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Professor ganha prêmio por reduzir o custo da energia solar

Global Energy Prize reconheceu que o australiano tornou os paineis fotovoltaicos a opção mais barata de fornecimento de energia em massa

Há um nome por trás do crescimento de alternativas de energia limpa e renovável no mundo: Martin Green, professor da Universidade de New South Wales, na Austrália, recebeu o prêmio Global Energy Prize por sua contribuição por reduzir o custo da energia solar e melhorar sua eficiência.

Martin Green, vencedor de prêmio por reduzir o custo da energia solar(Foto: Divulgação/UNSWMartin Green), vencedor de prêmio por reduzir o custo da energia solar

Segundo os responsáveis pela premiação, Green revolucionou a eficiência e o custo dos painéis fotovoltaicos, tornando-os a opção mais barata de fornecimento de energia em massa.

O australiano vai dividir o prêmio de 820 mil dólares australianos (cerca de 2,3 milhões de reais) com o cientista russo Sergey Alekseenko, especialista em engenharia de energia térmica.

Ao longo das décadas, Green e suas equipes contribuíram para o aumento de eficiência das células fotovoltaicas, que são os dispositivos que convertem energia luminosa em energia elétrica. O encapsulamento de um conjunto delas forma o painel fotovoltaico ou placa solar.

Célula fotovoltaica: cada vez mais eficientes Célula fotovoltaica: cada vez mais eficiente (Foto: Dave Weaver/Shutterstock)

Entre seus muitos avanços, ele inventou a célula solar PERC, que, no final de 2017, representava mais de 24% da capacidade de fabricação mundial de células de silício. Células de silício (existem algumas variações dela) são o tipo mais comumente usado nas placas solares. Segundo a universidade, as vendas de sistemas contendo essa célula ultrapassaram US$ 10 bilhões em 2017 e estão previstas para exceder US$ 1 trilhão até 2040.

O grupo de pesquisas que ele fundou na universidade australiana é reconhecida por promover a grande redução de custo de produção dos paineis fotovoltaicos, principalmente pelo trabalho que seus estudantes fizeram na implantação de fábricas na Ásia.

Assim, o Global Energy Prize o premiou por seu trabalho, desenvolvimento e atividades educacionais. O prêmio é anual e homenageia os avanços em pesquisa e tecnologia que solucionem os crescentes desafios da energia no mundo. Neste ano, havia 44 candidatos, de 14 países. Os dez finalistas incluíam o empresário Elon Musk, CEO da Tesla.

Fonte – catracalivre.com.br

Alunos de BH desenvolvem kit de energia solar com placas que acompanham o sol

Projeto será apresentado na França, em julho
(Foto: Arquivo Pessoal / Andréia Abrahão)

Cinco alunos dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Controle e Automação da faculdade Newton Paiva, de Belo horizonte, foram selecionados para apresentar o projeto de um poste de iluminação operado com energia solar, desenvolvido por eles, no 14º Encontro Internacional Fab Lab, que acontecerá em julho, em Paris, na França.

O grupo foi selecionado para apresentar o protótipo do poste econômico na categoria ‘Inovação e Tecnologia’ do encontro. “O poste solar é uma alternativa que potencializa uma solução sustentável já existente no mercado e pode acabar com o problema dos altos gastos com energia pública em áreas urbanas e rurais”, explica Andréia Sant’Anna, uma das professoras orientadoras do projeto e coordenadora do Smart Campus da Newton Paiva.

O poste de luz foi idealizado pelos alunos Davino Neto, Hugo Nascimento, Ítallo Fernando Amaral, André Mattioli e Marley Luciano. O equipamento opera por meio de painéis solares. Seu grande diferencial é a movimentação da placa fotovoltaica, que possibilita seguir o sol, potencializando o ganho de energia que é armazenada nas baterias de lítio.

Em conversa com o portal Bhaz, a professora, Andréia Sant’Anna, explicou que o poste pode custar de R$ 150 a R$ 200 e traria muita economia na iluminação de estradas e áreas de comunidades carentes. Ela ressalta que dependendo da quantidade de baterias e placas instaladas no equipamento, ele pode iluminar um ambiente por até 30 horas.

Agora, os alunos devem finalizar o projeto e fazer os testes que comprovem sua eficácia. “Estamos discutindo com a Cemig e possibilidade de implantar os protótipos na Vila Vicentina, na cidade de Sete Lagoas. No loca,l já existe um programa de geração de energia solar”, explica Andréia.

Ainda segundo a professora, futuramente, o projeto pode ser aplicado em rodovias, estradas rurais, monumentos públicos e outros locais. “A proposta é melhorar a vida de quem vive nas regiões mais carentes e colaborar com o meio ambiente”, finaliza.

FONTE – bhaz.com.br

Construtora destaca economia de 30% em condomínio com uso de energia solar

O mercado imobiliário está despertando para a importância da sustentabilidade e adotando soluções comprometidas com a gestão responsável do meio ambiente. Exemplo dessa iniciativa, a MRV Engenharia, líder nacional no mercado de imóveis econômicos, prioriza projetos que visam diminuir os impactos em processos construtivos e de gestão nas atividades corporativas e investe em empreendimentos cada vez mais sustentáveis.

energia solar - chapada da costa

O Parque Chapada da Costa, em fase de construção, e o Chapada das Oliveiras, novo lançamento comercial, ambos localizados em Cuiabá, apresentam um sistema completo de geração de energia solar, com placas fotovoltaicas, somadas a outras inovações como a disponibilização de bicicletas compartilhadas, para livre uso pelos moradores.

Com o sistema de energia solar, o insumo gerado e que será utilizado na área comum (na iluminação das áreas de estacionamento, lazer em geral, piscina, salões de festas e portaria) irá gerar consigo uma economia na taxa condominial mensal paga pelos condôminos na ordem de 30%.

Nos próximos cinco anos, todos os novos empreendimentos da MRV Engenharia no Brasil serão lançados com o sistema de energia solar, iniciativa que está na matriz de sustentabilidade consolidada pela companhia. Para isso, a empresa deverá investir R$ 800 milhões no período, em empreendimentos em diferentes localidades do país. Atualmente, a MRV está em mais de 150 diferentes cidades. A extensão das atividades da companhia e sua solidez evidencia um dado importante no setor que move o sonho da casa própria: Um a cada 200 brasileiros mora num imóvel construído pela MRV.

Água da chuva 

A MRV Engenharia também adota em seus processos de construção outras medidas que são sinônimo de sustentabilidade. A preocupação com o risco real de escassez da água no mundo levou a construtora a implantar em quatro canteiros de obras em Mato Grosso um sistema para reaproveitamento da água da chuva. Mais que simplesmente evitar o desperdício, a medida, tecnicamente simples, resulta na otimização de um recurso natural tão importante e, também, economia na planilha de custos da obra.

O sistema é utilizado nos empreendimentos: Parque Chapada dos Campos (localizado próximo do Várzea Grande Shopping); Parque Chapada das Dunas, localizado no bairro Coophema; Parque Chapada da Costa, localizado no bairro Jardim Ubirajara Chapada dos Sabiás, no bairro Jardim Imperial II.

O reaproveitamento de água de chuva nos canteiros de obras poupa a utilização de água potável onde ela não é necessária – como para a descarga de vasos sanitários utilizados pelos trabalhadores, mictórios e na limpeza de vestiários. O método é aplicado da seguinte forma: Uma caixa d’água de 5 mil litros, instalada ao lado do barracão que abriga o vestiário no canteiro de obra, reserva a água da chuva captada por calhas no telhado.

Fundada em outubro de 1979, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos e a primeira construtora da América Latina a oferecer energia fotovoltaica para seu segmento de atuação. Presente em mais de 150 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, a construtora, em seus 38 anos de atividade, já vendeu mais de 300 mil unidades.

Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta terça (5), reforça o alerta para o fundamental uso consciente dos recursos naturais. Esse aviso toma força com a divulgação de um dado colhido pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), que informa que apenas 25% da superfície terrestre permanece livre de impactos substanciais causados por atividades humanas. Em 2050, essa parcela de natureza livre de desenfreadas explorações pode ser reduzida a ínfimos 10% do planeta. Então, quais caminhos sustentáveis cabe a nós, sociedade, adotarmos? (Com Assessoria)

FONTE – rdnews.com.br

Seminário em Igrejinha esclareceu dúvidas sobre energia solar

Produtores rurais, empresários, estudantes e autoridades de Igrejinha participaram, na última quinta-feira (24), do Seminário de Desenvolvimento Rural, que teve como tema A Energia Solar Fotovoltaica e seus benefícios. O encontro ocorreu no Centro de Eventos Prefeito Selson Flesch, em Igrejinha, e foi promovido pela Emater/RS-Ascar, Secretaria de Agricultura, Turismo e Lazer e Centro de Educação Ambiental Augusto Kampf (Ceaak).

Após a abertura oficial, foi feito o resgate dos temas abordados no primeiro e no segundo Seminário de Desenvolvimento Rural, realizados em 2016 e 2017. Na edição de 2017, o assunto principal foi o plantio, o manejo, o uso e os benefícios das pastagens para os produtores rurais. A partir do encontro, o estagiário de Agronomia, Marcos Antônio Schmidt Junior, se motivou e plantou duas cultivares de capim elefante: a BRS Kurumi, indicada para pastagem de piquete, e BRS Capiaçu, para silagem. “O resultado foi tão positivo que houve uma encomenda de 400 mudas”, contou Schmidt, no terceiro seminário.

Em seguida, o produtor do município de Sapiranga, Rubens Harff, relatou sua experiência sobre a energia fotovoltaica, avaliando a economia de energia elétrica gerada pelas dez placas instaladas em sua propriedade. Na sequência, a Escola Ambiente da Faccat apresentou uma maquete sobre energia fotovoltaica e as cooperativas escolares de Igrejinha (Cooedom e Coopelaje) falaram sobre o cooperativismo entre os estudantes. Além disso, cinco empresas da região demonstraram experiências em módulos solares.

O assistente técnico regional de Sistemas e Recursos Renováveis da Emater/RS-Acar de Porto Alegre, Luiz Bohn, abordou a geração de energia elétrica nas propriedades rurais através da energia solar. Os gerentes da Emater/RS-Ascar em Porto Alegre, Ademir Santin e Air Nunes dos Santos, destacaram que a instituição está trabalhando este tema em todo o estado e que existem políticas públicas, como o Pronaf Eco e Feapers, que podem ser acessadas pelos produtores para esse fim. Os municípios podem utilizar ainda seus fundos rotativos para beneficiar os agricultores familiares com a implantação de energia solar fotovoltaica. O vice-prefeito de Igrejinha, Dalciso Oliveira, também prestigiou o evento.

A agrônoma da Emater/RS-Ascar em Igrejinha, Ana Lucia Trentin, explicou que o evento foi importante porque os presentes puderam tirar dúvidas sobre a implantação, custos e tempo de retorno financeiro do investimento, tanto para produtores rurais, quanto para empreendimentos da área urbana, como residências ou prédios comerciais.

Energias alternativas foram apresentadas no seminário realizado em igrejinha
(FOTO: Divulgação)

FONTE – jornalpanorama.com.br

Energia solar gera 13 mil empregos no interior baiano

A Bahia ocupa o primeiro lugar em produção de energia solar - Foto: Luciano da Matta | Ag. A TARDE

Desde que a Aneel realizou o primeiro leilão para produção de energia solar na Bahia, em 2016, o interesse de pequenos e médios empreendedores pelo setor não para de crescer. Em Salvador, pelo menos 10 empresas que vendem ou alugam placas fotovoltaicas foram criadas nesses três anos.

Maior estado da região mais ensolarada do Brasil, a Bahia ocupa o primeiro lugar em produção de energia solar, que já emprega, segundo o governo do estado, cerca de 13 mil pessoas no interior, vagas criadas após investimentos de R$ 2,2 bilhões. As autoridades contam com mais nove empreendimentos, em um total de R$ 1 bilhão em investimentos, que gerariam mais sete mil empregos no sertão.

“A Bahia é considerada o estado de maior potencial solar do país devido à sua grande extensão territorial e ao alto índice de radiação solar, superior a 6,5 kWh/m²”, afirma Alex Álisson, coordenador do Programa de Pós-graduação em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial.

Enquanto essa onda de placas fotovoltaicas espalhadas por Bom Jesus da Lapa, Tabocas do Brejo Velho e outros municípios traz esperança de atração de indústrias ao semiárido, em Salvador jovens empreendedores apostam cada vez mais na venda e aluguel de pequenas placas fotovoltaicas para residências, comércio e pequenas indústrias. Um movimento que começou logo que saíram os primeiros leilões de energia solar.

O engenheiro civil baiano Lucas Daltro trabalhava para uma multinacional no Maranhão quando aconteceu o primeiro leilão. A vontade de voltar para casa depois de sete anos fora e a oportunidade que se abria no mercado de energias renováveis o levaram a criar a Azulare Engenharia, que vende e aluga placas fotovoltaicas.

“Eu queria um negócio que unisse possibilidade de desenvolvimento financeiro com sustentabilidade”, explica Daltro, que vê no setor uma das atividades econômicas mais promissoras do país, com a vantagem de agredir pouco o meio ambiente.

Atlas Solar da Bahia

A aposta no setor é tamanha que no dia 17 de maio, durante a Campus Party Bahia, na Arena Fonte Nova, o governo lançou a Atlas Solar da Bahia, um guia sobre as possibilidades de investimento. Mas, assim como todo negócio, o investimento demanda cautela.

O gerente de tecnologia e inovação do Senai-Cimatec, Flávio Marinho, afirma que quem quer começar deve conhecer profundamente a cadeia produtiva relacionada à geração solar. “É preciso observar o que já vem sendo feito em outros países, que já fizeram este caminho e possuem cadeias robustas para explorar esta nova matriz energética”, declara.

Marinho também chama a atenção para a importância da inovação. “Observar o que pode ser feito de formas melhores e encontrar rupturas nos modelos tradicionais de produção e distribuição podem ser alternativas para se pensar em novos negócios”, diz.

Foi justamente o que fez João Albernaz Neto, um dos sócios da Gauss Energia. Depois de um período vivendo na Irlanda e na Alemanha, ele percebeu que a experiência no exterior foi inspiradora. “Todos nós (os quatro sócios) moramos na Europa e vimos coisas que queríamos implantar na Bahia”, diz Neto.

A Gauss já realizou mais de 30 projetos de instalação de placas fotovoltaicas em Salvador, Camaçari, Irecê, Nova Soure e outras cidades. O nome da empresa homenageia o cientista alemão Carl Friederich Gauss (1777-1855).

Depois de investir em um programa de sustentabilidade para os lançamentos da Construtora Civil e lançar projetos em conjunto com a Construtora Barcino Esteves, o empresário Rafael Valente uniu-se aos sócios para um novo empreendimento: a Civil Eco. “A empresa é voltada para o negócio da geração de energia solar e também projetos inovadores. Temos um foco nas startups”, diz Vinícius Mariano, um dos sócios.

O cenário parece animador. Em artigo publicado pelo site da revista Forbes no último mês de abril, o analista britânico Garauv Sharma aponta que pela primeira vez os custos de produção da energia renovável são menores do que os da energia de combustíveis fósseis (petróleo, nuclear). E o Brasil, segundo a mesma revista, é um dos países que mais devem se beneficiar da energia solar, tanto em geração de kWh quanto em criação de empregos no setor. Melhor para a Bahia, líder na produção.

FONTE – atarde.uol.com.br

Geração distribuída em clube de MG deve gerar economia de R$ 3,5 milhões em 25 anos

Sistema com 936 painéis fotovoltaicos instalados pela Engie suprirá 74% da energia elétrica de um dos maiores clubes de lazer do país, o Max Min, o primeiro a contar com um sistema desse porte

Em uma iniciativa pioneira entre clubes recreativos do país, o Max Min Clube, de Montes Claros (MG), irá inaugurar um sistema próprio de geração de energia elétrica a partir da luz solar. A iniciativa conta com 936 painéis fotovoltaicos já instalados pela Engie, ocupando uma área de 1.656 m². Uma parte dos equipamentos está servindo como cobertura de estacionamento, cuja capacidade é para 124 automóveis, e outra está instalada sobre o telhado de um ginásio de tênis. A inauguração do empreendimento está marcada para a próxima sexta-feira, 25 de maio.

Segundo o Max Min, o investimento na mini UFV girou em torno de R$ 1,3 milhão, devendo ser quitado num prazo de até oito anos. Os painéis terão capacidade para gerar 248,04 kWp, o que deve suprir 74% do consumo de energia elétrica do Clube. A estimativa é de que a economia na fatura de energia possa chegar aos R$ 3,5 milhões nos próximos 25 anos, prazo que equivale a garantia das placas solares.

O presidente da Engie Solar, Rodolfo de Sousa Pinto, destacou o pioneirismo do clube, reforçando a postura de vanguarda do mesmo ao aplicar recursos em um sistema fotovoltaico. “É muito importante destacar que o Max Min é um dos clubes pioneiros em Minas Gerais e no Brasil a buscar, na energia solar, a solução para o alto custo da eletricidade. Acreditamos que ações como esta ajudarão a popularizar a fonte solar no país, o que trará ganhos para o meio ambiente e para a economia”.

A decisão da diretoria do clube de investir na geração solar própria foi tomada diante das altas constantes no preço da eletricidade. “Passamos um ano buscando alternativas para solucionar nosso problema com o alto custo da energia. Depois de analisar várias opções, foi a energia solar que se mostrou a solução mais viável e estamos muito satisfeitos com o acordo que fechamos com a Engie”, afirmou Wagner Batista Castro, presidente do Max Min Clube. O contrato foi assinado em outubro de 2017 e a usina instalada em seis meses.

Juntamente com o aporte para instalação dos painéis fotovoltaicos, a instituição organizou um plano para aumentar sua eficiência energética e está trocando lâmpadas comuns por LED. O projeto, ainda em andamento, já gerou uma redução de 33% no valor da conta de energia elétrica.

Além da questão econômica, Castro também comemorou o fato da iniciativa propor o uso dos recursos naturais alinhados ao pilar da preservação ambiental, proporcionando bem-estar e segurança aos associados, colaboradores, parceiros e visitantes do clube: “São projetos importantes que estão alinhados com outras ações de preservação do meio ambiente, como o reaproveitamento de 90% da água. O clube leva muito a sério a sustentabilidade e quando conseguimos aliar com corte de gastos, é melhor ainda”, avaliou. Ao longo dos próximos 25 anos, o sistema de energia solar do Max Min Clube evitará a emissão de 4.950.363 quilos de dióxido de carbono, o que equivale a plantar 9.095 árvores.

FONTE – canalenergia.com.br

Energia solar é a maior empregadora de energia renovável, gerando cerca de 3,4 milhões de empregos

Segundo dados da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), o setor de energia renovável criou mais de 500.000 novos empregos em todo o mundo em 2017, um aumento de 5,3% em relação a 2016. A quinta edição do relatório Renewable Energy and Jobs – Annual Review, lançado recentemente na Reunião do Conselho da IRENA em Abu Dhabi, mostra que o total de pessoas empregadas no setor, inclusive em grandes hidrelétricas, está atualmente em 10,3 milhões, ultrapassando pela primeira vez a marca dos 10 milhões.

Para IRENA, o setor de energia solar fotovoltaica continua sendo o maior empregador entre todas as tecnologias de energia renovável e responde por aproximadamente 3,4 milhões de empregos, quase 9% a partir do ano de 2016, depois de atingir um recorde de 94 GW de instalações em 2017. É estimado que a China tenha dois terços dos empregos no segmento de energia solar fotovoltaica, o que equivale a 2,2 milhões e representa 13% de expansão em comparação ao ano anterior.

Os países, China, Brasil, Estados Unidos, Índia, Alemanha e Japão continuam sendo elegidos como os maiores empregadores do mercado de energia renovável no mundo e representam mais de 70% de todos os empregos no setor globalmente, segundo a Agência Internacional de Energia Renovável – IRENA. Juntos, os cinco países respondem por cerca de 90% dos empregos em energia solar fotovoltaica. A agência IRENA estima que a economia global pode criar até 28 milhões de empregos no setor de energia renovável até o ano de 2050.
De acordo com a Agência, muitos países reconhecem que o crescimento econômico baseado em tecnologias de baixo carbono é importante e além de tudo muito atrativo. Países que possuem políticas e estruturas regulatórias favoráveis ao setor colhem maiores benefícios sociais, econômicos e ambientais.

A energia solar fotovoltaica é uma das fontes que mais gera empregos diretos e indiretos. Segundo representantes do Greenpeace os postos de trabalho criados são na cadeia de produção e instalação dos sistemas solares. Até mesmo a micro geração distribuída abre vagas de empregos em todas as partes do mundo. Pequenos sistemas fotovoltaicos instalados de 20 MW empregam 600 pessoas. Esse número pode se multiplicar com a instalação das usinas solares contratadas nos leilões. A estimativa é que uma usina solar de 1 GW gere 3 mil empregos.

Segundo Adnan Z. Amin, Diretor Geral da IRENA, a redução dos custos e políticas favoráveis impulsionaram o investimento e, por consequência, os empregos em energias renováveis em todo o mundo. Nos últimos quatro anos, por exemplo, o número de empregos nos setores solar e eólico mais do que dobrou.

Outros estudos mostram que quanto mais crescem os projetos de energia solar no país, simultaneamente, crescem as oportunidades de emprego. Para este ano, estima-se que surjam entre 60 a 99 mil oportunidades de trabalho no setor. Essas oportunidades de emprego deverão ser criadas conforme o desenvolvimento do mercado de energia solar brasileiro. Para saber mais sobre baterias de lítio, placa solar e energia solar, confira às novidades do Portal Solar, maior website do setor.

FONTE – energiaheliotermica.gov.br

Trina Solar adquire espanhola Nclave

Aquisição marca transformação estratégica de empresa chinesa para tornar-se fornecedora mundial de produtos fotovoltaicos e soluções inteligentes que funcionem com a internet das coisas (loT)

A Trina Solar anunciou a aquisição da Nclave, fabricante espanhola de sistema seguidor de energia solar do mundo. É a primeira vez que uma empresa chinesa de energia solar compra uma fabricante estrangeira de seguidores, acelerando a transformação estratégica de fornecedora de produtos fotovoltaicos para uma fornecedora mundial deste tipo de solução inteligente.

A aquisição também marca outro passo rumo à estratégia da empresa focada no desenvolvimento de soluções de energia renováveis e alternativas que funcionem com o ecossistema da internet das coisas (IoT).

Com a compra, as mais recentes soluções fotovoltaicas da Trina Solar, TrinaPro, serão diretamente incorporadas aos produtos de seguidor e designs de engenharia da Nclave, enquanto as tecnologias de ponta da mesma também serão integradas às soluções da empresa chinesa.

A Nclave, com mais de 12 anos de experiência em recursos de energia renovável, foi fundada pela família Clavijo e integrada à empresa MFV em 2017, junto com a participação do fundo Q-Growth.  Com sede atual em Madri, Espanha, escritórios comerciais em cinco continentes e unidades de produção em Navarra (Espanha), a empresa já forneceu mais de 2,5 GW em todo o mundo.

A fabricante atua no desenvolvimento, design, produção, instalação e manutenção de estruturas fixas e de seguidores solares fotovoltaicos, incluindo o dimensionamento e a implementação de todas as soluções de fundação.

FONTE – canalenergia.com.br

Você sabe como funcionam os paineis solares fotovoltaicos?

Os painéis fotovoltaicos, fazem a conversão directa da luz solar para electricidade, a um nível atómico. A luz solar é composta de fotões, ou partículas de energia solar. Estes fotões possuem diferentes quantidades de energia, dependendo do do comprimento de onda do espectro solar.

Alguns materiais exibem propriedades que proporcionam um efeito conhecido como ‘efeito fotovoltaico’ que os faz absorver fotões, e libertar electrões. Quando estes electrões são capturados, uma corrente eléctrica pode ser usada como electricidade.

A corrente que se cria nos painéis, ainda não está pronta para uso doméstico já que a grande maioria dos aparelhos domésticos utiliza corrente alternada, e a corrente gerada pelos painéis solares, é corrente contínua. Torna-se necessário por isso utilizar um inversor de corrente. (AC/DC)

Muitas vezes pretende-se armazenar a energia para uso gradual, ao invés de fornecer a energia directamente à habitação, para isso o sistema pode incluir também um conjunto de baterias para armazenamento da energia eléctrica.

Como funcionam os painéis solares?

Um painel fotovoltaico é constituído por várias células fotovoltaicas todas juntas no mesmo circuito.

As células fotovoltaicas são formadas por pelo menos 2 camadas de materiais semi-condutores. Uma camada com uma carga positiva, e outra com uma negativa.

Quando a luz solar atinge as células fotovoltaicas, muitos dos fotões são reflectidos, ou passam através da célula, outros são absorvidos pela célula. Quando a camada negativa da célula tiver absorvido fotões suficientes, os electrões são libertados dessa camada. Migrando assim para a camada semi-condutora positiva, criando assim uma diferença de potencial entre as 2 camadas semelhante à de 1 bateria comum.

Ao ligar o sistema (pólo +, e -) a um electrodoméstico comum, os electrões circulam pelo circuito criando electricidade. Cada célula produz entre 1-2 watts. Para aumentar a sua potência, as células são combinadas e concentradas num módulo solar compacto. Estes módulos é que são depois instalados num circuito (em série, e/ou paralelo) e combinados para formar o painel solar que dará a potência necessária conforme os requisitos do projecto.

Graças à abundância de silicone (material primário na construção de painéis solares) e a praticamente ilimitada energia solar, esta solução renovável torna-se uma fonte de energia não só economicamente atractiva, mas também ecológica. Não queimam combustível, e não têm partes moveis sendo assim de fácil limpeza, não criam ruído, e são praticamente livres de manutenção.

FONTE – paineissolaresfotovoltaicos.com

Energia alternativa é o tema de seminários em Alagoas

 

Alagoas promove seminários sobre energia alternativa

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) do Estado de Alagoas promoveu seminários sobre energia alternativa em três regiões turísticas durante todo o mês de fevereiro.

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Lagoas e Mares do Sul, Caminhos do São Francisco, Costa dos Corais receberam os seminários e também contaram com rodadas de negócios entre empresas de fornecimento de equipamentos para geração de energia renovável.

Apesar de o foco dos seminários sobre energia alternativa ter sido nos empreendimentos turísticos do estado, empresários de outros setores também participaram das rodadas de negociação, promovendo a geração e o uso de energia renovável em Alagoas.

Apoiaram a iniciativa o Programa de Arranjos Produtivos Locais, o Sebrae/Al e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade. O evento contou com a participação de instituições bancárias disposta a fornecerem empréstimos para a aquisição de equipamentos para geração de energia limpa e houve, inclusive, a criação de uma linha de crédito específica para tal fim

Fonte – Ambiente Energia

ESenergy