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Governo brasileiro destina cerca de 49 milhões para energias renováveis

O Governo brasileiro liderado por Michel Temer anunciou na quinta-feira um novo financiamento para a instalação de energias renováveis no valor de 228 milhões de reais (cerca de 49 milhões de euros).

Particulares e microempresas de todo o país poderão candidatar-se ao financiamento proveniente do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

A iniciativa foi anunciada pelo Presidente do Brasil, Michel Temer, pelos ministros Edson Duarte (Meio Ambiente), Esteves Colnago Junior (Planeamento) e Moreira Franco (Minas e Energia), e pelo presidente do Banco de Desenvolvimento, Económico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira.

O ministro do Ambiente brasileiro enfatizou que esta linha de crédito é a consolidação do compromisso do país no combate às mudanças climáticas.

“Ao apostar nas energias renováveis, o Brasil aposta numa economia de baixo carbono e antecipa-se ao futuro”, afirmou Edson Duarte.

Já o responsável pela pasta da Energia destacou a importância das fontes energéticas renováveis para o financiamento do setor elétrico brasileiro.

“Estamos a permitir que as pessoas tenham acesso a energia de qualidade, limpa e a um preço justo”, disse o ministro Moreira Franco.

A expectativa é que o mercado energético chegue até às 18 mil instalações de painéis solares em pequenas propriedades, principalmente nas zonas rurais, segundo o comunicado.

Além de integrar propriedades mais isoladas do sistema energético, o financiamento em causa tem o potencial de gerar receitas em serviços de instalação e manutenção dos equipamentos.

“Estudos mostram que a cadeia produtiva de energia solar pode ser até três vezes maior comparativamente com a de combustível fóssil”, afirmou o ministro do Meio Ambiente.

O Fundo Clima irá contar ainda com uma redução da taxa de juros para quem apostar em energias renováveis, sendo que esta será de 4% para quem tem uma renda anual de até 90 mil reais (cerca de 12 mil euros). Para rendimentos anuais superiores a 90 mil reais, a taxa será de 4,5%.

FONTE – dn.pt

Governo autoriza instalação de 25 usinas fontes de energia limpa no Brasil

Foi autorizada pelo ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, a instalação de 25 usinas fontes de energia limpa no Brasil, entre elas, uma termelétrica de biomassa, duas hidrelétricas, oito eólicas e 14 solares.

As usinas irão funcionar nos estados do Ceará, Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso. A estimativa é que em 2021, o Sistema Integrado Nacional obtenha cerca de 883 MW (megawatts). Para Moreira Franco, as sinergias dessas potências são robustas, seguras e têm preços justos de distribuição.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, serão investidos no total R$ 4,5 bilhões no projeto que poderão gerar aproximadamente 4 mil vagas de empregos. O estado do Ceará ficará responsável por 14 usinas solares, seguido da Bahia com quatros usinas eólicas, em Minas quatro eólicas, uma termelétrica e uma hidrelétrica, e Mato Grosso ficou incumbido de gerenciar a Central de Geração de Hidrelétrica.

FONTE – opetroleo.com.br

Com energia solar, economia anual do governo chegaria a R$ 200 milhões

Se todos os prédios públicos tivessem miniusinas com painéis fotovoltaicos, como o MME e a Aneel, a economia anual chegaria a R$ 200 milhões. Em 2017, gasto da administração federal com eletricidade foi de R$ 2,083 bilhões

fAneel inaugurou um autoposto para abastecer carros elétricos em Brasília(foto: Aneel /divulgação)

Com potencial de gerar 170 vezes mais eletricidade do que a atual matriz brasileira, a energia solar ainda é subaproveitada no país, contribuindo com menos de 1%. Iniciativas pontuais, no entanto, revelam que investir em geração fotovoltaica é cada vez mais necessário e providencial para o Brasil que, além de ser um país tropical, com muita irradiação solar, precisa conter os gastos. Se o governo federal replicar em todos os prédios públicos a instalação que cobre apenas o Ministério das Minas e Energia (MME) e, bem recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), poderia economizar, pelo menos, R$ 200 milhões por ano em energia.
O gasto com eletricidade da administração federal no ano passado foi de R$ 2,083 bilhões. Em 2016, foi de R$ 2,156 bilhões. O recuo de 3,5% de um ano para outro já foi reflexo de algumas medidas de eficiência energética adotadas pelo Executivo, entre elas a instalação de um miniusina fotovoltaica na cobertura do MME. O sistema foi realizado no modelo de acordo de cooperação técnica entre a pasta e Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), sem ônus para o poder público, mas com custos de cerca R$ 500 mil. A potência de geração da miniusina é de 69 quilowatts (kW) ou 60 quilowatts pico (kWp), que equivale ao consumo de 23 residências de uma família média brasileira, com três a quatro pessoas consumindo 300 kWh por mês.
O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, explica que, na ocasião da implantação se calculava que a usina seria capaz de gerar cerca de 7% do consumo do prédio do MME. “Um ano depois, um balanço apontou que contribuiu com 10%, porque os painéis fazem sombra, o que amenizou o calor nos andares mais altos e reduziu o consumo de ar-condicionado”, explica. “A geração solar pode garantir, pelo menos, 10% da energia nos demais prédios públicos, mas em alguns edifícios pode chegar a 90%, se for mais horizontal”, calcula.
No caso da Aneel, que inaugurou a primeira etapa de uma usina fotovoltaica na sede em Brasília na última semana de junho, a geração solar vai garantir redução de 20% nos gastos com energia. Com investimento de R$ 1,8 milhão, a usina de microgeração distribuída, com 1.760 painéis de 1,65m² e potência de 510,40 kWp, vai gerar uma média de 710 megawatts hora (MWh) por ano. A agência também instalou um autoposto para abastecer carros elétricos.

Desempenho

O superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética da Aneel, Ailson de Souza Barbosa, explica que o projeto foi possível graças à elaboração de um contrato de desempenho, pioneiro no setor público e com potencial de expansão para outros órgãos. A obra foi incluída no Projeto de Eficiência Energética (PEE) da Companhia Energética de Brasília (CEB), que aportou os recursos para instalação do sistema. À medida que a usina gera, a fatura de energia da autarquia diminui. A agência continuará pagando o restante da fatura até amortizar o investimento e, quando o dinheiro voltar para a CEB, será aplicado em outros projetos de eficiência energética.
“O contrato é de ganha-ganha, porque há o retorno do recurso, sem nenhuma gratuidade. Por enquanto, fizemos só o bloco H. Daqui a um mês, devemos concluir mais dois blocos. A partir daí, teremos economia de 20% em cima do consumo atual, que deve ser reduzido com outras medidas, como a otimização dos sistemas de ar-condicionado e de iluminação”, diz. Para Barbosa, a Aneel está dando o exemplo para o setor público com a instalação da usina. “O contrato de desempenho deve atrair o interesse de outros órgãos”, aposta.
Os dados da Absolar apontam que está mais do que na hora disso acontecer: o poder público é o setor que menos contribui com a geração fotovoltaica. Dos 30 mil sistemas solares conectados à rede do país, apenas 0,9% estão no setor público (veja no quadro). O especialista em regulação da Aneel Fábio Stacke Silva afirma que, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 9,8% de consumo total de energia do Brasil, que foi de 460.829 gigawatts/hora (GWh), em 2016, é no setor público, incluído aí os três poderes, a iluminação e os serviços públicos. “Portanto, cerca 46 mil GWh são consumidos pelo poder público. Pela nossa experiência na Aneel, de economizar 20% com geração solar, é possível dizer que o setor público poderia reduzir o consumo em 9,2 mil GWh por ano”, calcula.

Eficiência

O potencial é enorme, ressalta Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar. “Das fontes de energia, a solar tem potencial maior do que somatória de todas as demais. Aproveitando todas as áreas disponíveis no país, seria 170 vezes a matriz elétrica brasileira atual”, afirma. No caso do Distrito Federal, que tem a melhor irradiação solar do Centro-Oeste e uma das melhores do Brasil, tanto potencial é subaproveitado: o DF figura na 14ª posição em geração solar do país. “Isso que possui condições privilegiadas. O recurso solar é de 5,8 kWh por metro quadrado por dia em média no DF, mais do que dobro de Alemanha, Reino Unido, Japão, os líderes mundiais em geração de energia solar”, revela.
Segundo a Absolar, bastaria 0,41% da área, incluindo a disponível em telhados, para gerar toda a eletricidade demandada pelo Distrito Federal. “Os prédios da Esplanada poderiam replicar o projeto do MME, porque têm características parecidas. Alguns com mais áreas para aproveitamento, com anexos. Também seria possível aproveitar os estacionamentos que hoje são descobertos e construir áreas sombreadas, com painéis nas coberturas”, destaca Sauaia.
O especialista ressalta que o tempo em que o investimento dá retorno está caindo. “Por dois motivos: os equipamentos estão ficando mais baratos e as tarifas de energia estão aumentando acima da inflação”, justifica. De mais de uma década, atualmente é possível ter o chamado pay back (retorno do investimento) entre quatro e sete anos.
“A Absolar, recentemente, entregou ao Rodrigo Maia (deputado do DEM-RJ e presidente da Câmara dos Deputados) uma proposta de projeto técnico e econômico para instalação de energia solar nos anexos do Legislativo”, conta. Dependendo do tamanho do sistema, Sauaia estima investimento de R$ 2 milhões para economia líquida por mais de 18 anos, uma vez que a vida útil dos equipamentos é de mais de 25 anos. “Para uma residência, o investimento é a partir de R$ 10 mil”, compara.

5 tendências em energia renovável para você ficar de olho

A queda nos custos de baterias para armazenamento de energia e seu uso proliferado devem pavimentar o caminho para um futuro de geração mais limpa, segundo relatório anual da Bloomberg New Energy Finance divulgado nesta semana, o New Energy Outlook (NEO).

Para atender às mudanças na demanda e no suprimento, o estudo prevê que o investimento global no aumento da capacidade de baterias chegará a US$ 548 bilhões até 2050.

O relatório mostra ainda que as fontes eólica e solar devem representar 50% da geração mundial até meados do século. Ao mesmo tempo, o poluente carvão deve encolher para apenas 11% da geração global de eletricidade no mesmo período.

Confira a seguir as tendências que prometem sacudir o tabuleiro energético mundial nos próximos anos, segundo o estudo da BNEF.
Baterias
A BNEF prevê que os preços da bateria de íon-lítio, que já caíram cerca de 80% por megawatt-hora desde 2010, continuarão a cair à medida que a produção de veículos elétricos aumente ao longo dos anos 2020.

O estudo estima que US$ 548 bilhões sejam investidos em baterias até 2050, dois terços disso conectados à rede e um terço instalado em residências e empresas.

Geração de baixo carbono
O mix de eólica e solar deverá representar quase 50% da geração de energia mundial até 2050 devido à redução drástica de custos dessas tecnologias e ao advento de baterias mais baratas, o que permitirá que a eletricidade seja armazenada e descarregada conforme a demanda.

Energia Eolica Aerogerador

Nas próximas três décadas, US$ 11,5 trilhões deverão ser investidos em nova capacidade de geração de energia, com US$ 8,4 trilhões deste total em eólica e solar, e outros US$ 1,5 trilhão em outras tecnologias de carbono zero, como hidrelétrica e nuclear.

Esse investimento produzirá um aumento de 17 vezes na capacidade solar fotovoltaica em todo o mundo e um aumento de seis vezes na capacidade de energia eólica.

Indústria do carvão
As perspectivas para a indústria do carvão não são nada animadoras. O estudo estima que a queima de carvão nas usinas cairá 56% entre 2017 e 2050.

Para os analistas da BNEF, essa queda oferece uma projeção mais otimista para as emissões de carbono do que o relatório do ano passado. O estudo prevê um aumento das emissões globais do setor elétrico de 2% em 2017 para um pico em 2027 e depois uma diminuição de 38% em 2050.

No entanto, isso ainda significaria que o setor energético global não cumpriria sua parte do esforço de manter os níveis globais de CO₂ abaixo de 450 partes por milhão, considerado suficiente para limitar o aumento da temperatura média global a dois graus centígrados e evitar as piores previsões das mudanças climáticas.

Gás
Já para o gás, o futuro é mais reconfortante. O papel do gás no mix de geração evoluirá, com aumento na construção e utilização de usinas elétricas para proporcionar suporte para as energias renováveis, em vez de produzir a chamada eletricidade de carga base ou contínua.

A BNEF estima que a geração a gás terá um aumento de 15%, entre 2017 e 2050, embora sua participação na eletricidade global caia de 21% para 15%.

Transporte eletrificado
O crescimento do setor de transportes elétricos também influenciará o tabuleiro energético mundial, representando 9% da demanda total até 2050.

Com base em outro estudo da BNEF, o Electric Vehicle Outlook, os veículos elétricos representariam 28% das vendas globais de carros novos até 2030 e 55% até 2040. Os ônibus elétricos devem dominar seu nicho, alcançando 84% de participação global até 2030.

Fonte: Exame

Matéria retirada do site – ambienteenergia.com.br

Governo assina protocolo de intenções que deve gerar 200 empregos na Paraíba

O governador Ricardo Coutinho assinou na tarde de ontem (3) um protocolo de intenções com a Empresa Angico Energias Renováveis para a construção de uma usina de energia solar, no município de Condado, com capacidade instalada de produção de 27 MW (megawatts).

A empresa deve gerar cerca de 200 empregos e tem expectativa de faturamento de mais de R$ 1,4 milhão no primeiro ano de operação na Paraíba.

Foto: Secom/PBFoto: Secom/PB

Participaram da audiência realizada na Granja Santana, na Capital, o secretário de Estado da Receita, Marconi Frazão; a presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), Tatiana Domiciano; o diretor da Angico Energias Renováveis, Rodrigo Alves Lima e outros representantes da empresa.

Durante a reunião, Ricardo enfatizou que a Paraíba tem um grande potencial para a energia eólica e solar, desta forma, as empresas que se instalam no estado têm uma possibilidade enorme de conquistarem êxito nos negócios.

“De nossa parte, estamos dando os incentivos necessários para que a empresa se instale aqui e possa crescer, gerando cada vez mais emprego e renda”, comentou.

De acordo com o diretor da Angico Energias Renováveis, Rodrigo Alves Lima, a reunião serviu para a formalização do compromisso  que a empresa tem com o Governo do Estado.

“Nosso empreendimento já está em fase avançada de instalação, devendo ficar concluído até setembro deste ano. A Paraíba é muito bem dotada de radiação e por isso está seguindo na vanguarda da atração de investimentos de energia renovável”, observou.

Segundo informações da Cinep, o Estado da Paraíba possui no total 31 empreendimentos em operação, gerando 776.679 kW de potência.

Está prevista para os próximos anos uma adição de 416.400 kW na capacidade de geração do estado, proveniente de quatro empreendimentos atualmente em construção e mais 10 com obras ainda não iniciadas.

FONTE – paraibaonline.com.br

Governo de SP facilita o financiamento para geração de energia solar a pequenas e médias empresas

Foi divulgado recentemente que a Secretaria de Estado de Energia e Mineração junto a Desenvolve SP assinaram um convênio para facilitar o acesso a financiamentos de projetos direcionados para geração de energia solar. Sendo assim, pequenas e médias empresas poderão, a partir de agora, ampliar a produção em todo o território paulista.

Por meio do acordo, a Secretaria passa a ser responsável pela análise e orientação técnica de projetos que a Desenvolve SP receber para a implantação de sistemas de mini e micro geração distribuída e de energia solar fotovoltaica. João Carlos Meirelles, o secretário de Energia e Mineração, afirma que as fontes renováveis são as energias do futuro. O Governo de São Paulo já isentou a cadeia produtiva da indústria solar e agora dá mais um passo no fomento à geração fotovoltaica no Estado.

A Desenvolve SP também possui o suporte da equipe da subsecretaria de Energias Renováveis e com isso pretende ampliar a geração de energia solar no Estado! Álvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP, disse que São Paulo importa de outros estados cerca de 60% da energia elétrica que consome e essa parceria tem o objetivo de diminuir tal dependência, ajudando as empresas paulistas a adaptarem seus sistemas e assim gerar parte da sua própria energia, se tornando mais eficientes e competitivas.

A instituição Desenvolve SP, também oferece a Linha Economia Verde, projetos de eficiência energética, que financiam, além da compra, a instalação de equipamentos para produção de energia renovável, como placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa, equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro, entre outros itens. A taxa de juros parte de 0,17% ao mês (+Selic) e o prazo é de até 10 anos, incluso o período de carência.

O subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior diz que, popularizar a geração distribuída, ampliar a segurança energética e simplificar o modelo regular para reduzir os custos da energia para a população é o desafio que São Paulo está enfrentado agora. Uma pesquisa realizada pela própria secretaria apontou que o Estado de São Paulo tem potencial para gerar 12 milhões de MWh/ano em energia solar, o que representa uma grande capacidade, suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências.

O Governo do Estado vem estimulando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências. A instalação desses sistemas permite a substituição da energia elétrica adquirida das concessionárias de distribuição e pode propiciar uma economia considerável devido a sua vida útil de 15 a 20 anos em média. Segundo pesquisas, a energia solar fotovoltaica evita a liberação de 15,4 a 17,9 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

O Portal Solar é uma empresa que possui o maior web site sobre energia solar fotovoltaica do Brasil. Além disso, coloca os interessados nessa fonte sustentável em contato com as melhores e mais qualificadas empresas que instalam: sistema solar, placa solar, painel solar e baterias de lítio em residências ou empresas.

FONTE – terra.com.br

Governo anuncia fundo de investimento em energia solar de R$ 3,2 bilhões

O anúncio dado pelo Ministério da Integração revelou que os fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-oeste vão ofertar R$ 3,2 bilhões em linhas de crédito para a instalação de placa solar para captar energia solar em residências nas três regiões. O anúncio foi feito em reunião dos conselhos deliberativos das agências regionais de financiamento – Sudam, Sudene e Sudeco e essa nova fonte de crédito foi aprovada.

Os recursos ofertados têm juros abaixo em comparação as taxas de mercado, além de prazos mais longos de pagamento. O objetivo principal é incentivar a geração própria de energia solar em residências e estabelecimentos comerciais. Os interessados das regiões do Norte e Nordeste terão juros cobrados no valor de 6,24% ao ano. Para as residências no Centro-Oeste, os juros serão de 7,33% ao ano. O pedido do financiamento deve ser realizado nos bancos do Nordeste, da Amazônia (região Norte) e no Banco do Brasil (região Centro-Oeste).

De acordo com o ministro Helder Barbalho, da Integração Nacional, a iniciativa tem impacto positivo na renda das famílias atendidas, ao reduzir o custo com o consumo de energia, além de fortalecer a matriz energética, incentivando o uso de fontes renováveis. Isso estará ampliando a oferta de energia limpa, de qualidade, respeitando o meio ambiente.

Segundo dados da Absolar – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, atualmente o Brasil possui 24.565 sistemas de mini ou microgeração distribuída. Mais de 99% dos sistemas são baseados em placas solares fotovoltaicas. Cerca de 70% dos microgeradores estão no segmento de comércio, prestação de serviços ou residências de renda média e alta.

O presidente-executivo da associação, Rodrigo Sauaia, destaca que é muito importante as pessoas físicas e jurídicas encontrarem o caminho para o financiamento! Segundo Rodrigo, o investimento em placa solar para a autoprodução de energia limpa se paga em até cinco anos e os sistemas têm vida útil de pelo menos 25 anos.

O Brasil é extremamente favorável para se realizar investimentos em energia solar, colocando em números concretos, a incidência diária de sol no país tem capacidade de gerar entre 4.500 Wh/m2 e 6.300 Wh/m2. Ou seja, os números impressionam, ainda mais considerando a extensão da área do território nacional.

Recentemente o governo divulgou que o país pode integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar do mundo em 2018. Essa meta deve ser alcançada devido à grande expansão da tecnologia no país, queda no preço dos equipamentos e pela potência de 2,6 GW de geração centralizada, que segundo o anuncio, já está contratada.

Pesquisas apontam que o Brasil vive o momento ideal para investir em energia solar. Segundo os especialistas da área, o apoio do governo é fundamental para incentivar as pessoas e divulgar o recurso solar! Caso tenha interesse você pode começar a investir na sua empresa ou residência! Entre em contato com a equipe especializada, através do site Portal Solar, e solicite um orçamento para ter energia solar fotovoltaica própria através de placa solar e painel solar.

Website: portalsolar.com.br/

FONTE – exame.abril.com.br

Governo anuncia leilão para construção de novas usinas de energia solar e espera-se que atraia investimentos entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões

Esse é o volume de contratação necessário para manter uma demanda de produção estável no país é de 2.000 megawatt (MW) por ano.

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O setor de energia solar está em fase de ganho de competitividade. Segundo Thomas Kraus, diretor geral da Enerray do Brasil, empresa especializada em energia fotovoltaica, subsidiária da SECI Energia da Itália (Gruppo Industriale Maccaferri), os projetos estão mais eficazes e teremos um impacto positivo com a redução dos custos de implantação. “No Brasil, devido ao lento crescimento do setor hidroelétrico, que ainda hoje representa a maior fonte de energia elétrica do país e não consegue suprir a demanda que, em todos os setores tanto industrial quanto doméstico, aumenta a cada ano, os sistemas fotovoltaicos entre todas as fontes de energias renováveis são as que apresentam o menor impacto ao ambiente, além disso a geração distribuída apresenta grandes vantagens econômicas.” complementa Kraus.

Como parte dessa estatística para manter uma demanda estável no Brasil, a empresa está construindo duas obras no interior da Bahia, que juntas irão gerar mais de 350 GWp e uma produção anual está estimada em 700 GWh. Um dos projetos, é o maior da América Latina com capacidade de 254 MWp. A produção anual de energia está estimada em 500 GWh e beneficiará todos os cidadãos brasileiros (cerca de 250.000 famílias), uma vez que a energia produzida será entregue na matriz energética nacional. O projeto pode ser visto no site www.enerray.com/br

O diretor da Enerray enfatiza ainda que as obras também serão muito importantes para o munícipio, onde vem sendo construídas, já que os cidadãos locais vão ter a oportunidade de trabalhar durante a construção e talvez mais tarde. Impostos também estão sendo pagos ao município e o comércio local pode fornecer bens de consumo, tais como serviços de hotelaria, alimentos e bebidas, transporte de pessoal, todo o tipo de serviços públicos, serviços de manutenção, entre outros.

Terra

Governo brasileiro irá buscar novas formas de incentivar a energia solar fotovoltaica

Para o governo o segmento de geração solar fotovoltaica é fundamental.

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O governo brasileiro está estudando formas de impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, na última quinta-feira (30/6) na abertura do Brasil Solar Power, no Rio de Janeiro. Para o ministro, o segmento de geração solar fotovoltaica é fundamental para a matriz energética brasileira e novas formas de incentivar o setor devem ser perseguidas, para que o segmento não fique dependente apenas dos leilões.

“O Brasil compete com outras oportunidades, não há sol só no Brasil, o sol existe em muitos outros países. Se não criarmos um ambiente mais competitivo, mais favorável, o recurso encontra rentabilidade em outro local e isso é tudo que não queremos nesse momento”, disse o ministro.

Coelho Filho destacou que o governo brasileiro continuará contratando energia por meio de leilões, mas defendeu que seja feita uma reorganização da forma como a contratação está sendo feita.

“Nós teremos sim leilão de energia ainda neste ano, teremos sim participação relevante para a energia solar fotovoltaica nesses próximos leilões. Mas antes de contratarmos nova energia, há alguns problemas que temos de endereçar como Ministério, e o diagnostico já está quase pronto. Algumas medidas já estão sendo tomadas, sobretudo sobre a sobrecontratação. Não podemos nos dar ao luxo e apostar apenas em uma receita, a receita do leilão”, disse o ministro na abertura do evento.

A expansão da geração de energia solar distribuída – quando a energia é gerada no centro de carga, podendo ser gerada até mesmo pelo próprio consumidor – é uma das possibilidades que se descortinam para a indústria solar no país, disse Coelho Filho. Além disso, o MME estuda formas de viabilizar financiamentos para a geração distribuída, inserido nos estudos do ProGD, lançado pelo Ministério no final do ano passado com parceria da Associação Brasileira da Indústria Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo o ministro, o MME já está dialogando com o Ministério das Cidades para que seja analisada a possibilidade do FGTS como uma das fontes de financiamento desse segmento.

Outra possibilidade de expansão da energia fotovoltaica está no Norte do país, para atender os sistemas isolados, exemplificou Coelho Filho. Segundo o ministro, está em estudo no Ministério formas de expandir o atendimento a essas áreas com a geração solar distribuída.

“Temos o sistema no Norte que gera uma das energias mais caras do mundo. Muito do que passa a Eletrobras é fruto do alto custo e da dificuldade de geração no Norte do Brasil. Estamos endereçando uma grande ação para que além dos leilões possamos ter um outro flanco para animarmos o setor”, disse.

A expansão da geração de energia renovável terá especial atenção MME, defendeu o ministro: “O compromisso com as fontes renováveis não é somente um compromisso da Absolar, mas sim um compromisso da minha geração. Minha geração tem compromisso com as fontes de energia de baixo carbono. Estamos estudando uma política energética que possa sinalizar de forma muito clara, uma política industrial que possa dar isonomia tributária para essa fonte e também incentivarmos a produção da indústria nacional”, afirmou.

Fonte – Ambiente Energia