grande porte alcancem quase 5% do parque gerador do país em 2027.

Segundo Guerreiro, o crescimento poderia ser ainda maior, dado o potencial, mas será limitado pelo desempenho da economia brasileira, que tem puxado para baixo expectativas de demanda por eletricidade.

As baixas projeções de demanda, inclusive, justificaram uma escolha do governo de não autorizar a contratação de mais usinas solares em um leilão para novos projetos agendado para sexta-feira, o chamado A-6, segundo Guerreiro.

“Temos mais um ano com o mercado ‘andando de lado’… a demanda ainda não está reagindo. A gente espera que reaja”, disse.

Outro fator que impacta o ritmo de expansão da fonte é a necessidade de complementação, uma vez que a geração solar se concentra durante o dia e varia com o clima.

Segundo Guerreiro, isso deve exigir cerca de 13 gigawatts até 2017 em alternativas para ajudar no controle da operação do sistema elétrico, como térmicas de partida rápida, hidrelétricas reversíveis, que podem guardar energia, e até mesmo baterias para armazenamento.

“A gente quer ter penetração de renováveis, é importante, mas a gente tem que preparar o sistema para recebê-las”, afirmou.

A EPE prevê no PDE 2027 que renováveis, incluindo eólicas, solares e à biomassa, devem chegar a quase 61 gigawatts em capacidade em 2027, quase dobrando os atuais 33,4 gigawatts e chegando a 30% da matriz, ante 21% atuais.

As hidrelétricas, por sua vez, perderão espaço – embora devam chegar a 110,5 gigawatts, ante 102 gigawatts hoje, a participação cairá de 64,4% para 53,5%.

FONTE – g1.globo.com

Brasil alcança marca histórica de 250 MW de potência, em energia solar fotovoltaica

O Brasil acaba de atingir o registro histórico de 250 megawatts (MW) de potência de energia solar fotovoltaica com instalações de sistemas de microgeração e minigeração compartilhada em locais como: casas, empresas, comércios, prédios públicos e até mesmo em zonas rurais. A informação foi transmitida pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Uma análise desenvolvida pela ABSOLAR mostrou que a energia solar fotovoltaica, ou seja, a transformação direta de raios solares em energia elétrica renovável, sustentável e limpa, está na liderança do segmento de microgeração e minigeração compartilhada, com mais de 99,3% das instalações do País.

Na publicação da ABSOLAR, também foram divulgados dados que mostram os números de sistemas instalados, sendo, no topo da lista: (77,4%) representado por clientes residenciais. Logo em seguida, (16%) por empresas dos setores de comércio e serviços, (3,2%) clientes rurais, (2,4%) indústrias, (0,8%) poder público e outros tipos, como serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,03%).

Os consumidores dos setores de comércio e serviços comandam o uso da energia solar fotovoltaica, em potência, com 42,8% das instalações no País, seguido por clientes residenciais (39,1%), indústrias (8,1%), clientes rurais (5,6%), poder público (3,7%) e outros tipos, como serviços públicos (0,6%). De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, o Brasil possui, até o momento, 27.803 sistemas solares ligados à rede. Com isso, a fonte solar leva economia e sustentabilidade ambiental a 32.924 consumidores, totalizando mais de R$ 1,9 bilhões em aplicações desde o ano de 2012, distribuídos por todo o território do Brasil.

Pesquisas apontam 10 estados brasileiros com as maiores potências instaladas: 1º Minas Gerais – 35.499,60 kW; 2º Ceará – 20.619,47 kW; 3º Rio Grande do Sul – 19.285,79 kW; 4º São Paulo – 16.845,69 kW; 5º Rio de Janeiro – 12.680,80 kW; 6º Santa Catarina – 9.895,65 kW; 7º Paraná – 8.363,13 kW; 8º Mato Grosso – 6.855,06 kW; 9º Pernambuco – 4.539,57 kW; 10º Goiás – 3.938,30 kW.

No início deste ano, foi divulgado que o Brasil superou a marca registrada de 1 gigawatt de potência máxima instalada em geração de energia solar. A partir deste fato, o Brasil passou a fazer parte do grupo dos 30 principais países que mais utilizam a energia solar fotovoltaica em sua matriz energética. O Brasil vem crescendo muito em comparação aos outros países em desenvolvimento e investimento de energia solar.

Até junho de 2018, dados mostraram que o setor de energia solar no Brasil possuía 30.686 sistemas fotovoltaicos instalados que, junto às usinas solares, totalizavam 1,5 GW de capacidade instalada. As estatísticas da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) estimam que até o ano de 2024 mais de 1 milhão de consumidores devem passar a gerar a própria energia.

O projeto da ANEEL para um futuro próximo é ter um crescimento de 800% no número de novas conexões de geração distribuída, somando todas as fontes renováveis de energia, como a solar, biomassa, eólica e hidráulica. Para saber mais sobre energia solar, financiamento para energia solar, placa solar e painel solar, acesse o Portal Solar.

FONTE – exame.abril.com.br

Brasil bate recorde em geração de energia solar

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A energia solar está cada vez mais presente no campo. A produção em propriedades agrícolas cresceu 90% no ano passado e já dobrou de tamanho em 2018. O sistema funciona integrado à rede convencional de energia. Toda a eletricidade que não é usada ainda pode ser vendida.

Fonte: SBT Jornalismo
Retirado do site – agrosoft.org.br

Brasil bate recorde em geração de energia solar

A redução no preço para instalar os painéis fez saltar o número de casas, pequenos comércios e chácaras que adotaram o sistema

A energia solar está cada vez mais presente no campo. A produção em propriedades agrícolas cresceu 90% no ano passado e já dobrou de tamanho em 2018. O sistema funciona integrado à rede convencional de energia. Toda a eletricidade que não é usada ainda pode ser vendida.

O preço para ter energia solar não é baixo. Entre o projeto e a compra de equipamentos, o investimento é de cerca de R$ 100 mil. O custo, contudo, varia de acordo com o consumo de energia. Em pequenas residências, por exemplo, pode ser em torno de R$ 20 mil.

O investimento se paga entre quatro e dez anos. Mas o tempo pode ser menor, já que a tarifa de energia não para de subir. Nos últimos meses, o reajuste foi de mais de 18%. E é o preço da conta que leva cada vez mais pessoas a procurarem empresas especializadas na captação de energia solar. (Veja o Vídeo)

FONTE – sbt.com.br

SICREDI FRONTEIRAS: Energia solar se torna acessível e chega aos lares e empresas

sicredi fronteiras 24 05 2018

Um país com grande território, com o sol à pino de um lado ao outro, iluminando as lavouras, os campos, as festas e milhares de casas…Os especialistas já comprovaram. O Brasil possui um grande potencial para gerar eletricidade a partir do sol. Só para se ter uma ideia, no local menos ensolarado no Brasil é possível gerar mais eletricidade solar do que no local mais ensolarado da Alemanha, que é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica (FV).

Acessível – A tecnologia, antes rara e cara, agora tornou-se próxima e acessível a todos. Na sincronia de oferta e demanda, as estimativas apontam um grande crescimento no setor, para os próximos anos.

Incidência – Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, diariamente incide entre 4.444 Wh/m² a 5.483 Wh/m² no país. Até o início de 2018, o setor de energia solar no Brasil possuía 20.897 sistemas fotovoltaicos instalados. As previsões do setor apontam que em 2024 o Brasil terá aproximadamente 887 mil sistemas de energia solar (On Grid) instalados por todo território brasileiro.

Vantagem – O benefício da economia e redução de quase todo o custo nas contas de energia elétrica é certamente a principal vantagem para todos os consumidores que adquirem um sistema de energia solar no Brasil.

Conexão – Isso porque, através das regras da geração própria de energia, o consumidor que instala um sistema tem a opção de conectá-lo na rede elétrica da distribuidora local e passar a fazer a troca da energia gerada pela energia consumida da mesma.

Economia – Assim, toda a energia consumida em sua casa passa a vir, direta ou indiretamente, do seu sistema, conseguindo economizar então até 95% na conta de energia elétrica.

Retorno financeiro – Os sistemas residenciais, hoje em dia, oferecem um retorno financeiro sob o investimento muitas vezes acima de investimentos comuns na vida do brasileiro, como fundos de renda fixa, tesouro direto, e caderneta de poupança.

Investimento – O comerciante José Carlos Dias, de 54 anos, investiu R$ 42 mil em um Sistema de Energia Solar, que dará sustentabilidade e segurança para seu negócio e sua família. “Estou muito feliz com este investimento. Acredito que esta seja uma inovação que chegou para ficar e mudar a vida das pessoas, como foi o surgimento da energia elétrica, no início do século 20. Visitei outras pessoas que já instalaram os equipamentos de geração de energia solar, obtive informações e convenci-me de que era o melhor. Então, procurei a minha agência do Sicredi, em Barracão, contratei um financiamento com juros bem atrativos, e hoje produzo a minha própria energia, tanto para o meu supermercado como para a minha casa”, explicou José Carlos Dias.

Custo crescente – Com o custo crescente nas tarifas de energia e a queda de custo da energia solar no Brasil, o investimento para aquisição de um sistema residencial, por exemplo, se paga em média entre 4 a 6 anos, e dá ao seu proprietário uma economia durante cerca de 25 anos, sendo que essa economia pode durar por mais tempo – dependendo da vida útil do sistema.

Futuro sustentável e rentável– Pensando num futuro sustentável e rentável, o Sicredi apresenta para seus associados uma linha de crédito especial para aquisição de equipamentos para a geração de energia solar.

Linha de crédito– Essa linha de crédito permite ao associado financiar o valor para aquisição dos equipamentos necessários para a geração de energia, e parcelar o valor em até 48 meses.

Tendência– “A busca por alternativas energéticas, que possibilitem a geração de energia limpa e sustentável é uma tendência sem volta. O mundo precisa disto, a sociedade caminha para um maior cuidado com questões ambientais, as empresas e as famílias, preocupados com o uso consciente dos recursos naturais, buscam investir em sistemas alternativos. O Sicredi é parceiro destas boas práticas, na preservação do meio ambiente, estimulando o fortalecimento econômico e proporcionando maior rentabilidade aos seus associados”, explicou José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

Sobre o Sicredi– O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FONTE – paranacooperativo.coop.br

Energia solar fotovoltaica atinge marca histórica de 250 MW no Brasil

O Brasil atingiu recentemente a marca histórica de 250 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural.

A informação foi divulgada na tarde de segunda-feira (13/5) pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

Em números de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista da microgeração distribuída, representando 77,4% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de Comércio e Serviços (16%), consumidores rurais (3,2%), indústrias (2,4%), poder público (0,8%) e outros tipos, como serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,03%).

Em potência, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 42,8% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (39,1%), indústrias (8,1%), consumidores rurais (5,6%), poder público (3,7%) e outros tipos, como iluminação pública (0,03%), e serviços públicos (0,6%).

Ainda de acordo com a Absolar, o Brasil possui hoje 27.803 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade ambiental a 32.924 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,9 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

Otimismo

O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, comemorou o resultado recém-anunciado.

“Celebramos com otimismo este passo histórico para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 82 milhões de unidades consumidoras e um interesse crescente da população, das empresas e também dos gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e qualificados”.

Sauaia ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a forte redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica ao longo da última década; o forte aumento nas tarifas de energia elétrica dos consumidores brasileiros, que saltaram em média 499% desde 2012, segundo dados do Ministério de Minas e Energia; e o aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais dispostos a economizar dinheiro ajudando, simultaneamente, a preservação do meio ambiente.

Ranking

Para acompanhar de perto a evolução da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica nos estados brasileiros, a entidade desenvolveu um Ranking Nacional Solar Fotovoltaico, que compara as potências instaladas em cada unidade da Federação.

Atualmente, o Estado de Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 22,9% da potência instalada no País, seguido pelo Rio Grande do Sul (13,9%), São Paulo (13,5%), Ceará (5,9%) e Santa Catarina (5,9%). A Bahia aparece na 11ª colocação, com 6 MW de potência instalada (2,38%).

FONTE – ambienteenergia.com.br

Energia solar: Brasil bate recorde na micro e minigeração

Residências e lojas são os principais produtores e consumidores da modalidade, que já cresceu 36,6% neste ano

Painéis de energia solar sendo instalado em teto de residência (Foto: Joe Raedle/ Getty Images)
SEGUNDO A ABSOLAR, DOS 27,8 MIL SISTEMAS DE MICRO E MINIGERAÇÃO DE ENERGIA CONECTADOS À REDE, 77% SÃO DE CONSUMIDORES RESIDENCIAIS (FOTO: JOE RAEDLE/ GETTY IMAGES)

O Brasil atingiu um novo recorde na micro e minigeração de energia a partir de painéis solares, divulgou hoje (16/05) a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). De acordo com a entidade, a potência instalada no país chegou a 250 megawatts, uma alta de 36,6% em relação ao ano passado.

Os números de micro e minigeração de energia se referem às centrais geradoras com potência instalada de, no máximo, 75 kilowatts e 5 megawatts, respectivamente. Elas são geralmente instaladas perto do próprio local de consumo, na maioria das vezes em residências ou estabelecimentos comerciais. Praticamente toda a micro e minigeração de energia elétrica no Brasil tem como fontes os painéis fotovoltaicos.

Segundo a Absolar, dos 27,8 mil sistemas de micro e minigeração de energia conectados à rede, 77% são de consumidores residenciais. Já estabelecimentos de comércio e serviços respondem por 16% do total. Na sequência, aparecem consumidores rurais (3,2%), indústrias (2,4%), prédios públicos (0,8%) e serviços públicos (0,8%).

Apesar disso, quando medida a potência instalada, comércio e serviços respondem pela maior parte (42,8%), com as residências ficando em segundo lugar (39%), o que demonstra que os estabelecimentos comerciais e de serviços têm uma geração bastante maior por unidade.

Minas Gerais (22,9%), Rio Grande do Sul (13,9%) e São Paulo (13,5%) são os estados com a maior potência instalada em unidades micro e minigeradoras.

A potência total instalada para geração de energia a partir da fonte solar no Brasil — contando não só as pequenas, mas também as grandes unidades — ultrapassou no início deste ano a marca de 1 gigawatt. Com isso, o Brasil entrou para o grupo dos 30 principais países que mais utilizam a energia solar fotovoltaica em sua matriz energética. A China, com 78 gigawatts de potência instalada, é a maior produtora.

FONTE – epocanegocios.globo.com