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Edifícios adotam painéis fotovoltaicos em Cascavel

Além do menor impacto ambiental, sistema traz economia nos custos operacionais dos condomínios

O mercado imobiliário de Cascavel, no Paraná, está atento ao potencial dos painéis de energia fotovoltaica em edifícios. Em 2021, 38 famílias terão a oportunidade de viver em um prédio que traz o sistema de painéis fotovoltaicos no projeto original.

Além da economia na conta de energia, e consequentemente com os custos do condomínio, também existe a preocupação dos consumidores de que é preciso cuidar do meio ambiente e gerar energia da maneira mais limpa e renovável possível.

No Design Residence, sobre a cobertura, serão instalados 39 módulos monocristalinos, escolhidos por conta da maior eficiência em relação aos outros tipos. Eles possuem potência de 390W cada e ficarão voltados para Noroeste, com uma capacidade de produção mensal média de 1.769,80kWh.

“A vantagem de contar com sistema de geração próprio evita as variações na tarifa e minimiza muito o custo mensal com energia. Deve-se também levar em consideração que o imóvel com esse sistema se torna mais valorizado, pois está produzindo parte de sua energia de consumo através de fontes que não agridem o meio ambiente.

Para isso, o projeto arquitetônico deve estar alinhado com o projeto elétrico e fotovoltaico. Previamente são projetados locais de medição, controle e monitoramento da energia gerada, a qual pode ser visualizada por meio de gráficos em um painel instalado na edificação ou até mesmo através de um aplicativo de celular.

“Um trabalho de compatibilização entre os projetos é essencial para o posicionamento dessas placas não afetar a estética da edificação e para maximizar a energia gerada”, explicou o arquiteto Samuel Laurensi, responsável pela empresa que está organizando os projetos e coordenando todas as disciplinas para tudo se encaixar na obra do Design Residence.

FONTE – portalsolar.com.br

Famílias de baixa renda terão casas com energia solar em Monte Azul Paulista

Governo entrega 278 residências populares com tecnologia fotovoltaica no interior de São Paulo

A Secretaria de Estado da Habitação, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), entregou 278 moradias em Monte Azul Paulista, na região de Barretos, em setembro. A novidade é a adoção da tecnologia de sistema gerador solar fotovoltaico, que proporcionará drástica economia de consumo de energia elétrica para os moradores.

“Trabalhamos incessantemente para atender à população que mais precisa, com criatividade e seriedade”, disse o Secretário da Habitação, Flavio Amary.

O valor investido para a construção dessas unidades foi de R$ 33,6 milhões. Cada uma tem 56,67 metros quadrados, com dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. As moradias incorporam melhorias estabelecidas como padrão de qualidade pela CDHU, como piso cerâmico, rodapé e laje em todos os cômodos, azulejos no banheiro e cozinha, estrutura metálica no telhado e esquadrias de alumínio.

Na parte de infraestrutura, o conjunto conta com rede completa de água, de esgoto e elétrica, drenagem, passeio público, iluminação pública, pavimentação das vias, muros de arrimo e paisagismo.

As unidades habitacionais poderão ser quitadas no prazo de 300 meses pelas famílias beneficiadas. As prestações são subsidiadas pelo Governo do Estado e calculadas de acordo com a renda familiar, garantindo que quem ganha até três salários mínimos desembolse apenas 15% dos rendimentos. Em Monte Azul Paulista, 89% das famílias que receberam as chaves dos imóveis estão nessa faixa de renda. O valor da menor prestação é de R$ 149,70.

“É uma alegria muito grande receber essa chave, a realização de um sonho. Agora, vou pagar por algo que é meu, da minha família”, declarou Maria Domingas Cardoso da Conceição, de 35 anos, uma das beneficiadas que trabalha em um restaurante da cidade para pagar aluguel e sustentar os três filhos.

FONTE – portalsolar.com.br

Projeto ESenergy | Friis | Pirassununga-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Pirassununga-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 224
  • Capacidade instalada:  81,76 kWp
  • Inversor Trifásico:  2 unidades

Cresce uso de energia solar no agronegócio brasileiro

No primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp no setor, representando 86% do total gerado durante o ano todo em 2018

A energia solar fotovoltaica está cada vez mais presente em propriedades rurais. Somente no primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp, o que representa cerca de 86% do total gerado durante o ano todo em 2018. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Isso porque os custos com energia elétrica para o agronegócio são altos e correspondem a uma parcela significativa nos investimentos da produção. Com a energia solar, a redução no valor gasto com esse insumo faz com que atividades que demandam muita eletricidade custem menos no bolso dos produtores rurais. Essa economia traz mais liberdade para que esses processos sejam realizados em larga escala.

Além disso, gerar a própria energia é uma ótima alternativa para não sofrer com as instabilidades que ocorrem nas zonas rurais, deixando os produtores menos dependentes do fornecimento das redes de energia convencionais.

Um exemplo é numa fazenda autossuficiente em energia no município de Catalão (GO) que, com a implementação de seis usinas, cada uma com potência de 50 kWp, vai gerar uma economia de energia no período de 25 anos de R$ 3.742.500.

Outra fazenda, na cidade de Rio Verde (GO), conta com a instalação de três usinas com potência de 277,95 kWp, que vai permitir uma economia cerca de R$ 3.907.500 em 25 anos.

FONTE – portalsolar.com.br

Setor de cabos tenta pegar carona em energia solar

Brasil ganhou 41 mil usinas fotovoltaicas em apenas dois anos

Um estudo divulgado recentemente pela consultoria Bloomberg New Energy Finance aponta que o Brasil deve receber quase US$ 100 bilhões em investimentos em energia solar até 2040. Antes ignorada por causa de seu alto custo de implantação, a fonte fotovoltaica já é uma realidade no maior país da América Latina, e seu crescimento vem movimentando a cadeia de fornecedores do setor.

“Os investimentos bilionários no setor [de energia fotovoltaica] já impactam na busca por fios e cabos especiais que possam acompanhar a tecnologia e o aprimoramento das placas fotovoltaicas. Percebemos fabricantes ávidos por matérias-primas capazes, eficientes, competitivas e que atendam todas as normas exigidas pelo setor”, diz à ANSA Paulo Garnica, dono da FG Wire e da FG Resinas, fabricantes de compostos para cabos, inclusive fotovoltaicos.

Segundo ele, a empresa está “pronta e ávida” para atender ao crescimento da demanda. “Já percebemos isso em nosso portfólio. Atualmente, a demanda por matérias-primas e masterbatches [composto usado para dar cor a produtos de plástico] para a linha de energia fotovoltaica cresce mensalmente”, acrescenta Garnica, que busca a liderança no mercado brasileiro.

O executivo conta que a FG mostrará seus produtos voltados para energia solar na próxima edição da Wire South America, feira de fios e cabos realizada pela Messe Düsseldorf e organizada pela Cipa Fiera Milano. O evento acontece de 1º a 3 de outubro, no São Paulo Expo, zona sul da capital paulista, paralelamente à 10ª edição da Tubotech, dedicada a tubos, válvulas, bombas e conexões.

Crescimento

O Brasil vem recebendo investimentos bilionários em energias renováveis nos últimos anos, inclusive por meio de gigantes mundiais do setor, como a italiana Enel, dona de alguns dos maiores parques eólicos e fotovoltaicos do país.

Segundo estudo divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 41 mil usinas de energia solar foram instaladas no Brasil entre 2016 e 2018. Isso elevou a participação da fonte fotovoltaica na matriz energética nacional de 0,1% para 1,4%. Quando se soma os parques eólicos, o índice ultrapassa os 10%.

“A concorrência saudável é extremamente importante para o desenvolvimento sustentável do Brasil. A chegada de gigantes nos prestigia e mostra que o mundo está acreditando novamente em nosso país”, afirma o dono da FG Wire.

Garnica prevê também que o setor de energia solar tenha uma importância cada vez maior para o mercado de fios e cabos. “A energia fotovoltaica é a bola da vez”, sentencia.

FONTE – terra.com.br

Paraná ganha sua maior usina de energia solar em indústria

Realeza, município com 17 mil habitantes, a 500 quilômetros de Curitiba, acaba de inaugurar o maior complexo gerador de energia solar já instalado em indústrias do Estado do Paraná. Segundo Pedro Tochetto, diretor da BioWatts Energia Solar, empresa responsável pelo projeto e instalação, a estrutura implantada na empresa Baterias Real conta com 1.896 placas fotovoltaicas, que produzem mais de 850.000 kWh/ano, energia suficiente para atender ao consumo de 300 residências de médio porte.

Foto: DINO / DINO

A usina de Realeza soma-se ao portfólio de centenas de outras grandes, pequenas e médias projetadas e instaladas pelos profissionais da BioWatts em indústrias, propriedades rurais, agroindústrias e residências, da região Sul do País. Entre elas, destacam-se o projeto de geração instalado nas dependências do Parque Tecnológico onde acontece o Show Rural em Cascavel, a usina em fase adiantada de instalação na Cooperativa Central Cotriguaçu e o próprio laboratório didático de geração de energia implantado pela BioWatts junto ao campus da Universidade Estadual do Oeste, em Cascavel.

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Paraná ganha sua maior usina de energia solar em indústria

30 SET2019

12h31

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Realeza, município com 17 mil habitantes, a 500 quilômetros de Curitiba, acaba de inaugurar o maior complexo gerador de energia solar já instalado em indústrias do Estado do Paraná. Segundo Pedro Tochetto, diretor da BioWatts Energia Solar, empresa responsável pelo projeto e instalação, a estrutura implantada na empresa Baterias Real conta com 1.896 placas fotovoltaicas, que produzem mais de 850.000 kWh/ano, energia suficiente para atender ao consumo de 300 residências de médio porte.

Foto: DINO / DINO

A usina de Realeza soma-se ao portfólio de centenas de outras grandes, pequenas e médias projetadas e instaladas pelos profissionais da BioWatts em indústrias, propriedades rurais, agroindústrias e residências, da região Sul do País. Entre elas, destacam-se o projeto de geração instalado nas dependências do Parque Tecnológico onde acontece o Show Rural em Cascavel, a usina em fase adiantada de instalação na Cooperativa Central Cotriguaçu e o próprio laboratório didático de geração de energia implantado pela BioWatts junto ao campus da Universidade Estadual do Oeste, em Cascavel.

Sustentabilidade e economia

Com 166 colaboradores que produzem em média, mil baterias automotivas por dia, comercializadas em onze estados brasileiros, a Real é forte consumidora  de energia elétrica, especialmente nas etapas de transformação do chumbo e na carga inicial. O gasto médio mensal com este insumo supera os R$ 210.000,00.

Seu proprietário, Paulo Casaril, conta que antes de se decidir pela fonte solar, avaliou as diferentes alternativas, inclusive aquisição de energia no mercado aberto. Todas as suas contas indicaram as placas fotovoltaicas, como a opção mais racional e econômica, além da contribuição adicional à preservação dos recursos naturais. Em suas contas, a energia solar gerada pela usina equivale à preservação de 2.655 árvores e supressão de 394 mil quilos de CO2 que seriam lançados na atmosfera, anualmente.

Paulo diz que investiu R$ 3 milhões nesta primeira etapa em que está produzindo pouco mais de 50%, da energia consumida mensalmente. Satisfeito com a parceria e com os resultados, ele já programa novos investimentos, em busca da plena autossuficiência energética.

Maior indústria geradora de mão de obra local, a Baterias Real desenvolve amplo programa de formação e especialização do quadro funcional e dedica atenção especial à questão ambiental. “Seguimos à risca as normas ambientais e de segurança à saúde de nossos colaboradores”, explica Paulo Casaril, que atua no ramo há 39 anos.

Segundo ele, o processo de vendas casadas à devolução das baterias usadas e sua reciclagem formam um exemplo bem-sucedido de reciclagem industrial. “Conseguimos reaproveitar 97% de uma bateria utilizada, devolvendo-a ao processo produtivo e reduzindo assim, os riscos de poluição ambiental”, diz.

FONTE – terra.com.br

Projeto ESenergy | Rafael | Mogi Mirim-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Mogi Mirim-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 8
  • Capacidade instalada:  3 kWp
  • Inversor Bifásico:  1 unidade

Projeto ESenergy | Burle Marx | Sertãozinho-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Sertãozinho-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 86
  • Capacidade instalada:  31,39 kWp
  • Inversor Trifásico:  1 unidade

Projeto ESenergy | Dayse | Sertãozinho-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Sertãozinho-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 10
  • Capacidade instalada:  3,3 kWp
  • Inversor Bifásico:  1 unidade

Projeto ESenergy | Pixel Diagnóstico | Poços de Caldas-MG

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Poços de Caldas-MG.

 

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 256
  • Capacidade instalada: 96,00 kWp
  • Inversor Trifásico: 1 unidade