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Enel inicia construção de usina solar no Piauí de R$ 1,4 bilhão

Planta é a maior do tipo atualmente em construção na América do Sul e deve entrar em operação em 2020

A Enel Green Power, subsidiária brasileira de energia renovável do grupo italiano Enel, iniciou a construção do parque solar São Gonçalo, de 475 MW, em São Gonçalo do Gurguéia, no Estado do Piauí. São Gonçalo é a maior planta solar fotovoltaica atualmente em construção na América do Sul e deve entrar em operação em 2020. O Grupo Enel vai investir cerca de R$ 1,4 bilhão na construção da planta solar, o equivalente a aproximadamente 390 milhões de dólares.

“O início da construção desta planta fotovoltaica fortalece a nossa liderança no setor brasileiro de energias renováveis e confirma mais uma vez a importância que damos ao desenvolvimento da energia solar no país”, afirma Antonio Cammisecra, responsável da Enel Green Power, linha global de negócios de energias renováveis do Grupo Enel. “São Gonçalo vai contribuir para a diversificação e a resiliência da matriz energética do país, respaldando um ciclo econômico virtuoso por meio do fornecimento de energia sustentável no longo prazo. ”

Quando estiver em plena operação, a planta será capaz de gerar mais de 1.200 GWh por ano e evitará a emissão de mais de 600 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Da capacidade instalada total de 475 MW, 388 MW foram conquistados pelo Grupo Enel no leilão brasileiro A-4, em dezembro de 2017, e estão apoiados por contratos de fornecimento de energia de 20 anos para um pool de distribuidoras que operam no mercado regulado. Os 87 MW restantes vão gerar energia para o mercado livre.

No Brasil, o Grupo Enel, por meio de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, possui uma capacidade instalada total de renováveis de mais de 2,9 GW, dos quais 842 MW de energia eólica, 820 MW de energia solar fotovoltaica e 1.269 MW de energia hídrica. Além disso, a EGPB tem mais de 1 GW em execução no Brasil, conquistados nos leilões de 2017.

A Enel Green Power é líder global no setor de energia verde com uma capacidade gerenciada de cerca de 43 GW em um mix de geração que inclui eólica, solar, geotérmica e hidrelétrica, e está na vanguarda da integração de tecnologias inovadoras em usinas renováveis.

FONTE – canalenergia.com.br

Projeto ESenergy | Novo Thermas de Piratininga inaugura usina de energia solar

Clube investiu em mais de 600 placas fotovoltaicas que vão gerar energia limpa, reduzindo a emissão de CO² na atmosfera em 114 toneladas por ano

Novo Thermas de Piratininga (13 quilômetros de Bauru) inaugura, nesta sexta-feira (5), às 9h, a usina de energia solar fotovoltaica que lhe garantiu a certificação de primeiro clube 100% sustentável do Brasil. A energia limpa que será gerada no local a partir do investimento representará uma redução de 114 toneladas anuais de CO² emitidos na atmosfera.

A aquisição pelo Novo Thermas de 648 placas fotovoltaicas capazes de converter a energia do sol em eletricidade ocorreu em fevereiro deste ano. Domingos Ferrazzini Filho, proprietário de uma empresa que representa instituições (ESenergy) na área de energia solar, foi quem apresentou o projeto ao presidente do clube, Marcos Cafeo.

Após estudos, foi constatado que, com as placas solares, o Novo Thermas conseguirá gerar anualmente cerca de 400 megawatts de energia, quantidade suficiente para subsidiar seu gasto anual. Além disso, uma empresa de engenharia aproveitou a instalação das placas e elaborou projeto para a cobertura do estacionamento.

O presidente do clube ressalta que o uso da energia solar também permitirá outros investimentos, como potencializar o aquecimento de muitas piscinas, além da termal, que já tem naturalmente a temperatura mais elevada, e transformar o Novo Thermas em um modelo de visitação para professores, estudantes e pesquisadores das áreas de tecnologia e meio ambiente.

NÚMEROS

De acordo com o clube, a energia gerada a cada 1m2 de painel solar fotovoltaico equivale à queima de 215 kg de lenha e ao consumo de 66 litros de diesel ou 55kg de gás e evita 56m2 de área inundada para fins de construção de reservatório de usina hidrelétrica. No Novo Thermas, são 1.315m2 de placas solares.

Com o investimento, o clube tornou-se o primeiro do Brasil 100% sustentável conforme certificação da Associação Nacional dos Órgãos Gestores Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA) e do Instituto Brasileiro de Sustentabilidade (IBS).

A instalação das placas fotovoltaicas faz parte de um pacote de ações que o Novo Thermas vem desenvolvendo em conjunto com a ONG Mão na Massa nos setores da causa animal, meio ambiente, social e de sustentabilidade.

FONTE – jcnet.com.br

Empresas construirão usina solar no Piauí gerando 3,5 mil empregos na obra

Empresas do Rio Grande do Sul estão tocando um projeto de geração de energia solar no Piauí, no nordeste do país. É uma usina com capacidade de 200 megawatts no município de Picos. A potência é suficiente para abastecer 275 mil residências.

As empresas gaúchas são a Energias da Natureza e a DGE Soluções Renováveis, com assessoria jurídica do escritório Souza Berger Advogados. O objetivo do projeto é participar de leilões de contratação de energia. O projeto deve levar um ano ainda para cumprir as exigências regulatórias do setor.

– A usina está localizada no Piauí por ser uma das regiões de maior incidência solar do país e com alta rentabilidade na produção de energia. As empresas já desenvolvem outros projetos eólicos e solares no Nordeste – explica Frederico Carbonera Boschin, da Souza Berger.

Boschin acrescenta que os custos de uso da terra são mais baixos no Piauí. Além disso, os sistemas de transmissão de energia estão preparados para receber estes projetos, o que não é o caso do Rio Grande do Sul.

– Em se tratando de usinas solares de grande porte, por conta da maior incidência solar no Nordeste, faz mais sentido econômico o desenvolvimento deste tipo de projeto naquela região. Os custos de uso da terra são mais baixos. Lá, a terra não tem tanta rentabilidade quanto aqui no Rio Grande do Sul, onde é usada para a agropecuária. Outro ponto são os incentivos governamentais locais com um acesso facilitado ao aparato burocrático pelos investidores, facilitando o diálogo.

Durante a obra de implantação da usina, serão gerados 3,5 mil empregos diretos e indiretos. Na operação, serão 15 empregos. As empresas não abrem o investimento financeiro. Dizem apenas que, inicialmente, os custos serão bancados pelas gaúchas.

FONTE – opetroleo.com.br

Argentina constrói maior parque de energia solar do mundo em terras indígenas

A Argentina está construindo um parque de energia solar denominado Cauchari com financiamento do banco chinês Eximbank, a 4.200 metros acima do nível do mar, na Puna Argentina. O megaprojeto conta com a parceria das comunidades indígenas.

A ideia foi concebida pelo governo da província de Jujuy, uma província no extremo norte do país, na fronteira com a Bolívia e o Chile.

Mario Pizarro, secretário de Energia de Jujuy, conversou com a Sputnik Mundo sobre a concepção dessa obra, que prevê a construção de três parques de 100 MW cada um: Cauchari 1, 2 e 3.

“Já estamos bastante avançados na construção simultânea desses três parques, que serão conectados a uma rede nacional para a venda de energia fotovoltaica ao mercado atacadista de eletricidade administrado pela Cammesa [empresa argentina de energia elétrica], que garantiu a compra a US$ 60 [R$ 243] por megawatt”, informou Pizarro.

Os 300 megawatts de energia fotovoltaica pertencerão à estatal da província de Jujuy Energía Minería Sociedad del Estado (JEMSE, sigla em espanhol), que recebeu US$ 390 milhões (R$ 1,5 milhões) de investimento financiado pelo banco chinês Eximbank. Outras empresas chinesas também colaboram na construção e montagem do parque.

O parque ocupará mais de 800 hectares, localizados no departamento de Susques, uma cidade na Puna Argentina e adjacente a algumas comunidades.

“Essa terras pertencem aos indígenas, por isso tivemos que cumprir uma série de regulamentos estabelecidos para trabalhar com eles, como consultas prévias e todos os mecanismos da Constituição nacional”, ressaltou Pizarro.

O maior parque solar do mundo está sendo construído na Argentina em terras indígenasFOTO : CORTESIA JEMSE

O maior parque solar do mundo está sendo construído na Argentina em terras indígenas

“Acreditamos que até o final de março de 2019 estaremos transferindo energia para a rede interconectada e vendendo essa energia, que pertence ao povo de Jujuy”, disse a autoridade.

A área da Puna Argentina tem uma das maiores radiações solares do mundo. Em entrevista à Sputnik Mundo, Carlos Oheler Dos, presidente da JEMSE, destacou o potencial energético da região.

“A área tem quase 2.500 quilowatts por metro quadrado, apenas comparável ao deserto do Saara e, sem dúvida, a geração fotovoltaica a 4.200 metros acima do nível do mar será uma característica única dos parques de Cauchari”, comentou.

Além disso, a região dispõe de boa infraestrutura. Conforme explicou o gerente, os gasodutos passam por essa região e há toda a infraestrutura de serviços criada para as instalações industriais das áreas vizinhas, que estão ligadas à exploração de lítio e outros minerais.

Com uma visão de longo prazo, a construção deste parque solar fará da JEMSE uma referência para a gestão de energias renováveis na América Latina, segundo o seu presidente.

“Para nós, sem dúvida, é um dos negócios mais importantes que temos em andamento; não apenas por causa do investimento, mas porque abre uma perspectiva direta para a geração de energia renovável internacional”, destacou.

FONTE – br.sputniknews.com

Governo autoriza instalação de 25 usinas geradoras de energia limpa

Novos equipamentos vão incluir 883 MW no sistema nacional de energia

Vinte e cinco novas usinas geradoras de energia limpa – 14 solares, oito eólicas, duas hidrelétricas e uma termelétrica de biomassa (bagaço de cana) – tiveram suas autorizações para instalação assinadas pelo ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Os empreendimentos já foram leiloados – e a outorga dá continuidade ao processo.

As usinas de geração de energia elétrica irão funcionar no Ceará, na Bahia, em Minas Gerais e Mato Grosso. A previsão é que, a partir de 2021, 883 megawatts (MW) de potência sejam acrescidos ao Sistema Integrado Nacional.

Integração

Moreira Franco lembrou que o país tem grande diversidade de fontes geradoras, que precisam ser integradas. “A sinergia dessas potências confere maior robustez, segurança e preço justo na distribuição”, avaliou.

Segundo o MME, os investimentos somarão R$ 4,5 bilhões e deverão gerar  4.040 empregos diretos. O Ceará foi o estado mais contemplado: serão 14 usinas solares, nos municípios de Limoeiro do Norte e Caucaia, com previsão de R$ 2 bilhões em investimentos.

Em seguida vem a Bahia, onde deverão ser aplicados R$ 630 milhões para colocar em funcionamento quatro usinas eólicas no município de Campo Formoso. O plano para Minas Gerais prevê a construção de quatro usinas solares em Francisco Sá e Jaíba, uma termelétrica em Frutal e uma hidrelétrica em Chalé, com investimentos estimados em 535 milhões. Por fim, uma Central de Geração Hidrelétrica (CGH) será instalada em Buritizal, no Mato Grosso, ao custo de R$ 51,2 milhões.

FONTE – agenciabrasil.ebc.com.br

Usina solar concebida em 1923 pretendia iluminar todos os cantos do mundo

Não é de hoje que a ideia de utilizar o Sol para gerar energia roda pelas cabeças mais inventivas da humanidade. Conforme mostra um projeto publicado no periódico Science and Invention, no início do século passado havia pelo menos um alemão anônimo interessado em captar os raios solares para iluminar mesmo os rincões mais distantes do planeta.

O artigo, intitulado Electricity From The Sun (Eletricidade do Sol), foi originalmente veiculado em 1923 e imaginava algo como um girassol mecânico gigantesco capaz de “gerar energia para iluminar uma pequena cidade”. Como se pode apreender do diagrama publicado na revista (abaixo, em inglês), o funcionamento seria razoavelmente simples: os raios do sol incidem sobre uma enorme lente, que os faz convergir na direção do óleo acumulado na estrutura.

O óleo aquecido então se desloca pela tubulação, desembocando em um recipiente com água – a fim de fazer girar um motor a vapor, tecnologia ainda amplamente utilizada na época. Para que nenhuma energia fosse perdida, a estrutura inclui ainda dobradiças, capazes de fazer girar o aparato, a fim de acompanhar o movimento do Sol.

Ecologia não era bem o foco

É bem verdade que a utilização de energia solar é hoje prontamente associada a propostas de “energia limpa”, juntamente com outras soluções que pretendem reduzir o impacto da geração de energia elétrica sobre o meio ambiente. No caso do esquema apresentado na Science and Invention, entretanto, cabe alguma contextualização.

Conforme apontou a publicação do site Paleofuture, no início de 1920 a energia elétrica ainda era um luxo disponível a uma parcela ínfima das famílias. Mesmo em países relativamente desenvolvidos, como os EUA, instalações desse tipo apareciam em uma média de apenas 35% dos lares. Considerando-se que em áreas rurais essa percentagem descia ainda mais (3%), havia a necessidade de buscar métodos alternativos para levar a luz elétrica a todos – e o Sol, naturalmente, sempre foi considerado como uma fonte bastante confiável.

“Essa invenção tem ainda a vantagem de trabalhar por algumas horas depois do por do Sol, até que o óleo acabe por se resfriar a um nível abaixo do ponto de ebulição da água”, acrescenta a publicação original. “Onde mais força for necessária, uma quantidade extra de motores e de caldeiras será utilizada.” Teria sido uma grande invenção.

Fonte: Paleofuture

FONTE – canaltech.com.br

Avaliada em R$ 5 milhões, maior usina de geração de energia solar do Sul de Minas é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí, MG

Usina que será inaugurada na ETE FMC terá capacidade para abastecer quase 900 residências.

Maior usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)Maior usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)

Uma usina de geração de energia solar com capacidade para abastecer o equivalente à energia consumida por 860 residências será inaugurada neste sábado (23) em Santa Rita do Sapucaí (MG). O projeto é da Companhia de Jesus, também conhecida como Ordem dos Jesuítas e a usina será instalada na Escola Técnica Eletrônica Francisco Moreira da Costa (ETE FMC). Construída durante 2 anos, a usina, com 4,2 mil painéis solares, é fruto de um investimento de R$ 5 milhões.

“Hoje a energia fotovoltaica é a que mais cresce no país em termos de geração. Estamos dobrando a cada ano o número de usinas que são construídas. A ETE está abrigando em 14 mil metros quadrados a geração de 1.1 MW. Toda essa energia gerada no nosso colégio será suficiente para abastecer os colégios e uma faculdade dos jesuítas no Estado de Minas Gerais”, diz o diretor-geral da ETE FMC, Alexandre Loures Barbosa.

Segundo o diretor, a nova usina vai funcionar como um grande laboratório para os alunos da instituição e também para a população de uma forma geral.

Nova usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)Nova usina de geração de energia solar é inaugurada em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Luciano Ferraz/Portal da Cidade)

“Nós queremos divulgar essa tecnologia, nós queremos mostrar para a população como é uma tecnologia de geração barata, limpa e ao mesmo tempo capacitar os nossos técnicos para esse mercado que está crescendo cada vez mais. A produção dessa energia no país está crescendo de tal forma que a expectativa até 2030 é que a energia gerada pelo sol, percentualmente, seja de 10% de toda a energia gerada no país. Hoje ela é torno de 1%”, diz o diretor.

“Hoje se cada residência no Brasil tiver nos seus telhados essa geração de energia, ela será suficiente para abastecer duas vezes e meia o Brasil. Essa é uma tecnologia do futuro, ela vai dominar o futuro”

A usina solar recebeu o nome de “Padre Furusawa”, em homenagem a um padre jesuíta, de formação eletrotécnica, que dedicou sua vida ao trabalho na instituição, criada em 1958 e que hoje vive em uma casa de repouso dos jesuítas em Belo Horizonte.

“Toda parte elétrica da nossa escola foi montada pelo padre, que sempre foi um amante da natureza, sempre andou de bicicleta, nunca aceitou andar de carro. Pelo seu entendimento e conhecimento na área de energia e aliado a toda parte de cuidados com a natureza, a usina leva seu nome”, diz o diretor.

Nova usina de geração de energia solar terá capacidade para abastecer quase 900 residências (Foto: Divulgação / ETE FMC)Nova usina de geração de energia solar terá capacidade para abastecer quase 900 residências
(Foto: Divulgação / ETE FMC)

Além da usina em si, o projeto compreende novos laboratórios e o desenvolvimento de equipamentos solares para projetos sociais, com comunidades carentes.

Dados sobre a Usina Solar Padre Furusawa:

  • 15 mil metros quadrados
  • 4.200 painéis solares
  • Potência de 1,113 MWP / 1,5 GWH/Ano
  • Redução da emissão de 582 toneladas de CO2/Ano
  • Equivalente ao plantio de 5 mil árvores
  • Equivalente à demanda diária de 860 casas (Média Brasileira)

L’Oreal inaugura a segunda maior usina solar de GD do estado do Rio de Janeiro

Sistema fotovoltaico de 390 kWp foi inaugurado no centro de pesquisa e inovação da companhia, que também planeja outra usina de dimensões maiores para a fábrica em São Paulo

Apostando na inovação sustentável, a L’Oréal Brasil inaugurou a segunda maior sistema de painéis solares em geração de energia do estado do Rio de Janeiro. Com 390 kWp de potência, o empreendimento está atrás apenas do sistema do AquaRio. A iniciativa é a primeira do tipo para a empresa, que pretende instalar ainda outro sistema fotovoltaico de dimensões maiores na fábrica de São Paulo, até meados de 2019.

O investimento na geração própria de energia mostra a atenção do Grupo Sharing Beauty With All ao tema da sustentabilidade, que no caso busca transformar a cadeia de valor em busca de um impacto positivo, com dois focos principais: Mudanças Climáticas e Protagonismo Social.

Para o diretor técnico de Operações da L´Oréal Brasil, Jean-Philippe Wavelet, o programa de sustentabilidade estabeleceu metas ambiciosas para reduzir os prejuízos ambientais e está transformando os modelos de geração de energia ao redor do mundo. “No Brasil, a L’Oréal já reduziu em 71% as emissões de CO² em seu processo produtivo, através de iniciativas como o uso de etanol nas caldeiras das fábricas e 100% de eletricidade verde. A meta é tornar a L´Oréal Brasil uma operação carbono neutro até 2020. O uso da energia eólica solar vem para acelerar esse objetivo”, afirmou Wavelet.

A usina solar foi instalada no Centro de Pesquisa & Inovação da empresa no Rio de janeiro. Segundo o Diretor de Propriedades e EHS da L’Oréal Brasil, Gerald Vincent, a escolha pelo tipo de fonte se deve a abundância do recurso no país e por ser o que menos gera impacto ao ambiente, “visto a produção solar não gerar emissão de carbono e nem resíduos em sua operação”, destacou.

Com 2.400 m2 de extensão, os painéis solares do Centro de Pesquisa & Inovação têm um impacto equivalente a 26 mil árvores plantadas e evitará a emissão de mais de mil toneladas de CO2 na atmosfera no período de 25 anos, tempo de vida útil das placas. O novo sistema gerará 40 mil kWh por mês, o que representa o consumo mensal de aproximadamente 270 casas, sendo responsável por 20% de toda a energia utilizada no campus, inaugurado em 2017.

O projeto teve uma viabilidade de execução rápida, já que foram necessários apenas 26 dias de trabalho para instalação das 1200 placas solares. O funcionamento, segundo Vincent, também é simples. “O sol irradia os painéis, as placas absorvem a irradiação solar e geram uma corrente. Por último, essa corrente é transformada em energia elétrica de corrente alternada que abastece diretamente o sistema de ar condicionado do prédio”.

Até então, a distribuição de energia no Centro de Pesquisa era feita 100% pela distribuidora local. O planejamento é que até o fim de 2018, os 80% restantes de consumo sejam derivados de energia renovável por meio de uma Pequena Central Hidrelétrica. Nas demais unidades, a previsão também é que 100% da eletricidade seja renovável até o fim deste ano. Em 2017, a companhia alcançou 100% de eletricidade verde – energia produzida a partir de recursos renováveis – nas fábricas e centros de distribuições e espera-se evitar, nestas unidades, a emissão indireta de pelo menos 2 mil toneladas de CO2 em 2018.

FONTE – canalenergia.com.br

Construção de usina solar é iniciada por empresa italiana.

Construção de usina solar é iniciada por empresa italiana.

A companhia italiana de energia Enel informou nesta segunda-feira que iniciou os trabalhos de construção de uma usina solar no Brasil, um projeto para o qual investirá US$ 175 milhões.

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Os trabalhos de construção do parque solar Lapa, situado em Bom Jesus da Lapa, no estado da Bahia, estão sendo realizados através da filial da Enel no país, Enel Green Power Brasil Participações (“EGPB”), informou o grupo em comunicado.

Uma vez completada, a usina contará com uma capacidade instalada de 158 megawatts (MW) e estará capacitada para gerar cerca de 340 gigawatts/hora (GWh) ao ano, quantidade que satisfará as necessidades de consumo anuais de mais de 160 mil lares brasileiros.

Além disso, a italiana explicou que a usina ficará pronta previsivelmente para a segunda metade de 2017 e que permitirá evitar a emissão à atmosfera de quase 198 mil toneladas de CO2.

No estado da Bahia, a EGPB trabalha também na construção da instalação de Ituverava, um parque solar de 254 MW, e na usina eólica de Delfina, de 180 MW.

A sociedade brasileira controlada pelo grupo Enel conta atualmente com uma capacidade total instalada de 506 MW, dos quais 401 MW procedem de energia eólica, 12 MW solar e 93 MW hidrelétrica.

Fonte – Revista Exame

Empresa italiana inicia construção de usina solar na Bahia

Empresa italiana inicia construção de usina solar na Bahia

A companhia italiana de energia Enel informou nesta segunda-feira que iniciou os trabalhos de construção de uma usina solar no Brasil, um projeto para o qual investirá US$ 175 milhões.

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Os trabalhos de construção do parque solar Lapa, situado em Bom Jesus da Lapa, no estado da Bahia, estão sendo realizados através da filial da Enel no país, Enel Green Power Brasil Participações (“EGPB”), informou o grupo em comunicado.

Uma vez completada, a usina contará com uma capacidade instalada de 158 megawatts (MW) e estará capacitada para gerar cerca de 340 gigawatts/hora (GWh) ao ano, quantidade que satisfará as necessidades de consumo anuais de mais de 160 mil lares brasileiros.

Além disso, a italiana explicou que a usina ficará pronta previsivelmente para a segunda metade de 2017 e que permitirá evitar a emissão à atmosfera de quase 198 mil toneladas de CO2.

No estado da Bahia, a EGPB trabalha também na construção da instalação de Ituverava, um parque solar de 254 MW, e na usina eólica de Delfina, de 180 MW.

A sociedade brasileira controlada pelo grupo Enel conta atualmente com uma capacidade total instalada de 506 MW, dos quais 401 MW procedem de energia eólica, 12 MW solar e 93 MW hidrelétrica.

Fonte – Revista Exame