Posts

Portugal investe em plataformas de energia solar flutuante

Portugal investe em plataformas de energia solar flutuante

Portugal está apostando na inovação e nos campos de energia renovável. O país está introduzindo uma grande plataforma de energia solar flutuante. O projeto está localizado no mar, a 20 km da costa de Viana do Castelo. O custo do projeto é de 60 milhões, que serão financiados pelo Banco Europeu de Investimento.

Os responsáveis pelo projeto garantem que este é pioneiro e mundialmente inovador, avançando com previsões de custos de 65 euros por MWh para a construção desta central. O presidente da EDP Renováveis acredita que o projeto torna a energia solar ainda mais competitiva. Ao todol, o projeto terá duração de três anos e um custo total de 125 milhões de euros.

A tecnologia das plataformas solares flutuantes irá contribuir diretamente para o progresso da indústria de energias renováveis europeia. As plataformas flutuantes abrem portas pelo fato de trazer novas oportunidades e mercados. Além disso, esta tecnologia traz diversos benefícios, como, por exemplo, prevenir o crescimento de algas nas áreas represadas e evitar a evaporação da água em períodos mais quentes. Também, não existe a necessidade de gastos com a preparação do piso ou solo para instalação das estruturas de painéis solares.

É notável as inúmeras vantagens ambientais ligadas à proteção da radiação solar no meio subaquático. Portugal teve sua primeira central fotovoltaica combinada de hidro e flutuação instalada entre os anos de 2016 e 2017 na Barragem do Alto Rabagão. De acordo com a empresa que instalou os painéis flutuantes, o sistema tem capacidade instalada de 220 quilowatts no pico (kWp) e produz 300 MWh anualmente.

Este sistema híbrido funciona de forma com que a geração de energia dos componentes hidráulicos e fotovoltaicos se complementem. O mercado de painéis solares flutuantes tem aumentado. No ano passado, não havia nenhum painel solar flutuante capaz de ter uma geração maior a 100 megawatts. Já neste ano, diversos sistemas solares flutuantes foram ligados à rede – o maior deles: um parque flutuante de 150 MW.

O investimento para sistemas flutuantes é alto, porém, à medida que os preços diminuem, cada vez mais veremos novos sistemas de painéis solares flutuantes sendo construídos. As estimativas mostram que existe uma superfície disponível para energia solar flutuante maior que 400 GWp. A evolução desta tecnologia pode ser acelerada assim que os custos forem reduzidos, com isso, o valor economizado pode ser usado para melhorias na eficiência dos sistemas flutuantes.

A indústria portuguesa referente à área das energias renováveis oceânicas pode ter um mercado potencial de 59 mil milhões de euros até 2030. Até o ano de 2020, Portugal quer triplicar a produção de energia solar, já que o país tem ótimas condições para aumentar a produção de energia solar. Na verdade, esta expansão já está acontecendo!

No Brasil também temos uma usina solar flutuante localizada em Presidente Figueiredo (AM). Encontre a empresa de energia solar mais próxima de você e adquira sua placa solar. O Portal Solar é o maior web site de energia solar fotovoltaica do Brasil, simule um financiamento para energia solar através de nosso site e usufrua das vantagens dessa fonte de energia sustentável e limpa!

FONTE – portalsolar.com.br

GoParity lança criptomoeda em Portugal que recompensa produção de energia solar

Produtores de energia solar podem receber as novas criptomoedas SolarCoin e trocá-las por bitcoins ou euros. O projeto é da fundação internacional com o mesmo nome da criptomoeda e chegou agora a Portugal pela mão da GoParity.

Chegou a Portugal a SolarCoin, uma criptomoeda que pretende incentivar e recompensar o investimento em energia solar. Criada pela fundação internacional SolarCoin Fundation em 2014, começou a ser distribuída em Portugal, bem como nos restantes países de língua oficial portuguesa, no mês passado, pela plataforma de crowdfunding sustentável e membro da fundação, GoParity.

“A SolarCoin lançou esta criptomoeda para contribuir para o investimento em energia solar”, explicou Nuno Brito Jorge, co-fundador da GoParity, ao Jornal Económico.

É um ativo global e descentralizado com base na tecnologia blockchain, tal como as restantes criptomoedas, mas “ao contrário das criptomoedas tradicionais, funciona como através de um sistema de incentivos”. Brito Jorge acrescentou que “qualquer produtor de energia solar em Portugal pode falar com a GoParity e pedir SolarCoins”.

Produtores de energia solar fotovoltaica ou de usinas solares concentradas podem receber uma SolarCoin por cada Megawatt-hora (MWh) produzido, sendo que receber a criptomoeda pode acumular com o retorno de venda da eletricidade à rede.

SolarCoins podem ser trocadas por bitcoin ou euros

Para receber as criptomoedas é necessário criar uma carteira, numa plataforma compatível com as SolarCoins. O produtor ou investidor tem ainda de se inscrever na plataforma e pedir os ativos. Pode, depois, guardar para esperar que valorizem, doá-las à caridade (como o projeto SolarAid que promove a criação de infraestruturas elétricas em África) ou trocá-las.

“Quem não quiser ficar com a SolarCoin pode trocá-la por bitcoins, dólares, euros…”, explicou. A SolarCoin está presenta nas principais plataformas de exchange, como a Coinbase, e o valor de cada criptomoeda negoceia nos 0,0966 dólares (0,083 euros). A capitalização de mercado ultrapassa os 4,3 milhões dólares (equivalente a cerca de 3,7 milhões de euros ou 588 bitcoins).

“Hoje está a valer 10 cents cada SolarCoin, em janeiro valia 1,6 euros. A título de curiosidade, se fosse imediatamente convertido em euros, corresponderia a um bónus de cerca 0,15% na remuneração”, explica.

A mineração de outras moedas digitais com na blockchain está associada ao alto consumo de energia, o que é uma preocupação para a fundação. Por isso, a SolarCoin minera os ativos através da produção de energia renovável, sendo mais eficiente em termos de energia utilizada. A GoParity não participa na mineração já que esta é realizada de forma centralizada na fundação e, posteriormente, atribuída aos parceiros que a distribuem.

Cerâmica de Pegões vai ser o primeiro projeto a pagar em SolarCoins

A par da atribuição de SolarCoins aos produtores de energia solar, a GoParity pretende ainda promover a partilha de criptomoedas entre os investidores da plataforma de empréstimos sustentáveis. “Os investidores passam a ter um duplo retorno – do investimento e através da SolarCoin. A grande novidade é que a Cerâmina de Pegões vai ser o primeiro projeto a pagar aos investidores em SolarCoins”, anuncia o co-fundador ao Jornal Económico.

O projeto da única produtora de tijolos da margem sul do Tejo, a Cerâmica Pegões, no Montijo, pretende ser o maior de crowdfunding de energias renováveis em Portugal.

O objetivo é angariar 275.000 euros para a empresa, criada em 1957, investir na eficiência energética através da instalação de um sistema solar fotovoltaico de 250 kWp para consumo próprio. Do total, já foi conseguidos 21,6%, sendo que a GoParity anunciou esperar a entrada de um investimento financeiro alemão com mais 100.000 euros.

Projeto vai render juro de 4,5% e 1,64 SolarCoins ao ano

O investimento mínimo no projeto é de 50 euros, oferece uma taxa anual nominal bruta de 4,5%, a duração é de oito anos e os pagamentos de capital e juros são mensais.

“A central solar da Cerâmica de Pegões vai gerar 410 MWh por ano de eletricidade, ou seja, terá direto a receber 410 SolarCoins por ano”, explicou Brito Jorge. “Destas 40% serão para distribuir pelos investidores da GoParity (que optarem por isso), ou seja, 164 SolarCoins para distribuir”.

Assim, se um investidor aplicou 2.750 euros, quer dizer que aplicou 1% do total do investimento realizado. Irá receber 1% das SolarCoins que serão distribuídas, ou seja, 1,64 SolarCoins todos os anos.

“Na globalidade, pelo seu investimento, irá receber 4,5% de juros por ano (TANB) na sua conta da GoParity, mais 1,64 SolarCoins na sua carteira de criptomoedas (ou carteira SolarCoin)”, acrescentou.

FONTE – jornaleconomico.sapo.pt

Caldeira Cabral. Portugal é um dos países mais competitivos do mundo para produzir energia solar

Ministro da Economia disse que Portugal é um dos países mais competitivos na energia solar e está a ganhar novas centrais que permitirão multiplicar por seis a produção nacional até 2025.

Nuno Veiga/Lusa

O ministro da Economia disse esta quinta-feira que Portugal é um dos países mais competitivos do mundo para produzir energia solar e está a ganhar novas centrais que permitirão sextuplicar a produção nacional até 2025 e sem subsídios estatais.

“O que soubemos [Governo] fazer foi valorizar junto dos investidores internacionais o que são as condições naturais do país, fazer um enquadramento regulatório claro e transparente que atraísse o investimento e criar condições para que estes investimentos crescessem num país que, na energia solar, é dos mais competitivos do mundo”, afirmou Manuel Caldeira Cabral.

O ministro falava aos jornalistas no concelho de Ourique, no distrito de Beja, no Alentejo, onde inaugurou a Central Solar Fotovoltaica Ourika!, a primeira grande central solar da Europa a produzir energia em regime de mercado, ou seja, sem tarifas garantidas ou outros subsídios estatais que acarretam custos para os consumidores. A central solar, que foi a primeira a ser licenciada em Portugal para operar em regime de mercado e implicou um investimento de 35 milhões de euros, tem uma potência total instalada de 46 Megawatts e, durante 30 anos, vai produzir 80 gigawatts-hora de energia por ano, o suficiente para garantir o consumo de 25 mil famílias.

Segundo o ministro, em Portugal, já estão licenciados mil megawatts e há “pouco mais de mil megawatts em processo de licenciamento” para novas centrais solares que irão produzir sem subsídios. Com os mil megawatts já licenciados, será possível “mais do que triplicar” até 2021 e “multiplicar por seis” até 2025 a capacidade de produção de energia solar em Portugal e “sem subsidiação”, admitiu.

“Isto demonstra que Portugal, hoje, é um país competitivo em termos de energias renováveis sem precisar de subsídios”, frisou, explicando que a “expansão muito forte do solar” e o ‘boom’ de novas centrais solares decorrem das “ótimas condições” do país para produção de energia solar, da evolução tecnológica e do “quadro regulatório estável, que dá confiança aos investidores” e lhe permite “ser competitivo a preços de mercado”. “Portugal tem das melhores condições, não só na Europa, mas [também] a nível mundial, para produção de energia solar e o que se vê é que, de facto, os investidores responderam bem”, sublinhou.

“Esta estratégia que seguimos de um quadro regulatório sem subsídios vai, a prazo, contribuir para a descida do preço da energia em Portugal”, frisou, referindo que o Governo quer “continuar com uma estratégia consistente de aumentar o espaço das energias renováveis na produção”, mas “cada vez onerando menos os consumidores” e, neste sentido, as novas centrais a produzir “sem qualquer subsídio, portanto sem qualquer custo adicional para os consumidores”.

Por outro lado, as novas centrais “garantem” que Portugal vai passar a ser “cada vez mais um exportador de energia, um país que cumpre e até ultrapassa as metas ambientais que se propõe na União Europeia e, “progressivamente”, terá “custos de energia mais baixos, tornando as empresas mais competitivas e dando mais poder de compra às famílias”.

FONTE – observador.pt

Portugal vai triplicar produção de energia solar até 2021

O Governo português vai assinalar hoje o arranque de “uma nova vaga de centrais solares” com a inauguração da primeira sem tarifas garantidas de várias que começam a funcionar até 2021, permitindo triplicar a produção de energia solar em Portugal.

Em declarações à agência Lusa, o ministro da Economia português, Manuel Caldeira Cabral, salientou que esta “é a primeira de uma nova vaga de centrais solares que se estão a construir por todo o país e que já incluem mais de mil megawatts licenciados e outros mil megawatts em licenciamento”.

“Esse parque de 46 megawatts é o primeiro de um conjunto relativamente amplo de parques que vamos estar a inaugurar nos próximos três anos e que vão trazer um triplicar da capacidade solar até 2021 e, provavelmente, uma multiplicação por seis na capacidade de produção a partir de energia solar até 2025”, notou o governante.

Hoje é, assim, inaugurada a primeira grande central solar da Europa a produzir energia sem tarifas garantidas ou outros subsídios estatais, que já está a funcionar no concelho de Ourique, no Alentejo, após um investimento de cerca de 35 milhões de euros.

A Central Solar Fotovoltaica Ourika!, que ocupa uma área de 100 hectares situada perto da aldeia de Grandaços, no concelho de Ourique, no distrito de Beja, ficou concluída em Junho e começou a produzir energia no início deste mês, informou à Lusa a empresa promotora, a MorningChapter.

A central, que tem 30 anos de vida útil e uma potência total instalada de 46 megawatts distribuídos por 142 mil painéis solares, vai produzir 80 gigawatts-hora de energia por ano, o suficiente para garantir o consumo de aproximadamente 25 mil famílias, adiantou a companhia.

De acordo com Manuel Caldeira Cabral, as outras centrais que já estão em construção têm uma dimensão que varia entre os 10 megawatts e os 200 megawatts e estão localizadas, essencialmente, no sul do país “devido a haver melhores condições de exposição solar”.

“O que esperamos é que ao longo de 2019 vários destes parques solares e destas centrais solares vão entrando em funcionamento”, acrescentou o governante.

Caldeira Cabral realçou que tanto no caso da central hoje inaugurada como nas restantes estão em causa infraestruturas sem tarifa ‘feed-in’, isto é, sem subsídios à produção.

“O que fizemos foi criar condições de concurso para que quem queira investir nesta área o possa fazer. Criámos também condições transparentes para o licenciamento da ligação à rede, para dar confiança aos investidores, e o que vimos foi que, de facto, dadas as condições muito propícias que Portugal tem, há muitos investidores, quer nacionais, quer estrangeiros, que estão interessados em investir”, observou o governante.

Caldeira Cabral destacou ainda o “potencial de produção muito interessante” do país na área das renováveis, considerando que esta aposta no solar vai completar o mix energético de Portugal, no qual a eólica ou hídrica já assumem “uma posição importante”.

FONTE – expressodasilhas.cv

GoParity lança criptomoeda solar em Portugal

A GoParity junta-se ao ecossistema SolarCoin com a criptomoeda solar que está a ser lançada hoje. Todos os produtores de energia solar fotovoltaica podem ser remunerados com uma SolarCoin por cada MWh.

GoParity é a primeira plataforma de financiamento coletivo de projeots que promovem a sustentabilidade e a energia sustentável em Portugal. Todos os investidores GoParity vão poder receber a nova criptomoeda como recompensa adicional pelo investimento e usá-la para financiar novos projetos. A iniciativa está já em curso através de uma parceria com o projeto solar da Cerâmica de Pegões, anuncia o comunicado de imprensa.

A SolarCoin é uma moeda digital baseada em blockchain e que funciona como um novo incentivo para gerar energia solar a uma escala global, com cada uma destas moedas em circulação a representar 1 MWh de energia solar produzida.

Nuno Brito Jorge, co-fundador da GoParity, descreve que se trata de um «sistema de recompensa adicional, que em nada afeta os investimentos feitos através da nossa plataforma. Não podíamos imaginar forma melhor de entrar, e de dar acesso aos nossos investidores, no mundo das criptomoedas.

FONTE – exameinformatica.sapo.pt

Portugal quer triplicar a produção de energia solar até 2020

Segundo anunciou o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, o Governo português tem o objetivo de triplicar a produção de energia solar até 2020, mantendo a política de continuar a aposta nas energias renováveis.

“Trata-se de um objetivo que já estamos a concretizar com o licenciamento de mais 1000 megawatts que estão já a começar em investimento, mas este investimento vai ser feito a preço de mercado e sem aumento de custo para os consumidores”, disse, depois da sessão pública da apresentação do Programa Nacional de Investimentos 2030, nas áreas de Ambiente e Energia, em Lisboa.

O Ministro realçou que “dadas as tecnologias e as condições excepcionais que Portugal tem para produzir energia solar, é [uma aposta] rentável e há muitos investidores a concorrerem para produzir energia solar em Portugal”.

Portugal tem conseguido destacar-se mundialmente ao nível das energias renováveis e Caldeira Cabral referiu que deve continuar a fazê-lo “«sem mais déficits tarifários, sem mais custos para os consumidores e para as famílias, e sem pôr em causa a competitividade das empresas”.

Interligações com Europa e Marrocos

O Ministro referiu ainda a importância de Portugal reforçar as interligações com o resto da Europa e com Marrocos ao nível da energia, com o objetivo de baixar os custos de energia e aumentar a eficiência do mercado energético num contexto em que as energias renováveis têm um maior peso.

O Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (PO SEUR) tem cerca de 1100 milhões de euros contemplados para investimentos em melhorias do sistema de eficiência energética com o objetivo de aumentar a competitividade das empresas, ao mesmo tempo que reduzem a fatura energética e as emissões.

“Temos de olhar para a melhoria energética não como um sobre custo para as empresas, mas como uma melhoria na sua forma de produção, pois torna-as ambientalmente mais responsáveis e reduz também os custos”, acrescentou.

FONTE – mundolusiada.com.br

Primeira empresa do mundo trabalha 100% a energia solar

Com 1485 painéis a Wood one é a primeira a nível mundial.

É a primeira do mundo a conseguir o feito de só depender de si própria para ter recursos energéticos. A , em Paredes, já esteve à beira da falência

wood one

 

Contam-se exatamente 1485 painéis solares, capazes de produzir, 400 kilowatts por hora. São eles que fazem da Wood One uma indústria pioneira a nível mundial: é a primeira fábrica autossustentável a energia solar. A empresa de mobiliário de escritório, geriátrico, hospitalar, escolar e de hotelaria de Lordelo, Paredes, em vias de falir há oito anos, prepara-se agora para crescer exponencialmente com as novas instalações e novos mercados.

“Em 2008, a empresa faturava 500 mil euros, tinha 21 funcionários e estava prestes a encerrar. Decidi comprá-la, mantive os funcionários e investi em novas instalações e máquinas que nos permitiram fazer o que a concorrência não fazia”, recorda Manuel Luís Martins, 52 anos, CEO da Wood One.

O investimento de quase dois milhões de euros foi comparticipado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e permitiu “aumentar a faturação 300%”, como recorda o empresário, que começou por ser diretor comercial noutra empresa até que, há oito anos, decidiu trabalhar por conta própria.

Mal abriram as candidaturas do Portugal 2020, a Wood One já tinha a candidatura preparada e foi das primeiras a serem aprovadas: desta vez, 6,3 milhões de euros foram investidos na construção das novas instalações de 11 mil metros quadrados e nos painéis solares, na compra de máquinas de última geração e na contratação de mais três dezenas de funcionários. ”

 

Neste ano, a Wood One deverá faturar perto de seis milhões de euros só no mercado interno. E estão em vista dois potenciais contratos nos Emirados Árabes Unidos (EAU) – um de 8,5 milhões de euros para mobilar 325 apartamentos e outro de 25 milhões de euros para equipar um hotel de 40 pisos – que podem fazer disparar os números, se não neste ano, pelo menos no próximo. “Em 2015 só exportamos 20% da produção, neste ano vamos subir para 35% e, se estas encomendas se concretizarem, então será um valor superior”, contabiliza o CEO, identificando os Emirados Árabes Unidos, a Europa (Espanha, França e Reino Unido), África (Angola e Moçambique) como principais mercados de destino. Rússia e América Latina estão identificados como mercados emergentes para a empresa do Norte.

No que respeita a produtos, o mobiliário de escritório e hospitalar continua a ser o que mais contribui para a faturação da empresa (que é uma das frequentes fornecedoras do Estado), embora “a hotelaria esteja a crescer a passos largos para se tornar o segmento número um”.

Fonte – DN