Posts

Alternativa às placas solares, telha fotovoltaica brasileira pode ser solução em padrão estético e economia para residências

Atecnologia, aliada às boas ideias, pode trazer excelentes resultados em benefício da sustentabilidade. Prova disso é a novidade que uma empresa gaúcha, especializada em injetados plásticos para diversos setores da indústria e comércio, acaba de lançar: a primeira telha fotovoltaica do Brasil, chamada de Green Tile.

Países como a Alemanha, Estados Unidos, China, Itália e Japão já utilizam a tecnologia fotovoltaica em larga escala, há bastante tempo. No Brasil existe um potencial gigantesco, em razão dos dias ensolarados que ocorrem o ano inteiro. Cada vez mais, os estudos e investimentos nessa área estão aumentando e hoje sabemos que, além da vantagem econômica, de até 95% na conta de luz, sua produção não gera resíduos que causem danos à natureza. Pode-se ainda considerar a energia solar como renovável, pois é uma fonte natural, limpa e que está sempre disponível.

E foi em uma viagem a um desses países que surgiu a ideia da Green Tile. O Gerente de Projetos da Forte Plásticos, empresa que desenvolveu a telha, Gustavo Disegna, foi para a China em 2013 visitar a maior feira de negócios do mundo, a Canton Fair. Na ocasião, ele aproveitou para conhecer cidades como Beijing, Guangzou e Hong Kong, e ficou admirado com o seu desenvolvimento nas áreas de led e energia fotovoltaica.

Voltando ao Brasil, ele se aprofundou no assunto, e começou a idealizar um produto que integrasse a geração de energia e a casa, de forma harmônica e inteligente: nascia a Green Tile, uma telha fotovoltaica que reúne todos esses atributos. Sabendo dos desafios que estavam por vir, como por exemplo, um mercado pouco conhecido no Brasil, ou o alto investimento financeiro relacionado à conclusão de testes necessários para assegurar a eficiência e garantia do produto, a empresa decide aguardar e amadurecer o projeto antes de lançá-lo.

Simultaneamente, as pesquisas e o acompanhamento do mercado fotovoltaico brasileiro e mundial continuaram, e em 2015, o projeto Green Tile foi inscrito em um edital de inovação do SENAI, e após duas tentativas, em 2017, foi contemplado com alta pontuação, para poder desenvolver seu produto em parceria com a instituição. Desde então, a Forte vem desenvolvendo a primeira telha fotovoltaica do Brasil, que foi lançada na 22º Construsul – Feira Internacional da Construção, em Porto Alegre, no mês de agosto, uma das maiores feiras do setor da arquitetura e construção civil do país. A empresa Forte lança a Green Tile como seu produto tecnológico mais importante e inovador, e dentro da sua linha Fortenergy, busca ampliar o leque de soluções dentro do conceito da utilização de energia fotovoltaica, aliando tecnologia e sustentabilidade.

Foto: Fernando Verch/Green Tile / DINO

Diferenciais da telha fotovoltaica Green Tile

A Green Tile é uma telha que possui um sistema fotovoltaico integrado, o que significa que ela é capaz de gerar eletricidade por meio da transformação da luz solar em energia elétrica. Diferente das tradicionais placas solares e de outras telhas fotovoltaicas, a Green Tile valoriza a estética do imóvel, pois tem o mesmo tamanho de uma telha plana de concreto, porém, com uma estrutura plástica altamente resistente, se encaixando perfeitamente ao telhado. É possível mesclar as telhas convencionais com a Green Tile, sem prejudicar o padrão da construção, fazendo com que o telhado tenha dupla função, a cobertura e geração de energia.

A instalação da Green Tile é descomplicada e faz com que o imóvel seja valorizado ao longo dos anos. Ela está disponível em duas apresentações: em um fundo branco, onde o seu sistema fica mais aparente, e em fundo preto, deixando a cobertura mais discreta, onde praticamente não se percebe a diferença dela para uma telha convencional. A Green Tile pode zerar a conta de energia elétrica, e garante uma eficiência em geração de energia de 80% em até 25 anos, sua potência nominal é de 15wp e a tensão máxima (Vpm) de 2,5v, além disso, sua eficiência de exposição chega a 16%. Tecnologia brasileira, desenvolvida no Rio Grande do Sul.

FONTE – terra.com.br

Toyota está testando nova versão do Prius movido a energia solar

A Toyota é uma das referências em carros híbridos há algum tempo, desde o lançamento do Prius, seu benchmark para o segmento. Os ganhos em termos de preservação do meio ambiente são óbvios, já que o veículo emite bem menos poluentes em relação aos carros normais. Agora, como alcançar esse nível de emissão utilizando fontes renováveis, uma vez que o produto é equipado com uma bateria? A gigante japonesa está tentando resolver os dois problemas, cobrindo um Prius com painéis solares.

Os testes com um protótipo do Toyota Prius em sua versão plug-in começaram em julho, em parceria com a NEDO e a Sharp, que fornecem os painéis solares que cobrem o capô, o teto, a janela traseira e o spoiler traseiro. As placas têm apenas 0,03 milímetros de espessura, permitindo que sejam moldados de acordo com a lataria.

A Toyota já oferece um teto solar para o Prius em alguns mercados, mas esse protótipo de painel solar é um pouco mais elaborado. Ele pode carregar a bateria do carro enquanto estiver estacionado ou em movimento, de acordo com a montadora japonesa. Segundo a Reuters, essa bateria foi ampliada para o teste, com células extras no porta-malas, adicionando 80 quilos a mais de peso.

Foto: Toyota

Testes iniciais com os painéis solares revelam que eles são capazes de adicionar 56 quilômetros de autonomia elétrica em movimento (uma vez que a energia cinética também carrega a bateria) e 43 quilômetros estacionado. Além da maior área de superfície dos painéis solares no carro de teste, as placas da Sharp também são melhores em converter os raios do sol em eletricidade do que o teto solar já existente no Prius. Eles têm uma taxa de eficiência de 34%, em comparação com os 22,5% do sistema atualmente em produção, segundo a Toyota.

O fato de esse painel solar não conseguir converter nem a metade da luz solar que brilha sobre ele em eletricidade destaca um dos problemas da energia solar — além do custo. “Colocar tantos painéis solares em um carro é muito caro e significa que a comercialização provavelmente só acontecerá em anos”, disse Satoshi Shizuka, engenheiro-chefe do programa, em entrevista à Reuters.

A Toyota e outras montadoras provavelmente continuarão a oferecer soluções com base em energia solar para dar autonomia extra aos veículos, mas pensar em um automóvel movido apenas a energia solar é algo que, hoje, pode ser considerado inviável. Há outra maneira de obter um carro assim, no entanto. Algumas estações de carregamento públicas obtêm energia de painéis solares, portanto, conectar um deles significa obter eletricidade diretamente do sol.

Discussão sobre redução de subsídio cria boom no setor de energia solar

Com as mudança nas regras em discussão na Aneel, os próprios consumidores instalam painéis e repassam a energia que sobra às distribuidoras, obtendo descontos na conta de luz

Placas solares em NoronhaPlacas solares em NoronhaFoto: Divulgação/Neoenergia

Diante da perspectiva de mudanças legais, empresas costumam suspender investimentos à espera da uma definição. No caso da geração de energia solar está ocorrendo o inverso. A mudança nas regras em discussão na Aneel (agência reguladora do setor) impulsiona um boom de investimentos –especificamente na chamada geração distribuída.

Nesse modelo, os próprios consumidores instalam painéis solares para abastecerem suas casas ou indústrias e estabelecimentos comerciais, repassando a energia que sobra às distribuidoras, obtendo descontos na conta de luz. A corrida tem razão econômica: a discussão em curso prevê reduções do subsídio a esses pequenos geradores.

Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a geração distribuída movimenta R$ 5,6 bilhões em investimentos hoje. Grandes empresas –mesmo não tendo direito ao subsídio– também miram o setor. A entidade estima que outros R$ 23 bilhões serão mobilizados nos leilões previstos até 2023 para a criação de parques solares. A energia solar representa 1,2% da matriz energética brasileira. É a sétima fonte, longe dos 61% das hidrelétricas e atrás da sua maior competidora, a eólica, que fica com 8,7%.

A queda no custo dos painéis e os avanços tecnológicos têm permitido que a fonte ganhe eficiência e competitividade em todo o mundo. No Brasil, o setor, que engatinhava em 2012, bate hoje a marca de 3,1 GW (gigawatts), o suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências –1 GW vem de geração distribuída. As regras atuais desse tipo de geração, elaboradas em 2012, preveem uma espécie de subsídio cruzado.

Quem adere aos painéis solares precisa conectar sua instalação ao sistema de uma distribuidora. O pequeno gerador utiliza toda a infraestrutura dessa distribuidora, que também contabiliza o trânsito da energia. A rede da distribuidora funciona, assim, como bateria que guarda créditos do excedente de energia por 60 meses. O serviço prestado pelas distribuidoras, porém, não é remunerado pelo pequeno gerador, e os custos fixos da prestação do serviço são rateados entre todos os consumidores que não têm geração própria.

A Aneel traçou cinco cenários em que pequenos geradores passariam a remunerar as distribuidoras e pagariam entre 28% e 63% da tarifa cheia. “Quem tiver o sistema de geração homologado e funcionando antes da entrada em vigor da norma terá um prazo de carência de até 25 anos, pelas discussões atuais. Isso tem estimulado uma corrida para instalação de sistemas”, diz Roberto Lima, sócio do escritório Cescon Barrieu.

O diretor-geral da Aneel, Rodrigo Pepitone, já disse que nova fase da consulta pública sobre o tema será aberta até outubro. A definição das regras ocorrerá no início de 2020. “Temos 120 mil unidades consumidoras abastecidas hoje por energia solar, mas o potencial é de 84 milhões. O ritmo de crescimento vai depender da nova regra, mas nós defendemos que a regra atual seja mantida”, diz Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho da Absolar.

“O setor ainda é criança, tem 15 mil empresas descentralizadas. As distribuidoras também estão com empresas de geração fotovoltaica, mas querem atrasar o jogo.”
“O ritmo de expansão hoje é alto, são 300 novos sistemas por dia, uma curva bastante pronunciada. Em um cenário em que o governo quer baixar o valor da tarifa de energia, faz sentido cobrar por parte dos custos do fio”, afirma Eduardo Monteiro, diretor-executivo do Instituto Acende Brasil.

Entre grandes empresas, a mudança da regulação tem feito diferença na decisão sobre investimento. É o caso, por exemplo, da Votorantim Energia, que hoje tem dois parques eólicos, mas que analisa investir em energia solar. “Olhamos principalmente para a possibilidade de instalar energia solar nos nossos parques eólicos, o que a regulação não permite, mas deverá mudar. Também olhamos para parques solares prontos. Na geração distribuída, vemos uma oportunidade, o mercado vai crescer”, diz Carlos Guerra, diretor de inovação da empresa.

O grupo Enel faz investimentos tanto em grandes usinas como em projetos de geração distribuída. A empresa, que possui também distribuidoras de energia, tem se manifestado pela redução do subsídio cruzado. “As distribuidoras precisam investir para adaptar suas redes para operar uma rede mais complexa. A empresa acredita que esses investimentos, que são necessários para permitir a troca de energia entre consumidor e geradores distribuídos, devem ser reconhecidos de forma a manter o equilíbrio financeiro do setor de distribuição”, disse em nota.

Já a cervejaria Ambev fechou contratos de R$ 140 milhões para a construção de 30 usinas solares que fornecerão energia por meio de geração distribuída a seus centros de distribuição. Os locais iniciarão o funcionamento até março de 2020. Segundo Leonardo Coelho, diretor de suprimentos e sustentabilidade da companhia, a redução no custo da energia ficou “na casa dos dois dígitos” para a empresa. O grupo francês de energia Engie, que hoje concentra a maior parte dos negócios de energia solar em geração centralizada, quer diversificar e investir em geração distribuída, segundo o diretor de operações, Paulo Henrique Müller.

“Enxergamos uma transição energética em curso e queremos participar dela. Hoje nos preparamos para todos os cenários de mudança regulatória. Nossa projeção de investimento varia entre R$ 200 milhões e R$ 500 milhões para os próximos cinco anos, a depender de como for essa mudança”, diz. A empresa não tem uma posição quanto ao fim do subsídio, segundo ele.

FONTE – folhape.com.br

Brasil e China discutem energia solar em Fórum internacional

 

Evento será realizado dia 26 de agosto, no Hotel Meliá Paulista, em São Paulo, a fim de promover o desenvolvimento sustentável da fonte fotovoltaic

A CRES (China Renewable Energy Society) realizará no dia 26 de agosto, em São Paulo, o ‘Fórum Internacional Fotovoltaico Brasil-China 2019’ para promover o desenvolvimento saudável e sustentável da energia solar. O evento também pretende impulsionar a diminuição da emissão de poluentes e estimular o crescimento econômico.

Participarão do evento o Ministério de Minas e Energia – MME, o Ministério da Economia – MDIC, a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, além de instituições financeiras, distribuidoras e instaladoras solares do Brasil, consumidores de energia solar nos países da América Latina e fabricantes e integradores de sistemas fotovoltaicos.

O encontro irá focar nas áreas de estudo e pesquisa da tecnologia, no projeto-piloto, no investimento financeiro, na cooperação da energia e de produção, no reconhecimento mútuo das normas e no treinamento pessoal, a fim de promover a cooperação internacional entre a China e o Brasil no setor de energia solar.

A energia solar é um dos novos setores estratégicos da China, caracterizada por uma cadeia industrial completa (melhores e mais avançados processos). O país está em primeiro lugar do mundo na sua produção, na utilização e no mercado de produtos fotovoltaicos da energia solar. Nesse sentido, a experiência do desenvolvimento da China neste setor pode ser utilizada pelos países da América Latina, como Brasil.

FONTE – portalsolar.com.br

RODOVIA DE ENERGIA SOLAR É UM FRACASSO NA FRANÇA

A prática pode ser muito diferente da teoria e o governo francês gastou 5 milhões de euros para descobrir isso de maneira bastante decepcionante. Os planos, apresentados em 2016, de construir mil quilômetros de rodovias de energia solar pareciam inovadores e sustentáveis. Pareciam. O primeiro teste realizado com a pavimentação com painéis fotovoltaicos em pouco mais de 1,5 quilômetros na zona rural da Normandia foi um fracasso. O governo acreditava que a rodovia inteira concluída seria capaz de abastecer até 5 milhões de lares. Mas o investimento de 5 milhões de euros neste teste não atendeu às expectativas.

Chamada de Wattway, ela consiste em 2,8 mil painéis fotovoltaicos cobertos com uma resina especial que contém silício para proteger as células do tráfego. Os erros começaram já pelo local de instalação: a região da Normandia, onde os painéis para teste foram instalados, costumam ter apenas 44 dias de sol forte. Além disso, a instalação não foi exatamente caprichada. Os painéis costumam se soltar ou se quebrar em pedaços e, em maio de 2018, 90 metros de estrada tiveram que ser destruídos.

Em um relatório da Global Construction Review consta que não foram levados em consideração os danos causados por tempestades, mofo de folhas e a utilização da estrada por máquinas pesadas como tratores. A quantidade de energia gerada também decepcionou, chegando a apenas metade da meta nos primeiros meses, 150 mil kWh, caindo para 78 mil em 2018 e 38 mil no início de 2019.

Recebida com ceticismo por especialistas, a ideia de estradas de energia solar é considerada cara e ineficiente e não deve voltar a ser testada tão cedo. Para Marc Jediczka, vice-presidente da Rede de Transição de Energia, os elementos técnicos e econômicos do projeto não foram suficientemente compreendidos. “É um absurdo total inovar às custas de soluções que já existem e são muito mais lucrativas, como a energia fotovoltaica nos telhados”, diz. A estrada foi descrita como “degradada e irregular”.

FONTE – megacurioso.com.br

Quanto custa a energia solar?

O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação.

Post Notícia--

O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação. O custo desse sistema depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação.

A grande variação de preço entre os fornecedores é relacionada à qualidade dos componentes utilizados, o tamanho da empresa (empresas maiores tem mais poder de compra e compram mais barato) e a complexidade da instalação. Se fossemos comparar com carros, os sistemas mais baratos poderiam ser comparados com um carro da marca “Hyundai ” e os mais caros com um carro da marca “BMW / Lexus”. Deixamos para você decidir qual faz mais o seu estilo!

Nota: Estes preços são aproximados, com instalação e projeto, assumindo a utilização de componentes de qualidade.

Em Julho de 2018, de acordo com uma pesquisa feita junto às 4.500 empresas cadastradas no Portal Solar, os preços já incluindo a instalação, projeto, homologação e o equipamento todo são:

Preço da Energia Solar Fotovoltaica Residencial:

Tamanho da Residência Modelo do Sistema Preço Médio
Casa pequena, com 2 pessoas Sistema de 1.32Kwp R$ 10.673,36
Casa média, com 3 ou 4 pessoas Sistema de 2,64Kwp R$ 17.570,00
Casa média, com 4 pessoas Sistema de 3,3Kwp R$ 20.320,00
Casa grande, com 4 ou 5 pessoas Sistema de 4,62Kwp R$ 25.695,00
Casa grande, com 5 pessoas Sistema de 6,6Kwp R$ 32.410,00
Mansão, com mais de 5 pessoas Sistemas de até 10,56Kwp R$ 52,240,00

Quanto custa a energia solar - preços médios julho de 2018

Quanto Custa a Energia Solar Geradores de Energia Solar para Industrias Gráfico Julho 2018.jpg

Benefícios de Se Investir em Energia Solar Fotovoltaica 

Energia Solar Valoriza a Sua Casa

É fato uma casa com energia solar vale mais do que outra sem. O que você prefere uma casa onde você paga a conta de luz ou uma casa que gera a sua própria energia?

A Energia Solar é Mais Barata Que a Energia que Você Compra da Rede

Um fato: se você pegar toda o custo de investimento em energia solar para empresa ou residência somar isso com a manutenção mínima que terá ao longo de 25 anos e dividir esse valor pela energia gerada pelo sistema fotovoltaico o preço que você pagou pela energia solar é mais barato que o da rede elétrica, por exemplo:

Sistema de Energia Solar Fotovoltaica de 3,3 kWp em MG

Investimento (Equipamento + Mão de Obra) R$ 22.000,00
Manutenção (25 anos) R$ 5.000,00
Custo Total R$ 27.000,00

Energia Gerada em 25 anos = 100.000kWh (apx)

Cálculo: Custo total (Investimento + Manutenção), divido pela energia gerada é igual ao preço da energia solar produzida pelo seu gerador:
27.000 / 100.000 = R$0,27/kWh

Em Minas Gerais, a energia residencial que você compra da rede está custando hoje R$ 0,80/kWh aproximadamente… Ou seja, a energia solar é mais barata que a energia da rede elétrica.

Não só em MG, mas em todos os estados Brasileiros, a Energia Solar Fotovoltaica é mais barata que a energia residencial das distribuidoras, que hoje está em torno de R$ 0,70/kWh.

Nesse cálculo está sendo considerado o tempo de vida útil que geralmente esses sistemas possuem, sendo 25 anos.

Energia Solar Rende Mais Que Poupança

A poupança rende em média 5% ao ano, a energia solar fotovoltaica te retorna entre 8% e 18% ao ano.

Energia Solar Fotovoltaica vs Comprar um Carro

O CARRO: Vamos assumir que você pretende comprar um carro 0Km de R$ 60.000,00. Você vai ter um custo no primeiro ano ( sem contabilizar o gasto com gasolina) de aproximadamente:

IPVA R$ 1.800,00
Seguro R$ 2.000,00
Primeira Revisão R$ 700,00
Depreciação R$ 8.000,00
Custo Total R$ 12.500,00

A ENERGIA SOLAR: Você investe R$22.000,00 em um sistema fotovoltaico de 3.3kWp aproximadamente:

Economia 1º ano R$ 4.000,00
Gastos com manutenção 1º ano R$ 0
Total de Ganho R$ 4.000,00

Ou seja, se você valoriza o seu dinheiro e está pensando em comprar um carro novo de R$60.000,00, deveria comprar um carro de R$38.000 e investir  R$ 22.000 em um sistema fotovoltaico!

FONTE – portalsolar.com.br

Rede Globo inaugura usina solar na sucursal de Recife

Sem título

Energia gerada na emissora seria suficiente para atender mensalmente 90 residências

A EDP acaba de concluir a construção de uma usina solar para a Rede Globo em Recife (PE). A usina, com potência de 330 Wp, deve gerar cerca de 269.385 kWh por ano, energia capaz de atender mensalmente 90 residências com o consumo médio de 250kWh/mês ou 3.000 kWh por ano. O valor do investimento não foi revelado.

“A assinatura deste contrato com a Globo reflete a credibilidade que a EDP tem conquistado no mercado brasileiro e ajuda a consolidar nosso pioneirismo em projetos de energia solar”, afirmou à imprensa Carlos Andrade, vice-presidente de Estratégia e Novos Negócios da EDP no Brasil.

A estrutura fotovoltaica instalada sobre o estacionamento central da emissora, conhecida tecnicamente como carport, foi implantada pela primeira vez na Globo na Região Nordeste.

A área de aproximadamente 1 mil metros quadrados conta com 468 módulos fotovoltaicos, cuja energia limpa gerada faz a captura de 498,4 toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente ao plantio de 3.054 árvores ao longo de 25 anos. A operação e manutenção (O&M) do sistema implementado será realizada pela EDP Smart.

FONTE – portalsolar.com.br

Egito tem o maior parque de energia solar do mundo; veja vídeo áereo

Localizada no Deserto do Saara, a estação de Benban terá a capacidade de diminuir a emissão de quase 2 milhões de toneladas de gases poluentes por ano

O Egito ativou recentemente seu novo projeto para geração renovável de energia. Aproveitando um doe seus principais recursos naturais e de seu potencial de energia renovável, o país inaugurou uma nova usina solar em Benban, a 830 quilômetros ao sul de Cairo. A estação será responsável por reduzir as emissões de carbono egípcias em até dois milhões de toneladas por ano.

O Egito tem atualmente 27 usinas de energia solar em Benban que operaram conectadas à rede elétrica nacional, com uma capacidade total de 1,2 GW. Assim que o parque solar de Benban for concluído, em setembro, esse número será elevado para cerca de 1,46 GW a 2 GW em um total de 32 usinas.

Benban está prestes a se tornar a maior usina solar do mundo. A promessa é transformar 25% das fontes de energia do Egito em renováveis até 2022. Confira abaixo o incrível vídeo aéreo da mega construção

Para que esse projeto se tornasse viável foram necessários os serviços de mais de 10.000 pessoas, e quando ele for finalmente inaugurado irá gerar 4.000 empregos diretos. A localização também foi um fator fundamental, já que a estação foi construída em pleno Deserto do Saara, onde a temperatura supera facilmente os 50°C.

Se tudo ocorrer como planejado a instalação em Benban pode se tronar referência mundial de como a energia solar pode ser melhor aproveitada e como milhões de toneladas de emissões de gases por ano podem ser evitadas.

FONTE – olhardigital.com.br

Complexos de energia solar são inaugurados em duas cidades do interior de SP

Governador João Doria (PSDB) fez nesta quinta-feira (15), em Bauru (SP), a ativação das unidades de Guaimbê e Ouroeste. Complexos vão gerar juntos 300 MW em energia solar fotovoltaica.

Complexo de Guaimbê possui 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares — Foto: AES Tietê/DivulgaçãoComplexo de Guaimbê possui 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares — Foto: AES Tietê/Divulgação

O governador João Doria (PSDB) inaugurou na manhã desta quinta-feira (15), em Bauru (SP), dois grandes complexos de energia solar da empresa AES Tietê, concessionária de geração de energia que atua no estado.

Os complexos solares estão localizados nas cidades de Guaimbê (SP), no Centro-Oeste Paulista, e Ouroeste, na região Noroeste. A ativação das unidades será feita de forma remota pelo governador a partir do Centro de Operações da Geração de Energia, localizado em Bauru.

Segundo a concessionária, os complexos solares de Guaimbê e Ouroeste somam 300 MW de potência em energia solar fotovoltaica. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil tem 2,4 GW de potência em energia solar fotovoltaica, o que representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do país. O estado de São Paulo atualmente ocupa a quinta posição em geração deste tipo de energia em um ranking que é liderado pela Bahia.

A geração de energia solar fotovoltaica representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do Brasil — Foto: AES Tietê/DivulgaçãoA geração de energia solar fotovoltaica representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do Brasil — Foto: AES Tietê/Divulgação

O Complexo Guaimbê é considerado o primeiro grande investimento em energia solar no estado e o maior complexo solar da concessionária: são 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares.

A compra da unidade de Guaimbê foi anunciada em setembro do ano passado, com investimento de R$ 607 milhões.

Durante a cerimônia desta quinta-feira, foi anunciado também o início da operação da primeira fase do Complexo Solar de Ouroeste, cidade onde está instalado um parque com capacidade de geração de 144 MW em uma área total de 280 hectares.

FONTE – g1.globo.com

Energia solar é fonte de geração que mais cresce no mundo

Com condições climáticas favoráveis, painéis solares em apenas 1% de terras agrícolas seria o suficiente para atender à demanda mundial, segundo estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, mostrou que painéis solares em apenas 1% das terras agrícolas do mundo poderiam atender a toda a demanda elétrica mundial.

Ao utilizar um painel solar de silício, o mesmo encontrado em kit de energia solar residencial, instalado em terras agrícolas da universidade, o time da Faculdade de Ciências Agrária coletou dados de geração a cada 15 minutos, durante todo o ano.

Por meio do uso de imagens de satélites, os pesquisadores então aplicaram o modelo em 17 tipos de terrenos diferentes, incluindo terras agrícolas, florestas mistas, áreas urbanas e savanas

Esses dados foram sincronizados com as informações de microclima coletadas por um sensor instalado junto ao painel, que registrava dados como a temperatura média do ar, umidade relativa do ar, velocidade do vento, direção do vento, umidade do solo e energia solar recebida.

Os resultados mostraram que a eficiência do painel solar aumentou em temperaturas mais baixas e diminuiu na ocorrência de calor ou umidade, sendo beneficiada ainda pela ação dos ventos.

Com base nesses dados, os pesquisadores criaram um modelo de eficiência fotovoltaica baseado na temperatura do ar, velocidade do vento e umidade relativa.

Por meio do uso de imagens de satélites, os pesquisadores então aplicaram o modelo em 17 tipos de terrenos diferentes, incluindo terras agrícolas, florestas mistas, áreas urbanas e savanas.

O resultado mostrou que áreas agrícolas são os locais mais produtivos para a instalação de um painel solar, enquanto os ambientes com neve ou gelo se mostraram os menos produtivos.

Utilizar áreas de agricultura convencional em conjunto com a implantação de projetos fotovoltaicos é uma prática comum em vários países, e a qual foi batizada de ‘agrovoltaica’.

Para determinar o potencial de sistemas “agrovoltaicos” como geradores elétricos globais, os pesquisadores se basearam na demanda projetada pelo Banco Mundial.

O estudo, publicado na revista Scientific Reports, abre discussão sobre a prática atual, e muito comum, de se construir grandes usinas solares em desertos ou regiões áridas.

A energia solar é a fonte de energia que mais cresce no mundo hoje, e pode se tornar a maior fonte de eletricidade do mundo até 2050, segundo a Agência Internacional de Energia.

FONTE – inforchannel.com.br