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Projeto ESenergy | Pixel | Poços de Caldas MG

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Poços de Caldas-MG.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 256
  • Capacidade instalada: 96 kWp

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Projeto ESenergy | Boteco Tukas | Sertãozinho-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Sertãozinho-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 146
  • Capacidade instalada: 53,29 kWp
  • Inversor Trifásico: 1 unidade

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Energia solar tem gerado economia para empresários

Foto: IlustrativaEnergia solar tem gerado economia para empresários

Mais uma edição do programa Show do Imóvel estreou na TV Engeplus trazendo novidades do setor imobiliário e arquitetônico. No programa desta terça-feira, o apresentador Felipe Godoy participou do lançamento do Residencial Sibele Rosso, em cerimônia realizada na Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

Godoy entrevistou a empresária Sibele Rosso, que dá nome ao empreendimento que será construído no bairro Primeira Linha, em Criciúma. Outra novidade do programa foi apresentada direto de Jacinto Machado, com soluções de energia solar (confira no vídeo acima). A programação completa da TV Engeplus você confere clicando aqui.

FONTE – engeplus.com.br

Com energia solar, economia anual do governo chegaria a R$ 200 milhões

Se todos os prédios públicos tivessem miniusinas com painéis fotovoltaicos, como o MME e a Aneel, a economia anual chegaria a R$ 200 milhões. Em 2017, gasto da administração federal com eletricidade foi de R$ 2,083 bilhões

fAneel inaugurou um autoposto para abastecer carros elétricos em Brasília(foto: Aneel /divulgação)

Com potencial de gerar 170 vezes mais eletricidade do que a atual matriz brasileira, a energia solar ainda é subaproveitada no país, contribuindo com menos de 1%. Iniciativas pontuais, no entanto, revelam que investir em geração fotovoltaica é cada vez mais necessário e providencial para o Brasil que, além de ser um país tropical, com muita irradiação solar, precisa conter os gastos. Se o governo federal replicar em todos os prédios públicos a instalação que cobre apenas o Ministério das Minas e Energia (MME) e, bem recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), poderia economizar, pelo menos, R$ 200 milhões por ano em energia.
O gasto com eletricidade da administração federal no ano passado foi de R$ 2,083 bilhões. Em 2016, foi de R$ 2,156 bilhões. O recuo de 3,5% de um ano para outro já foi reflexo de algumas medidas de eficiência energética adotadas pelo Executivo, entre elas a instalação de um miniusina fotovoltaica na cobertura do MME. O sistema foi realizado no modelo de acordo de cooperação técnica entre a pasta e Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), sem ônus para o poder público, mas com custos de cerca R$ 500 mil. A potência de geração da miniusina é de 69 quilowatts (kW) ou 60 quilowatts pico (kWp), que equivale ao consumo de 23 residências de uma família média brasileira, com três a quatro pessoas consumindo 300 kWh por mês.
O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, explica que, na ocasião da implantação se calculava que a usina seria capaz de gerar cerca de 7% do consumo do prédio do MME. “Um ano depois, um balanço apontou que contribuiu com 10%, porque os painéis fazem sombra, o que amenizou o calor nos andares mais altos e reduziu o consumo de ar-condicionado”, explica. “A geração solar pode garantir, pelo menos, 10% da energia nos demais prédios públicos, mas em alguns edifícios pode chegar a 90%, se for mais horizontal”, calcula.
No caso da Aneel, que inaugurou a primeira etapa de uma usina fotovoltaica na sede em Brasília na última semana de junho, a geração solar vai garantir redução de 20% nos gastos com energia. Com investimento de R$ 1,8 milhão, a usina de microgeração distribuída, com 1.760 painéis de 1,65m² e potência de 510,40 kWp, vai gerar uma média de 710 megawatts hora (MWh) por ano. A agência também instalou um autoposto para abastecer carros elétricos.

Desempenho

O superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética da Aneel, Ailson de Souza Barbosa, explica que o projeto foi possível graças à elaboração de um contrato de desempenho, pioneiro no setor público e com potencial de expansão para outros órgãos. A obra foi incluída no Projeto de Eficiência Energética (PEE) da Companhia Energética de Brasília (CEB), que aportou os recursos para instalação do sistema. À medida que a usina gera, a fatura de energia da autarquia diminui. A agência continuará pagando o restante da fatura até amortizar o investimento e, quando o dinheiro voltar para a CEB, será aplicado em outros projetos de eficiência energética.
“O contrato é de ganha-ganha, porque há o retorno do recurso, sem nenhuma gratuidade. Por enquanto, fizemos só o bloco H. Daqui a um mês, devemos concluir mais dois blocos. A partir daí, teremos economia de 20% em cima do consumo atual, que deve ser reduzido com outras medidas, como a otimização dos sistemas de ar-condicionado e de iluminação”, diz. Para Barbosa, a Aneel está dando o exemplo para o setor público com a instalação da usina. “O contrato de desempenho deve atrair o interesse de outros órgãos”, aposta.
Os dados da Absolar apontam que está mais do que na hora disso acontecer: o poder público é o setor que menos contribui com a geração fotovoltaica. Dos 30 mil sistemas solares conectados à rede do país, apenas 0,9% estão no setor público (veja no quadro). O especialista em regulação da Aneel Fábio Stacke Silva afirma que, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 9,8% de consumo total de energia do Brasil, que foi de 460.829 gigawatts/hora (GWh), em 2016, é no setor público, incluído aí os três poderes, a iluminação e os serviços públicos. “Portanto, cerca 46 mil GWh são consumidos pelo poder público. Pela nossa experiência na Aneel, de economizar 20% com geração solar, é possível dizer que o setor público poderia reduzir o consumo em 9,2 mil GWh por ano”, calcula.

Eficiência

O potencial é enorme, ressalta Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar. “Das fontes de energia, a solar tem potencial maior do que somatória de todas as demais. Aproveitando todas as áreas disponíveis no país, seria 170 vezes a matriz elétrica brasileira atual”, afirma. No caso do Distrito Federal, que tem a melhor irradiação solar do Centro-Oeste e uma das melhores do Brasil, tanto potencial é subaproveitado: o DF figura na 14ª posição em geração solar do país. “Isso que possui condições privilegiadas. O recurso solar é de 5,8 kWh por metro quadrado por dia em média no DF, mais do que dobro de Alemanha, Reino Unido, Japão, os líderes mundiais em geração de energia solar”, revela.
Segundo a Absolar, bastaria 0,41% da área, incluindo a disponível em telhados, para gerar toda a eletricidade demandada pelo Distrito Federal. “Os prédios da Esplanada poderiam replicar o projeto do MME, porque têm características parecidas. Alguns com mais áreas para aproveitamento, com anexos. Também seria possível aproveitar os estacionamentos que hoje são descobertos e construir áreas sombreadas, com painéis nas coberturas”, destaca Sauaia.
O especialista ressalta que o tempo em que o investimento dá retorno está caindo. “Por dois motivos: os equipamentos estão ficando mais baratos e as tarifas de energia estão aumentando acima da inflação”, justifica. De mais de uma década, atualmente é possível ter o chamado pay back (retorno do investimento) entre quatro e sete anos.
“A Absolar, recentemente, entregou ao Rodrigo Maia (deputado do DEM-RJ e presidente da Câmara dos Deputados) uma proposta de projeto técnico e econômico para instalação de energia solar nos anexos do Legislativo”, conta. Dependendo do tamanho do sistema, Sauaia estima investimento de R$ 2 milhões para economia líquida por mais de 18 anos, uma vez que a vida útil dos equipamentos é de mais de 25 anos. “Para uma residência, o investimento é a partir de R$ 10 mil”, compara.

Energia solar beneficia 25 famílias da Flona de Humaitá

Cada casa recebe uma placa solar, uma bateria, um conversor e um inversor; projeto é executado pela ONG Instituto Pacto Amazônico.

energiaFinanciado pela Fundação Nexans e executado pela ONG Instituto Pacto Amazônico, 25 famílias que moram em oito comunidades da Floresta Nacional (Flona) Humaitá, a 600 quilômetros de Manaus, serão beneficiadas por energia elétrica limpa e gratuita. Utilizando energia solar, o projeto, denominado “Luz na Floresta”, foi planejado em 2017 e no mesmo ano já começou a ser colocado em prática. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que contribuiu com a logística (fornecendo barcos e carros para transporte dos equipamentos), e a Universidade Federal de Amazonas (Ufam), que ofereceu suporte técnico científico, são parceiros do projeto.

A energia é um presente para quem hoje depende do pote, da lamparina ou de energia vinda de pequenos e barulhentos geradores a diesel, que muitas vezes falha. Pior: o serviço é pago pelos comunitários para garantir poucas horas de luz à noite. “Com a produção de energia limpa (solar) para estas famílias serão abertas novas possibilidades de melhora da qualidade de suas vidas, permitindo o armazenamento de alimentos, comunicação, melhorando a produção doméstica de produtos da biodiversidade e proporcionando lazer e mais conforto”, define João Nápoles, diretor executivo do Instituto Pacto Amazônico.

Cada casa recebe uma placa solar, uma bateria, um conversor e um inversor. O conjunto gera energia para sustentar, no mínimo, três lâmpadas de lead e cinco tomadas que podem atender a geladeira, refrigerador de ar, etc. “A despesa que os moradores das comunidades pagam de combustível para funcionar os geradores é maior que o gasto com a alimentação de uma família”, explicou João Nápoles, ao comentar a importância do projeto, cuja previsão de conclusão é para novembro deste ano.

A unidade já tem plano de manejo. “Seria maravilhoso se pudéssemos multiplicar o fornecimento de energia para todo o ‘beiradão’ do Amazonas. Vocês não têm ideia do que é passar numa casa e ver uma família com a televisão ligada”, diz Leila Mattos, que chefiou a unidade de conservação por mais de quatro anos.
Qualidade de vida
A Floresta Nacional Humaitá (Flona) foi criada em 1998, pelo Decreto nº 2.485, com o objetivo principal de eliminar a extração ilegal de madeira na região sul da Amazônia, área do arco de desmatamento e densificação demográfica. Possui uma área de 473.158.962 hectares e abrange oficialmente municípios de Humaitá (AM) e Calama, em Rondônia (RO).

Dentro da área existem oito comunidades (Paraná do Buiuçú, Igarapé do Bujuçú Solomão, Boa Esperança, Barro Vermelho, Barreiras do Tambaqui, Maici e Palha Preta). Nas comunidades vivem pequenos produtores familiares e extrativistas, pescadores tradicionais da região sul da Amazônia, sem acesso a saneamento básico, eletricidade, saúde, educação. Todos sobrevivem com muita dificuldade, em condições mínimas de sobrevivência.

Quem financia
A Fundação Nexans abraçou a ideia e está patrocinando o projeto. A sede é na França e tem como principal bandeira a ajuda financeira a projetos sociais em várias partes do mundo, como na África e na Ásia. A filosofia de atuação da Fundação Nexans em todo o mundo, por meio do acesso à energia limpa.
*Com informações do Jonal A Crítica, de Nelson Brilhante
FONTE – icmbio.gov.br

Avaliada em R$ 5 milhões, maior usina de geração de energia solar do Sul de Minas é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí, MG

Usina que será inaugurada na ETE FMC terá capacidade para abastecer quase 900 residências.

Maior usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)Maior usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)

Uma usina de geração de energia solar com capacidade para abastecer o equivalente à energia consumida por 860 residências será inaugurada neste sábado (23) em Santa Rita do Sapucaí (MG). O projeto é da Companhia de Jesus, também conhecida como Ordem dos Jesuítas e a usina será instalada na Escola Técnica Eletrônica Francisco Moreira da Costa (ETE FMC). Construída durante 2 anos, a usina, com 4,2 mil painéis solares, é fruto de um investimento de R$ 5 milhões.

“Hoje a energia fotovoltaica é a que mais cresce no país em termos de geração. Estamos dobrando a cada ano o número de usinas que são construídas. A ETE está abrigando em 14 mil metros quadrados a geração de 1.1 MW. Toda essa energia gerada no nosso colégio será suficiente para abastecer os colégios e uma faculdade dos jesuítas no Estado de Minas Gerais”, diz o diretor-geral da ETE FMC, Alexandre Loures Barbosa.

Segundo o diretor, a nova usina vai funcionar como um grande laboratório para os alunos da instituição e também para a população de uma forma geral.

Nova usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)Nova usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)

“Nós queremos divulgar essa tecnologia, nós queremos mostrar para a população como é uma tecnologia de geração barata, limpa e ao mesmo tempo capacitar os nossos técnicos para esse mercado que está crescendo cada vez mais. A produção dessa energia no país está crescendo de tal forma que a expectativa até 2030 é que a energia gerada pelo sol, percentualmente, seja de 10% de toda a energia gerada no país. Hoje ela é torno de 1%”, diz o diretor.

“Hoje se cada residência no Brasil tiver nos seus telhados essa geração de energia, ela será suficiente para abastecer duas vezes e meia o Brasil. Essa é uma tecnologia do futuro, ela vai dominar o futuro”

A usina solar recebeu o nome de “Padre Furusawa”, em homenagem a um padre jesuíta, de formação eletrotécnica, que dedicou sua vida ao trabalho na instituição, criada em 1958 e que hoje vive em uma casa de repouso dos jesuítas em Belo Horizonte.

“Toda parte elétrica da nossa escola foi montada pelo padre, que sempre foi um amante da natureza, sempre andou de bicicleta, nunca aceitou andar de carro. Pelo seu entendimento e conhecimento na área de energia e aliado a toda parte de cuidados com a natureza, a usina leva seu nome”, diz o diretor.

Nova usina de geração de energia solar terá capacidade para abastecer quase 900 residências (Foto: Divulgação / ETE FMC)Nova usina de geração de energia solar terá capacidade para abastecer quase 900 residências
(Foto: Divulgação / ETE FMC)

Além da usina em si, o projeto compreende novos laboratórios e o desenvolvimento de equipamentos solares para projetos sociais, com comunidades carentes.

Dados sobre a Usina Solar Padre Furusawa:

  • 15 mil metros quadrados
  • 4.200 painéis solares
  • Potência de 1,113 MWP / 1,5 GWH/Ano
  • Redução da emissão de 582 toneladas de CO2/Ano
  • Equivalente ao plantio de 5 mil árvores
  • Equivalente à demanda diária de 860 casas (Média Brasileira)

Empresa concretiza projeto que permite realidade da energia solar

Com a SunMobi, santistas têm acesso a energia solar sem precisar instalar placas em casa

Defensor de fontes alternativas, o engenheiro eletricista Milton Moreira viu os planos de mudar a matriz energética do condomínio que mora em Santos esvair com o alto custo de implantação do modelo. O obstáculo financeiro, contudo, não o impediu de adotar um sistema de energia solar alternativo e sentir a fatura reduzir no final do mês. O uso sustentável e compartilhado de eletricidade com baixo impacto ambiental foi possível sem ter de instalar placas fotovoltaicas nos telhados.

O acesso a fontes sustentáveis de energia sem arcar com os equipamentos é possível graças à ampliação da usina solar da Sun Mobi. A planta, localizada em Araçoiaba da Serra, no interior de São Paulo, fornece eletricidade de forma inteligente e está disponível na região.

Os sócios Alexandre Bueno e Guilherme Susteras calculam economia de 25% de energia com a Sunmobi (Foto: Divulgação)

Confira a matéria completa
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/empresa-concretiza-projeto-que-permite-realidade-da-energia-solar/?cHash=f3a813824b4aab2ea06761d779b6861d

Construtora destaca economia de 30% em condomínio com uso de energia solar

O mercado imobiliário está despertando para a importância da sustentabilidade e adotando soluções comprometidas com a gestão responsável do meio ambiente. Exemplo dessa iniciativa, a MRV Engenharia, líder nacional no mercado de imóveis econômicos, prioriza projetos que visam diminuir os impactos em processos construtivos e de gestão nas atividades corporativas e investe em empreendimentos cada vez mais sustentáveis.

energia solar - chapada da costa

O Parque Chapada da Costa, em fase de construção, e o Chapada das Oliveiras, novo lançamento comercial, ambos localizados em Cuiabá, apresentam um sistema completo de geração de energia solar, com placas fotovoltaicas, somadas a outras inovações como a disponibilização de bicicletas compartilhadas, para livre uso pelos moradores.

Com o sistema de energia solar, o insumo gerado e que será utilizado na área comum (na iluminação das áreas de estacionamento, lazer em geral, piscina, salões de festas e portaria) irá gerar consigo uma economia na taxa condominial mensal paga pelos condôminos na ordem de 30%.

Nos próximos cinco anos, todos os novos empreendimentos da MRV Engenharia no Brasil serão lançados com o sistema de energia solar, iniciativa que está na matriz de sustentabilidade consolidada pela companhia. Para isso, a empresa deverá investir R$ 800 milhões no período, em empreendimentos em diferentes localidades do país. Atualmente, a MRV está em mais de 150 diferentes cidades. A extensão das atividades da companhia e sua solidez evidencia um dado importante no setor que move o sonho da casa própria: Um a cada 200 brasileiros mora num imóvel construído pela MRV.

Água da chuva 

A MRV Engenharia também adota em seus processos de construção outras medidas que são sinônimo de sustentabilidade. A preocupação com o risco real de escassez da água no mundo levou a construtora a implantar em quatro canteiros de obras em Mato Grosso um sistema para reaproveitamento da água da chuva. Mais que simplesmente evitar o desperdício, a medida, tecnicamente simples, resulta na otimização de um recurso natural tão importante e, também, economia na planilha de custos da obra.

O sistema é utilizado nos empreendimentos: Parque Chapada dos Campos (localizado próximo do Várzea Grande Shopping); Parque Chapada das Dunas, localizado no bairro Coophema; Parque Chapada da Costa, localizado no bairro Jardim Ubirajara Chapada dos Sabiás, no bairro Jardim Imperial II.

O reaproveitamento de água de chuva nos canteiros de obras poupa a utilização de água potável onde ela não é necessária – como para a descarga de vasos sanitários utilizados pelos trabalhadores, mictórios e na limpeza de vestiários. O método é aplicado da seguinte forma: Uma caixa d’água de 5 mil litros, instalada ao lado do barracão que abriga o vestiário no canteiro de obra, reserva a água da chuva captada por calhas no telhado.

Fundada em outubro de 1979, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos e a primeira construtora da América Latina a oferecer energia fotovoltaica para seu segmento de atuação. Presente em mais de 150 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, a construtora, em seus 38 anos de atividade, já vendeu mais de 300 mil unidades.

Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta terça (5), reforça o alerta para o fundamental uso consciente dos recursos naturais. Esse aviso toma força com a divulgação de um dado colhido pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), que informa que apenas 25% da superfície terrestre permanece livre de impactos substanciais causados por atividades humanas. Em 2050, essa parcela de natureza livre de desenfreadas explorações pode ser reduzida a ínfimos 10% do planeta. Então, quais caminhos sustentáveis cabe a nós, sociedade, adotarmos? (Com Assessoria)

FONTE – rdnews.com.br

Cemig aposta em leilão inédito em busca de energia para atender o mercado

Segundo a companhia, condições de contratação oferecidas pela empresa são mais atraentes do que as que serão oferecidas pelo Governo Federal no A-6 2018

A Cemig aposta no sucesso de um leilão inédito para conseguir comprar energia competitiva para atender ao seu mercado. O certame está marcado para o dia 6 de junho e promete oferecer condições mais atraentes aos geradores eólicos e solar, em comparação com as condições que serão oferecidas pelo Governo Federal no leilão A-6, previsto para 31 de agosto. O montante a ser comprado não foi revelado.

Segundo diretor Comercial da Cemig, Dimas Costa, a empresa quer aproveitar a sobre oferta de projetos verificadas nos últimos leilões de geração para comprar energia incentivada e vender no mercado livre. “Baseados nisso, estabelecemos uma estratégia de fazer um leilão inédito, pegando carona na EPE… Estamos oferendo condições até mais vantajosas”, afirmou o executivo nesta terça-feira, 29 de maio, em reunião com analistas de mercado em Minas Gerais.

Depois da perda das hidrelétricas, apenas 1/3 do mercado da Cemig está sendo atendido por meio de geração própria. O restante do mercado é atendido por meio da compra de energia de terceiros. Além disso, disse Costa, há uma grande demanda por energia incentivada no mercado livre, que só não declarou “falência” ainda em função das transferências de energia do mercado regulado para o livre via mecanismo de MCSD.

A Cemig está oferecendo um contrato de 20 anos, a P90, na modalidade por disponibilidade. Enquanto o Governo passou a contratar a P50 e na modalidade por quantidade, onde o risco é maior para o gerador. Costa explicou que caso o gerador perfome abaixo de P90, ele terá a possibilidade de pagar essa diferença parcelado no ano seguinte a PLD. Por outro lado, toda energia gerada acima de P90, a Cemig se compromete a comparar. Conta a favor da empresa o fato da fonte solar não poder participar do A-6.

Nesta terça-feira, 29 de maio, a Cemig divulgou o resultado da habilitação do leilão, que visa contratar energia de todos os submercados, exceto Norte. Foram habilitados 181 empreendimentos de 44 empresas, totalizando 5.500 MW de potência instalada associada a um montante de energia superior a 2.000 MW médios.

Um dos motivos da Cemig aceitar apenas projetos habilitados pela EPE está relacionado aos riscos de transmissão. A Empresa de Pesquisa Energética só habilita empresas que tenham condições de escoar a sua energia.

A Cemig não vai desembolsar recurso nenhum para construir os projetos. O pagamento ao gerador só ocorrerá quando a energia for entregue no início de 2021. O pagamento antes dessa data só acontecerá se o gerador antecipar a operação da usina. Além disso, a Cemig não vai vender a totalidade da energia comprada no leilão antes de ter a segurança que o projeto vai perfomar.

“A venda da energia só acontece quando a gente ter certeza de que aquilo vai se performar e o empreendedor só recebe quando entregar a energia. Isso está bem analisado e é uma questão que não nos preocupa”, afirmou Bernardo Alvarenga, presidente da Cemig.

O diretor Comercial da Cemig garante que a empresa tem mercado para vender toda a energia que for comprada. “Nós temos um mercado muito grande e esse é o grande diferencial. Hoje tem 10 MW, 20 MW por mês querendo migrar e não tem essa energia”, disse Costa, que relatou que a companhia também está atenta a janela de oportunidade que se abrirá com a expansão do mercado livre.

FONTE – canalenergia.com.br

Projeto piloto: energia solar fará escola economizar R$ 3 mil por mês

Escola estadual é a primeira a receber sistema solar em MS

A primeira escola pública de Mato Grosso do Sul a se tornar autossuficiente em energia limpa terá economia mensal de ao menos R$ 3 mil na conta de luz. Sistema de energia solar foi inaugurado nesta quarta-feira (25) na Escola Estadual Brasilina Ferraz Mantero, no Jardim Leblon, na Capital, e há projeto para instalação de painéis em outras escolas.

Os 96 painéis solares foram instalados há menos de um mês na cobertura da quadra de esportes da escola. A unidade foi escolhida para abrigar o projeto piloto exatamente pelo tamanho da cobertura para receber os painéis.

A expectativa, segundo o Governo do Estado, é que mensalmente o sistema seja responsável pela produção de 31 kwh-p, quantidade que seria suficiente para abastecer a energia elétrica de 28 casas populares.

O custo da instalação dos painéis ficou em R$ 150 mil. Valor que já está sendo recuperado pelo Estado. Por mês, a conta de energia da escola ficava em média na casa dos R$ 3 mil. A partir de agora, não haverá mais o custo.

Ainda conforme o Governo, em menos de um mês de atividade, o sistema já gerou eletricidade excedente, ou seja, mais do que a escola necessita. Essa produção extra será devolvida à rede da concessionária de energia e irá gerar créditos que o Estado poderá abater em contas de outras escolas.

Balanço do quanto o sistema deve gerar em economia mensal só deve ser fechado quando a operação da energia limpa completar 1 mês.

A ideia do Estado é expandir o projeto para outras escolas, ainda não está definido quantas novas placas poderão ser instaladas, mas a previsão é que escola de Corumbá, distante 444 quilômetros da Capita, seja a próxima autossuficiente em energia solar.

FONTE – midiamax.com.br