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Energia Solar: Com conta de luz alta, procura por painéis solares aumenta 20% em Jundiaí

A procura pela instalação de painéis solares de energia fotovoltaica em residências e empresas aumentou 20% no último semestre, comparado ao mesmo período de 2017, em Jundiaí. Segundo o proprietário de uma loja especializada neste segmento, Josué Inácio Martins, o principal benefício deste equipamento é a economia gerada na conta de energia.

Hoje, em média, o custo para equipar uma casa com este recurso gira em torno de R$ 30 mil. “O valor é um investimento, que gradativamente o proprietário terá o retorno, através da redução de gastos na fatura mensal de energia. Além disso, o material tem durabilidade de 25 anos”, explica Martins.

Foto: Rui Carlos/Jornal de JundiaíFoto: Rui Carlos/Jornal de Jundiaí

O empresário Aguinaldo Galdino, de 49 anos, instalou um painel solar em sua casa e outro em sua empresa em Jundiaí. “Há um ano utilizo esse equipamento em minha residência e estou muito satisfeito com a economia gerada. Afinal, o gasto mensal da fatura de energia era cerca de R$ 1 mil e, agora estou pagando por volta de R$ 170,00. Uma economia de 83%”, diz. Quando adquiriu o equipamento, Galdino explicou que a projeção para o retorno do investimento acontecerá num prazo de aproximadamente 4 anos.

CPFL
De acordo com levantamento da CPFL Piratininga, cada vez mais os consumidores de Jundiaí estão optando por gerar a própria energia por meio da instalação de placas solares. No acumulado, de janeiro a junho de 2017, foram instaladas 20 placas e, em 2018, no mesmo período, 61, ou seja, crescimento de 205%.

BRASIL
A energia elétrica foi o item que mais impactou o índice da inflação de julho, fechando o período com 0,33%. E também foi o que mais influenciou no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) acumulado de 2018. Além disso, sem chuva suficiente nos reservatórios das hidrelétricas, as contas chegarão com a bandeira vermelha, sinal de cobrança de R$ 0,05 a mais por quilowatt-hora consumido.

FONTE – jj.com.br

O que é energia solar e como funcionam os painéis solares?

A energia solar funciona capturando a energia do sol e transformando-a em eletricidade para sua casa ou empresa

O que é energia solar e como funcionam os painéis solares?

A energia solar funciona capturando a energia do sol e transformando-a em eletricidade para sua casa ou empresa .

Nosso sol é um reator nuclear natural. Ele libera pequenos pacotes de energia chamados fótons, que viajam a 93 milhões de quilômetros do sol para a Terra em cerca de 8,5 minutos. A cada hora, fótons suficientes afetam nosso planeta para gerar energia solar suficiente para, teoricamente, satisfazer as necessidades globais de energia durante um ano inteiro.

Atualmente, a energia fotovoltaica representa apenas cinco décimos de um por cento da energia consumida nos Estados Unidos. Mas a tecnologia solar está melhorando e o custo da energia solar está caindo rapidamente , então nossa capacidade de aproveitar a abundância de energia do sol está aumentando.

Um relatório de 2017 da Agência Internacional de Energia mostra que a energia solar se tornou a fonte de energia que mais cresce no mundo– marcando a primeira vez que o crescimento da energia solar ultrapassou o de todos os outros combustíveis. Nos próximos anos, todos nós estaremos aproveitando os benefícios da eletricidade gerada por energia solar de uma forma ou de outra.

Como funcionam os painéis solares?

Quando os fótons atingem uma célula solar, eles soltam os elétrons de seus átomos. Se os condutores estão ligados aos lados positivo e negativo de uma célula, forma um circuito elétrico. Quando os elétrons fluem por esse circuito, eles geram eletricidade . Células múltiplas formam um painel solar e vários painéis (módulos) podem ser conectados para formar um painel solar. Quanto mais painéis você puder implantar, mais energia você poderá gerar.

O que são painéis solares feitos?

Os painéis solares fotovoltaicos (PV) são compostos de muitas células solares. As células solares são feitas de silício, como semicondutores. Eles são construídos com uma camada positiva e uma camada negativa, que juntos criam um campo elétrico, assim como em uma bateria.

Como os painéis solares geram eletricidade?

Os painéis solares fotovoltaicos geram eletricidade de corrente contínua (DC). Com a eletricidade DC, os elétrons fluem em uma direção ao redor de um circuito. Este exemplo mostra uma bateria alimentando uma lâmpada. Os elétrons se movem do lado negativo da bateria, através da lâmpada, e retornam ao lado positivo da bateria.

Com a corrente alternada (corrente alternada), os elétrons são empurrados e puxados, invertendo a direção periodicamente, muito parecido com o cilindro do motor de um carro. Os geradores criam eletricidade CA quando uma bobina de fio é girada ao lado de um imã. Muitas fontes de energia diferentes podem “girar a manivela” deste gerador, como gás ou diesel, hidroeletricidade, nuclear, carvão, eólica ou solar.

A eletricidade CA foi escolhida para a rede de energia elétrica dos EUA, principalmente porque é menos dispendiosa transmitir por longas distâncias. No entanto, os painéis solares criam eletricidade de corrente contínua. Como podemos obter eletricidade DC na rede de corrente alternada? Nós usamos um inversor.

O que faz um inversor solar?

Um inversor solar leva a eletricidade DC do painel solar e usa isso para criar eletricidade CA. Inversores são como os cérebros do sistema. Juntamente com a inversão de corrente contínua em corrente alternada, eles também fornecem proteção contra falha de aterramento e estatísticas do sistema, incluindo tensão e corrente em circuitos CA e CC, produção de energia e rastreamento de ponto de potência máxima.

Inversores centrais dominaram a indústria solar desde o início. A introdução de micro-inversores é uma das maiores mudanças tecnológicas na indústria de PV. Os micro-inversores otimizam para cada painel solar individual, não para um sistema solar inteiro, como os inversores centrais fazem. Isso permite que cada painel solar funcione com potencial máximo. Quando um inversor central é usado, ter um problema em um painel solar (talvez esteja na sombra ou esteja sujo) pode reduzir o desempenho de todo o painel solar. Os micro inversores, como os do sistema solar doméstico Equinox da SunPower , fazem com que isso não seja um problema. Se um painel solar tiver um problema, o resto do painel solar ainda terá um desempenho eficiente.

Um inversor solar

Como funciona um sistema de painel solar?

Aqui está um exemplo de como funciona uma instalação de energia solar em casa. Primeiro, a luz solar atinge um painel solar no telhado. Os painéis convertem a energia em corrente contínua, que flui para um inversor. O inversor converte a eletricidade de DC para AC, que você pode usar para alimentar sua casa. É lindamente simples e limpo, e está ficando mais eficiente e acessível o tempo todo.

No entanto, o que acontece se você não estiver em casa para usar a eletricidade que seus painéis solares estão gerando a cada dia ensolarado? E o que acontece à noite quando o seu sistema solar não está gerando energia em tempo real? Não se preocupe, você ainda se beneficia com um sistema chamado “net metering”.

Um sistema fotovoltaico típico atado à rede, durante as horas de pico do dia, freqüentemente produz mais energia do que um cliente precisa, de modo que o excesso de energia é alimentado de volta à rede para uso em outro lugar. O cliente obtém crédito pelo excesso de energia produzida e pode usar esse crédito para extrair da rede convencional à noite ou em dias nublados. Um medidor de rede registra a energia enviada em comparação com a energia recebida da rede.

FONTE – clickpetroleo.com.br

Governo de SP facilita o financiamento para geração de energia solar a pequenas e médias empresas

Foi divulgado recentemente que a Secretaria de Estado de Energia e Mineração junto a Desenvolve SP assinaram um convênio para facilitar o acesso a financiamentos de projetos direcionados para geração de energia solar. Sendo assim, pequenas e médias empresas poderão, a partir de agora, ampliar a produção em todo o território paulista.

Por meio do acordo, a Secretaria passa a ser responsável pela análise e orientação técnica de projetos que a Desenvolve SP receber para a implantação de sistemas de mini e micro geração distribuída e de energia solar fotovoltaica. João Carlos Meirelles, o secretário de Energia e Mineração, afirma que as fontes renováveis são as energias do futuro. O Governo de São Paulo já isentou a cadeia produtiva da indústria solar e agora dá mais um passo no fomento à geração fotovoltaica no Estado.

A Desenvolve SP também possui o suporte da equipe da subsecretaria de Energias Renováveis e com isso pretende ampliar a geração de energia solar no Estado! Álvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP, disse que São Paulo importa de outros estados cerca de 60% da energia elétrica que consome e essa parceria tem o objetivo de diminuir tal dependência, ajudando as empresas paulistas a adaptarem seus sistemas e assim gerar parte da sua própria energia, se tornando mais eficientes e competitivas.

A instituição Desenvolve SP, também oferece a Linha Economia Verde, projetos de eficiência energética, que financiam, além da compra, a instalação de equipamentos para produção de energia renovável, como placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa, equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro, entre outros itens. A taxa de juros parte de 0,17% ao mês (+Selic) e o prazo é de até 10 anos, incluso o período de carência.

O subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior diz que, popularizar a geração distribuída, ampliar a segurança energética e simplificar o modelo regular para reduzir os custos da energia para a população é o desafio que São Paulo está enfrentado agora. Uma pesquisa realizada pela própria secretaria apontou que o Estado de São Paulo tem potencial para gerar 12 milhões de MWh/ano em energia solar, o que representa uma grande capacidade, suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências.

O Governo do Estado vem estimulando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências. A instalação desses sistemas permite a substituição da energia elétrica adquirida das concessionárias de distribuição e pode propiciar uma economia considerável devido a sua vida útil de 15 a 20 anos em média. Segundo pesquisas, a energia solar fotovoltaica evita a liberação de 15,4 a 17,9 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

O Portal Solar é uma empresa que possui o maior web site sobre energia solar fotovoltaica do Brasil. Além disso, coloca os interessados nessa fonte sustentável em contato com as melhores e mais qualificadas empresas que instalam: sistema solar, placa solar, painel solar e baterias de lítio em residências ou empresas.

FONTE – terra.com.br

Energia renovável terá o primeiro Arranjo Produtivo Local do Brasil

O subsecretário de Energia Renováveis da Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo, Antonio Celso de Abreu Jr, participou nesta segunda-feira, 25 de junho, na sede do Ciesp de Sorocaba, do lançamento do primeiro Arranjo Produtivo Local (APL) voltado para as energias eólica e solar.

A formalização deve acontecer em agosto com a constituição da instituição privada.

O objetivo desse novo APL é reunir as empresas de Sorocaba no setor de renováveis e reforçar a articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.

Sorocaba é um dos principais polos de empresas multinacionais voltadas para os setores de energia eólica e solar, além de toda uma cadeia produtiva de componentes.

Cerca de 25 empresas da cidade irão fazer parte do APL, entre elas estão a Canadian, uma das maiores do mundo na produção de painéis fotovoltaicos, a Wobben Windpower, que produz componentes e aerogeradores, e a Tecsis fabricante de pás eólicas, ambas do setor de energia eólica, como também a Prysmian que produz cabos e ABB fabricante de componentes e sistemas.

A cidade de Sorocaba conta atualmente com 98 instalações que produzem energia solar com potência de 482 quilowatts (kW).

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A primeira reunião do grupo multisetorial para incentivar as energias renováveis aconteceu em abril de 2016 na sede da Investe São Paulo, quando o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, e o deputado federal, Vitor Lippi, reuniram as principais empresas e instituições da região.

Um mês depois aconteceu a primeira reunião de trabalho do grupo na sede da empresa Flex, em Sorocaba. O grupo de trabalho para a criação do APL já realizou 22 reuniões.

 

Incentivo ao setor
Em agosto de 2015, o Governo de São Paulo publicou dois decretos que incentivam a produção de energia elétrica por micro e minigeradores e de peças para os setores de energia solar e eólica.

O decreto nº 61.439/2015 concede isenção de ICMS sobre a energia elétrica fornecida para microgeradores e minigeradores na quantidade correspondente à energia elétrica injetada na rede de distribuição.

Já o decreto nº 61.440/2015, concede isenção de ICMS para a produção de equipamentos destinados a geração de energia eólica e solarimétrica.

A medida isenta o ICMS das partes e peças de aerogeradores, geradores fotovoltaicos e torres para suporte de energia eólica.

Também estão contemplados pela medida os conversores de frequência de 1.600 kVA e 620 volts; fio retangular de cobre esmaltado de 10 por 3,55 milímetros e barra de cobre 9,4 por 3,5 milímetros.

Energia solar em São Paulo
São Paulo vem ampliando sua importância na geração de energia fotovoltaica. A capacidade instalada de energia solar no Estado é de aproximadamente 60 MW.

A primeira usina do Estado é a de Tanquinho, no município de Campinas, com potência de 1.082 KWp e capacidade de gerar 1,6 GWh por ano.

Essa energia é suficiente para suprir cerca de 1.300 residências com consumo de 100 KWh/mês cada.

Existem ainda outros empreendimentos cadastrados no Estado com destaque para as instalações na Cidade Universitária e no Parque Villa-Lobos, ambos na capital.

Estão conectados também ao sistema em São Paulo, cerca de 6 mil empreendimentos de micro e mini geração distribuída com potência instalada de mais de 37 MW.

*Secretaria de Energia de São Paulo

FONTE – ambienteenergia.com.br

Fintechs impulsionam setor de Energia Solar no Brasil

País atingiu a marca histórica de 252MW de potência instalada e deve crescer 358% em 2018

Financiamentos com fintechs aceleram crescimento do setor

A energia solar fotovoltaica (FV) tem atraído a atenção de investidores – sejam eles privados (empresas) ou consumidores (pessoa física), por ser uma energia limpa que oferece a possibilidade de as pessoas gerarem sua própria energia – a ser aplicada na residência ou empresa em questão. Com isto, o setor registrou crescimento histórico nos últimos anos, atingindo a marca de 252MW de potência instalada em mais de 27 mil sistemas solares fotovoltaicos. Em 2016, o setor registrou um crescimento de 270%; em 2017, 304% e a projeção para 2018 é de 358%.

Empresas do setor buscam financiamento para crescer

A Nexoos (www.nexoos.com.br), fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) que conecta pequenas e médias empresas a potenciais investidores, oferece condições de financiamento diferenciadas para empresas do setor de energia solar, sem necessidade de garantia real e com um crédito 100% online. “Estamos acompanhando de perto o crescimento do setor de energia solar e queremos contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, com todo o país.”, afirma Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

É o caso da Geosolar, empresa que comercializa sistemas de energia fotovoltaica. O financiamento foi utilizado para a expansão da empresa por meio da abertura de um ponto comercial para sediar a loja física e o escritório da empresa. Com o investimento, a Geosolar estima crescer 30% até o final do ano. De acordo com o Diretor Comercial da empresa, Jalmiro Sobrinho, o processo de financiamento da Nexoos é inovador e entre os diferenciais destacam-se: processo online, simples e rápido e taxas atraentes.

Já a Sorosolar, integradora de energia solar para residências e pequenos comércios, solicitou o financiamento na Nexoos para investir em fluxo de caixa e aumentar as vendas. Paulo Bernardes, Diretor Comercial da Sorosolar, já recomendou a Nexoos a diversas empresas do setor, pois considerou o processo simples, objetivo e transparente, além de oferecer taxas e condições melhores que a concorrência.

“Além da Sorosolar e da Geosolar, temos outras três empresas do setor em nossa carteira de clientes e temos perspectivas de aumentar ainda mais esse número, pois a Energia Solar vive um bom momento no Brasil, com expectativa de expansão”, finaliza Gomes.

Como funciona para a empresa

Empresas de pequeno porte (EPPs), microempresas (MEs) e pequenas e médias empresas (PMEs), com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil, podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

Quando aprovada, a empresa é apresentada aos investidores cadastrados na plataforma, durante a Rodada de Investimentos que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias.

Sobre a Nexoos

A Nexoos (www.nexoos.com.br) é uma fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores. Operando no modelo peer-to- peer lending (P2P) – empréstimo coletivo – no qual é pioneira e líder de mercado no país, a plataforma oferece taxas mais baixas, retornos mais altos e menos burocracia que os empréstimos bancários e as opções tradicionais de investimento. Com dois anos de operação, a Nexoos já financiou mais de R$ 58 milhões em operações de crédito e conta com uma cartela de mais de 400 empresas financiadas e mais de 15 mil investidores. Em fevereiro de 2018 a Nexoos foi selecionada como uma das finalistas para o prêmio Internacional LendIt Fintech USA 2018 – maior feira de inovação em serviços financeiros do mundo – na categoria “Emerging Lending Platform”.

Conheça as condições especiais para investir em energia solar

Pessoas físicas podem ter acesso ao meio renovável por meio de linhas de financiamento

Conheça as condições especiais para investir em energia solarDataFolha aponta que cerca de 80% dos brasileiros querem energia solar fotovoltaica

Com o objetivo de impulsionar a geração de energia solar, o Ministério da Integração Nacional (MI) já garantiu mais de R$ 3 bilhões em projetos do segmento somente em 2018. O anúncio foi feito pelo ministro Pádua Andrade durante o evento Brasil Solar Power, realizado nessa terça-feira (12), no Rio de Janeiro.  

Pesquisa do DataFolha de 2016 indica que cerca de 80% dos brasileiros querem energia solar fotovoltaica em suas residências, caso seja disponibilizado financiamento competitivo. Assim, foram criadas linhas de financiamento para os Fundos Constitucionais das regiões Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO). A ideia é criar condições especiais para que pessoas físicas invistam na aquisição dos sistemas de geração.

Condições especiais

  • Prazo de pagamento para até 8 anos; 
  • Seis meses de carência; 
  • Possibilidade de financiar 100% do valor do projeto; 
  • Taxas anuais estimadas em 5,43% para as regiões Norte/Nordeste e 6,4% para o Centro-Oeste; 
  • Possibilidade de encaminhar o excedente à operadora de energia e acumular créditos. 

Arquivo/ Cesima

Como conseguir

Para buscar o financiamento, o interessado deve se dirigir a um dos bancos operadores e tomar conhecimento da documentação a ser apresentada para iniciar o processo. São eles: FNE (Banco do Nordeste), FNO (Banco da Amazônia) e FCO (Banco do Brasil).

Demanda 

A expectativa da pasta é que sejam realizadas, pelo menos, 10 mil operações este ano. O País tem atualmente 24.565 sistemas de mini ou microgeração distribuída, dos quais 99% deles são baseados em placas fotovoltaicas, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).  

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Integração Nacional

Matéria retirada do site – brasil.gov.br

Tesla vai fechar 12 fábricas de painéis solares nos EUA

Como parte de seu plano para demitir 9% da sua força de trabalho, a Tesla decidiu também fechar “cerca de uma dúzia” de fábricas de painéis solares adquiridas na compra da SolarCity. Todas as instalações ficam nos EUA, e os funcionários afetados serão dispensados ou reposicionados em outras das 60 fábricas de painéis que permanecem funcionando. As informações são da Reuters, que confirmou o fechamento dessas instalações em com a Tesla.

Com a redução de sua força de trabalho, a Tesla pretende tornar sua operação mais enxuta e, com isso, se tonar uma empresa lucrativa já no segundo semestre de 2018. Não se sabe exatamente quanto dinheiro a companhia poderá economizar com a dispensa desse pessoal.

Além de painéis solares tradicionais, essas fábricas produziam também telhas capazes de gerar eletricidade através da luz solar, produto apresentado por Musk durante evento em 2017. O CEO da Tesla acredita que, eventualmente, seu negócio de produtos para energia solar — telhas, painéis, baterias etc. — será tão importante para a companhia quanto o negócio automotivo, trazendo a mesma quantidade de receita.

“Uma das principais razões pelas quais adquirimos a SolarCity foi a possibilidade de usar nossas lojas da Tesla para vender não apenas carros, mas também produtos para geração de energia solar. Isso representa um benefício exclusivo que é demonstrado pelo crescente número de clientes de veículos Tesla que também estão comprando produtos de energia em nossas lojas, e a reorganização [dos negócios] não afeta isto”, declarou a companhia em comunicado oficial à Reuters.

FONTE – tecmundo.com.br

Rio ganha segundo maior sistema de painéis solares do Estado

Em comemoração à semana do Meio Ambiente, a L’Oréal Brasil inaugura em seu Centro de Pesquisa & Inovação no Rio a 2ª maior usina de painéis solares em geração de energia do estado, com 390 kWp, atrás apenas do sistema do AquaRio.

Esse é o primeiro site da L’Oréal no país a usar o sistema solar como fonte de energia. A meta é instalar um sistema de painéis solares de dimensões maiores na fábrica de São Paulo, até meados de 2019.

O investimento em geração própria de energia faz parte do compromisso de sustentabilidade do Grupo, Sharing Beauty With All, que busca transformar a cadeia de valor em busca de um impacto positivo. O programa tem dois focos principais: Mudanças Climáticas e Protagonismo Social.

“O programa de sustentabilidade estabeleceu metas ambiciosas para reduzir a pegada ambiental e está transformando os modelos de geração de energia ao redor do mundo. No Brasil, a L’Oréal já reduziu em 71% as emissões de CO² em seu processo produtivo, através de iniciativas como o uso de etanol nas caldeiras das fábricas e 100% de eletricidade verde.

A meta é tornar a L´Oréal Brasil uma operação carbono neutro até 2020. O uso da energia eólica solar vem para acelerar esse objetivo”, afirma Jean-Philippe Wavelet, diretor técnico de Operações da L´Oréal Brasil.

O painel solar é um grande projeto de inovação sustentável para o Rio de Janeiro. Escolhemos a energia solar porque é abundante no Brasil e é a que gera menor impacto ao meio ambiente. A produção não gera emissão de carbono e nem resíduos em sua operação”, destacou Gerald Vincent, Diretor de Propriedades e EHS da L’Oréal Brasil.

Unidades da L’Oréal Brasil terão 100% energia elétrica renovável em 2018

Com 2.400 m2 de extensão, os painéis solares do Centro de Pesquisa & Inovação têm um impacto equivalente a 26 mil árvores plantadas e evitará a emissão de mais de mil toneladas de CO2 na atmosfera no período de 25 anos, tempo de vida útil das placas. O novo sistema gerará 40 mil kWh por mês, o que representa o consumo mensal de aproximadamente 270 casas, e será responsável por 20% de toda a energia utilizada no campus, inaugurado em 2017.

O projeto teve uma viabilidade de execução rápida, já que foram necessários apenas 26 dias de trabalho para instalação das 1200 placas solares. O funcionamento, segundo Gerald Vincent, também é simples: “O sol irradia os painéis, as placas absorvem a irradiação solar e geram uma corrente. Por último, essa corrente é transformada em energia elétrica de corrente alternada que abastece diretamente o sistema de ar condicionado do prédio”.

Até então, a distribuição de energia no Centro de Pesquisa era feita 100% pela companhia energética municipal. O planejamento é que até o fim de 2018, os 80% restantes de consumo sejam derivados de energia renovável por meio de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH).

Nas demais unidades, a previsão também é que 100% da eletricidade seja renovável até o fim deste ano. Em 2017, a companhia alcançou 100% de eletricidade verde – energia produzida a partir de recursos renováveis – nas fábricas e centros de distribuições e espera-se evitar, nestas unidades, a emissão indireta de pelo menos 2 mil toneladas de CO2 em 2018.

Centro de Pesquisa e Inovação da L’Oréal se destaca por projetos sustentáveis

Além do novo sistema de painéis solares, o Centro de Pesquisa & Inovação já se destaca por outras iniciativas sustentáveis. Em 2017, a unidade recebeu o prêmio internacional Green Solution Awards, durante a Conferência Mundial do Clima (COP 23), pelo projeto Jardim Filtrante – um sistema que trata águas pluviais e os efluentes industriais e sanitários de forma natural e reutiliza os líquidos para irrigação e reuso nos banheiros.

O prédio também foi projetado de acordo com os requisitos da certificação internacional LEED Gold, tem iluminação majoritariamente LED e a fachada de vidro permite maior utilização de luz natural. Por último, toda a produção nos laboratórios tem zero envio de resíduos para Aterro Sanitário.

“Com todas as iniciativas, a L’Oréal Brasil reforça o seu compromisso com o Rio de Janeiro por meio de infraestrutura e projetos sociais que impactam a cidade”, finaliza Jean-Philippe Wavelet.

FONTE – ambienteenergia.com.br

PTI E Energias Renováveis: Fontes Limpas Para Um Desenvolvimento Sustentável

A fim de garantir a preservação dos recursos naturais, o Parque aposta em pequisas e aplicações de fontes que tenham pouco ou nenhum impacto direto sobre o meio ambiente
Instalado nos antigos alojamentos dos operários que construíram a maior hidrelétrica do mundo, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) aposta em pesquisas e aplicações de fontes que tenham pouco ou nenhum impacto direto sobre o meio ambiente a fim de garantir a preservação dos recursos naturais. Essas fontes são complementares à hidráulica, como nos casos das energias solar e eólica, assim como biogás e hidrogênio.
Por meio do Centro Internacional de Hidroinformática (CIH), o PTI teve um papel importante na elaboração do Atlas de Energia Solar do Estado do Paraná. Além do documento, fruto de um intenso trabalho de pesquisa e coleta de dados, o projeto resultou em um sistema online (www.atlassolarparana.com), que permite que qualquer cidadão paranaense possa saber, com precisão e gratuitamente, a energia solar disponível em cada um dos nossos 399 municípios, inclusive de acordo com a época do ano.
Para isso, o projeto – realizado em parceria com a Itaipu Binacional, a Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – utilizou uma modelagem matemática que mede o espalhamento da energia solar no território, aliando imagens de satélite, e estações do Inpe e do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). ”Essas informações podem servir como base para elaboração de políticas públicas. Um dos objetivos do projeto é a ampliação do uso da fonte de energia renovável no Paraná, por meio, principalmente, de sistemas fotovoltaicos conectados à rede, uma vez que tanto o grande quanto o pequeno investidor tem uma base de informação confiável para fazer as suas simulações dos quantitativos de energia”, explica Alisson Rodrigues Alves, engenheiro ambiental do PTI.
O Atlas confirmou o grande potencial solar existente no Estado, que embora menor que o de outros estados brasileiros – como os do Nordeste – é 43% superior ao da Alemanha, um dos países que mais investe nessa fonte renovável, no mundo. Ainda dentro deste contexto, foi criado o Laboratório de Energia Solar do Parque Tecnológico Itaipu, cujo objetivo é tornar o Oeste do Paraná mais competitivo e inserido nas tecnologias globais. Neste primeiro momento, a atuação do grupo deve se concentrar nos seguintes pilares: Educação; Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação na fronteira tecnológica; empreendedorismo e formação de novos negócios; parcerias nacionais e Internacionais; e políticas públicas de incentivo ao uso de energia solar.
Hidrogênio
O hidrogênio também tem seu espaço garantido nas linhas de pesquisa do PTI por meio do Núcleo de Pesquisa em Hidrogênio (NUPHI). Resultado de um convênio firmado entre o PTI, a Itaipu Binacional e a Eletrobras, o Núcleo conta com um laboratório, que é equipado para a realização de pesquisas em alguns aspectos do hidrogênio e compartilhado com professores e alunos, especialmente das universidades instaladas no PTI: Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).
A partir desse convênio, também foi implementada uma Planta Experimental de Produção de Hidrogênio que possibilita a análise de todo o ciclo de produção do hidrogênio, e ainda a purificação, compressão, armazenamento e posterior utilização em células a combustível ou combustão em mistura com outros combustíveis, como, por exemplo, o biometano. “Estes estudos podem corroborar para a produção de hidrogênio como forma de armazenamento de excedente de energia de fontes renováveis como hidráulica, eólica e solar e sua posterior utilização energética para fins de mitigar os impactos ambientais negativos, como por exemplo, a produção de energia elétrica utilizando células a combustível”, explica Ricardo Ferracin, gerente do NUPHI.
Energia Eólica e Biogás
Cada vez mais competitiva e popular no Brasil, a energia eólica também tem sido pauta nos estudos desenvolvidos no PTI. Em breve, por meio do CIH, deve ser lançado um levantamento do potencial eólico do Oeste do Paraná. Os estudos preliminares já apontam que municípios como Nova Laranjeiras, São Pedro do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, Guaraniaçu e Toledo (além da própria região do reservatório de Itaipu) apresentam ventos com velocidade entre 4,3 e 5 metros por segundo (m/s) a uma altura de 15 metros, características favoráveis à microgeração utilizando turbinas eólicas para a geração de energia elétrica.
Outra fonte na qual o PTI concentra cada vez mais seus esforços é o biogás, resultante do tratamento da biomassa residual das atividades agropecuárias. As atividades, que transformam um passivo ambiental em ativo energético e econômico, são coordenadas pelo CIBiogás (Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás), instituição científica, tecnológica e de inovação instalada no Parque.
A estrutura do CIBiogás conta com um laboratório de biogás, e 11 unidades de produção de biogás no Brasil. No ano passado, foi inaugurada uma Unidade de Demonstração de Biogás e Biometano dentro da Central Hidrelétrica da Itaipu Binacional. A planta é a primeira do Brasil que utiliza, como matéria-prima, uma mistura de esgoto, restos orgânicos de restaurantes e poda de grama.

FONTE – 100fronteiras.com

Construtora destaca economia de 30% em condomínio com uso de energia solar

O mercado imobiliário está despertando para a importância da sustentabilidade e adotando soluções comprometidas com a gestão responsável do meio ambiente. Exemplo dessa iniciativa, a MRV Engenharia, líder nacional no mercado de imóveis econômicos, prioriza projetos que visam diminuir os impactos em processos construtivos e de gestão nas atividades corporativas e investe em empreendimentos cada vez mais sustentáveis.

energia solar - chapada da costa

O Parque Chapada da Costa, em fase de construção, e o Chapada das Oliveiras, novo lançamento comercial, ambos localizados em Cuiabá, apresentam um sistema completo de geração de energia solar, com placas fotovoltaicas, somadas a outras inovações como a disponibilização de bicicletas compartilhadas, para livre uso pelos moradores.

Com o sistema de energia solar, o insumo gerado e que será utilizado na área comum (na iluminação das áreas de estacionamento, lazer em geral, piscina, salões de festas e portaria) irá gerar consigo uma economia na taxa condominial mensal paga pelos condôminos na ordem de 30%.

Nos próximos cinco anos, todos os novos empreendimentos da MRV Engenharia no Brasil serão lançados com o sistema de energia solar, iniciativa que está na matriz de sustentabilidade consolidada pela companhia. Para isso, a empresa deverá investir R$ 800 milhões no período, em empreendimentos em diferentes localidades do país. Atualmente, a MRV está em mais de 150 diferentes cidades. A extensão das atividades da companhia e sua solidez evidencia um dado importante no setor que move o sonho da casa própria: Um a cada 200 brasileiros mora num imóvel construído pela MRV.

Água da chuva 

A MRV Engenharia também adota em seus processos de construção outras medidas que são sinônimo de sustentabilidade. A preocupação com o risco real de escassez da água no mundo levou a construtora a implantar em quatro canteiros de obras em Mato Grosso um sistema para reaproveitamento da água da chuva. Mais que simplesmente evitar o desperdício, a medida, tecnicamente simples, resulta na otimização de um recurso natural tão importante e, também, economia na planilha de custos da obra.

O sistema é utilizado nos empreendimentos: Parque Chapada dos Campos (localizado próximo do Várzea Grande Shopping); Parque Chapada das Dunas, localizado no bairro Coophema; Parque Chapada da Costa, localizado no bairro Jardim Ubirajara Chapada dos Sabiás, no bairro Jardim Imperial II.

O reaproveitamento de água de chuva nos canteiros de obras poupa a utilização de água potável onde ela não é necessária – como para a descarga de vasos sanitários utilizados pelos trabalhadores, mictórios e na limpeza de vestiários. O método é aplicado da seguinte forma: Uma caixa d’água de 5 mil litros, instalada ao lado do barracão que abriga o vestiário no canteiro de obra, reserva a água da chuva captada por calhas no telhado.

Fundada em outubro de 1979, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos e a primeira construtora da América Latina a oferecer energia fotovoltaica para seu segmento de atuação. Presente em mais de 150 cidades de 22 Estados e no Distrito Federal, a construtora, em seus 38 anos de atividade, já vendeu mais de 300 mil unidades.

Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta terça (5), reforça o alerta para o fundamental uso consciente dos recursos naturais. Esse aviso toma força com a divulgação de um dado colhido pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), que informa que apenas 25% da superfície terrestre permanece livre de impactos substanciais causados por atividades humanas. Em 2050, essa parcela de natureza livre de desenfreadas explorações pode ser reduzida a ínfimos 10% do planeta. Então, quais caminhos sustentáveis cabe a nós, sociedade, adotarmos? (Com Assessoria)

FONTE – rdnews.com.br