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A Energia Fotovoltaica no Brasil

                                      A Energia Fotovoltaica no Brasil

No momento em que a economia brasileira ainda ensaia uma expansão, o setor de energia solar fotovoltaica é extremamente importante e estratégico para o desenvolvimento do Brasil. Com alto potencial de complementar a matriz energética nacional, a fonte solar fotovoltaica promete alavancar diversos setores da economia, recebendo cada vez mais investimentos para seu crescimento e sua democratização, além de ser reconhecidamente a maior fonte de energia renovável geradora de emprego no mundo.

Acompanhe a entrevista exclusiva para o Portal Solar com Rodrigo Sauaia, Presidente Executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), com base nos depoimentos colhidos durante a InterSolar, maior feira do setor fotovoltaico no mundo, realizada em São Paulo, no final de agosto deste ano.

Qual o panorama da energia solar fotovoltaica (FT) no Brasil?

A fonte de energia solar é a mais abundante do planeta e a que mais cresce no Brasil e o mundo. O Brasil é um dos países com o maior potencial de geração de energia solar fotovoltaica. Produzida nos telhados das casas, estacionamentos, fachadas de edifícios ou em usinas solares de grande porte, é uma fonte de energia democrática, grande geradora de empregos, que traz tecnologia, conhecimento e inovação para empresas e universidades que ajudam nosso País a crescer e a se desenvolver com sustentabilidade.

Quando olhamos dados de performance do setor nesse ano, percebemos que o Brasil está de fato bem posicionado para ser uma liderança mundial na área. Porém, quando olhamos para o uso da tecnologia, do ponto de vista do atendimento e suprimento da demanda, ainda estamos atrasados.

Enquanto o fator de capacidade média, que representa o índice de produtividade das usinas fotovoltaicas no mundo é de cerca de 11,6%, no Brasil números do Ministério de Minas e Energia (MME) já mostram que chegamos a quase 18%. Ou seja, nossa produtividade e performance é mais de 50% melhor do que a de outros países.

As regiões Sudeste, Centro Oeste, Norte e Nordeste do País têm um enorme potencial, inclusive para grandes usinas de energia solar. Com esse potencial, a fonte, que há poucos anos era 0,1%, já passa de 1% da matriz elétrica nacional, ultrapassando neste ano a fonte nuclear.

É importante ressaltar que não queremos competir com as outras renováveis, mas somar, agregar e complementar a matriz elétrica brasileira. Vamos continuar nessa trajetória, assim como as de outras renováveis, que hoje já são parte da liderança do nosso País.

Quais as estratégias para superar esses desafios e expandir o desenvolvimento da fonte de energia solar fotovoltaica no País?

Uma dificuldade ainda está no financiamento e no acesso ao crédito no Brasil. Outra situação é que começamos tarde. Precisamos acelerar numa velocidade acima da média para recuperar este atraso.

Felizmente, com o avanço da tecnologia e a redução expressiva dos custos da energia solar, que, de 2010 pra cá, se barateou em 85%, ganhamos novos mercados. Na geração distribuída (GD), por exemplo, oportunidades se abrem dia após dia. Se, no passado, falávamos do uso dessa tecnologia somente nos telhados dos consumidores de baixa tensão, essa realidade já mudou. Agora, o sistema já está em habitação de interesse social e em prédios públicos. O próprio MME já está “solarizado”.

O uso no campo também cresce com velocidade, trazendo competitividade e maior previsibilidade para o produtor rural. Além do aumento do uso em comércios e indústrias, existem novos projetos de usinas flutuantes e esperamos que o governo avance no sentido de utilizar a fonte para complementar a capacidade de geração das nossas hidrelétricas.

O mercado está em franca expansão, principalmente nos últimos dois anos, quando o País recebeu um volume de investimentos impressionante. Somente em geração distribuída, este ano praticamente atingimos até agosto tudo o que foi investido no ano passado, chegando a R$ 2 bilhões em 2019. No acumulado, o volume já passa de R$ 5,5 bilhões. Na geração centralizada já temos mais de R$ 10 bilhões de investimento compromissados até 2023.

Lembrando que o setor de energia solar fotovoltaica é uma grande locomotiva para geração de empregos no mundo. Dos 11 milhões de empregos gerados pela cadeia de renováveis no planeta, um terço deles provém da fonte solar. Pouco deles no Brasil, mas estamos trabalhando e temos como meta trazer 1 milhão de empregos até 2030.

Devido ao seu enorme potencial de crescimento, no momento em que nossa economia ainda ensaia uma expansão, ter setores como esse é extremamente importante e estratégico para o desenvolvimento do Brasil.

Qual é o papel da fonte solar na matriz energética brasileira?

Sabemos que a fonte solar representa apenas 1,2% da matriz e esse volume está aquém do papel estratégico que essa tecnologia tem a cumprir na matriz. Precisamos combinar as diferentes fontes renováveis e a solar chega para agregar na eficiência energética.

As fontes renováveis têm sazonalidade ao longo do ano. Os recursos hídricos, por exemplo, passam por período de maior e menor disponibilidade para geração de eletricidade. A eólica e a biomassa, que têm complementaridade com a hídrica, também apresentam um período de baixa de produtividade, de safra e entressafra. Por outro lado, a solar sempre está na safra e, no período seco, tem alta de produtividade.

Essa menor variabilidade é uma excelente qualidade para complementar de forma robusta nossa matriz. A fonte solar ainda tem outros atributos, como por exemplo o de ajudar a reduzir a demanda por água para atividade de geração de energia elétrica, com o uso de tecnologia de flutuadores em cima dos reservatórios hídricos, preservando em até 70% a evaporação dessa água e ajudando a trazer uma matriz energética mais sustentável.

Como está a conscientização do consumidor brasileiro em relação à fonte de energia solar fotovoltaica?

A tecnologia conta com amplo apoio da sociedade. 93% dos brasileiros querem gerar energia renovável para sua casa e 85% da população apoiam mais investimentos públicos em energias renováveis, em especial solar e eólica. Isso vale também para os pequenos negócios, já que 80% instalariam o sistema solar fotovoltaico se tivessem acesso a financiamento competitivo.

O que tem sido feito para democratizar a fonte solar fotovoltaica no País?

A fonte alcança qualquer consumidor. Inclusive aqueles que não têm imóvel próprio e moram de aluguel podem fazer o uso dessa energia remotamente. Mesmo sem telhado, é possível acessar qualquer consumidor.
Também estamos avançando na parte de financiamento para o setor. A ABSOLAR ajudou a mapear as oportunidades de financiamento que eram muito limitadas. Agora já temos mais de 70 linhas de crédito para pequeno, médio e grande portes, mostrando que já avançamos muito. Os tipos de financiamentos estão disponíveis gratuitamente no site da ABSOLAR.

E a expectativa é que o Brasil tenha uma nova visão, do ponto de vista de governo, de planejamento e de operação, com relação ao uso dessa tecnologia, agregando cada vez competitividade, barateando a conta do consumidor, da indústria, do comércio e do poder público.

Nesse sentido, o MME tomou a importante decisão de incluir a fonte solar no leilão A-6, além de anunciar que vai antecipar os futuros leilões A-4 e A-6 e isso ajudará o setor e os investidores a se planejarem.

Quais as expectativas para o leilão A-6 com a entrada da fonte solar fotovoltaica?

A expectativa é a de que o preço médio de venda da energia elétrica no leilão A-6 seja reduzido. Significa dizer que o consumidor pagará menos. Neste leilão, onde os projetos serão entregues a partir de 2025, já foram cadastrados mais de 29 mil MW em projetos somente da fonte solar fotovoltaica. Esse volume representa cerca de um terço, ou 30%, de tudo que foi cadastrado no certame, que chegou na faixa de 10GW.

Se o governo quisesse utilizar todo esse portfólio de projeto, seriam mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados no setor, agregando à economia milhares de empregos. São números impressionantes. Evidentemente, quando mais fonte solar o governo contratar, mais o setor vai ajudar a reduzir a conta de luz do consumidor.

Quais os desafios para o empreendedor que quer entrar nesse setor?

Esse mercado é muito acessível e traz bastante oportunidade. Em GD, já existem 10 mil empresas participando do setor ao redor do País. O grande desafio para o empresário é a capacitação, já que não é um mercado fácil e, por ser acessível, é bastante competitivo.
Dessa maneira, não adianta só garantir o menor preço, o principal é oferecer qualidade no atendimento, com equipe capacitada e fornecer ao cliente apoio para financiar o projeto.

Hoje, a maioria dos consumidores autofinancia um projeto. Isso não é sinal de democratização. Uma oportunidade para o setor financeiro é desenvolver produtos para os consumidores que não conseguem, com recursos próprios, o acesso a essa tecnologia.

No âmbito da profissionalização, a ABSOLAR tem trabalhado com Senai para capacitar profissionais em nível técnico e tem diálogo aberto com universidades para oportunidade de novos cursos, além disso, trabalhamos com o Sebrae na formação de novos empreendedores.

FONTE – portalsolar.com.br

Brasil e China discutem energia solar em Fórum internacional

 

Evento será realizado dia 26 de agosto, no Hotel Meliá Paulista, em São Paulo, a fim de promover o desenvolvimento sustentável da fonte fotovoltaic

A CRES (China Renewable Energy Society) realizará no dia 26 de agosto, em São Paulo, o ‘Fórum Internacional Fotovoltaico Brasil-China 2019’ para promover o desenvolvimento saudável e sustentável da energia solar. O evento também pretende impulsionar a diminuição da emissão de poluentes e estimular o crescimento econômico.

Participarão do evento o Ministério de Minas e Energia – MME, o Ministério da Economia – MDIC, a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, além de instituições financeiras, distribuidoras e instaladoras solares do Brasil, consumidores de energia solar nos países da América Latina e fabricantes e integradores de sistemas fotovoltaicos.

O encontro irá focar nas áreas de estudo e pesquisa da tecnologia, no projeto-piloto, no investimento financeiro, na cooperação da energia e de produção, no reconhecimento mútuo das normas e no treinamento pessoal, a fim de promover a cooperação internacional entre a China e o Brasil no setor de energia solar.

A energia solar é um dos novos setores estratégicos da China, caracterizada por uma cadeia industrial completa (melhores e mais avançados processos). O país está em primeiro lugar do mundo na sua produção, na utilização e no mercado de produtos fotovoltaicos da energia solar. Nesse sentido, a experiência do desenvolvimento da China neste setor pode ser utilizada pelos países da América Latina, como Brasil.

FONTE – portalsolar.com.br

RODOVIA DE ENERGIA SOLAR É UM FRACASSO NA FRANÇA

A prática pode ser muito diferente da teoria e o governo francês gastou 5 milhões de euros para descobrir isso de maneira bastante decepcionante. Os planos, apresentados em 2016, de construir mil quilômetros de rodovias de energia solar pareciam inovadores e sustentáveis. Pareciam. O primeiro teste realizado com a pavimentação com painéis fotovoltaicos em pouco mais de 1,5 quilômetros na zona rural da Normandia foi um fracasso. O governo acreditava que a rodovia inteira concluída seria capaz de abastecer até 5 milhões de lares. Mas o investimento de 5 milhões de euros neste teste não atendeu às expectativas.

Chamada de Wattway, ela consiste em 2,8 mil painéis fotovoltaicos cobertos com uma resina especial que contém silício para proteger as células do tráfego. Os erros começaram já pelo local de instalação: a região da Normandia, onde os painéis para teste foram instalados, costumam ter apenas 44 dias de sol forte. Além disso, a instalação não foi exatamente caprichada. Os painéis costumam se soltar ou se quebrar em pedaços e, em maio de 2018, 90 metros de estrada tiveram que ser destruídos.

Em um relatório da Global Construction Review consta que não foram levados em consideração os danos causados por tempestades, mofo de folhas e a utilização da estrada por máquinas pesadas como tratores. A quantidade de energia gerada também decepcionou, chegando a apenas metade da meta nos primeiros meses, 150 mil kWh, caindo para 78 mil em 2018 e 38 mil no início de 2019.

Recebida com ceticismo por especialistas, a ideia de estradas de energia solar é considerada cara e ineficiente e não deve voltar a ser testada tão cedo. Para Marc Jediczka, vice-presidente da Rede de Transição de Energia, os elementos técnicos e econômicos do projeto não foram suficientemente compreendidos. “É um absurdo total inovar às custas de soluções que já existem e são muito mais lucrativas, como a energia fotovoltaica nos telhados”, diz. A estrada foi descrita como “degradada e irregular”.

FONTE – megacurioso.com.br

Quanto custa a energia solar?

O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação.

Post Notícia--

O custo de um sistema de energia solar fotovoltaico depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação. O custo desse sistema depende principalmente do tamanho e da complexidade da instalação.

A grande variação de preço entre os fornecedores é relacionada à qualidade dos componentes utilizados, o tamanho da empresa (empresas maiores tem mais poder de compra e compram mais barato) e a complexidade da instalação. Se fossemos comparar com carros, os sistemas mais baratos poderiam ser comparados com um carro da marca “Hyundai ” e os mais caros com um carro da marca “BMW / Lexus”. Deixamos para você decidir qual faz mais o seu estilo!

Nota: Estes preços são aproximados, com instalação e projeto, assumindo a utilização de componentes de qualidade.

Em Julho de 2018, de acordo com uma pesquisa feita junto às 4.500 empresas cadastradas no Portal Solar, os preços já incluindo a instalação, projeto, homologação e o equipamento todo são:

Preço da Energia Solar Fotovoltaica Residencial:

Tamanho da Residência Modelo do Sistema Preço Médio
Casa pequena, com 2 pessoas Sistema de 1.32Kwp R$ 10.673,36
Casa média, com 3 ou 4 pessoas Sistema de 2,64Kwp R$ 17.570,00
Casa média, com 4 pessoas Sistema de 3,3Kwp R$ 20.320,00
Casa grande, com 4 ou 5 pessoas Sistema de 4,62Kwp R$ 25.695,00
Casa grande, com 5 pessoas Sistema de 6,6Kwp R$ 32.410,00
Mansão, com mais de 5 pessoas Sistemas de até 10,56Kwp R$ 52,240,00

Quanto custa a energia solar - preços médios julho de 2018

Quanto Custa a Energia Solar Geradores de Energia Solar para Industrias Gráfico Julho 2018.jpg

Benefícios de Se Investir em Energia Solar Fotovoltaica 

Energia Solar Valoriza a Sua Casa

É fato uma casa com energia solar vale mais do que outra sem. O que você prefere uma casa onde você paga a conta de luz ou uma casa que gera a sua própria energia?

A Energia Solar é Mais Barata Que a Energia que Você Compra da Rede

Um fato: se você pegar toda o custo de investimento em energia solar para empresa ou residência somar isso com a manutenção mínima que terá ao longo de 25 anos e dividir esse valor pela energia gerada pelo sistema fotovoltaico o preço que você pagou pela energia solar é mais barato que o da rede elétrica, por exemplo:

Sistema de Energia Solar Fotovoltaica de 3,3 kWp em MG

Investimento (Equipamento + Mão de Obra) R$ 22.000,00
Manutenção (25 anos) R$ 5.000,00
Custo Total R$ 27.000,00

Energia Gerada em 25 anos = 100.000kWh (apx)

Cálculo: Custo total (Investimento + Manutenção), divido pela energia gerada é igual ao preço da energia solar produzida pelo seu gerador:
27.000 / 100.000 = R$0,27/kWh

Em Minas Gerais, a energia residencial que você compra da rede está custando hoje R$ 0,80/kWh aproximadamente… Ou seja, a energia solar é mais barata que a energia da rede elétrica.

Não só em MG, mas em todos os estados Brasileiros, a Energia Solar Fotovoltaica é mais barata que a energia residencial das distribuidoras, que hoje está em torno de R$ 0,70/kWh.

Nesse cálculo está sendo considerado o tempo de vida útil que geralmente esses sistemas possuem, sendo 25 anos.

Energia Solar Rende Mais Que Poupança

A poupança rende em média 5% ao ano, a energia solar fotovoltaica te retorna entre 8% e 18% ao ano.

Energia Solar Fotovoltaica vs Comprar um Carro

O CARRO: Vamos assumir que você pretende comprar um carro 0Km de R$ 60.000,00. Você vai ter um custo no primeiro ano ( sem contabilizar o gasto com gasolina) de aproximadamente:

IPVA R$ 1.800,00
Seguro R$ 2.000,00
Primeira Revisão R$ 700,00
Depreciação R$ 8.000,00
Custo Total R$ 12.500,00

A ENERGIA SOLAR: Você investe R$22.000,00 em um sistema fotovoltaico de 3.3kWp aproximadamente:

Economia 1º ano R$ 4.000,00
Gastos com manutenção 1º ano R$ 0
Total de Ganho R$ 4.000,00

Ou seja, se você valoriza o seu dinheiro e está pensando em comprar um carro novo de R$60.000,00, deveria comprar um carro de R$38.000 e investir  R$ 22.000 em um sistema fotovoltaico!

FONTE – portalsolar.com.br

Rede Globo inaugura usina solar na sucursal de Recife

Sem título

Energia gerada na emissora seria suficiente para atender mensalmente 90 residências

A EDP acaba de concluir a construção de uma usina solar para a Rede Globo em Recife (PE). A usina, com potência de 330 Wp, deve gerar cerca de 269.385 kWh por ano, energia capaz de atender mensalmente 90 residências com o consumo médio de 250kWh/mês ou 3.000 kWh por ano. O valor do investimento não foi revelado.

“A assinatura deste contrato com a Globo reflete a credibilidade que a EDP tem conquistado no mercado brasileiro e ajuda a consolidar nosso pioneirismo em projetos de energia solar”, afirmou à imprensa Carlos Andrade, vice-presidente de Estratégia e Novos Negócios da EDP no Brasil.

A estrutura fotovoltaica instalada sobre o estacionamento central da emissora, conhecida tecnicamente como carport, foi implantada pela primeira vez na Globo na Região Nordeste.

A área de aproximadamente 1 mil metros quadrados conta com 468 módulos fotovoltaicos, cuja energia limpa gerada faz a captura de 498,4 toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente ao plantio de 3.054 árvores ao longo de 25 anos. A operação e manutenção (O&M) do sistema implementado será realizada pela EDP Smart.

FONTE – portalsolar.com.br

Egito tem o maior parque de energia solar do mundo; veja vídeo áereo

Localizada no Deserto do Saara, a estação de Benban terá a capacidade de diminuir a emissão de quase 2 milhões de toneladas de gases poluentes por ano

O Egito ativou recentemente seu novo projeto para geração renovável de energia. Aproveitando um doe seus principais recursos naturais e de seu potencial de energia renovável, o país inaugurou uma nova usina solar em Benban, a 830 quilômetros ao sul de Cairo. A estação será responsável por reduzir as emissões de carbono egípcias em até dois milhões de toneladas por ano.

O Egito tem atualmente 27 usinas de energia solar em Benban que operaram conectadas à rede elétrica nacional, com uma capacidade total de 1,2 GW. Assim que o parque solar de Benban for concluído, em setembro, esse número será elevado para cerca de 1,46 GW a 2 GW em um total de 32 usinas.

Benban está prestes a se tornar a maior usina solar do mundo. A promessa é transformar 25% das fontes de energia do Egito em renováveis até 2022. Confira abaixo o incrível vídeo aéreo da mega construção

Para que esse projeto se tornasse viável foram necessários os serviços de mais de 10.000 pessoas, e quando ele for finalmente inaugurado irá gerar 4.000 empregos diretos. A localização também foi um fator fundamental, já que a estação foi construída em pleno Deserto do Saara, onde a temperatura supera facilmente os 50°C.

Se tudo ocorrer como planejado a instalação em Benban pode se tronar referência mundial de como a energia solar pode ser melhor aproveitada e como milhões de toneladas de emissões de gases por ano podem ser evitadas.

FONTE – olhardigital.com.br

Complexos de energia solar são inaugurados em duas cidades do interior de SP

Governador João Doria (PSDB) fez nesta quinta-feira (15), em Bauru (SP), a ativação das unidades de Guaimbê e Ouroeste. Complexos vão gerar juntos 300 MW em energia solar fotovoltaica.

Complexo de Guaimbê possui 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares — Foto: AES Tietê/DivulgaçãoComplexo de Guaimbê possui 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares — Foto: AES Tietê/Divulgação

O governador João Doria (PSDB) inaugurou na manhã desta quinta-feira (15), em Bauru (SP), dois grandes complexos de energia solar da empresa AES Tietê, concessionária de geração de energia que atua no estado.

Os complexos solares estão localizados nas cidades de Guaimbê (SP), no Centro-Oeste Paulista, e Ouroeste, na região Noroeste. A ativação das unidades será feita de forma remota pelo governador a partir do Centro de Operações da Geração de Energia, localizado em Bauru.

Segundo a concessionária, os complexos solares de Guaimbê e Ouroeste somam 300 MW de potência em energia solar fotovoltaica. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil tem 2,4 GW de potência em energia solar fotovoltaica, o que representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do país. O estado de São Paulo atualmente ocupa a quinta posição em geração deste tipo de energia em um ranking que é liderado pela Bahia.

A geração de energia solar fotovoltaica representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do Brasil — Foto: AES Tietê/DivulgaçãoA geração de energia solar fotovoltaica representa cerca de 1,2% da matriz elétrica do Brasil — Foto: AES Tietê/Divulgação

O Complexo Guaimbê é considerado o primeiro grande investimento em energia solar no estado e o maior complexo solar da concessionária: são 550 mil placas solares instaladas em uma área de 237 hectares.

A compra da unidade de Guaimbê foi anunciada em setembro do ano passado, com investimento de R$ 607 milhões.

Durante a cerimônia desta quinta-feira, foi anunciado também o início da operação da primeira fase do Complexo Solar de Ouroeste, cidade onde está instalado um parque com capacidade de geração de 144 MW em uma área total de 280 hectares.

FONTE – g1.globo.com

Energia solar é fonte de geração que mais cresce no mundo

Com condições climáticas favoráveis, painéis solares em apenas 1% de terras agrícolas seria o suficiente para atender à demanda mundial, segundo estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, mostrou que painéis solares em apenas 1% das terras agrícolas do mundo poderiam atender a toda a demanda elétrica mundial.

Ao utilizar um painel solar de silício, o mesmo encontrado em kit de energia solar residencial, instalado em terras agrícolas da universidade, o time da Faculdade de Ciências Agrária coletou dados de geração a cada 15 minutos, durante todo o ano.

Por meio do uso de imagens de satélites, os pesquisadores então aplicaram o modelo em 17 tipos de terrenos diferentes, incluindo terras agrícolas, florestas mistas, áreas urbanas e savanas

Esses dados foram sincronizados com as informações de microclima coletadas por um sensor instalado junto ao painel, que registrava dados como a temperatura média do ar, umidade relativa do ar, velocidade do vento, direção do vento, umidade do solo e energia solar recebida.

Os resultados mostraram que a eficiência do painel solar aumentou em temperaturas mais baixas e diminuiu na ocorrência de calor ou umidade, sendo beneficiada ainda pela ação dos ventos.

Com base nesses dados, os pesquisadores criaram um modelo de eficiência fotovoltaica baseado na temperatura do ar, velocidade do vento e umidade relativa.

Por meio do uso de imagens de satélites, os pesquisadores então aplicaram o modelo em 17 tipos de terrenos diferentes, incluindo terras agrícolas, florestas mistas, áreas urbanas e savanas.

O resultado mostrou que áreas agrícolas são os locais mais produtivos para a instalação de um painel solar, enquanto os ambientes com neve ou gelo se mostraram os menos produtivos.

Utilizar áreas de agricultura convencional em conjunto com a implantação de projetos fotovoltaicos é uma prática comum em vários países, e a qual foi batizada de ‘agrovoltaica’.

Para determinar o potencial de sistemas “agrovoltaicos” como geradores elétricos globais, os pesquisadores se basearam na demanda projetada pelo Banco Mundial.

O estudo, publicado na revista Scientific Reports, abre discussão sobre a prática atual, e muito comum, de se construir grandes usinas solares em desertos ou regiões áridas.

A energia solar é a fonte de energia que mais cresce no mundo hoje, e pode se tornar a maior fonte de eletricidade do mundo até 2050, segundo a Agência Internacional de Energia.

FONTE – inforchannel.com.br

Cervejaria mineira implanta sistema fotovoltaico para abastecer as opera para abastecer as operações na fábrica

Koala San Brew vai garantir 100% da demanda por eletricidade com a geração solar distribuída

A cervejaria mineira Koala San Brew, localizada no polo de Nova Lima, Minas Gerais, acaba de instalar painéis fotovoltaicos em sua sede, com o objetivo de retornar 100% de seu consumo. A iniciativa faz parte do projeto de sustentabilidade da cervejaria chamado Catch the Sun, onde uma série de ações serão realizadas para reduzir o impacto ambiental dentro das atividades da cervejaria.

O ideia do programa foi baseado nas ações de Peter Bouckaert, fundador da cervejaria norte-americana New Belgium, com vários programas eco-sustentáveis, como de energia verde. Eles produziam tanta energia que, em horário de pico, a cervejaria a fornecia para a rede da cidade.

A decisão de realizar esta mudança na fábrica já tinha sido planejada há dois anos. A quantidade excedente da energia produzida servirá para futuras ampliações da cervejaria.

Além do investimento em energia solar, o programa Catch The Sun conta com outras ações relativas à sustentabilidade, como a migração de 95% do envase para latas, que é um material mais reciclado e que requer menos combustível para transporte devido ser mais leve e compacto do que garrafas. A empresa também pretende agregar valor ao seu tratamento de efluentes e implantar um sistema de reutilização do CO2 na própria cervejaria.

FONTE – portalsolar.com.br

Energia solar compartilhada no Espírito Santo

O Sicoob do Espírito Santo terá suas unidades comerciais abastecidas por energia solar gerada pela Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), em um projeto feito pela ClianClic. Com potência instalada de 140 MW, a usina de geração distribuída vai atender agências do Sicoob na área de concessão da EDP Escelsa.

A ClianClic é uma empresa de geração distribuída . O Sicoob é uma cooperativa de crédito.

O projeto consiste na instalação de painéis solares nos telhados de unidade da Coopeavi, em Ibiraçu (ES). A compensação de energia é compartilhada entre o Sicoob e a Coopeavi.

Nos próximos 12 meses, a geração deve ser ampliada com a instalação de novos painéis, o que vai possibilitar  a inclusão de novos associados nesse sistema de energia compartilhada. O investimento total chegará aos R$ 35 milhões durante o período.

Segundo o vice-presidente do Sicoob do Espírito Santo, Arno Kerckhoff, o investimento vai gerar a economia de cerca de R$ 85 mil por mês.

“A geração de energia limpa contribui para a redução de gastos e causa menos danos ambientais, evitando, por exemplo, a construção de barragens e a alteração do curso de rios e de nascentes”, ressaltou.

O secretário interino de Estado de Desenvolvimento, Paulo Menegueli, conta que o governo do Espírito Santo analisa projetos para utilizar de energia solar fotovoltaico.

“Estima-se que até 2030, fontes de energia limpa, como a que vemos aqui hoje, devam substituir as fósseis, e o Estado não está alheio às mudanças. Estamos analisando a criação de um protótipo de placas fotovoltaicas nos estacionamentos das escolas, e há um projeto para a implantação de energia limpa na Residência Oficial do Governador. Além disso, o Estado mantém contato direto com as concessionárias de energia para o desenvolvimento de ações conjuntas de fomento à energia para os capixabas”, destacou.

FONTE – epbr.com.br/