Posts

Consumo consciente ainda é desafio para brasileiros

Separar o lixo e consumir orgânicos ainda é considerado difícil pela maioria, diz estudo

Consumo consciente ainda é desafio para brasileirosFoto: Lacey Williams/Unsplash

Preço de produtos orgânicos e separação do lixo para reciclagem são principais barreiras apontadas. Para 41% dos consumidores, melhores hábitos estão associados a aspecto financeiros, como evitar desperdício e compras desnecessárias. Indicador mostra que 58% são considerados ‘consumidor em transição’

Embora o brasileiro reconheça que o consumo inadequado de recursos naturais cause impactos ao meio ambiente, poucos são aqueles que realmente têm atitudes sustentáveis no dia a dia. Uma pesquisa, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais do país, mostra que a maioria dos brasileiros (97%) possui alguma dificuldade em adotar práticas de consumo consciente.

Os principais entraves mencionados pelos entrevistados para a falta de hábitos mais responsáveis são alto preço dos produtos orgânicos (37%) e os obstáculos em separar o lixo para a reciclagem (32%). Além disso, 30% reconhecem não conseguir reduzir a quantidade de lixo gerado e outros 30% enfrentam barreiras em engajar os vizinhos nessa prática.

De acordo com o levantamento, o brasileiro ainda é considerado ‘consumidor em transição’, ou seja, mais da metade (58%) mantém práticas de consumo consciente, mas em frequência aquém da desejada. Já três em cada dez (29%) se encaixam como ‘consumidor consciente’, enquanto 13% somam os pouco ou nada conscientes.

Os dados fazem parte do Indicador de Consumo Consciente (ICC), que em 2019 atingiu 73%, mantendo-se estável em relação ao ano passado, ao registrar o mesmo percentual. O ICC pode variar de 0% a 100%: quanto mais próximo de 100% for o índice, maior é o nível de consumo consciente.

Aspecto financeiro

O estudo também indica que no Brasil há uma visão de consumo consciente mais voltada ao aspecto financeiro: para 41%, ser sustentável significa adotar hábitos que evitem o desperdício e as compras desnecessárias. Ao mesmo tempo, 32% entendem a necessidade de se refletir sobre as consequências de uma compra antes de concretizá-la, sabendo que o consumo produz impactos sociais, ambientais e econômicos para todos. Outros 14%, por sua vez, pensam em atitudes que tem como foco economizar dinheiro, enquanto 11% correlacionam a ação de economizar com a preservação do meio ambiente.

Em uma escala de 1 a 10 de auto avaliação sobre a prática de consumo consciente no dia a dia —  em que 1 corresponde a “nada consciente” e 10 significa “muito consciente” —, os entrevistados atribuíram a si mesmos a nota média de 7,7.

“Embora muitos não consigam definir corretamente o que vem a ser o consumo consciente, a percepção em relação às próprias ações no dia a dia é positiva. Apesar disso, a pesquisa sugere que, sob alguns aspectos, essa autoimagem não corresponde totalmente à realidade”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Empresas “socialmente responsáveis” são favoritas

Há um consenso entre os consumidores brasileiros de que as consequências das mudanças climáticas e do consumo desenfreado são um problema que diz respeito a toda a sociedade. Para 98%, o consumo inadequado ou excessivo dos recursos naturais do planeta gera impactos no meio ambiente, entre os quais 50% mencionaram mudanças climáticas, 45% a falta de água e 42% a poluição e a baixa qualidade do ar.

Seis em cada dez entrevistados (60%) acreditam que o consumo não consciente deverá atingir a todos. Além disso, 92% acham que a preservação do planeta a partir de atitudes concretas de consumo consciente depende de toda a população. Já 46% consideram que a principal vantagem em adotar práticas sustentáveis é ter a satisfação em fazer algo positivo para o futuro das próximas gerações, enquanto 43% citaram a sensação de dever cumprido e de estar fazendo o que é correto.

Outro dado revela que para três em cada quatro consumidores ouvidos (75%) pesam na decisão de compra produtos fabricados por empresas que investem em projetos sociais ou ambientais. E para 89%, um aspecto bastante valorizado é conhecer a origem dos produtos que são consumidos, em especial os industrializados (45%), os animais (39%) e os orgânicos (37%). Considerando a importância da origem dos itens que vão à mesa do consumidor, mais da metade (53%) mencionou querer assegurar que os alimentos farão bem à saúde. Já 47% disseram buscar mais segurança sobre a qualidade dos produtos.

Prejudicados

Para a grande maioria, comportamentos pouco sustentáveis adotados por terceiros fazem com que o consumidor se sinta pessoalmente afetado. Oito em cada dez entrevistados (79%) destacaram que ao ver outras pessoas desperdiçando água, energia ou mesmo comprando produtos sem se preocupar com o meio ambiente se sentem prejudicados. Em contrapartida, 15% não ligam para esse tipo de comportamento porque o mais importante é fazer a sua parte.

Ainda segundo a pesquisa, as boas práticas servem de estímulo para a maioria dos entrevistados. O exemplo de um colega, vizinho ou parente economizando água e energia, que pode evitar o consumo exagerado, deixa 70% felizes por perceberem que os outros estão fazendo a parte deles tanto quanto os entrevistados. Além disso, 21% se sentem estimulados a fazer a mesma coisa por serem inspirados a seguir boas atitudes. Por outro lado, 6% admiram quem faz a sua parte, mas reconhece não conseguir fazer o mesmo.

Praticamente a totalidade da amostra (98%) concorda que é importante adotar atitudes como forma de mudar o próprio estilo de vida e alcançar um mundo mais equilibrado e sustentável. E a principal ação que deve ser tomada é criar o hábito de se planejar financeiramente, fazendo listas para evitar as compras por impulso (45%). Na opinião dos entrevistados, também é preciso reutilizar e reciclar, dando novas utilidades a materiais que seriam descartados (45%), refletir antes de comprar, pensando bem nas necessidades (43%) e evitar adquirir produtos piratas ou contrabandeados (41%).

Apagar as luzes antes de sair de um ambiente e preferir produtos com embalagens recicladas estão entre hábitos mais recorrentes

Indicador

O Indicador de Consumo Consciente (ICC) acompanha as mudanças nos hábitos de compra e outras ações cotidianas dos brasileiros ao longo do tempo, considerando os aspectos financeiros, ambientais e sociais.  Quando se observa os principais comportamentos ligados à preservação do meio ambiente, com relação ao uso racional de energia elétrica, os hábitos mais presentes no cotidiano dos consumidores são apagar as luzes de ambientes que não estão sendo utilizados (96%) e controlar o valor das contas do mês (93%). Já considerando o meio ambiente de forma mais ampla, se destacam os hábitos de doar ou trocar algum item antes de jogá-lo fora (89%) e dar preferência a produtos cujas embalagens são recicláveis (83%).

Entre as práticas de uso consciente do dinheiro, o levantamento destaca a pesquisa de preços (90%) e uso de produtos antigos ou consertá-los em vez de comprar algum item novo (89%). Quanto ao pilar responsabilidade social, 92% dos entrevistados disseram incentivar as pessoas da casa a economizar água e luz, enquanto 88% mencionaram preferir passar o tempo livre com a família ou amigos do que passear em shoppings ou fazer compras.

“É possível notar que boas práticas já estão no radar do consumidor brasileiro, embora de forma ainda tímida. Um longo caminho ainda precisa ser percorrido para que as pessoas entendam que suas atitudes individuais produzem efeitos coletivos e, principalmente, cumulativos na sociedade. No dia a dia, o primeiro ponto a considerar deve ser a própria necessidade da compra, já que é comum o acúmulo de bens, muitos dos quais nem mesmo chegarão a ser utilizados”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

FONTE – destakjornal.com.br

Dia do consumo consciente: repense seus hábitos

15 de outubro é o Dia do Consumo Consciente. Data alerta para os problemas da produção e consumo excessivos

Dia do Consumo Consciente

Imagem: Sylvie Tittel on Unsplash

Dia do Consumo Consciente foi instituído pelo Ministério do Meio Ambiente para chamar a atenção da sociedade para os riscos da produção e do consumo exagerados. A data foi criada em 2009 e é celebrada em todo o Brasil no dia 15 de outubro.

A ideia do Dia do Consumo Consciente é despertar a consciência do público para os problemas sociais, econômicos, ambientais e políticos causados pelo exagero no consumo.

Em 2008, a Consumers International (CI) promoveu uma mobilização mundial na mesma data para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. O movimento Global Consumer Action Day contou com a adesão de mais de 40 instituições e outros grupos de consumidores em 33 países.

Além de reduzir o consumo, o Dia do Consumo Consciente também alerta para o fato de que um produto ou serviço deve minimizar o uso de recursos naturais, materiais tóxicos, diminuir a emissão de poluentes e a geração de resíduos.

consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária do cidadão para garantir a sustentabilidade da vida no planeta. É ampliar os impactos positivos e diminuir os negativos causados pelo consumo dos cidadãos no meio ambiente, na economia e nas relações sociais.

FONTE – ecycle.com.br

Edifícios adotam painéis fotovoltaicos em Cascavel

Além do menor impacto ambiental, sistema traz economia nos custos operacionais dos condomínios

O mercado imobiliário de Cascavel, no Paraná, está atento ao potencial dos painéis de energia fotovoltaica em edifícios. Em 2021, 38 famílias terão a oportunidade de viver em um prédio que traz o sistema de painéis fotovoltaicos no projeto original.

Além da economia na conta de energia, e consequentemente com os custos do condomínio, também existe a preocupação dos consumidores de que é preciso cuidar do meio ambiente e gerar energia da maneira mais limpa e renovável possível.

No Design Residence, sobre a cobertura, serão instalados 39 módulos monocristalinos, escolhidos por conta da maior eficiência em relação aos outros tipos. Eles possuem potência de 390W cada e ficarão voltados para Noroeste, com uma capacidade de produção mensal média de 1.769,80kWh.

“A vantagem de contar com sistema de geração próprio evita as variações na tarifa e minimiza muito o custo mensal com energia. Deve-se também levar em consideração que o imóvel com esse sistema se torna mais valorizado, pois está produzindo parte de sua energia de consumo através de fontes que não agridem o meio ambiente.

Para isso, o projeto arquitetônico deve estar alinhado com o projeto elétrico e fotovoltaico. Previamente são projetados locais de medição, controle e monitoramento da energia gerada, a qual pode ser visualizada por meio de gráficos em um painel instalado na edificação ou até mesmo através de um aplicativo de celular.

“Um trabalho de compatibilização entre os projetos é essencial para o posicionamento dessas placas não afetar a estética da edificação e para maximizar a energia gerada”, explicou o arquiteto Samuel Laurensi, responsável pela empresa que está organizando os projetos e coordenando todas as disciplinas para tudo se encaixar na obra do Design Residence.

FONTE – portalsolar.com.br

Famílias de baixa renda terão casas com energia solar em Monte Azul Paulista

Governo entrega 278 residências populares com tecnologia fotovoltaica no interior de São Paulo

A Secretaria de Estado da Habitação, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), entregou 278 moradias em Monte Azul Paulista, na região de Barretos, em setembro. A novidade é a adoção da tecnologia de sistema gerador solar fotovoltaico, que proporcionará drástica economia de consumo de energia elétrica para os moradores.

“Trabalhamos incessantemente para atender à população que mais precisa, com criatividade e seriedade”, disse o Secretário da Habitação, Flavio Amary.

O valor investido para a construção dessas unidades foi de R$ 33,6 milhões. Cada uma tem 56,67 metros quadrados, com dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. As moradias incorporam melhorias estabelecidas como padrão de qualidade pela CDHU, como piso cerâmico, rodapé e laje em todos os cômodos, azulejos no banheiro e cozinha, estrutura metálica no telhado e esquadrias de alumínio.

Na parte de infraestrutura, o conjunto conta com rede completa de água, de esgoto e elétrica, drenagem, passeio público, iluminação pública, pavimentação das vias, muros de arrimo e paisagismo.

As unidades habitacionais poderão ser quitadas no prazo de 300 meses pelas famílias beneficiadas. As prestações são subsidiadas pelo Governo do Estado e calculadas de acordo com a renda familiar, garantindo que quem ganha até três salários mínimos desembolse apenas 15% dos rendimentos. Em Monte Azul Paulista, 89% das famílias que receberam as chaves dos imóveis estão nessa faixa de renda. O valor da menor prestação é de R$ 149,70.

“É uma alegria muito grande receber essa chave, a realização de um sonho. Agora, vou pagar por algo que é meu, da minha família”, declarou Maria Domingas Cardoso da Conceição, de 35 anos, uma das beneficiadas que trabalha em um restaurante da cidade para pagar aluguel e sustentar os três filhos.

FONTE – portalsolar.com.br

Cresce procura por energia solar fotovoltaica no Brasil

Número de instalações nos seis primeiros meses de 2019 já equivale ao total de projetos realizados em todo o ano passado (Foto: Divulgação)

O primeiro semestre deste ano foi suficiente para que as instalações de sistemas fotovoltaicos no Brasil atingissem 90,77% do total instalado em 2018, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que controla o segmento de geração distribuída, que foi criado em 2012 através de sua Resolução Normativa 482.

De acordo com a Aneel, foram feitas 31.896 novas conexões de micro e minigeradores à rede até o final de junho deste ano, quase o total de instalações realizadas no ano passado, que foi de 35.139 sistemas. Em investimentos, o volume já se aproxima dos R$ 4 bilhões movimentados pelo mercado de energia solar distribuída em 2018, segundo informou o estudo da empresa Grenner, referente ao 1º semestre do segmento em 2019.

Diversos fatores podem ser apontados para este aumento significativo no número de instalações. Um deles é a maior oferta de linhas de financiamentos em energia solar por bancos públicos e privados. Com taxas e prazos bem atrativos, essas linhas de crédito têm permitido a mais consumidores gerarem a própria energia, em especial empresas, sendo a forma de pagamento escolhida por 39,6% delas, de acordo com o estudo da Grenner.

Para os especialistas, a queda de 12% nos custos dos kits de energia solar refletida no primeiro semestre e, por outro lado, o alto preço da energia no Brasil têm contribuído para que milhares de consumidores optem pela energia solar em sua casa ou empresa.

As distribuidoras, que a cada ano perdem mais receita devido aos novos “prosumidores”, estão insatisfeitas e já pressionam a Aneel para que altere as regras do segmento. Essas possíveis mudanças, embora não sejam o fim das vantagens na instalação de placas solares, poderão aumentar o prazo de retorno sobre o investimento em energia solar.

Enquanto o setor aguarda por uma posição da agência, consumidores correm para garantir seu sistema ainda sobre as regras atuais da Resolução Normativa 482. Diante desse cenário, segundo as projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o mercado de energia solar fotovoltaica deve atingir R$ 5,2 bilhões de investimentos neste ano, gerando cerca de 15 mil empregos.

Fonte – portalsolar.com.br

Projeto ESenergy | Friis | Pirassununga-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Pirassununga-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 224
  • Capacidade instalada:  81,76 kWp
  • Inversor Trifásico:  2 unidades

Cresce uso de energia solar no agronegócio brasileiro

No primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp no setor, representando 86% do total gerado durante o ano todo em 2018

A energia solar fotovoltaica está cada vez mais presente em propriedades rurais. Somente no primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp, o que representa cerca de 86% do total gerado durante o ano todo em 2018. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Isso porque os custos com energia elétrica para o agronegócio são altos e correspondem a uma parcela significativa nos investimentos da produção. Com a energia solar, a redução no valor gasto com esse insumo faz com que atividades que demandam muita eletricidade custem menos no bolso dos produtores rurais. Essa economia traz mais liberdade para que esses processos sejam realizados em larga escala.

Além disso, gerar a própria energia é uma ótima alternativa para não sofrer com as instabilidades que ocorrem nas zonas rurais, deixando os produtores menos dependentes do fornecimento das redes de energia convencionais.

Um exemplo é numa fazenda autossuficiente em energia no município de Catalão (GO) que, com a implementação de seis usinas, cada uma com potência de 50 kWp, vai gerar uma economia de energia no período de 25 anos de R$ 3.742.500.

Outra fazenda, na cidade de Rio Verde (GO), conta com a instalação de três usinas com potência de 277,95 kWp, que vai permitir uma economia cerca de R$ 3.907.500 em 25 anos.

FONTE – portalsolar.com.br

Setor de cabos tenta pegar carona em energia solar

Brasil ganhou 41 mil usinas fotovoltaicas em apenas dois anos

Um estudo divulgado recentemente pela consultoria Bloomberg New Energy Finance aponta que o Brasil deve receber quase US$ 100 bilhões em investimentos em energia solar até 2040. Antes ignorada por causa de seu alto custo de implantação, a fonte fotovoltaica já é uma realidade no maior país da América Latina, e seu crescimento vem movimentando a cadeia de fornecedores do setor.

“Os investimentos bilionários no setor [de energia fotovoltaica] já impactam na busca por fios e cabos especiais que possam acompanhar a tecnologia e o aprimoramento das placas fotovoltaicas. Percebemos fabricantes ávidos por matérias-primas capazes, eficientes, competitivas e que atendam todas as normas exigidas pelo setor”, diz à ANSA Paulo Garnica, dono da FG Wire e da FG Resinas, fabricantes de compostos para cabos, inclusive fotovoltaicos.

Segundo ele, a empresa está “pronta e ávida” para atender ao crescimento da demanda. “Já percebemos isso em nosso portfólio. Atualmente, a demanda por matérias-primas e masterbatches [composto usado para dar cor a produtos de plástico] para a linha de energia fotovoltaica cresce mensalmente”, acrescenta Garnica, que busca a liderança no mercado brasileiro.

O executivo conta que a FG mostrará seus produtos voltados para energia solar na próxima edição da Wire South America, feira de fios e cabos realizada pela Messe Düsseldorf e organizada pela Cipa Fiera Milano. O evento acontece de 1º a 3 de outubro, no São Paulo Expo, zona sul da capital paulista, paralelamente à 10ª edição da Tubotech, dedicada a tubos, válvulas, bombas e conexões.

Crescimento

O Brasil vem recebendo investimentos bilionários em energias renováveis nos últimos anos, inclusive por meio de gigantes mundiais do setor, como a italiana Enel, dona de alguns dos maiores parques eólicos e fotovoltaicos do país.

Segundo estudo divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca de 41 mil usinas de energia solar foram instaladas no Brasil entre 2016 e 2018. Isso elevou a participação da fonte fotovoltaica na matriz energética nacional de 0,1% para 1,4%. Quando se soma os parques eólicos, o índice ultrapassa os 10%.

“A concorrência saudável é extremamente importante para o desenvolvimento sustentável do Brasil. A chegada de gigantes nos prestigia e mostra que o mundo está acreditando novamente em nosso país”, afirma o dono da FG Wire.

Garnica prevê também que o setor de energia solar tenha uma importância cada vez maior para o mercado de fios e cabos. “A energia fotovoltaica é a bola da vez”, sentencia.

FONTE – terra.com.br

Paraná ganha sua maior usina de energia solar em indústria

Realeza, município com 17 mil habitantes, a 500 quilômetros de Curitiba, acaba de inaugurar o maior complexo gerador de energia solar já instalado em indústrias do Estado do Paraná. Segundo Pedro Tochetto, diretor da BioWatts Energia Solar, empresa responsável pelo projeto e instalação, a estrutura implantada na empresa Baterias Real conta com 1.896 placas fotovoltaicas, que produzem mais de 850.000 kWh/ano, energia suficiente para atender ao consumo de 300 residências de médio porte.

Foto: DINO / DINO

A usina de Realeza soma-se ao portfólio de centenas de outras grandes, pequenas e médias projetadas e instaladas pelos profissionais da BioWatts em indústrias, propriedades rurais, agroindústrias e residências, da região Sul do País. Entre elas, destacam-se o projeto de geração instalado nas dependências do Parque Tecnológico onde acontece o Show Rural em Cascavel, a usina em fase adiantada de instalação na Cooperativa Central Cotriguaçu e o próprio laboratório didático de geração de energia implantado pela BioWatts junto ao campus da Universidade Estadual do Oeste, em Cascavel.

1 evento ao vivo

Paraná ganha sua maior usina de energia solar em indústria

30 SET2019

12h31

  • separator
  • 0
  • COMENTÁRIOS

Realeza, município com 17 mil habitantes, a 500 quilômetros de Curitiba, acaba de inaugurar o maior complexo gerador de energia solar já instalado em indústrias do Estado do Paraná. Segundo Pedro Tochetto, diretor da BioWatts Energia Solar, empresa responsável pelo projeto e instalação, a estrutura implantada na empresa Baterias Real conta com 1.896 placas fotovoltaicas, que produzem mais de 850.000 kWh/ano, energia suficiente para atender ao consumo de 300 residências de médio porte.

Foto: DINO / DINO

A usina de Realeza soma-se ao portfólio de centenas de outras grandes, pequenas e médias projetadas e instaladas pelos profissionais da BioWatts em indústrias, propriedades rurais, agroindústrias e residências, da região Sul do País. Entre elas, destacam-se o projeto de geração instalado nas dependências do Parque Tecnológico onde acontece o Show Rural em Cascavel, a usina em fase adiantada de instalação na Cooperativa Central Cotriguaçu e o próprio laboratório didático de geração de energia implantado pela BioWatts junto ao campus da Universidade Estadual do Oeste, em Cascavel.

Sustentabilidade e economia

Com 166 colaboradores que produzem em média, mil baterias automotivas por dia, comercializadas em onze estados brasileiros, a Real é forte consumidora  de energia elétrica, especialmente nas etapas de transformação do chumbo e na carga inicial. O gasto médio mensal com este insumo supera os R$ 210.000,00.

Seu proprietário, Paulo Casaril, conta que antes de se decidir pela fonte solar, avaliou as diferentes alternativas, inclusive aquisição de energia no mercado aberto. Todas as suas contas indicaram as placas fotovoltaicas, como a opção mais racional e econômica, além da contribuição adicional à preservação dos recursos naturais. Em suas contas, a energia solar gerada pela usina equivale à preservação de 2.655 árvores e supressão de 394 mil quilos de CO2 que seriam lançados na atmosfera, anualmente.

Paulo diz que investiu R$ 3 milhões nesta primeira etapa em que está produzindo pouco mais de 50%, da energia consumida mensalmente. Satisfeito com a parceria e com os resultados, ele já programa novos investimentos, em busca da plena autossuficiência energética.

Maior indústria geradora de mão de obra local, a Baterias Real desenvolve amplo programa de formação e especialização do quadro funcional e dedica atenção especial à questão ambiental. “Seguimos à risca as normas ambientais e de segurança à saúde de nossos colaboradores”, explica Paulo Casaril, que atua no ramo há 39 anos.

Segundo ele, o processo de vendas casadas à devolução das baterias usadas e sua reciclagem formam um exemplo bem-sucedido de reciclagem industrial. “Conseguimos reaproveitar 97% de uma bateria utilizada, devolvendo-a ao processo produtivo e reduzindo assim, os riscos de poluição ambiental”, diz.

FONTE – terra.com.br

Projeto ESenergy | Rafael | Mogi Mirim-SP

Instalação de sistema de geração fotovoltaico realizada pela equipe ESenergy, realizada na cidade de Mogi Mirim-SP.

Detalhes da instalação:

  • Quantidade de módulos: 8
  • Capacidade instalada:  3 kWp
  • Inversor Bifásico:  1 unidade